A Persona Marketing Político alcançou uma marca histórica no cenário da comunicação pública e eleitoral: a conquista de 50 vitórias ao longo de sua trajetória. O marco foi consolidado com os resultados do primeiro turno das Eleições 2026 no Rio Grande do Norte, onde a agência assinou os eleitos este ano com 3 deputados estaduais e 1 deputado federal no RN.
O desempenho reflete três décadas de bagagem profissional do estrategista Alan Oliveira, diretor da Persona, sendo 26 anos dedicados à comunicação e marketing político. Ao longo dos ciclos eleitorais, a agência acompanhou a evolução da comunicação, incorporando o uso de inteligência artificial, análise de dados e novas tecnologias às estratégias de comunicação. Esse ecossistema permitiu à agência mapear sentimentos do eleitorado e desenhar campanhas eficientes e adaptadas às dinâmicas digitais contemporâneas.
Para Alan Oliveira, o diferencial da agência reside em integrar a precisão dos dados com o envolvimento emocional de cada projeto, da coordenação d e marketing, redes sociais à assessoria de imprensa. “Chegar à marca de 50 vitórias não é apenas sobre números, mas sobre o compromisso diário com a história e a verdade de cada candidato. A tecnologia e a inteligência artificial, preservar relacionamento com imprensa e esse novo momento, nos dão a exatidão estratégica, mas o motor de cada campanha continua sendo a paixão, a entrega e a capacidade de conectar causas e pessoas, ficando atento aos momentos ao gerenciar crises”, destaca o estrategista político Alan Oliveira.
Com a consolidação do primeiro turno, a Persona direciona agora seus esforços estratégicos para a disputa do segundo turno ao Governo do RN. A agência reafirma seu papel de referência no Nordeste, aliando tradição, criatividade e ferramentas de última geração para continuar transformando desafios políticos em resultados vitoriosos nas urnas.
Juarez Aparecido Pontes Fernandes, conhecido como “Juarez da Tekpix”, morreu nesta sexta-feira (9). Não há informações sobre a causa da morte do garoto-propaganda.
Juarez ficou nacionalmente conhecido pelo trabalho nas entradas publicitárias na RedeTV!da câmera digital Tekpix, nos anos 2000, nas quais usava o bordão “vamos falar de coisa boa?” para apresentar o produto.
A morte de Juarez foi inicialmente informada nas redes sociais pela prima dele, Eloana Pontes. No programa “A Tarde É Sua”, a apresentadora Sônia Abrão confirmou a notícia.
Nas próprias redes sociais, Sônia prestou homenagem ao amigo. “Vai na paz, JUAREZ, meu amigão! Tô entre o choque e as memórias de centenas e centenas de merchans que fizemos juntos”, escreveu.
Afastamento da RedeTV! após denúncia
Mesmo após o encerramento das vendas da câmera digital, Juarez seguiu com aparições na TV, em programas de emissoras como Gazeta e SBT.
Ele voltou a ser contratado da RedeTV! em 2024, onde ficou até fevereiro de 2025, quando foi afastado por uma denúncia de assédio sexual. Segundo o colunista de entretenimento Gabriel de Oliveira, o garoto-propaganda estaria enfrentando um quadro de depressão após o afastamento da emissora
Não há detalhes sobre o velório e o enterro de Juarez Pontes.
O PL do Rio Grande do Norte decidiu ficar neutro no segundo turno da disputa para o Governo do Estado. O anúncio foi feito pelo senador Rogério Marinho, presidente estadual do partido, em coletiva nesta sexta-feira 9, após reunião com integrantes da legenda.
Segundo ele, porém, lideranças do partido poderão apoiar, se quiser, o candidato Allyson Bezerra (União) ou não participar da disputa pelo governo, enquanto a legenda concentrará esforços na eleição de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. O único veto é o apoio a Cadu de Lula (PT).
Rogério afirmou que a decisão de neutralidade decorreu da posição de Allyson de não aderir à candidatura presidencial do PL. O senador disse que foi procurado pelo candidato do União e que uma aliança chegou a ser considerada, mas não avançou diante da ausência de reciprocidade no plano nacional. “Nós dissemos a ele que poderíamos apoiá-lo, já que nós não vamos votar no PT, mas ele nos colocou que não tinha como assumir a candidatura de Flávio Bolsonaro”, declarou.
A deliberação deixa o PL sem um candidato oficialmente apoiado na disputa entre Allyson e Cadu de Lula. O partido participou do primeiro turno com Álvaro Dias, que terminou na terceira colocação, com 530.580 votos, equivalentes a 26,71% dos válidos.
