A cantora galesa Bonnie Tyler morreu aos 75 anos, segundo um comunicado em seu site oficial. A voz de “Total Eclipse of the Heart” estava internada desde maio após uma cirurgia intestinal de emergência.
“A família e a equipe de Bonnie estão desoladas ao anunciar que ela faleceu inesperadamente na noite passada, em um hospital em Portugal, em decorrência da doença pela qual estava sendo tratada.”
“Emitiremos um novo comunicado em breve, mas, por enquanto, pedimos privacidade para lidar com esta tragédia”, finalizou o comunicado.
Quem foi Bonnie Tyler?
O nome verdadeiro de Bonnie Tyler é Gaynor Hopkins e ela nasceu no País de Gales, em 8 de junho de 1951. A artA cantora não seguiu as recomendações de repouso vocal e acabou tendo uma sequela permanente: uma rouquidão acentuada. O problema se tornou uma das marcas mais registradas da carreira dela, como se fosse uma assinatura.
Bonnie Tyler teve hits na Europa, mas seu principal sucesso mundial foi “Total Eclipse of The Heart”, de 1983, que garantiu o primeiro lugar na parada de singles da Billboard, nos Estados Unidos.
A música rendeu outros frutos à cantora. Ela se tornou a primeira galesa a ter um single número um na parada de músicas do Reino Unido e também foi a primeira britânica a estrear um álbum em primeiro lugar na parada de discos.
Bonnie Tyler emendou mais um sucesso: “Holding Out For a Hero”, música da trilha sonora de “Footloose” (1984), que também alcançou altos números nas paradas. A canção foi reutilizada no filme “Shrek 2” (2004), e até hoje é lembrada por novas gerações como um clássico do longa de comédia.ista já cantava estilos como o country rock e o rock operático quando precisou passar por uma cirurgia para retirada de nódulos vocais, em 1977.
Internação
Bonnie Tyler foi colocada em coma induzido depois de passar por uma cirurgia de emergência, de acordo com o jornal The Guardian. “Sabemos que todos vocês desejam o melhor para ela e pedimos privacidade neste período difícil, por favor”, informou um porta-voz da artista à imprensa.
A governadora Fátima Bezerra pediu ao Ministério da Fazenda que adie para outubro a execução da contragarantia referente a uma parcela de US$ 14,54 milhões, ou R$ 80 milhões, do empréstimo contratado junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), instituição do Banco Mundial. O valor venceu em 15 de junho, não foi pago pelo Estado e acabou sendo quitado pela União, que atuou como garantidora da operação. Como consequência, o Tesouro Nacional passa a ter o direito de reter recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) para ressarcir o desembolso feito, o que pode agravar a crise financeira que o governo enfrenta.
No ofício nº 348/2026, encaminhado ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, e recebido na última terça (07), a governadora Fátima Bezerra alerta que a execução imediata da contragarantia poderá afetar “o pagamento da folha de pessoal, os repasses constitucionais aos Poderes e órgãos autônomos, os encargos gerais do Estado, os contratos essenciais e a manutenção dos serviços públicos nas áreas de saúde, educação, segurança pública e assistência social”.
Nesse sentido, a gestora solicitou que essa retenção ocorra apenas em outubro, preferencialmente no repasse previsto para o dia 10 daquele mês. O principal argumento do governo é que uma retenção entre julho e setembro comprometeria o fluxo de caixa justamente no período em que o Estado registra menor ingresso de recursos do FPE.
O documento que Fátima enviou a Dario Durigan sustenta que a dificuldade decorre de um problema temporário de fluxo de caixa, agravado por frustração de arrecadação no primeiro quadrimestre de 2026. A Receita Líquida do Tesouro ficou R$ 497,4 milhões abaixo da meta prevista para o período. O governo atribui parte desse resultado à redução da arrecadação do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), após a ampliação da faixa de isenção para rendimentos de até R$ 5 mil, promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprovada pelo Congresso Nacional, e que passa a vigorar em 2027, tendo 2026 como ano-base.
O Estado diz ainda que não pretende deixar de quitar a obrigação nem questiona o direito da União de ser ressarcida. O pedido, segundo a governadora, limita-se a uma reprogramação do momento da retenção para evitar um impacto maior sobre as finanças estaduais. O ofício acrescenta que a postergação permitirá reorganizar o caixa e preservar a continuidade dos serviços públicos, ao mesmo tempo em que mantém o compromisso de ressarcir a União pela garantia honrada junto ao Banco Mundial.
Thales Penha avalia que o episódio revela um problema estrutural. “Isso é mais um sintoma do colapso fiscal que o Rio Grande do Norte vem vivendo”, diz. Ele afirma que as dificuldades fiscais são anteriores e que o Rio Grande do Norte tem dois problemas crônicos que se agravaram nas últimas duas décadas: “o crescimento das despesas com pessoal e previdência e a deterioração das receitas”.
