O jornalista Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil, morreu na manhã desta quinta-feira 16, aos 83 anos. Ele estava internado na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Renato Machado construiu uma carreira de mais de quatro décadas na TV Globo. Ao longo desse período, apresentou o Bom Dia Brasil, o Jornal da Globo e o RJTV, integrou a bancada do Jornal Nacional e atuou como correspondente internacional e repórter especial.
Entre 1996 e 2010, foi apresentador e editor-chefe do Bom Dia Brasil. Durante esse período, participou da reformulação do telejornal, que passou a adotar um formato com maior interação entre os apresentadores, entradas ao vivo de repórteres e comentaristas e uso ampliado do estúdio. Na bancada, dividiu a apresentação com Leilane Neubarth e, posteriormente, com Renata Vasconcellos.
A trajetória de Renato Machado no jornalismo começou em 1969, como repórter do Jornal do Brasil. Em 1982, ingressou na TV Globo, onde participou da cobertura da Guerra das Malvinas, um de seus primeiros grandes trabalhos na emissora.
No ano seguinte, tornou-se correspondente da Globo em Londres. Durante o período, cobriu acontecimentos internacionais, como os atentados ocorridos em Paris, em 1986, e o acidente nuclear de Chernobyl. Ao retornar ao Brasil, em 1988, passou a atuar como repórter especial da emissora.
Em depoimento ao projeto Memória Globo, Renato Machado falou sobre a profissão e o processo de aprendizado no telejornalismo.
“Para ser telejornalista é necessário um acúmulo de conhecimento. É saber curiosidades sobre grua, tráfego de câmera, enquadramento, cores, texto, edição. É uma troca. Um universo de aprendizado que, a cada dia, você vê que você erra”, afirmou.
A defesa de Jair Bolsonaro (PL) alegou, na quarta-feira (15), que o ex-presidente não sabia que seu filho Flávio, pré-candidato à presidência pelo PL, leria publicamente a carta que escreveu. A divulgação do conteúdo pelo senador foi classificada como uso indireto de redes sociais, o que viola as condições para a prisão domiciliar humanitária de Jair Bolsonaro.
Os advogados do ex-presidente afirmam que ele vem cumprindo rigorosamente todas as condições impostas para sua prisão domiciliar, incluindo a proibição do uso de redes sociais e comunicação com pessoas que não são de sua família.
De acordo com o texto, Jair Bolsonaro não orientou Flávio a publicar o conteúdo da carta em suas redes sociais. Segundo a defesa, a decisão de ler publicamente foi tomada pelo senador e o ex-presidente não sabia que ele tornaria público quando entregou o papel ao filho.
Após a leitura pública da carta, o Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes proibiu que Flávio visite o ex-presidente por 90 dias devido à quebra das regras impostas para que Bolsonaro fosse para prisão domiciliar, alegando que a divulgação do material configura uso indireto de redes sociai
A defesa do ex-mandatário argumenta que Bolsonaro escreveu cartas em momentos anteriores em que estava submetido a restrições semelhantes e que isso não gerou o mesmo questionamento judicial. Conforme os advogados, a escrita de cartas não viola as restrições impostas pela sua pena. O documento é assinado por Flávio, como um dos advogados de Jair.
Carta O pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro divulgou no sábado (11) uma carta escrita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que o filho é o seu porta-voz. No vídeo, Flávio diz que o pai escreveu que “O momento é de arregaçar as mangas, deixar de lado as possíveis diferenças, e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro”.
O trabalho remoto segue em expansão no serviço público federal e já alcança 107,8 mil servidores, segundo dados de maio do Ministério da Gestão e Inovação (MGI). O contingente representa 24% dos 445 mil servidores elegíveis ao teletrabalho e cerca de 20% do total de servidores ativos da administração federal. Em comparação com outubro de 2024, quando 84,2 mil trabalhadores atuavam em regime remoto, houve crescimento de aproximadamente 28%.
Dos servidores que trabalham fora das repartições, 73,6 mil, o equivalente a 68,4%, adotam o modelo híbrido, alternando atividades presenciais e remotas. Outros 33,5 mil (31,1%) exercem suas funções integralmente em home office, enquanto 527 servidores (0,5%) desempenham suas atividades no exterior.
O avanço do teletrabalho ocorre após a implantação do Programa de Gestão e Desempenho (PGD), política criada para substituir o controle eletrônico de ponto por um sistema baseado em metas, produtividade e entrega de resultados. Nesse modelo, os servidores deixam de registrar frequência diária e passam a ser avaliados pelo cumprimento de objetivos previamente definidos.
Ao todo, 147,8 mil servidores participam atualmente do PGD. Desse universo, 39,6 mil continuam desempenhando suas atividades exclusivamente de forma presencial. Instituído em 2022, o programa entrou em fase completa de implementação em novembro de 2024, e as primeiras avaliações de desempenho realizadas pelos órgãos federais deverão ser divulgadas ao longo deste ano.
