União Brasil e Progressistas (PP) avançaram, nos bastidores, nas tratativas para a construção de uma nominata conjunta na disputa por vagas de deputado federal no Rio Grande do Norte nas eleições de 2026. A articulação integra a estratégia das duas siglas para robustecer a chapa proporcional, ampliar competitividade eleitoral e otimizar a distribuição de votos no estado.
Segundo apuração do comentarista político Tacio Cavalcanti, as conversas já trabalham com nomes considerados pilares iniciais da composição. Estão no radar o ex-governador Robinson Faria, o deputado federal Benes Leocádio, o ex-deputado federal João Maia e o ex-deputado estadual Kelps Lima.
Dentro desse arranjo, já está confirmada a entrada do vereador de Natal, Matheus Faustino, que passa a integrar formalmente o projeto proporcional costurado em conjunto por União Brasil e Progressistas.
No recorte de gênero, há um acordo inicial para a inclusão de Leila Maia na nominata. Paralelamente, o PP atua para ampliar a participação feminina, com a busca ativa por novos nomes que reforcem a chapa e atendam às exigências legais e estratégicas da disputa proporcional.
Apesar do avanço nas conversas, interlocutores ouvidos ressaltam que o desenho ainda está em fase de ajustes. Os nomes citados podem sofrer alterações à medida que as negociações avancem e que o cenário partidário se consolide até o calendário oficial de definições eleitorais de 2026.
O consumo de café no Brasil registrou queda de -2,31% entre novembro de 2024 e outubro de 2025 em comparação com o mesmo período anterior, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) divulgados na semana passada. A razão para a redução está no alto preço do produto, que registrou aumento de 5,8% entre janeiro e dezembro de 2025. No Nordeste, a queda foi de -1,72%. Os efeitos da redução no consumo da bebida também são sentidos no Rio Grande do Norte, de acordo com a Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (Assurn) e consumidores ouvidos pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE.
Mikelyson Góis, presidente da Assurn, afirma que não há dados locais disponíveis, mas aponta uma mudança no comportamento do consumidor. “Nos últimos dois anos o preço do café teve um aumento muito grande, embora nos últimos seis meses tenha havido uma pequena redução e depois uma estabilização. Nesse contexto, com o café moído muito caro, houve uma migração para o solúvel, que passou a contar com um consumo maior”, explicou Mikelyson Góis.
Heraldo Paiva Júnior, proprietário de um supermercado no bairro de Nova Descoberta, na zona Sul de Natal, estima uma redução de cerca de 8% na compra do produto na loja nos últimos seis meses.
“A bebida teve um aumento exponencial em meados do ano passado, saindo de cerca de R$ 10 para algo em torno de R$ 18, em média. Hoje, o preço médio é de R$ 16, mas ainda assim a gente observa essa queda na casa dos 7% ou 8%, que eu considero pequena, mas ela existe”, aponta Paiva.
A faxineira Elizângela dos Santos conta que trocou o café em pó pelo solúvel desde o ano passado, diante da disparada dos preços. “Se voltar a ser como antes, quando custava R$ 9, eu volto a comprar café em pó, mas por enquanto não dá”, diz.
Já a cozinheira Raimunda Maria não abre mão do café tradicional. “Não posso ficar sem. Acho até que aumentei o consumo. Pode ser o preço que for, eu compro. Café é sagrado”, contou, rindo.
Conforme os dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), no período contabilizado até outubro passado o consumo no país foi de 21,4 milhões de sacas de 60 quilos, contra 21,9 milhões em igual recorte anterior (novembro de 2023 a outubro de 2024). No Nordeste, o consumo ficou em 5,7 milhões de sacas de novembro de 2024 a outubro do ano passado; no período anterior, foram 5,8 milhões de sacas.
De acordo com a Abic, o total consumido em todo o Brasil no último recorte analisado representa 37,9% da safra de 2025, que foi de 56,54 milhões de sacas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Já a quantidade consumida no Nordeste equivale a 10% da safra total. A Abic informou que o recorde de consumo interno do produto ocorreu em 2017, quando o número atingiu 22 milhões de sacas.
Preços devem seguir em alta
O economista Helder Cavalcanti avalia que a retração no consumo interno da bebida deve se manter em todo o país, uma vez que os preços irão seguir altos. “A Abic prevê uma alta de até 15% no preço do café nos próximos meses, impulsionada pela inflação de 60,85% nos últimos 12 meses e pela queda na produção devido a adversidades climáticas. Essa elevação deverá ocorrer, principalmente, por conta da oferta restrita e demanda crescente. Então, é provável que a tendência de redução de consumo no Brasil permaneça. No entanto, é importante registrar que o consumo mundial de café continua crescendo, especialmente na China e em outros países asiáticos, o que pode ajudar a manter os preços elevados”, analisa Cavalcanti.