Para o economista Thales Penha, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a tendência é que o governo consiga negociar o adiamento com a União. “O Ministério da Fazenda deve fazer o que faz com outros entes federativos em dificuldade: negociar um prazo, mediante o compromisso de quitação por parte do Estado. Provavelmente, não haverá uma consequência direta com a retenção imediata do FPE”, afirma.
Procurada pela reportagem da Tribuna do Norte, a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) não se manifestou sobre o assunto.
Receitas extraordinárias
Para justificar o adiamento da cobrança, o Governo do Estado afirma que espera reforçar o caixa nos próximos meses com receitas extraordinárias que poderão melhorar a situação financeira antes da retenção dos recursos do FPE.
Entre elas está o recebimento de valores do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS). O fundo foi criado para cobrir saldos residuais de financiamentos habitacionais antigos e, nos últimos anos, diversos estados e instituições públicas passaram a buscar judicial e administrativamente o ressarcimento de créditos reconhecidos pela União. O governo potiguar informa que existem valores vinculados ao FCVS cuja liberação está em andamento.
Outra expectativa é a recuperação de recursos provenientes de carteiras de crédito já auditadas e ainda pendentes de recebimento. O documento também menciona a expectativa de ingresso de recursos decorrentes da compensação previdenciária. Esse mecanismo permite que regimes próprios de previdência sejam ressarcidos pelo INSS quando servidores contribuíram para diferentes regimes ao longo da carreira. Nos últimos anos, o Rio Grande do Norte vem trabalhando para ampliar esses ressarcimentos, considerados uma importante fonte extraordinária de receita para aliviar o caixa estadual.
Embora reconheça que esses recursos podem ajudar momentaneamente, o economista Thales Penha avalia que eles não atacam a origem do problema. “O Estado precisa enfrentar duas questões estruturais: revisar as renúncias fiscais e fazer uma reforma administrativa planejada. Receitas extraordinárias aliviam o caixa, mas não resolvem o desequilíbrio fiscal permanente”, afirma.
Crise de caixa reflete pendências financeiras do RN
O pedido encaminhado ao Ministério da Fazenda ocorre em meio a uma sequência de dificuldades financeiras enfrentadas pelo Governo do Estado. Uma das principais diz respeito aos empréstimos consignados dos servidores públicos. O Executivo vem sendo alvo de críticas e cobranças por atrasos nos repasses às instituições financeiras de valores descontados diretamente na folha de pagamento. Segundo estimativas do Sinsp-RN, divulgadas na última semana, desde julho de 2025 o passivo supera R$ 500 milhões e, por isso, novos contratos estão suspensos.
Outra frente de pressão envolve os repasses aos municípios. A Femurn denunciou nesta semana que, até o momento, a dívida do governo estadual com as 167 prefeituras ultrapassa R$ 100 milhões, sendo R$ 43 milhões referentes aos repasses do IPVA, R$ 35 milhões da cota-parte do ICMS e R$ 21 milhões relativos às transferências do Fundeb. Na ocasião, a Sefaz informou que concluiria a transferência da cota-parte do ICMS aos municípios até o final desta semana.
Na avaliação de Thales Penha, o atraso no pagamento da parcela do empréstimo ao Banco Mundial se soma a uma sequência de dificuldades financeiras observadas nos últimos anos. “Ao longo desse período vimos atraso de salários, atraso no pagamento de empresas prestadoras de serviço, problemas com o fundo previdenciário e, agora, o não pagamento desse empréstimo. São manifestações de um mesmo quadro de desequilíbrio fiscal”, afirma o economista.
Para ele, a saída passa por reformas estruturais. “A reforma administrativa precisa ser feita com planejamento, reequilibrando carreiras e reajustes salariais dentro da capacidade financeira do Estado, e não simplesmente cortando cargos ou salários”, conclui.
Pressão sobre as finanças do RN
R$ 80 milhões É a parcela do empréstimo do Banco Mundial não paga pelo Estado e quitada pela União.
R$ 497,4 milhões É a frustração de receita do RN em 2026 no primeiro quadrimestre.
R$ 95 milhões É a frustração de receitas referente apenas ao imposto de renda retido na fonte no primeiro quadrimestre.
Mais de R$ 500 milhões É o valor do passivo que o sindicato dos servidores (Sinsp-RN) estima em relação aos repasses de empréstimos consignados.
Mais de R$ 100 milhões É a dívida do governo com os municípios por atraso nos repasses do ICMS, IPVA e Fundeb.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um limite de 1% sobre o valor do veículo para a cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).
Pela proposta, o imposto passará a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o seu valor de mercado. O texto, de autoria do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), também autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%.
A aprovação unânime na comissão é o primeiro passo prático para a tramitação da proposta no Legislativo e aponta que a medida não fere pontos da Constituição.