O programa estabelece que o servidor pode exercer suas atividades em qualquer local previamente acordado com a chefia da unidade. Para aderir ao teletrabalho, no entanto, é necessário ter concluído um ano de estágio probatório. Nos casos de servidores removidos para outro órgão, a regra exige pelo menos seis meses de atuação presencial antes da autorização para o trabalho remoto.
Em nota, o Ministério da Gestão e Inovação afirmou que uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em cinco órgãos federais identificou avanços nos mecanismos de acompanhamento das atividades e no controle das metas estabelecidas dentro do modelo de gestão por desempenho.
Segundo a pasta, o programa também contribui para reduzir despesas relacionadas à infraestrutura física da administração pública. “A dinâmica do PGD reduz a pressão por expansão imediata de áreas físicas, locação de novos imóveis e aquisição adicional de mobiliário e equipamentos, especialmente em contextos de ampliação da força de trabalho”, informou o ministério.
Entre os órgãos federais com mais de cinco mil servidores, o Ministério da Gestão e Inovação lidera proporcionalmente o uso do teletrabalho, com cerca de 67% dos funcionários atuando em regime remoto. Na sequência aparecem o Ministério da Fazenda, com 56%, a Advocacia-Geral da União (AGU), com 53%, e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), onde 49% dos servidores trabalham de forma híbrida ou totalmente remota.
Mesmo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que desde 2024 busca restringir o home office, mantém aproximadamente 27% de seus servidores em algum regime de teletrabalho. Neste mês, a presidência do órgão decidiu limitar a modalidade para novos servidores aprovados no Concurso Nacional Unificado (CNU).
Para o advogado especializado em relações governamentais e gestão pública Asafe Silva, o trabalho remoto deverá permanecer como parte da estrutura da administração pública, desde que acompanhado por mecanismos consistentes de avaliação de desempenho.
“O risco do controle tradicional do ponto é criar uma aparência de gestão. O servidor está presente, mas isso não significa necessariamente que está entregando bem. O risco da gestão por metas, por outro lado, é transformar tudo em número e perder a qualidade, complexidade ou atendimento ao cidadão. No serviço público, a eficiência não pode ser medida apenas por conveniência interna, mas pelo resultado para o cidadão.”
Na avaliação da professora de Gestão de Carreiras da Fundação Getulio Vargas (FGV), Gabriela Nunes, o teletrabalho amplia a autonomia dos servidores e pode contribuir para ganhos de produtividade. Ela ressalta, porém, que o modelo também impõe desafios às equipes de gestão.
“Fazer uma comunicação adequada tanto para quem está no presencial, no híbrido e no teletrabalho é difícil. Outro desafio é o engajamento, que é mais difícil de se manter com as pessoas trabalhando à distância, mantendo uma cultura organizacional. Tem aí a questão da equidade, tanto no reconhecimento quanto na distribuição de trabalhos entre esses funcionários.”
O crescimento do home office alimenta discussões sobre possíveis mudanças nas regras do funcionalismo. Em 2024, uma proposta de Reforma Administrativa apresentada ao Congresso previa limitar o teletrabalho a, no máximo, 20% da força de trabalho de cada órgão e restringir a modalidade a apenas um dia por semana. O texto também determinava que ocupantes de cargos estratégicos e funções de confiança trabalhassem presencialmente. A proposta não avançou.
O Rio Grande do Norte registrou 89 adoções de crianças e adolescentes em 2025, e quase dois terços delas envolveram crianças de até 4 anos de idade. Dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mostram que 57 das 89 adoções ocorreram com crianças de até quatro anos, o equivalente a cerca de 64% do total. O cenário se repete em 2026: até 14 de julho, o estado contabilizava 32 adoções, sendo 18 delas de crianças de até dois anos.
Os números colocam o Rio Grande do Norte na quarta posição do Nordeste em quantidade de adoções realizadas em 2025. O estado ficou atrás apenas de Pernambuco (218), Bahia (131) e Ceará (108). Na sequência aparecem Paraíba (60), Alagoas (56), Piauí (48), Maranhão (31) e Sergipe (22). Em todo o Nordeste foram registradas 763 adoções no ano passado.
No Brasil, o Sistema Nacional de Adoção contabilizou 5.608 adoções em 2025, das quais 2.543 envolveram crianças de até dois anos. Apenas 11 adolescentes com mais de 16 anos foram adotados em todo o País. Em 2026, até a atualização realizada em 14 de julho, o painel registrava 2.047 adoções.