O economista afirma que mitigar o impacto da alta do preço do café no consumo é um desafio, mas algumas ações podem amenizar os efeitos. “É importante diversificar produtos, com oferta de opções de café mais acessíveis, como blends, com outras bebidas ou produtos de menor valor agregado. Também é possível incentivar o consumo consciente para aumentar a percepção de valor do café e reduzir o desperdício, além de ajustar a produção para reduzir custos e manter preços competitivos. O apoio governamental, com políticas para ajudar os produtores e incentivar a produção sustentável também é uma medida necessária”, detalha Helder Cavalcanti.
Faturamento cresce
A queda no consumo interno do café não significou perdas para a indústria, cujo faturamento cresceu 25,6% em 2025, somando R$ 46,24 bilhões. Segundo a Abic, esse crescimento no faturamento foi resultado principalmente do aumento do preço nas gôndolas. Ainda de acordo com a Abic, os valores dos cafés tradicionais e extraforte aumentaram 5,8% no ano passado. O preço médio dos cafés especiais sofreu alta de 4,3%. O aumento também foi percebido na categoria de café gourmet, que teve variação de 20,1% em 2025.
Nos últimos cinco anos, a matéria-prima aumentou 201% na espécie conilon e 212% na arábica. No varejo, o café aumentou 116%. No último ano, a variação de preço ao consumidor do café torrado e moído foi de 5,8%. O Brasil continua sendo o maior consumidor dos cafés nacionais. Em 2023, o mercado interno foi responsável por 39,4% do consumo da produção total, enquanto que em 2024 o índice foi de 40,4% e, em 2025, de 37,9%.
Pré-candidato ao Governo do Estado nas eleições de outubro, o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), afirmou que não acredita na realização de uma eleição indireta na Assembleia Legislativa do RN. Segundo ele, Fátima Bezerra deverá ficar até o fim do mandato.
“Eu não acredito que ela irá renunciar ao cargo. Acredito que ela irá cumprir o restante do seu mandato. Eu não acredito que terá essa eleição indireta para um mandato tampão na Assembleia Legislativa”, declarou, em entrevista ao programa Mais Política, da rádio Difusora, nesta terça-feira 3.
Allyson acrescentou que o tema da eleição indireta “não está na pauta” das conversas que ele vem mantendo sobre o pleito eleitoral. “Nós estamos muito preocupados de apresentar um programa de futuro para o Rio Grande do Norte”, enfatizou.
Ele falou, no entanto, que, se as renúncias de Fátima e Walter forem confirmadas, seu grupo político vai discutir um encaminhamento sobre o tema.
Na entrevista, Allyson aproveitou para fazer duras críticas à gestão de Fátima Bezerra.
“Infelizmente, neste ano ainda, o Estado vive o oitavo ano de uma gestão muito dura para o Rio Grande do Norte. Quem diz isso? O povo nas ruas. É a avaliação da população no dia a dia, quando avalia a gestão estadual com praticamente 70% de rejeição. Então, eu acho que é importante a gente escutar o que está vindo das ruas”, acrescentou o prefeito.
Ele acrescentou: “O povo gostaria de ter um Estado que entregasse mais, melhorias. Então, isso aí não está acontecendo.
O prefeito voltou, ainda, a dizer que seu nome está à disposição para concorrer ao governo nas eleições regulares de outubro caso seja o desejo do grupo que ele integra. Ele declarou, porém, que a candidatura deverá ser precedida de um debate sobre o futuro do Estado.
“Vamos discutir um plano de ações, de ideias, de projetos reais para o RN. A população não quer mais discutir aquelas propostas mirabolantes, sabe? Aquelas propostas que são inexequíveis, que são impossíveis de serem feitas”, finalizou.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) suspendeu, por meio de medida cautelar, os efeitos da Lei Municipal nº 14/2024, do Município de São Gonçalo do Amarante, que fixava novos salários para o prefeito, o vice-prefeito e os secretários municipais para o período de 2025 a 2028. A decisão foi relatada pelo conselheiro Antônio Ed Souza Santana e aprovada nesta terça-feira pela Segunda Câmara do TCE-RN, em sessão ordinária.
O Tribunal identificou que a referida lei foi publicada fora do prazo legal. A Câmara Municipal deveria ter publicado a lei até o dia 3 de julho de 2024, prazo final permitido pela legislação em ano eleitoral. No entanto, a publicação oficial da norma ocorreu apenas em 2 de agosto de 2024, já dentro do período de vedação previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal.