Para financiar a possível perda de arrecadação gerada pela medida, o texto prevê retirar recursos da publicidade oficial dos governos e dos Três Poderes. O relator do projeto, deputado Rodrigo de Castro (União-MG) explicou, em entrevista para Paula Valdez, no Tarde Band News, como funcionará a compensação.
“O IPVA do Brasil é o mais caro de todos os países do mundo […] Para financiar essa PEC, a possível perda de arrecadação, nós vamos tirar da publicidade dos governos e também dos poderes, inclusive do Legislativo.”
Tramitação e cortes e as emendas
A intenção dos parlamentares é acelerar o andamento. Em entrevista para Paula Valdez, no Tarde Bandnews e aponta o relator da matéria, a ideia é conseguir concluir a votação da PEC em definitivo antes mesmo da realização das próximas eleições.
“Hoje ela foi aprovada por unanimidade na CCJ. Agora deve ser criada uma comissão especial, em seguida ela será debatida no plenário e votada no plenário da Câmara […] A ideia é votar até o final essa PEC antes mesmo das eleições”, explicou o deputado.
Segundo o relator, a comissão especial terá à disposição um amplo cardápio de ações para diminuir o impacto financeiro da proposta e as emendas parlamentares podem fazer parte das negociações.
“Nesse primeiro momento o que nós visamos para compensar o valor da diminuição do imposto foi a publicidade oficial. Na comissão especial, nós teremos ali um cardápio de ações […] para diminuir tanto na questão das emendas parlamentares como na questão das desonerações que nós temos hoje.”
Estradas ruins e peso no bolso
O argumento central que sustenta a PEC é a falta de retorno do imposto pago anualmente pelos motoristas. O deputado critica ainda o que define como uma bitributação imposta ao cidadão brasileiro no trânsito.
Ele analisa que não se justifica a manutenção da cobrança de um imposto tão elevado sem a contrapartida do Estado, ressaltando que os condutores ainda precisam pagar pedágio em diversas estradas do País para conseguirem trafegar.
“O IPVA é principalmente usado na conservação das estradas. A maioria das estradas brasileiras são de péssimo estado […] e nós ainda temos muitas estradas com cobrança de pedágio. Não se justifica a cobrança de um IPVA tão alto sem a contrapartida”, conclui.
Críticas ao texto
Governos estaduais e municipais se opõem à proposta por considerarem a iniciativa uma interferência indevida em suas competências, já que reduz a autonomia dos fiscos locais para legislar sobre tributos próprios.
O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) aponta que a alteração na lógica do tributo beneficiaria a população de maior renda, uma vez que a medida pode conceder um tratamento favorecido a bens de altíssimo valor, a exemplo de carros esportivos de luxo.
Na Comissão, o deputado Helder Salomão (PT-ES) criticou a proposta. “O cara que tem um caminhão velho, pesado, vai pagar um imposto maior do que o cara que tem uma Ferrari construída com fibra de carbono, levíssima. Não podemos promover aqui uma distorção e privilegiar os ricaços.”
O debate continua
O presidente da CCJ, deputado Leur Lomanto Júnior (União-BA), defendeu o debate sobre o cálculo do IPVA.
“Para milhões de brasileiros, o veículo deixou de ser um bem de luxo há muito tempo. Para inúmeras famílias, representa instrumento de trabalho, fonte de renda, meio de transporte indispensável e condição para o exercício de atividades econômicas”, disse.
“Em um cenário de elevada carga tributária, é natural que o Parlamento seja chamado a discutir se determinados modelos de tributação continuam atendendo aos princípios da razoabilidade, da justiça fiscal e da capacidade contributiva”, resumiu.
A proposta ainda precisa ser analisada por uma comissão especial que deverá ser criada para esse fim, e depois segue para apreciação do Plenário, onde precisará ser votada em dois turnos.
Uma iniciativa focada na “promoção, popularização e difusão da ciência, tecnologia e inovação no Estado do Rio Grande do Norte”. Com esse objetivo, uma lei estadual criou o Programa PopCiência Potiguar. Dentre outras finalidades, a Lei nº 12.812 tem o objetivo de promover, popularizar e difundir ciência, tecnologia e inovação no estado.
Ela busca ampliar o acesso da população ao conhecimento científico e tecnológico. A proposta inclui inclusão social, desenvolvimento de competências cidadãs e fortalecimento de vocações locais.
Entre os objetivos estão a educação científica vinculada à cultura e à arte, e a difusão do conhecimento para públicos fora do meio acadêmico. A lei também prevê incentivo a parcerias com instituições de ensino e pesquisa.
O documento determina atenção à participação de grupos historicamente sub-representados na ciência. São citados mulheres, pessoas com deficiência, povos originários, pessoas negras, comunidades tradicionais e pessoas LGBTQIAPN+.
O PopCiência está estruturado em cinco eixos, entre eles inclusão e interiorização da ciência, formação de profissionais e financiamento das ações. Também consta o fortalecimento de relações entre ciência, cultura e esporte.