Para a presidente do Acalanto Natal, Mariana Vilanova, o predomínio das adoções de bebês está ligado a uma construção cultural que ainda influencia o perfil buscado pelas famílias. “Esse é um reflexo cultural profundo e histórico. Muitos pretendentes, ao entrarem na fila de adoção, trazem consigo o desejo de vivenciar os primeiros passos, a primeira palavra, a introdução alimentar. Há também o receio infundado de que crianças maiores já tragam ‘vícios de criação’ ou traumas difíceis de lidar, que são tabus da adoção, não necessariamente uma verdade absoluta.”, conta.
Segundo ela, o trabalho desenvolvido pelo grupo busca mostrar que a formação dos vínculos familiares não depende da idade. “Nosso papel no Acalanto Natal é desmistificar esse medo. O vínculo afetivo não se estabelece pela idade, mas pela convivência, pelo afeto e pela segurança que a família oferece.”
Perfil das crianças adotadas Além da predominância das crianças pequenas, o levantamento mostra que 68,5% das crianças e adolescentes adotados em 2025 eram pardos, 22,5% eram brancos e 7,9%, pretos. Em 2026, os percentuais permaneceram semelhantes: 68,8% pardos, 25% brancos, cerca de 3% pretos.
Os meninos também representam a maioria das adoções. Em 2025, eles corresponderam a 53,9% dos adotados, enquanto as meninas representaram 46,1%. Neste ano, os percentuais são de 56,3% para meninos e 43,8% para meninas.
Na distribuição por idade, o levantamento mostra que, em 2025, além das 40 adoções de crianças de até dois anos, foram registradas 17 entre 2 e 4 anos, 11 entre 4 e 6 anos, seis entre 6 e 8 anos, seis entre 8 e 10 anos, quatro entre 10 e 12 anos e cinco entre 12 e 14 anos.
Em 2026, até julho, foram 18 adoções de crianças de até dois anos, cinco entre 6 e 8 anos, três entre 4 e 6 anos, duas entre 8 e 10 anos, duas entre 14 e 16 anos, uma entre 10 e 12 anos e uma entre 12 e 14 anos.
Para Mariana Vilanova, o Acalanto evita utilizar a expressão “adoção tardia”. “Preferimos falar em adoções necessárias. A barreira ainda é o preconceito e o desconhecimento. Os pretendentes costumam idealizar o filho que virá e podem acreditar que uma criança maior ou um adolescente será mais resistente ao amor ou apresentará problemas comportamentais graves, o que não é uma verdade absoluta.”
Ela afirma que adolescentes institucionalizados convivem diariamente com a diminuição das chances de ganhar uma família. “A realidade desses adolescentes é marcada por uma contagem regressiva silenciosa e dolorosa. À medida que o tempo passa e eles completam 12, 14, 16 anos dentro de uma instituição de acolhimento, a expectativa de ganhar uma família vai diminuindo.”
Segundo a presidente do grupo, muitos chegam aos 18 anos sem terem sido adotados. “Temos um trabalho voltado a prepará-los para a vida além da instituição, uma vez que, ao completarem 18 anos, seguirão para a vida em sociedade, muitas vezes sozinhos.”
O Acalanto realiza encontros periódicos com famílias habilitadas para ampliar o perfil aceito pelos pretendentes. “Realizamos bimestralmente reuniões públicas, chamadas ‘Papo em Família’, com rodas de conversa, suporte e troca de experiências. Levamos depoimentos de famílias e mostramos histórias de sucesso para desconstruir esses preconceitos.”
Irmãos e crianças com deficiência esperam mais Os dados do CNJ mostram que a idade não é o único fator que influencia o tempo de espera por uma família. Crianças que fazem parte de grupos de irmãos ou possuem deficiência também encontram mais dificuldades para serem adotadas.
Em 2025, 56 das 89 crianças adotadas (62,9%) não tinham irmãos. Outras 13 tinham um irmão, 13 pertenciam a grupos de dois irmãos, cinco integravam grupos de três irmãos e duas faziam parte de grupos com mais de três irmãos. Até julho de 2026, 23 das 32 crianças adotadas (71,8%) não tinham irmãos, enquanto oito tinham um irmão e uma integrava um grupo de dois irmãos.
Segundo Mariana Vilanova, a preservação dos vínculos familiares faz com que muitos grupos permaneçam mais tempo nas instituições. “A existência de grupos de irmãos continua sendo um dos grandes gargalos do sistema de adoção no Brasil. A legislação brasileira prioriza, com total razão, a não separação desses grupos para preservar os vínculos biológicos e afetivos.”
Ela observa que, em alguns casos, irmãos são adotados por famílias diferentes, desde que seja garantida a convivência entre eles. Outro grupo que enfrenta uma espera prolongada é formado por crianças com deficiência, síndromes ou doenças.
No RN, em 2025, 2,2% das crianças adotadas tinham deficiência intelectual e 10,1% apresentavam algum problema de saúde. Em 2026, 6,3% possuíam deficiência intelectual e o mesmo percentual apresentava doença infectocontagiosa. Nenhuma das 32 crianças adotadas neste ano possuía outro problema de saúde registrado.