De acordo com o relator, a Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe a criação ou o aumento de despesa com pessoal nos 180 dias anteriores ao fim do mandato. Para a Corte de Contas, a publicação da lei é parte essencial do processo legislativo e é esse ato que marca juridicamente a criação da despesa. Assim, mesmo que os novos valores só fossem pagos no mandato seguinte, a publicação fora do prazo torna a lei irregular.
Na defesa, os responsáveis alegaram que a lei só produziria efeitos financeiros a partir de 2025, que o projeto teria sido aprovado pela Câmara dentro do prazo e que a revisão da Súmula nº 32 do TCE-RN permitiria a fixação dos subsídios, mesmo com publicação posterior.
O relator rejeitou os argumentos. Segundo ele, a revisão da Súmula nº 32 não afastou a exigência de que a lei seja aprovada e publicada antes do início do período de vedação. O entendimento do Tribunal é de que não basta a aprovação: a publicação dentro do prazo legal é obrigatória para que a norma seja válida.
No voto aprovado pela Segunda Câmara, o relator determinou a suspensão imediata dos efeitos financeiros da Lei Municipal nº 14/2024, impedindo o pagamento dos novos subsídios até o julgamento final do processo; a aplicação de multa aos responsáveis, em razão da irregularidade relacionada à publicação fora do prazo legal.
Com a medida cautelar, ficam suspensos os efeitos da Lei Municipal nº 14/2024 até o julgamento final do mérito pelo Tribunal.
O secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier (PT), afirmou que a governadora Fátima Bezerra (PT) poderá desistir de renunciar antes do fim do mandato se perceber que não conseguirá eleger o sucessor em uma eleição indireta na Assembleia Legislativa. De acordo com Cadu, a governadora poderá permanecer no cargo para evitar que a oposição assuma o controle do governo na reta final da gestão, em meio às eleições gerais de outubro.
“A última cartada é dela. Se a gente tiver segurança — e nós estamos trabalhando para isso —, essa cartada vai ser a renúncia. Mas, se não criarmos esse ambiente de maioria que nos dê tranquilidade para esse processo, o que é inimaginável é a gente passar o governo para a mão da oposição durante o processo eleitoral. Isso seria um suicídio político”, afirmou Cadu, em entrevista na noite desta terça-feira 3 ao Jornal das Seis, da rádio 96 FM.
Nos últimos meses, Fátima Bezerra tem dito que pretende ser candidata ao Senado nas eleições deste ano. Para isso, ela teria de renunciar ao governo até 4 de abril, para cumprir a regra da desincompatibilização. O vice-governador Walter Alves (MDB) seria o sucessor natural até o fim do mandato, mas ele já comunicou que não vai assumir o cargo porque quer concorrer a deputado estadual.
Caso se confirmem as duas renúncias, o Estado poderá ter uma eleição indireta na Assembleia Legislativa. Neste caso, os 24 deputados estaduais teriam de escolher um governador e um vice-governador para encerrarem o mandato até 5 de janeiro de 2027, em um chamado mandato tampão. Para essa disputa, o PT tem defendido o nome de Cadu Xavier, mas o secretário tem encontrado resistência na Assembleia Legislativa.
Na 96 FM, Cadu afirmou que está trabalhando para viabilizar o nome na disputa para o mandato tampão. “A gente tem trabalhado. Hoje mesmo estive na Assembleia Legislativa representando a governadora. A minha relação com os deputados sempre foi muito boa”, afirmou o secretário da Fazenda.
Em meio à resistência dos deputados, o secretário de Fazenda disse, porém, que o PT pode apresentar outro nome para a eleição indireta. Neste cenário, Cadu seria candidato apenas nas eleições gerais de outubro.
“O meu nome, enquanto pré-candidato na eleição de outubro, é um nome natural. E eu não tenho dificuldade nenhuma. Pelo contrário, teria um orgulho imenso de assumir o Governo do Estado a partir de abril. Mas, se não for possível numa composição, numa contagem de votos dentro da Assembleia Legislativa, outro nome nosso pode assumir o governo”, declarou.
“O que a gente tem colocado é que a gente não abre mão de que seja uma pessoa do PT”, afirmou Cadu, enfatizando que esse entendimento será levado até as últimas circunstâncias, o que pode significar a permanência de Fátima Bezerra no cargo.
Secretário defende mulher como vice Em outra entrevista dada nesta terça-feira, Cadu Xavier afirmou que defende uma mulher como vice na chapa governista. Ele destacou a importância da participação feminina nos espaços de poder e citou nomes que, segundo ele, têm trajetória política e capacidade de compor o projeto liderado pela governadora Fátima Bezerra (PT).