Os princípios do Programa incluem colaboração entre entes federativos, democratização do conhecimento e inclusão. A lei cita ainda desenvolvimento sustentável e valorização da diversidade cultural e científica.
As diretrizes preveem fortalecimento do regime de colaboração entre estado e municípios. Também estão previstos apoio à formação de professores e integração com políticas públicas estaduais e municipais.
Entre as ações prioritárias estão a criação de museus e observatórios, formação continuada de profissionais e realização de feiras e olimpíadas científicas. A lei menciona ainda apoio a tecnologia assistiva e inclusão social. Para execução do Programa, poderão ser usados editais, convênios e acordos de cooperação. A lei prevê uso de recursos orçamentários próprios e de outras fontes, e entrou em vigor na data de sua publicação.
Pesquisa TRIBUNA DO NORTE/Instituto Consult sobre intenções de votos para governador do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026, também sondou os eleitores sobre a rejeição de votos dos pré-candidatos. A pesquisa estimulada mostra que 21,47% dos eleitores “não votaria de maneira alguma” no candidato do PT, Cadu Xavier.
Em segundo lugar aparece o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), com 16,94% e em terceiro, Allyson Bezerra (União), com 8,94%..
Os índices de rejeição dos pré-candidatos Robério Paulino (PSOL) e Dario Barbosa (PSTU), chegam, respectivamente, a 4,53% e 3,88%.
Já 8,76% eleitores responderam “nenhum” e 33,18% não souberam dizer. Outros 10,0% disseram que rejeitam todos os pré-candidatos citados na sondagem de intenções de votos.
Uma medida provisória aprovada pelo Senado nesta quarta-feira (8) destina parte da arrecadação das apostas de quota fixa, conhecidas como bets, ao Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal (Funapol). Como o texto foi alterado durante a tramitação no Congresso, a proposta segue agora para sanção da Presidência da República.
Pela medida, o percentual dos recursos das apostas destinado ao Funapol será ampliado de forma gradual: 1% em 2026, 2% em 2027 e 3% a partir de 2028. Os valores serão utilizados, principalmente, para custear despesas com assistência à saúde dos servidores da Polícia Federal. Além disso, o governo federal poderá repassar até R$ 200 milhões ao fundo ainda em 2026 com recursos do Tesouro Nacional.
O texto também amplia as possibilidades de utilização dos recursos do Funapol, que passa a poder financiar integralmente despesas relacionadas à saúde dos servidores e o pagamento por atividades extraordinárias, sem o limite anteriormente previsto em lei. A medida ainda autoriza o Ministério da Justiça e Segurança Pública a estender o custeio da assistência à saúde para servidores da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Penal Federal.
Além da arrecadação das bets, o Funapol poderá receber recursos de transferências voluntárias de entes federativos e organismos internacionais, doações de pessoas físicas e jurídicas e outras receitas previstas em lei. Até então, o fundo recebia apenas uma parcela menor da arrecadação das apostas esportivas.
Considerando a metodologia que consolida o potencial de votos para as duas vagas em disputa, Styvenson Valentim permanece na liderança isolada, com 23,48% das intenções de voto. Em segundo lugar está Zenaide Maia, com 13,27%.
A disputa pela segunda vaga ao Senado está aberta entre os outros concorrentes. Coronel Hélio surge em terceiro, com 9,15%, seguido por Rafael Motta, que registra 8,14%. Samanda Alves soma 5,26%, enquanto Sandro Pimentel (PSOL) alcança 1%.
Também aparecem Luciana Lima (PSTU), com 0,44%, Rosália Fernandes (PSTU), com 0,26%, e Godeiro Linhares (DC), sem pontuação.
Os dados mostram ainda que 25,03% dos entrevistados permanecem indecisos na consolidação dos dois votos para o Senado, enquanto 13,94% afirmam não escolher nenhum dos candidatos apresentados.
TN/Consult mostra Styvenson como preferido no 1º voto para o Senado
O senador Styvenson Valentim (Podemos) aparece na liderança da disputa pelas duas vagas ao Senado Federal pelo Rio Grande do Norte nas eleições de 2026, segundo a pesquisa TRIBUNA DO NORTE/Instituto Consult. No cenário estimulado para o primeiro voto, o parlamentar soma 38,71% das preferências, abrindo ampla vantagem sobre a senadora Zenaide Maia (PSD), que registra 13,29%.
Na sequência aparecem o ex-deputado federal Rafael Motta (PDT), com 7,94%, a vereadora Samanda Alves (PT), com 5,12%, e o Coronel Hélio (PL), que alcança 4,71%. Os demais nomes citados apresentam índices inferiores a 1%.
O levantamento também aponta um percentual 18,41% de indefinidos, que disseram não saber em quem votar, enquanto 10,47% afirmaram que não escolheriam nenhum dos nomes apresentados.