“Infelizmente, o tempo de permanência de crianças com deficiências, síndromes, paralisias ou doenças infectocontagiosas em instituições é severamente maior. Muitas sequer são adotadas. O medo dos custos com tratamentos médicos, a falta de preparo para lidar com essas condições e o preconceito fazem com que permaneçam nos abrigos até a maioridade.”, conta.
Mariana deixa um apelo às famílias habilitadas à adoção. “A mensagem que o Acalanto Natal deixa é: abram seus corações dos perfis idealizados e permitam-se surpreender pelo amor real. Quando limitamos demais o perfil, não estamos apenas fechando as portas para uma criança que espera no acolhimento. Estamos atrasando o nosso próprio encontro com o filho que nascerá para nós. O amor não escolhe idade, ele escolhe o encontro”.
O governo Lula anunciou que vai reagir à tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e afirmou que iniciará os procedimentos para aplicar a Lei da Reciprocidade.
Na mesma nota, o Palácio do Planalto atribuiu parte da responsabilidade pela decisão à atuação da família Bolsonaro durante a investigação comercial conduzida pelo governo norte-americano, conforme informações da Jovem Pan News.
Segundo o comunicado, o Brasil não deu motivo para a adoção de medidas unilaterais e apresentou, ao longo do último ano, informações para contestar as acusações de práticas comerciais desleais.
O governo também afirmou que os próprios dados dos EUA mostram superávit americano de US$ 424,5 bilhões no comércio com o Brasil nos últimos 15 anos
Pix
O Planalto ainda rebateu críticas dos Estados Unidos ao Pix, à regulação das plataformas digitais e às políticas ambientais.
Na nota, o governo afirma que o sistema de pagamentos brasileiro é uma referência internacional e sustenta que a liberdade de expressão não pode servir de justificativa para práticas criminosas.
Retaliação
Como resposta ao tarifaço, o governo informou que vai colocar em prática medidas de apoio aos setores afetados por meio do Plano Brasil Soberano, além de acionar os instrumentos previstos na Lei da Reciprocidade e levar a discussão ao mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Na parte final da nota, o Planalto afirma que houve “ativa colaboração” da família Bolsonaro durante a investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e sustenta que interesses eleitorais foram colocados acima da defesa da soberania nacional.
O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias (PL), comemorou, em entrevista ao Diário do RN, a oficialização do apoio do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), oficializada nesta quarta-feira (15). Para Álvaro, a chegada do dirigente tucano fortalece seu projeto político e amplia a frente de apoio à disputa estadual.
“É um grande momento para o nosso projeto político e para todos que querem o melhor para o Rio Grande do Norte. Hoje celebramos um apoio muito aguardado, que fortalece ainda mais a nossa caminhada”, afirmou.
Ao destacar a adesão de Ezequiel, Álvaro ressaltou sua trajetória municipalista.
“Recebo com muita alegria o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, e todas as lideranças do PSDB. Ezequiel construiu uma trajetória de parceria com os municípios potiguares. É uma liderança consolidada, que conhece a realidade de cada região do nosso Estado e sempre trabalhou para fortalecer o municipalismo”, declarou.
Segundo o pré-candidato, o apoio simboliza a construção de um projeto coletivo.
“Sua chegada representa a união de experiências e de pessoas que colocam o Rio Grande do Norte acima de qualquer projeto individual. É assim que queremos governar: ouvindo, dialogando e construindo soluções ao lado de quem conhece os desafios do nosso povo”, afirmou. Ao dar as boas-vindas ao novo aliado, acrescentou: “Vamos seguir juntos, com humildade, trabalho e compromisso, construindo um novo tempo para o Rio Grande do Norte”.
Ezequiel oficializa apoio As declarações ocorreram poucas horas após Ezequiel Ferreira oficializar, por meio de nota, a decisão de apoiar Álvaro Dias. No comunicado, o presidente da Assembleia informou que conversou previamente com a governadora Fátima Bezerra (PT), de quem foi aliado administrativo nos últimos oito anos.
“Antes de tomar nossas decisões políticas, conversei com a governadora Fátima, a quem tenho relação de amizade e respeito. Expliquei que, por decisão majoritária do grupo e do PSDB, vamos ter caminhos distintos na parte política. Nossa relação em defesa dos interesses do Rio Grande do Norte e do povo potiguar continua acima de qualquer questão política”, afirmou.
Segundo apuração do Diário do RN, a decisão foi construída após articulações envolvendo o prefeito de Natal, Paulinho Freire, o senador Rogério Marinho e o próprio Álvaro Dias, encerrando meses de indefinição sobre o posicionamento do PSDB na sucessão estadual.
Adesões LEVADAS por Ezequiel Com a decisão, Álvaro incorpora ao seu palanque, além de Ezequiel Ferreira, os deputados estaduais Cristiane Dantas e Taveira Júnior, além do vereador natalense Ériko Jácome, que já integrava o grupo.