“A nossa grande liderança aqui no Estado da esquerda do Rio Grande do Norte é uma mulher. Eu acho que a participação feminina junto com ela e comigo nessa chapa é muito importante”, afirmou Cadu em entrevista ao Jornal da Cidade, da rádio Cidade.
Questionado diretamente sobre nomes, Cadu mencionou as ex-deputadas estaduais Larissa Rosado (PSB) e Márcia Maia (PDT) como possibilidades reais. Ao ser indagado se teria preferência por alguma delas, respondeu de forma direta: “Pode ser uma das duas, eu acho dois grandes nomes. Eu acho que uma mulher é muito importante”.
Na avaliação do secretário, além da representação feminina, a escolha da vice precisa dialogar com o eleitorado e com a história política do Estado. Ao citar Márcia Maia, ele ressaltou o peso simbólico do nome. “Ela traz a memória da mãe dela, que ainda é muito presente no imaginário, na cabeça do eleitor”, disse, referindo-se à ex-governadora Wilma de Faria.
Cadu ressaltou que a definição da chapa ainda está em discussão e envolve não apenas o PT, mas também partidos aliados. Segundo ele, o diálogo inclui siglas como PV, PCdoB, PSB, PDT e outros partidos do campo progressista. “A gente tem excelentes quadros na esquerda, no centro-esquerda do Rio Grande do Norte”, afirmou, reforçando que a preferência pessoal é por uma mulher, mas que a decisão será coletiva.
Confirmação da pré-candidatura Ao longo da entrevista, Cadu Xavier confirmou que seu nome está colocado como pré-candidato ao Governo do Estado, tanto no cenário de eleição direta em outubro quanto na hipótese de um mandato tampão. Ele deixou claro que a pré-candidatura não surgiu de forma improvisada, mas como parte de uma construção política ligada ao contexto sucessório do governo Fátima Bezerra.
Segundo ele, a experiência acumulada na administração estadual é um dos fatores que sustentam sua decisão. “Eu sei que a gente já esteve numa situação muito mais difícil e conseguimos enfrentar com muita tranquilidade”, disse.
Cadu também enfatizou sua trajetória como servidor público – ele é auditor fiscal de carreira – para justificar a disposição de assumir novos desafios. “Eu tenho um espírito público. Eu sou servidor de carreira há 20 anos”, afirmou. Ele reforçou que sua atuação não é motivada por interesses pessoais. “O meu salário é o mesmo, se eu estivesse atuando como auditor ou como secretário. Então não é algo de projeção de carreira”, declarou.
Sobre a hipótese de eleição indireta, ele lembrou que Fátima Bezerra e Walter Alves foram eleitos para um mandato completo. “Fátima e Walter foram eleitos para governarem o Rio Grande do Norte de 1º de janeiro de 2023 a 5 de janeiro de 2027”, disse. Para Cadu, caso ambos deixem o cargo antes do fim do mandato, é legítimo que o PT conclua esse ciclo. “É justo que alguém do PT, que é a tese que nós defendemos, cumpra esses nove meses de governo interino”, declarou.
Cenário político e polarização nacional Na rádio Cidade, Cadu Xavier também fez uma leitura mais ampla do cenário eleitoral de 2026 no Rio Grande do Norte. Para ele, a disputa tende a se alinhar à polarização nacional entre campos políticos opostos.
Nesse contexto, ele se colocou claramente no campo político alinhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Cadu afirmou que não pretende esconder suas posições por conveniência eleitoral. “Agora, dizer que eu não tenho as ideias na minha cabeça, por cálculo, eu não vou fazer isso. Não é da minha pessoa”, disse.
Ele também comentou críticas e questionamentos sobre a viabilidade da polarização no Estado, diante de discursos considerados ambíguos por parte de adversários. Para Cadu, esse tipo de postura faz parte de estratégias eleitorais. “Esse posicionamento aí, deixando em dúvida, eu não sou bolsonarista, eu tiro uma foto com Lula, é cálculo eleitoral”, afirmou.
Desde o início deste ano, passou a valer em todo o Brasil o Desconto Social de Energia Elétrica (DSEE). A medida amplia o alcance dos programas tarifários e passa a contemplar, além da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) para Programas Sociais do Governo Federal com renda acima de meio salário-mínimo e até um salário-mínimo por pessoa, no consumo mensal de até 120 kWh.
No Rio Grande do Norte, a redução aplicada é de 10,27% para os primeiros 120kWh. Quem consumir a mais, vai pagar a diferença com o valor cheio, sem desconto. A concessão ocorre automaticamente para quem está com os dados atualizados. Em pouco mais de um mês, de maneira proativa, a Neoenergia Cosern identificou e inseriu no DSEE mais de 31 mil famílias.