TN/Consult mostra Coronel Hélio na frente pelo segundo voto
Nesse cenário o quadro está mais equilibrado, o Coronel Hélio aparece à frente, com 13,59%, seguido de perto por Zenaide Maia, com 13,24%. Rafael Motta registra 8,35%, enquanto Styvenson Valentim soma 8,24%. Samanda Alves alcança 5,41%.
O percentual de indecisos cresce na segunda escolha, chegando a 31,65%, além de 17,41% que afirmam não votar em nenhum dos candidatos apresentados.
O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a validade da regra que determina a destinação de 30% dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas e do Fundo Partidário para candidaturas de pessoas pretas e pardas. A decisão foi tomada na sessão virtual encerrada em 26 de junho.
A norma, introduzida pela Emenda Constitucional (EC) 133/2024, foi questionada em duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade: ADI 7706 , apresentada pela Rede Sustentabilidade e pela Federação Nacional das Associações Quilombolas, e ADI 7707 , da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A principal alegação é que ela representaria um retrocesso em matéria de direitos humanos, uma vez que reduziria para 30% o total de recursos a serem investidos nessas candidaturas. Segundo alegavam, resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinaram uma aplicação proporcional aos recursos e adotaram o percentual de 30% como um piso.
Os autores da ação também pediram que fosse estabelecido o mínimo de 55,5%, proporcional à população afrodescendente no Brasil, como forma de garantir a reposição de desigualdades históricas. Outro argumento era que a emenda anistiava partidos que não reservavam valores mínimos em eleições ocorridas antes de sua promulgação.
Em voto pela improcedência dos pedidos, o ministro Cristiano Zanin (relator) considerou que o Congresso Nacional, ao promulgar a EC 133, atuou na concretização dos direitos fundamentais das pessoas pretas e pardas e, pela primeira vez, a medida foi renovado no próprio texto constitucional, após debates e acordos entre partidos representativos de vários espectros políticos. Além disso, lembrou que uma emenda foi resultado de um diálogo institucional entre os Poderes Legislativo e Judiciário que garantiu uma ação afirmativa em benefício do grupo histórico com menor representação política.
Em relação à fixação de percentual equivalente à população afrodescendente, o ministro recomendou que compete ao STF apenas verificar a constitucionalidade da norma, e não definir a cota a ser aplicada, pois o tema é de discricionariedade do Legislativo. “A EC 133 é um ponto de partida, mas nada impede que os partidos possam elevar a destinação de recursos para viabilizar essas candidaturas”, acrescentou.
Ele observou também que as normas do TSE, apesar da exigência de emidade proporcional na destinação dos recursos, não previam percentual, ao contrário das candidaturas femininas. Se o pedido de declaração de inconstitucionalidade fosse coletado, a atual proporção obrigatória ficaria sem vigência, uma vez que a legislação anterior não previa nenhum percentual mínimo.
Por fim, para o relator, a regra que determina a aplicação do que deixou de ser aplicada nas eleições anteriores nas quatro eleições seguintes, a partir de 2026, não representa anistia, mas um regime de transição. A seu ver, trata-se de “refinanciamento”, uma vez que os partidos irão aplicar o montante sem prejuízo dos 30% obrigatórios.
O voto do relator foi acompanhado pelos Ministros Dias Toffoli, André Mendonça, Nunes Marques, Luiz Fux e Gilmar Mendes.
Ficaram parcialmente vencidos a ministra Cármen Lúcia e os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Edson Fachin (presidente do STF), que votaram pela declaração de inconstitucionalidade do dispositivo sobre a aplicação de recursos em pleitos anteriores. Primeiro a divergir, Dino atualmente que a regra estabelece uma anistia que neutraliza políticas afirmativas e legitima o descumprimento pretérito, contrariando obrigações internacionais assumidas pelo Brasil e comprometendo o projeto constitucional de construção de uma sociedade livre, justa, plural e sem racismo.
O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (7), o projeto de lei (PL) que aumenta as punições para a violência sexual digital contra crianças e adolescentes. O texto agora segue para sanção presidencial.
O projeto eleva a pena para a produção, reprodução, direção, fotografia, filmagem ou registro de conteúdo de violência sexual contra criança ou adolescente de 4 a 8 anos para 4 a 10 anos. A reclusão é aumentada, ainda, em um terço se a venda ou exposição ocorrer por meio da internet, das redes sociais ou de outras tecnologias.
A proposta também aumenta a punição para quem oferece, troca, disponibiliza, transmite, distribui, publica ou divulga material de violência sexual contra criança ou adolescente de 3 a 6 anos para 4 a 10 anos.
A pena atual para quem adquire, possui ou armazena esse tipo de material é de 1 a 4 anos de reclusão e multa. O projeto aumenta essa punição para 3 a 6 anos.