Também passam a apoiá-lo o ex-prefeito de Nova Cruz, Flávio de Berói; o desembargador aposentado Expedito Ferreira de Souza, com atuação política no Alto Oeste; o vereador Léo Souza, dezenas de pré-candidatos da nominata tucana, prefeitos do PSDB e lideranças municipais ligadas ao presidente da Assembleia.
Entre os gestores potiguares estão Galo (Florânia), Hudson (Galinhos), Dr. Renan (Campo Redondo), Riane Guedes (Jaçanã), Rafael Matias (São Bento do Trairi) e Joãozinho (Serra Caiada), além dos prefeitos Maria Elce (Major Sales) e Tututa (Luís Gomes), aliados de Ezequiel, e do líder político Dr. Pio, no Alto Oeste.
Cadu defende respeito e autonomia Pelo lado governista, Cadu Xavier (PT) adotou tom conciliador ao comentar a decisão.
“Chega um momento em que cada um faz suas escolhas políticas. Eu respeito todas elas. Tenho reconhecimento pelo deputado Ezequiel Ferreira, que esteve ao lado do projeto liderado pela governadora Fátima durante os últimos oito anos, contribuindo para importantes avanços do Rio Grande do Norte. A democracia é feita disso: caminhos podem ser diferentes, mas o respeito deve permanecer”, declarou.
Em seguida, reforçou que seguirá defendendo a continuidade do projeto governista.
“Continuamos convencidos de que o melhor caminho para o Rio Grande do Norte é aprofundar um projeto que recuperou o Estado e agora precisa acelerar o desenvolvimento, com mais eficiência, investimentos, inovação e oportunidades. É essa conversa que quero ter com os potiguares, sem ataques e sem olhar para trás. Nosso compromisso é com o futuro do Rio Grande do Norte e com a transformação da vida das pessoas”, afirmou.
Apesar da adesão formal do PSDB à candidatura de Álvaro, o partido manterá a autonomia das lideranças que já haviam firmado compromissos políticos. É o caso do prefeito de Parelhas, Dr. Thiago Almeida, e da primeira-dama e pré-candidata a deputada estadual Dra. Júlia Almeida, que permanecerão no palanque de Cadu Xavier.
“O presidente Ezequiel vai com o candidato Álvaro Dias. Já eu e Júlia vamos seguir com Cadu Xavier”, afirmou Dr. Thiago ao Diário do RN, confirmando informação antecipada pelo jornal em edições anteriores.
Unrecognizable man taking pictures of a broken car after an accident. Copy space. A female driver in the background.
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (15), um projeto de lei que estabelece como crime o registro ou a divulgação não autorizada de imagens que permitam identificar vítimas de crimes, acidentes ou cadáveres. A proposta, de autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), segue agora para análise da Câmara dos Deputados.
O PL 1.242/2026 altera o Código Civil e o Código Penal para ampliar a proteção à imagem, à privacidade e à dignidade das vítimas e de seus familiares. O texto prevê punição para quem divulgar esse tipo de conteúdo sem justificativa, com pena de detenção de seis meses a dois anos, além de multa.
A responsabilização não será aplicada quando a divulgação tiver finalidade de interesse público comprovado, for necessária para a administração da Justiça ou contar com autorização da própria vítima.
A medida busca evitar a exposição indevida de pessoas em situações de vulnerabilidade e reforçar a proteção dos direitos individuais previstos na legislação brasileira.
O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (16) um projeto de lei que estabelece como crime o registro ou a divulgação não autorizada de imagens que permitam identificar vítimas de crimes, acidentes ou cadáveres. A proposta, de autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), segue agora para análise da Câmara dos Deputados.
O PL 1.242/2026 altera o Código Civil e o Código Penal para ampliar a proteção à imagem, à privacidade e à dignidade das vítimas e de seus familiares. O texto prevê punição para quem divulgar esse tipo de conteúdo sem justificativa, com pena de detenção de seis meses a dois anos, além de multa.
A responsabilização não será aplicada quando a divulgação tiver finalidade de interesse público comprovado, for necessária para a administração da Justiça ou contar com autorização da própria vítima.
A medida busca evitar a exposição indevida de pessoas em situações de vulnerabilidade e reforçar a proteção dos direitos individuais previstos na legislação brasileira.
O governo dos Estados Unidos confirmou a aplicação de uma tarifa de 25% sobre a maioria dos produtos importados do Brasil. A medida foi oficializada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) na noite de quarta-feira (15) e passa a valer na próxima quarta-feira (22). Segundo o governo americano, a decisão é uma resposta a práticas comerciais consideradas desleais por parte do Brasil, após negociações que, na avaliação de Washington, não avançaram.