A Tarifa Social permanece garantindo gratuidade nos primeiros 80 kWh consumidos no mês para núcleos familiares com renda de até meio salário-mínimo por pessoa, além de idosos e pessoas com deficiência atendidos pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), indígenas e quilombolas inscritos no CadÚnico.
A inclusão no novo benefício depende de a titularidade da fatura estar no nome de um integrante do grupo familiar cadastrado. A mesma regra passou a valer também para quem já recebe a Tarifa Social. Antes, era possível manter o benefício mesmo quando o titular não coincidia com o beneficiário cadastrado.
Outra exigência é a compatibilidade do endereço informado no cadastro social com o registro da distribuidora, medida adotada para reduzir inconsistências e evitar pagamentos indevidos. Atualmente, cerca de 383 mil unidades consumidoras estão vinculadas à Tarifa Social (TSEE) no Rio Grande do Norte.
Critérios para obter o desconto Tarifa Social Famílias do CadÚnico com renda mensal de até meio salário-mínimo por pessoa, inclusive indígenas ou quilombolas. Idosos e pessoas com deficiência que recebem o BPC; Famílias cadastradas no CadÚnico que vivem em sistemas isolados, sem ligação ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
Desconto Social Famílias do CadÚnico com renda mensal acima de meio salário-mínimo e até um salário-mínimo por pessoa, inclusive famílias indígenas ou quilombolas. Famílias cadastradas no CadÚnico que vivem em sistemas isolados, sem ligação ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
É importante ressaltar que, para a concessão do benefício, o titular da Unidade Consumidora (UC) deve, obrigatoriamente, fazer parte do grupo familiar cadastrado no CRAS. Além disso, o endereço da unidade consumidora deve coincidir com aquele informado no cadastro do CRAS ou, no caso de beneficiários do BPC/LOAS, com o endereço registrado na agência do INSS. É fundamental, ainda, que o cadastro no CRAS esteja atualizado, com a última atualização realizada nos últimos dois anos.
Benefícios Tarifa Social – gratuidade nos primeiros 80kWh consumidos no mês; Desconto Social – desconto 10,27% nos primeiros 120kWh consumidos por mês.
O governo federal irá enviar ao Congresso um projeto de lei para acabar com a escala de trabalho 6x1. Segundo o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), a proposta será encaminhada após o Carnaval, com pedido de urgência, o que obriga o plenário da Casa a votar o texto em até 45 dias.
“Nesta semana, está entrando a isenção do Imposto de Renda e o salário que aumentou, além do projeto Gás do Povo. E a próxima bandeira do governo é o fim da escala 6×1, que, com a urgência constitucional, vira o centro da discussão política no país. Você pauta a Câmara e pauta o país”, disse Lindbergh.
A redução da carga horária de trabalho vem sendo debatida pelo governo e pelo Congresso desde o ano passado. Em novembro, a Comissão de Justiça (CCJ) do Senado chegou a aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 — que consiste em seis dias de trabalho por um de descanso.
De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), o texto altera o artigo 7º da Constituição Federal para limitar em 36 horas a jornada máxima de trabalho semanal, garantindo dois dias de descanso remunerado ao trabalhador, preferencialmente aos sábados e domingos. Para a mudança, o texto determina um período de transição de quatro anos:
no primeiro ano após a aprovação do texto, haverá redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais.
nos quatro anos seguintes, a jornada de trabalho é reduzida em uma hora por ano — até chegar às 36 horas semanais.
Segundo a proposta, a jornada diária seguirá limitada a oito horas, com a preservação de acordos de compensação quando definidos por negociação coletiva. Em ambos os casos — redução da jornada (horários alterados) e fim da escala 6×1 — não será permitida a diminuição salarial.
Inicialmente, a PEC estava pautada para ser analisada pelo plenário do Senado no início deste ano, onde deveria receber apoio de ao menos 49 senadores para seguir para votação na Câmara dos Deputados. Agora, com o novo projeto que será apresentado pelo governo federal, ainda não foi definido se a proposta seguirá para análise.
O senador Rogério Marinho afirmou que o Partido Liberal (PL) trabalha, neste momento, com a possibilidade de lançar as candidaturas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e da deputada federal Bia Kicis ao Senado nas eleições de 2026. A declaração foi dada durante entrevista à CNN Brasil, ao comentar o cenário político no Distrito Federal.
Segundo Marinho, que é secretário-geral nacional do PL, as tratativas internas do partido indicam que os dois nomes são, hoje, os mais consolidados dentro do campo bolsonarista para a disputa ao Senado. “Hoje, dentro do PL, as tratativas são de apresentarmos a candidatura de Michelle Bolsonaro e de Bia Kicis. É o que está mais maduro dentro do nosso campo de negociação”, afirmou.