O PL 3.066/2025, de autoria do deputado federal Osmar Terra (MDB/RS), foi analisado pelo plenário do Senado sob regime de urgência. O projeto substitui a expressão “pornografia infantil” por “violência sexual contra criança ou adolescente” na legislação sobre o tema.
O cenário político-eleitoral da mais recente sondagem de intenções de votos TRIBUNA DO NORTE/Instituto Consult indica que as eleições para governador do Rio Grande do Norte serão decididas em dois turnos. De acordo com a pesquisa estimulada, o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União) é o pré-candidato preferido dos eleitores, com 34,59%, mas não alcançaria o percentual mínimo de 50% mais 1 voto para vencer o pleito no primeiro turno, caso a eleição fosse hoje, pois é ultrapassado no somatório dos outros pré-candidatos ao cargo, que chegam a 41,18%.
A pesquisa do Instituto Consult, que ouviu 1.700 eleitores entre os dias 3 e 5 deste mês, aponta o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL) na segunda colocação, com 29,0%, enquanto o candidado do PT, o ex-secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier, que tem apoio da governadora do Estado, Fátima Bezerra (PT), aparece com apenas 11,24%.
Os outros dois pré-candidatos de partidos de esquerda ao governo estadual, Dario Barbosa (PSTU) e Roberio Paulino (PSOL), têm somente 0,47% das intenções de votos dos 2,66 milhões de eleitores do Rio Grande do Norte.
A pesquisa Consult ainda mostra que 14,94% do eleitorado responderam “não saber dizer” em quem votam, outros 9,24% afirmaram não votar em “nenhum” e 0,06% votaria em “outro” candidato.
Empate
Pesquisa TRIBUNA DO NORTE/ Instituto Consult feita entre 15 e 18 de março indicava um empate técnico nas duas primeiras colocações na disputa para governo do Estado.
Na época, praticamente dois meses depois de ter anunciado sua pré-candidatura ao governo estadual ao pleito de 4 de outubro, o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, que estava de saída do Republicanos para o Partido Liberal (PL), aparecia na liderança, com 31,18% das intenções de votos, seguido pelo prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), com 29,24.
Mais atrás apareciam o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), o secretário estadual da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, o Cadú, com 6,35% e Robério Paulino, do PSOL, 1,65%. O número de indecisos (17,65%) e eleitores que não escolheriam nenhum dos nomes (13,94%).
Metodologia
Na ocasião, a pesquisa foi realizada com 1.700 eleitores em 55 municípios do Rio Grande do Norte. O levantamento tem margem de erro de 2,37 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa tem o registro de número: RN-03877/2026 e BR-03533/2026.
Espontânea
A pesquisa TN/Consult realizada na primeira semana deste mês de julho, mostra na sondagem não estimulada, aquela em que não se aponta nomes de pré-candidatos ao governo, que a maioria dos eleitores (68,71%) estão indecisos e que 4,71% não votaria em ninguém para governador.
Nesse caso, Allyson Bezerra aparece com 12,59%, seguido de perto por Álvaro Dias, com 9,12% e mais atrás, Cadu Xavier, 4,47%.
Também são citados na pesquisa espontânea o senador Styvenson Valentim (Podemos), 0,18% e a governadora Fátima Bezerra, que está a menos de seis meses do fim do segundo mandato, com 0,12%, mesmo percentual de votos que teria um candidato apoiado por ela,
Margem de Erro
O erro amostral máximo da pesquisa TN/Consult feita entre 3 e 5 de julho é de 2.37% e confiabilidade de 95%. A pesquisa tem o seguinte registro na Justiça Eleitoral: Registro: BR – 01626/2026 / RN – 06648/2026. A Pesquisa foi realizada no Rio Grande do Norte RN, abrangendo 12 áreas geográficas, representada por 63 municípios.
Os pré-candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte Allyson Bezerra (União) e Cadu Xavier (PT) fizeram, nos últimos dias, movimentos públicos em direção ao eleitorado feminino e, por caminhos diferentes, buscaram marcar distância do bolsonarismo em um segmento que representa a maioria do eleitorado no Estado. De acordo com a Justiça Eleitoral, o RN tem 2,6 milhões de eleitores aptos a votar, dos quais 53% são mulheres e 47% são homens.
O aceno de Allyson e Cadu ocorre em meio às dificuldades enfrentadas pelo campo bolsonarista entre as eleitoras e ganhou contornos ainda mais explícitos após declarações do empresário e influenciador Paulo Figueiredo, aliado da família Bolsonaro e uma das vozes mais conhecidas desse segmento político. No fim de junho, ele afirmou que mulheres “votam estatisticamente muito mal”, sobretudo as solteiras, e sustentou que mulheres casadas tendem a acompanhar o voto dos maridos.