Apesar da nova taxação, o USTR divulgou uma lista de produtos que ficarão isentos da cobrança. Entre eles estão carne bovina, café, laranja, suco de laranja, petróleo, celulose e componentes utilizados na fabricação de aeronaves. Também foram excluídos da tarifa outros produtos básicos considerados estratégicos para o mercado americano e que não possuem produção suficiente nos Estados Unidos.
Ao anunciar a medida, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não negociou “de boa-fé” com Washington. Em publicação na rede social X, Rubio atribuiu as tarifas às políticas econômicas adotadas pelo governo brasileiro e afirmou que elas representam o custo da falta de acordo entre os dois países.
Em resposta, o governo brasileiro classificou a decisão como um “marco lastimável” nas relações entre Brasil e Estados Unidos. Em nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom), o Palácio do Planalto informou que acionará os mecanismos previstos na Lei de Reciprocidade e recorrerá ao sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC). O governo também argumentou que não há justificativa para medidas unilaterais, destacando que os Estados Unidos acumulam superávit comercial de US$ 424,5 bilhões nas trocas de bens e serviços com o Brasil nos últimos 15 anos.
O comunicado da Presidência também fez críticas à família Bolsonaro, afirmando que as investigações conduzidas pelos Estados Unidos contaram com a colaboração de seus integrantes. O senador Flávio Bolsonaro participou de uma audiência do USTR, em Washington, onde criticou a política econômica do governo Lula e defendeu que o tema das tarifas vem sendo explorado politicamente pelo Executivo brasileiro.
No relatório que fundamenta a decisão, o USTR afirma que o Brasil mantém práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais americanos em áreas como comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, incluindo o Pix, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol, tarifas preferenciais e questões ambientais relacionadas ao desmatamento ilegal. O órgão informou, no entanto, que permanece aberto à retomada das negociações para buscar mudanças nas políticas apontadas pela investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos, que autoriza a adoção de medidas de retaliação comercial contra países considerados responsáveis por práticas desleais.
Uma ação da Polícia Militar resultou na prisão em flagrante de um homem por porte ilegal de arma de fogo na madrugada desta quinta-feira (16), em Currais Novos. A ocorrência foi registrada por uma guarnição do 13º Batalhão de Polícia Militar que foi acionada após um homem que estava bebendo e alterado ter efetuado disparos para o alto.
De acordo com a PM, o suspeito estava de posse de uma pistola calibre .380, acompanhada de dois carregadores e 18 munições intactas. Diante da situação, os policiais realizaram a abordagem e efetuaram a prisão em flagrante.
O homem foi conduzido, juntamente com a arma e todo o material apreendido, à Delegacia de Polícia Civil de plantão, onde a ocorrência foi apresentada para os procedimentos legais cabíveis.
A Polícia Militar reforça que ações de fiscalização e combate ao porte ilegal de armas continuam sendo intensificadas na região, com o objetivo de garantir a segurança da população e prevenir a prática de crimes.
O deputado estadual Nelter Queiroz (Progressistas) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, nesta quarta-feira (15), para prestar solidariedade ao prefeito de Caicó, Dr. Tadeu e defender a gestão municipal diante de críticas feitas por adversários políticos nas redes sociais. Durante o pronunciamento, Nelter elogiou a atuação administrativa do prefeito, destacando sua capacidade de articulação política e a obtenção de investimentos importantes para o município, entre eles o recuperação do trecho urbano da RN-118 no bairro Alto da Boa Vista.
“Dr. Tadeu é um gestor competente, trabalhador e comprometido com Caicó. Conseguiu destravar obras, buscar recursos em Brasília e garantir investimentos importantes para o município. Em vez de ataques políticos, o momento exige união para que Caicó continue avançando e recebendo melhorias.”, afirmou o parlamentar.
Segundo Nelter, é lamentável que obras e ações conquistadas em benefício da população sejam utilizadas como instrumento de disputa política, sobretudo em um momento em que o município se prepara para receber milhares de visitantes durante a tradicional Festa de Sant’Ana. O deputado ressaltou que o reconhecimento popular ao trabalho da atual gestão se reflete nos índices de aprovação apresentados em pesquisas recentes e afirmou que o desenvolvimento de Caicó deve estar acima das divergências partidárias.
Nelter também destacou que diversos parlamentares têm destinado emendas e articulado investimentos para o município, defendendo que esse esforço conjunto seja fortalecido. “Quem ama Caicó precisa trabalhar por Caicó. Independentemente de posição política, devemos unir forças para buscar recursos, apoiar obras e melhorar a qualidade de vida da população. O povo espera esse compromisso de todos nós.”, declarou.
O volume de serviços no Rio Grande do Norte recuou 1,8% em maio na comparação com abril, marcando o segundo resultado negativo consecutivo do setor no Estado. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS).