O senador destacou que a definição das candidaturas ao Senado tem impacto direto sobre as alianças partidárias no Distrito Federal, especialmente em relação ao apoio ao governo local. Marinho afirmou que há intenção do PL de apoiar a governadora Celina Leão, mas ponderou que a formação de uma coligação pode impor limites à estratégia do partido.
“Se a composição partidária acontecer com MDB, PP e União Brasil, talvez haja a necessidade de caminharmos sós no primeiro turno”, disse. Segundo ele, a legislação eleitoral impede que uma coligação apresente mais de duas candidaturas ao Senado, o que exigiria ajustes no arranjo político.
Questionado sobre a eventual candidatura do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, ao Senado, Marinho afirmou que o chefe do Executivo local tem legitimidade para disputar o cargo, mas reforçou que, no momento, a prioridade do PL é a construção das candidaturas de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis. “Tudo isso ainda está sendo deliberado internamente. A disposição do partido hoje é apresentarmos a candidatura ao Senado de Michelle e de Bia”, concluiu.
A Escola da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte teve seu recredenciamento institucional renovado pelo Governo do Estado, garantindo a continuidade de suas atividades acadêmicas e da oferta de cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e cursos livres. O recredenciamento foi formalizado por meio do Decreto nº 35.262, de 28 de janeiro de 2026, publicado no Diário Oficial do Estado no dia 29 de janeiro.
O ato assegura que a instituição, mantida pela Assembleia Legislativa do RN, permanece apta a funcionar como instituição de ensino superior, após passar por um rigoroso processo de avaliação conduzido pelo Conselho Estadual de Educação, com base nos critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação. O recredenciamento é uma exigência periódica e obrigatória, que analisa desde a qualidade do ensino até a infraestrutura, gestão e políticas acadêmicas.
Na Escola da Assembleia, o processo envolveu meses de preparação e mobilizou equipes de diferentes setores da Casa. A etapa decisiva ocorreu entre os dias 8 e 10 de outubro de 2025, quando a comissão avaliadora realizou visitas e entrevistas para verificar, na prática, o funcionamento da instituição. Foram analisadas cinco dimensões, incluindo planejamento institucional, gestão, corpo técnico e docente, políticas acadêmicas e condições de infraestrutura. Ao final, as avaliadoras destacaram positivamente a organização interna e a satisfação dos servidores.
O presidente da Assembleia Legislativa do RN, deputado Ezequiel Ferreira, comemorou a renovação do credenciamento e ressaltou o impacto social da Escola. “Sabemos do valor do trabalho que é entregue à sociedade. A Escola da Assembleia não forma apenas servidores, ela leva educação de qualidade ao cidadão potiguar, na capital e no interior. Esse reconhecimento confirma que estamos no caminho certo”, afirmou.
Para o diretor da Escola da Assembleia, professor José Bezerra Marinho, o resultado é fruto de um esforço coletivo. Segundo ele, apesar de ser um processo obrigatório, o recredenciamento exige alto nível de atenção e excelência. “Nada disso acontece sozinho. Contamos com o empenho da equipe da Escola e o apoio de outras diretorias da Assembleia, especialmente da Gestão de Pessoas, que teve papel fundamental durante a avaliação”, destacou.
O recredenciamento foi aprovado por unanimidade pelo Conselho Estadual de Educação, em decisão plenária realizada em dezembro de 2025, e terá validade de quatro anos. Com a publicação do decreto, ficam também convalidados todos os atos acadêmicos praticados pela instituição no período entre o encerramento do credenciamento anterior e a formalização da renovação, garantindo segurança jurídica e continuidade aos estudantes e cursos ofertados.
Em entrevista à CNN Brasil, o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) merece a “lealdade” de seus aliados, e destacou que o objetivo é eleger o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como presidente da República.
“O presidente merece da nossa parte gratidão, consideração, lealdade e, sobretudo, reconhecimento. Nós temos uma tarefa pela frente que é eleger Flávio Bolsonaro e reposicionar o país”, afirmou Marinho.
O senador abdicou de sua candidatura ao governo do Rio Grande do Norte para comandar a campanha de Flávio na disputa pela presidência. Segundo o parlamentar, ele atendeu a um pedido de Jair Bolsonaro.
“Na segunda semana de janeiro, o seu advogado Paulo Cunha Bueno esteve com ele e me transmitiu o pedido de que eu me dedicasse a campanha do Flávio Bolsonaro. Um pedido que o presidente nos faz, eu vou estar com o presidente inclusive amanhã pessoalmente, pra mim é uma convocação”, citou o senador.