Em meio à polêmica, Allyson usou as redes sociais nesta terça-feira 7 para convocar apoiadores para o “Inspira Mulher”, evento do União Brasil marcado para esta quinta-feira 9, a partir das 18h30, no Requinte Buffet, em Mossoró. Na legenda da publicação, o pré-candidato apresentou o encontro como uma iniciativa para ampliar a presença feminina na vida pública.
“Um evento do União Brasil e do União Brasil Mulher para inspirar, incentivar e motivar cada vez mais a participação feminina na política”, escreveu Allyson. O ex-prefeito de Mossoró ressaltou ainda que a programação será aberta a homens e mulheres e convocou apoiadores para o encontro.
No vídeo, o pré-candidato reforçou a defesa da participação das mulheres na política. “É para todo mundo participar, se engajar nessa importante causa, que é a mulher na política, fazendo política, representando, sendo representada, participando ativamente”, afirmou.
O movimento de Allyson ocorre também em uma chapa que reserva às mulheres um dos principais espaços da disputa majoritária. A senadora Zenaide Maia (PSD) é a candidata ao Senado no grupo político do pré-candidato ao Governo. A parlamentar buscará a reeleição e integra a composição liderada pelo ex-prefeito de Mossoró. Além disso, a mulher de Allyson, a pedagoga Cinthia Pinheiro (União), já anunciou que será candidata a deputada estadual.
Cadu Xavier, por sua vez, fez um movimento mais diretamente confrontador ao bolsonarismo. Em publicação nas redes sociais, o pré-candidato petista resgatou as declarações de Paulo Figueiredo e afirmou que a tentativa de desqualificar o voto das mulheres expressa uma característica do campo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Desqualificar o voto feminino em pleno século 21 é a cara do bolsonarismo”, afirmou Cadu. Na legenda do vídeo, acrescentou: “Do lado de cá, mulher tem voz, tem vez e tem o direito de ocupar qualquer espaço que desejar!”.
Cadu afirmou que o pensamento expressado por Paulo Figueiredo remete a uma visão de submissão feminina. “Isso é a cara de quem entende que as mulheres têm que ser submissas aos homens. É a cara do bolsonarismo”, declarou. Em seguida, ampliou a crítica e vinculou esse tipo de pensamento às raízes da violência de gênero. “É desse tipo de pensamento, inclusive, que nasce a violência contra a mulher”, disse.
O petista defendeu ainda a presença feminina nos espaços de decisão política. “Do lado de cá, a gente entende que a mulher deve estar onde ela quiser, que ela tem direito de votar como quiser e de ser votada. As mulheres precisam estar nos espaços de poder”, afirmou. Para Cadu, o discurso representado pelas declarações de Figueiredo traduz um “pensamento retrógrado do século passado” que deve ser “veementemente combatido”.
Assim como no grupo de Allyson, a composição política liderada por Cadu tem uma mulher entre os nomes destinados às principais vagas da eleição. A vereadora de Natal Samanda Alves (PT) será candidata ao Senado. Além disso, o pré-candidato ao Governo já declarou publicamente que defenderá a governadora Fátima Bezerra (PT) na eleição e que prefere ter uma mulher como candidata a vice-governadora, embora a definição da chapa ainda dependa das articulações partidárias.
Mulheres resistem ao bolsonarismo A movimentação dos dois pré-candidatos ocorre em um ambiente nacional no qual o bolsonarismo enfrenta dificuldades persistentes junto ao eleitorado feminino. As próprias declarações de Paulo Figueiredo surgiram durante uma discussão sobre esse problema eleitoral. Ao comentar divergências envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e seu enteado Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, o influenciador observou que o senador apresentava desempenho pior justamente entre as mulheres.
A partir daí, Figueiredo avançou para uma crítica generalizada ao comportamento eleitoral feminino. “Mulher vota estatisticamente muito mal. Principalmente mulheres solteiras. Mulheres casadas, em geral, tendem a acompanhar o voto do marido”, afirmou.
Na mesma transmissão, usou linguagem ofensiva ao antecipar as reações à declaração. Disse que as mulheres descontentes poderiam “arrancar os pentelhos das calcinhas” e insistiu que sua avaliação seria baseada em estatísticas. Dias depois, diante da repercussão negativa, não recuou. Ao contrário, agravou a declaração em uma publicação na rede social X. “Deixa eu me retratar: mulher não vota muito mal, mulher vota mal PARA CARALHO. Especialmente as solteiras”, escreveu. Figueiredo atribuiu ainda o comportamento eleitoral feminino ao avanço do que chamou de “ideologia demoníaca feminista”.
As falas aprofundaram uma dificuldade que já aparece nas pesquisas nacionais. Levantamento Datafolha citado à época da polêmica mostrava Lula vencendo Flávio Bolsonaro por 52% a 37% entre as mulheres em uma simulação de segundo turno, enquanto, entre os homens, o senador bolsonarista aparecia à frente por 50% a 41%.