Na comparação com maio de 2025, a atividade também apresentou desempenho negativo, com queda de 0,9%. Apesar do resultado mensal, os indicadores acumulados seguem em terreno positivo: o setor registra crescimento de 1,8% entre janeiro e maio deste ano e alta de 1,2% no acumulado dos últimos 12 meses.
O levantamento mostra ainda que a retração observada no Rio Grande do Norte acompanhou o movimento registrado em boa parte do país. Na passagem de abril para maio, 18 das unidades da federação pesquisadas apresentaram redução no volume de serviços. No Nordeste, apenas Alagoas, Bahia e Sergipe registraram crescimento no período.
No Brasil, o volume de serviços recuou 0,4% na comparação com abril, após crescimento de 1,1% no mês anterior. Ainda assim, o setor permanece 19,6% acima do nível registrado antes da pandemia de covid-19 e apenas 0,5% abaixo do recorde da série histórica, alcançado em outubro de 2025. Em relação a maio do ano passado, houve crescimento de 0,4%, o 26º resultado positivo consecutivo nessa base de comparação.
Turismo também registra leve queda
As atividades turísticas do Rio Grande do Norte também apresentaram recuo em maio. O índice de volume do segmento caiu 0,2% em relação a abril, acompanhando a tendência observada em 13 dos 17 estados pesquisados pelo IBGE. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a retração foi de 0,4%.
Mesmo com a desaceleração no mês, o turismo potiguar continua acumulando resultados positivos. Entre janeiro e maio, o crescimento do setor é de 0,7% frente ao mesmo período de 2025. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a expansão chega a 1,7%.
A Pesquisa Mensal de Serviços acompanha o desempenho dos principais segmentos empresariais não financeiros do país, com exceção das áreas de saúde e educação, permitindo monitorar a evolução de curto prazo do setor de serviços. A próxima divulgação da PMS, referente aos dados de junho, está prevista para 12 de agosto.
O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN) orientou a Assembleia Legislativa e as câmaras municipais a adequarem a elaboração e a tramitação das leis orçamentárias às normas federais de transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares. As mudanças deverão ser implementadas já durante a discussão dos orçamentos de 2027 e atendem a determinações do Supremo Tribunal Federal (STF).
A orientação abrange todas as etapas relacionadas às emendas parlamentares, desde a apresentação e aprovação até a execução e o acompanhamento dos recursos. O objetivo é garantir maior transparência sobre a autoria das emendas, o destino das verbas e a aplicação dos recursos públicos, permitindo o controle por órgãos de fiscalização e pela sociedade.
Segundo o TCE-RN, as adequações seguem decisões do ministro Flávio Dino, relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 854 no STF. As determinações têm como base a Lei Complementar nº 210/2024 e a Resolução nº 1/2006 do Congresso Nacional, que estabeleceram novas regras para ampliar a transparência na destinação de recursos por meio de emendas parlamentares.
A medida também está alinhada à Resolução nº 034/2025 do próprio Tribunal de Contas, que disciplina a fiscalização das emendas parlamentares estaduais e municipais no Rio Grande do Norte. Além de solicitar a adoção das providências legislativas, administrativas e operacionais necessárias, o órgão requisitou o envio de informações e documentos que comprovem as medidas adotadas pelos Poderes Legislativos.
O Tribunal informou ainda que suas equipes técnicas permanecerão à disposição da Assembleia Legislativa e das câmaras municipais para prestar orientações e esclarecer dúvidas durante o processo de adaptação às novas exigências de transparência e controle das emendas parlamentares.
O aumento do uso de medicamentos análogos ao GLP-1, popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras”, também fez crescer as dúvidas da população sobre a origem e a regularidade desses produtos. Expressões como “medicamento autorizado”, “falsificado”, “experimental” e “importado irregularmente” passaram a ser frequentes, mas nem sempre são compreendidas corretamente.
Para orientar pacientes e consumidores, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta terça-feira (14), esclarecimentos sobre as diferenças entre essas classificações. Segundo a agência, entender essas definições é uma forma de reduzir os riscos à saúde associados ao uso de medicamentos sem comprovação de qualidade, segurança e eficácia.
De acordo com a Anvisa, um medicamento autorizado é aquele que possui registro sanitário ou outra forma válida de regularização concedida pela agência. Isso significa que o produto passou pelas etapas de avaliação exigidas e pode ser fabricado, importado, distribuído, comercializado e utilizado dentro das condições aprovadas. Esses medicamentos atendem aos requisitos regulatórios para garantir qualidade, segurança e eficácia.
Já um medicamento falsificado é aquele que apresenta adulteração ou fraude em sua identidade, origem, composição, embalagem, rotulagem ou qualquer outra característica. Segundo a Anvisa, esses produtos representam um grave risco à saúde pública, pois podem conter substâncias diferentes das declaradas, concentrações inadequadas ou até mesmo não possuir o princípio ativo esperado.