Rogério Marinho vai visitar o ex-chefe do Executivo na quarta-feira (4), entre 8h e 10h, na Complexo Penitenciário da Papuda, após autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Campanha de Flávio Bolsonaro
O líder da oposição no Senado disse ainda que as principais marcas da campanha eleitoral de Flávio Bolsonaro serão o combate a corrupção, segurança pública e economia. Segundo ele, a direita “tem muita disposição para fazer a comparação necessária para mostrar o que ocorreu antes e o que ocorre agora”.
Marinho destacou também que está na fase de pré-campanha e reiterou o comprometimento com Jair Bolsonaro.
“Estamos nessa articulação, montando equipe, plano de governo, conversando com os palanques estaduais e fortalecendo essa candidatura. Além de competitiva, será vitoriosa no final”, afirmou.
Nos bastidores da política do Rio Grande do Norte, ganha força uma chapa com o aval da governadora Fátima Bezerra que mantém Cadu Xavier (PT) como pré-candidato ao Governo do Estado, tendo como possível vice a ex-deputada estadual e atual presidente da Agência de Desenvolvimento do RN, Márcia Maia, que também preside o PDT. A composição é vista como uma homenagem à ex-governadora Wilma de Faria e um reconhecimento à trajetória de Márcia, marcada por atuações destacadas em cargos de gestão nos governos Wilma e Fátima, além de seus mandatos na Assembleia Legislativa.
Para o Senado, o desenho em debate aponta Fátima Bezerra disposta a disputar uma das vagas, enquanto o segundo nome da chapa seria o do ex-senador Jean Paul Prates, recentemente filiado ao PDT. A articulação reforça a aliança entre PT e PDT e sinaliza a busca por uma chapa com densidade política e histórico de serviços prestados ao Estado.
Currais Novos já entra no clima de folia para o Carnaval 2026 com a tradicional Feijoada do Arrastão do Boi, que promete repetir o sucesso do ano passado e abrir oficialmente a programação carnavalesca da cidade.
O evento será realizado no domingo, 8 de fevereiro, a partir do meio-dia, no Largo do Coreto Guarany, reunindo música, cultura popular, animação e a participação das famílias currais-novenses e visitantes.
A programação contará com Orquestra de Frevo, muito pagode, Banho de Bica (Mijada do Boi), bingo com vários prêmios e a tradicional escolha da Rainha e do Rei do Carnaval 2026.
A feijoada será vendida por apenas R$ 10,00 o pratinho, com venda antecipada na Galeria do Artesanato.
Outra forma de apoiar o evento é adquirindo a camiseta oficial do Arrastão do Boi. A renda ajuda a colocar o bloco na avenida e fortalecer um Carnaval cultural, popular e democrático. As vendas acontecem pelo link na bio do Arrastão e também presencialmente na Galeria do Artesanato.
A ação é uma realização do Coletivo Arrastão do Boi, com apoio da Prefeitura de Currais Novos, por meio da SEMTURI, SECULT e SEMAAB, e marca o início de cinco dias de festa na Princesa do Seridó.
Nesta quarta-feira (04/02), às 16h, o diretor do Departamento de Estratégias para a Expansão e a Qualificação da Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Rodrigo Oliveira, a governadora do Estado do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, e o superintendente do Ministério da Saúde no Rio Grande do Norte, Jalmir Simões, anunciam, em Santa Cruz (RN), o início dos atendimentos da carreta de oftalmologia do programa Agora Tem Especialistas no município.
Com foco na resolução de problemas oculares, inclusive doenças graves que podem causar cegueira, a unidade móvel de saúde do governo federal ofertará procedimentos, como consultas, avaliações oftalmológicas de bebês, crianças e adultos, ultrassons e cirurgias de catarata para as pacientes do SUS agendadas e encaminhadas pelo município.
Totalmente estruturada com insumos, equipamentos e uma equipe multiprofissional, a carreta está posicionada no Centro Administrativo José Josias Bezerra (Vila de Todos), local onde o lançamento vai acontecer.
As carretas de saúde da mulher, oftalmológicas e de exames de imagem estão atendendo pacientes do SUS em todos os estados brasileiros pelo Agora Tem Especialistas. O objetivo do programa é aumentar a capacidade de atendimento da rede pública, a fim de reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.
A Prefeitura de Currais Novos iniciou a perfuração de 25 poços artesianos na zona rural do município, uma importante ação voltada para garantir o acesso à água e amenizar os efeitos da estiagem que atinge a região. O trabalho está sendo realizado por meio de uma parceria com o Governo do Estado do Rio Grande do Norte e com o Consórcio Intermunicipal Multifinalitário do Seridó (CIM Seridó).