No RN, chapa de Álvaro é a única que não tem mulheres No Rio Grande do Norte, a família Bolsonaro declarou apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias (PL) ao Governo do Estado. A chapa apresentada durante a pré-campanha não tem nenhuma mulher entre os principais cargos: o vice de Álvaro será Babá Pereira (PL), enquanto os candidatos ao Senado são Coronel Hélio (PL) e Styvenson Valentim (Podemos). Das três principais chapas já apresentadas no RN, a de Álvaro é a única que não tem mulheres em lugar de destaque.
Em abril, ao ser questionado sobre o tema, Álvaro admitiu que a construção da chapa foi um equívoco, mas não sinalizou mudanças nos principais cargos. “Pois é, né. Realmente, talvez tenha sido uma falha aí, mas a chapa, os dois senadores, candidato a governador e vice, todos homens”, afirmou Álvaro em entrevista à rádio 98 FM.
Apesar de ter declarado inicialmente que a composição estava “concluída” e “resolvida”, o pré-candidato admitiu, em outro momento da entrevista, que ainda podem ocorrer ajustes. Segundo ele, a condução das articulações está sob responsabilidade do senador Rogério Marinho, presidente do PL no RN e que lidera as negociações políticas do grupo.
Álvaro indicou que eventuais mudanças podem ocorrer, sobretudo nas suplências ao Senado, abrindo espaço para inclusão feminina. “Tem ainda as suplências para o Senado e, de repente… Em política, nada é definitivo. De repente, o senador Rogério Marinho pode entender que é importante ter como suplente uma mulher, todas os suplentes serem mulheres”, disse.
O deputado estadual Luiz Eduardo cumpriu agenda nesta terça-feira no Departamento de Estradas de Rodagem do Rio Grande do Norte (DER/RN), onde se reuniu com a diretora-geral Natécia Shiley Nunes para tratar de demandas voltadas à infraestrutura viária dos municípios de Macaíba e Boa Saúde.
Durante o encontro, o parlamentar esteve acompanhado do vereador Venício Filho, com quem apresentou solicitações de melhorias em trechos rodoviários que atendem o município de Macaíba. Na mesma agenda, ao lado do vice-prefeito Guga e do ex-vereador Danilo Gabriel, reforçou o pedido por intervenções em estradas de Boa Saúde, especialmente em vias que aguardam investimentos há vários anos.
Segundo Luiz Eduardo, a atuação junto aos órgãos do Governo do Estado tem como objetivo garantir avanços na infraestrutura, proporcionando mais segurança para motoristas, melhores condições de mobilidade e impulsionando o desenvolvimento dos municípios.
O parlamentar destacou ainda que seguirá acompanhando de perto as demandas apresentadas e mantendo o diálogo com os órgãos responsáveis para viabilizar as melhorias solicitadas em benefício da população potiguar.
Em entrevista concedida ao programa “Panorama 95”, da Rádio Rural de Caicó, o pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra (União Brasil), ressaltou a forte demanda local pela melhoria dos serviços públicos de saúde. Allyson enfatizou a identidade e o senso de pertencimento da população do Seridó, apontando Caicó como a cidade polo para centralizar novos investimentos. A proposta do pré-candidato baseia-se na descentralização do atendimento de alta complexidade, trazendo para a região cirurgias com mais especialidades e ampliando os serviços do Hospital Regional, com o objetivo de evitar que os cidadãos enfrentem longos e perigosos deslocamentos em direção à Natal ou a outras regiões do estado nos momentos de urgência.
Um dos pontos mais críticos abordados por Allyson Bezerra é a urgente necessidade de implantação de uma UTI pediátrica no Seridó, um serviço essencial para salvar vidas de crianças que não têm condições de esperar pelo tempo de transferência. Ao tratar do tema, Allyson Bezerra relembrou sua experiência de gestão executiva e destacou que, em seu período como prefeito de Mossoró, o município obteve êxito ao implantar e estruturar leitos de UTI que hoje beneficiam toda a região Oeste.
A Polícia Militar informou que, a partir desta quinta-feira, 09 de julho de 2026, o atendimento às ocorrências nas cidades de Lagoa Nova, Cerro Corá e Bodó passará a ser realizado por meio da Central de Atendimento da corporação.
A população que necessitar de atendimento policial deverá acionar a PM através do telefone 190 ou pelo WhatsApp (84) 98683-4708.
De acordo com a Polícia Militar, a medida tem como objetivo centralizar o atendimento das ocorrências, proporcionando mais agilidade, eficiência e melhor direcionamento das equipes para as demandas da população.
A corporação reforça a importância de utilizar os canais oficiais sempre que houver necessidade de atendimento, contribuindo para uma resposta mais rápida às ocorrências.
Canais de atendimento da Polícia Militar:
* Telefone: 190 * WhatsApp: (84) 98683-4708
Polícia Militar do Rio Grande do Norte – Servir e Proteger.
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