Outra categoria é a dos medicamentos experimentais, também chamados de investigacionais. Eles são utilizados exclusivamente em pesquisas clínicas autorizadas e ainda estão em fase de avaliação para gerar evidências científicas sobre segurança, eficácia e qualidade. Enquanto permanecem em investigação, esses produtos não são autorizados para comercialização ou uso fora dos estudos clínicos.
A agência também alerta para os medicamentos importados irregularmente. São aqueles que entram no Brasil sem cumprir as exigências sanitárias e regulatórias, como registro, autorização ou licença para importação. Nesses casos, não há garantia de que os produtos atendam aos padrões de qualidade exigidos para venda e uso no país.
Como consultar se um medicamento é autorizado pela Anvisa
A Anvisa disponibiliza uma ferramenta on-line para que consumidores possam verificar se um medicamento está regularizado no Brasil. A consulta pode ser feita na página Consultas Anvisa, utilizando o nome do produto ou o número do CNPJ da empresa fabricante, informações que constam na embalagem do medicamento.
Segundo a agência, se o sistema indicar o status “ativo” ou “válido”, significa que o produto possui registro sanitário ou outra forma de regularização vigente e está autorizado para fabricação, importação, comercialização e uso no país.
Por outro lado, se o resultado da consulta apresentar os status “inativo” ou “inválido”, o medicamento não está regularizado junto à Anvisa e seu uso é proibido pela agência.
A consulta é uma das formas de confirmar a procedência do medicamento antes da compra e ajuda a reduzir os riscos associados ao uso de produtos irregulares.
A Anvisa reforça que medicamentos devem ser adquiridos apenas em estabelecimentos regularizados e utilizados com orientação de um profissional de saúde. Antes da compra, o consumidor também pode verificar se o produto possui registro válido junto à agência, o que ajuda a evitar a aquisição de medicamentos irregulares e reduz os riscos associados ao seu uso.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), cobrou explicações dos presidentes de 21 partidos políticos sobre a fala do presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, em que ele disse que os presidentes das siglas interferem na distribuição das emendas parlamentares, mesmo sem cargo no Legislativo.
Em despacho assinado nesta quarta-feira (15/7), o magistrado deu 10 dias para que eles se manifestem.
Os partidos são:
Avante
Cidadania
MDB
Missão
Novo
PCdoB
PDT
PL
Podemos
PP
PRD
PSB
PSD
PSDB
PSol
PT
PV
Rede
Republicanos
Solidariedade
União Brasil
Em entrevistas à imprensa, Valdemar admite que os dirigentes partidários interferem na destinação de emendas. Nesta semana, ao Contexto Metrópoles, ele disse que sempre “tomou cuidado” com a administração dos valores dos recursos e afirmou que os prefeitos o procuram sobre a melhor aplicação dessas verbas.
A Secretaria de Estado da Administração (Sead) realizará, no dia 31 de julho, um leilão on-line de cerca de 250 lotes de veículos e sucatas veiculares pertencentes ao patrimônio do Governo do Rio Grande do Norte. A sessão terá início às 10h e será realizada exclusivamente pela internet, por meio da plataforma da Lance Certo Leilões. O edital prevê que os bens estão distribuídos entre os municípios de Natal, Assú, Mossoró e Santa Cruz.
De acordo com o edital, poderão participar pessoas físicas maiores de 18 anos ou emancipadas e pessoas jurídicas regularmente constituídas. Para disputar os lotes, é necessário realizar cadastro prévio na plataforma do leilão e atender às exigências cadastrais com antecedência mínima de 72 horas em relação à abertura da sessão. Os bens serão arrematados pelos participantes que apresentarem os maiores lances, desde que iguais ou superiores aos valores mínimos fixados para cada lote.
Os lotes incluem veículos recuperáveis e sucatas veiculares. Entre os bens disponíveis estão automóveis, caminhonetes e utilitários de diferentes modelos, com lances iniciais que variam conforme as condições de cada lote. No caso das sucatas, o edital estabelece regras específicas para participação e destinação dos materiais, em conformidade com a legislação vigente.
Os interessados poderão vistoriar os bens entre os dias 24 e 30 de julho, nos locais onde os lotes estão armazenados, em Natal, Assú, Mossoró e Santa Cruz, conforme cronograma previsto no edital. A visitação será restrita à avaliação visual dos veículos, sem possibilidade de manuseio, testes ou retirada de peças.
Os arrematantes deverão efetuar o pagamento integral do valor do lance em até três dias úteis após a realização do leilão. Para retirar os bens, será obrigatória a apresentação da documentação exigida no edital, incluindo a Nota de Arrematação e o Termo de Liberação, além da documentação relativa à transferência de propriedade dos veículos ou à baixa das sucatas, quando aplicável. O edital completo, com a relação dos lotes, regras de participação e cronograma de visitação, está disponível no site da empresa responsável pelo certame.