O primeiro poço está sendo perfurado na comunidade Maniçoba, onde o prefeito Lucas Galvão esteve na manhã desta terça-feira (03) acompanhando de perto o início dos serviços e dialogando com moradores da localidade.
A iniciativa representa um avanço significativo para as famílias que vivem da agricultura e da pecuária, garantindo mais segurança hídrica, melhores condições de produção e mais qualidade de vida para quem depende diretamente da água para sobreviver no campo.
De acordo com o prefeito Lucas Galvão, a perfuração dos poços é uma das prioridades da gestão, especialmente diante dos desafios impostos pela seca.
“A água é um direito básico e essencial. Iniciar a perfuração desses 25 poços é um compromisso da nossa gestão com o homem e a mulher do campo. Sabemos das dificuldades enfrentadas na zona rural, principalmente em períodos de estiagem, e essa ação chega para amenizar os efeitos da seca, garantir dignidade às famílias e fortalecer a permanência do produtor rural na sua terra”, destacou o prefeito.
Lucas também ressaltou a importância das parcerias institucionais para viabilizar ações estruturantes no município.
“Esse trabalho só está sendo possível graças à união de esforços com o Governo do Estado e com o CIM Seridó. Quando os entes se unem, quem ganha é a população. Seguimos trabalhando com responsabilidade, planejamento e sensibilidade social para melhorar a vida do nosso povo”, completou.
A previsão é que os poços sejam perfurados em diversas comunidades rurais, priorizando localidades que enfrentam maior dificuldade de acesso à água. A Prefeitura continuará acompanhando de perto a execução dos serviços, reforçando o compromisso com o desenvolvimento rural sustentável e com políticas públicas que promovam justiça social e qualidade de vida para todos.
Entre os anos de 2019 e 2025, o Brasil registrou 321.413 vítimas de estupro de vulnerável. Em sete anos, foi registrado um aumento de 55,5%. O ano de 2025 bateu recorde no número de casos, com 57.329 vítimas — uma variação de 10,6% em relação ao ano passado, com 51.834.
As informações fornecidas pelo portal do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) evidenciam que, em média, cerca de 157 pessoas são vítimas do crime por dia.
No entanto, o número tende a aumentar, uma vez que Alagoas, Paraíba, Pernambuco e São Paulo (incompleto) ainda não enviaram os dados referentes aos crimes de dezembro.
O Código Penal prevê que os crimes de estupro de vulnerável abrangem crianças e adolescentes de até 14 anos; pessoas que, por doença ou deficiência, não têm discernimento para a prática do ato; pessoas que, por alguma causa, não consigam oferecer resistência ao ato — como embriagadas, inconscientes ou sob efeito de drogas.
Os últimos anos foram marcados por um padrão de crescimento nos casos. O recorte com maior aumento foi entre 2021 e 2022, com 7.568 vítimas. Veja:
Entre os estados, São Paulo lidera o ranking, com 77.354 casos, mesmo sem os dados de dezembro. Em seguida, aparecem Rio Grande do Sul, com 28.831, e Minas Gerais, com 27.580 registros.
Maioria das vítimas são do sexo feminino Meninas e mulheres correspondem à maioria das vítimas do crime. Nos últimos sete anos, elas corresponderam a 85,5%, um total de 274.889. Enquanto isso, sexo masculino totalizou 43.646 casos (13,5%). As vítimas que não tiveram o sexo identificado corresponderam à minoria, com 2.978 crimes (0,9%).
Casos em 2025 Um dos casos que marcou o ano de 2025 ocorreu em outubro, no Distrito Federal. O dono de uma distribuidora foi preso após abusar sexualmente de um homem portador de deficiência intelectual e esquizofrenia.
O autor atraiu a vítima para dentro do estabelecimento e a forçou a praticar diversos atos sexuais contra sua vontade por um período de, aproximadamente, cinco horas.
Segundo o relato, para uma psicóloga de uma instituição que atende pessoas com deficiência, o comerciante prometou um pagamento de R$ 10 e usou um celular para gravar os atos.
Um outro caso que também gerou revolta foi do homem, de 83 anos, que abusou sexualmente de uma criança austista, de 12 anos. Com um aparelho celular, a vítima registrou o momento em que foi abusada enquanto o criminoso conversava com a mãe dela, que é deficiente visual; portanto, não percebeu o que estava acontecendo.
O vídeo foi publicado em uma rede social da mãe, o que fez com que ele chegasse ao conhecimento da polícia. O caso ocorreu em Anápolis (GO).