O ex-prefeito de Natal esteve ao lado de Rogério durante o anúncio do posicionamento para a nova etapa. À imprensa, Álvaro disse que vai ficar neutro na disputa. “Eu sou disciplinado. A decisão que foi tomada vai ser seguida. Quem quiser optar por um lado ou pelo outro vai ter o nosso respeito e, claro, também a nossa decisão de, comungando com o partido, respeitar a decisão individual de cada um”, declarou.
Sem apoio institucional Ao explicar a orientação, Rogério distinguiu a decisão partidária das escolhas individuais. “Como partido, não iremos endossar a sua candidatura”, afirmou, sobre Allyson. O senador também descartou a possibilidade de voto no candidato petista. “Nós aqui, claro, não iremos votar no PT”, disse, ao apresentar as alternativas colocadas aos representantes da legenda.
O presidente do PL afirmou respeitar a posição de Allyson na disputa presidencial, mas ressaltou que a legenda manterá atuação em favor de Flávio. “Entendendo e respeitando a sua posição de neutralidade, nós não seremos neutros”, declarou. A liberação anunciada, portanto, refere-se à eleição estadual, enquanto a candidatura presidencial continuará sendo o eixo da mobilização partidária.
Rogério lamentou a ausência de Álvaro no segundo turno e reiterou sua avaliação sobre o ex-prefeito. “A opção que nós gostaríamos de ter nas urnas, agora no segundo turno, está aqui do nosso lado, que é Álvaro Dias”, afirmou. Classificou o aliado como “competente, experiente, testado, experimentado” e disse que o partido avaliará o desempenho da campanha para melhorar os resultados nos próximos pleitos.
O senador também fez críticas à gestão da Fátima Bezerra (PT), atribuindo à gestão petista dificuldades na infraestrutura, nos serviços públicos e na capacidade de investimento estadual. “Nós estamos falando de oito anos de Partido dos Trabalhadores que dizimou, como uma nuvem de gafanhotos, a estrutura e a capacidade que o Estado tem de reagir”, declarou.
Mobilização para Flávio Sobre a disputa presidencial, Rogério anunciou que pretende conversar neste sábado 10 com mais de 80 prefeitos que apoiam Flávio Bolsonaro no Rio Grande do Norte. A estratégia é mobilizar lideranças municipais e buscar eleitores que escolheram outras candidaturas, não compareceram às urnas ou anularam o voto. O senador também mencionou a intenção de alcançar pessoas que votaram em Lula no primeiro turno.
“Nós estamos agora fazendo a mobilização a partir do nosso partido”, afirmou. Segundo Rogério, quase 18 manifestações já estavam marcadas em municípios potiguares, organizadas por apoiadores. Ele agradeceu o engajamento e disse esperar novas atividades até a votação. “Estamos unidos no mesmo objetivo, elegermos Flávio Bolsonaro”, declarou.
O presidente estadual comemorou ainda o desempenho legislativo do PL, citando a eleição de três deputados federais e sete estaduais. Atribuiu o resultado ao trabalho de organização da legenda e identificação de lideranças. “Nós passamos os últimos três anos percorrendo o Estado”, afirmou.
A fala de Rogério ocorre após Lula ter ampla vantagem na disputa presidencial no somatório geral do RN. Em todo o Estado, Lula recebeu 1.237.963 votos, correspondentes a 59,75% dos válidos para presidente. Flávio somou 720.493, ou 34,77%. Em todo o País, Flávio terminou o primeiro turno com vantagem de 2,2 milhões de votos sobre Lula — os dois disputarão segundo turno em 25 de outubro.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gastaram, juntos, R$ 130,8 milhões nas campanhas do primeiro turno das eleições, realizado em 4 de outubro. Os dados constam nas informações declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
As despesas da campanha de Flávio somaram R$ 65,19 milhões, valor R$ 5,47 milhões abaixo do total arrecadado. Já Lula declarou R$ 65,6 milhões em gastos, cerca de R$ 22 milhões a menos do que os recursos recebidos. Desse montante, a campanha petista havia pago R$ 34,8 milhões, o equivalente a 53% das despesas registradas.
Além dos gastos próprios, Lula destinou cerca de R$ 1 milhão a outros candidatos e partidos. Flávio Bolsonaro não registrou doações desse tipo.
Por decisão do TSE, cada candidato à Presidência pode gastar até R$ 133 milhões, considerando os dois turnos. Para o primeiro turno, o limite individual foi de R$ 88,9 milhões.
Campanhas priorizam divulgação
A principal categoria de despesas das duas campanhas foi a de serviços prestados por terceiros, que inclui diferentes tipos de serviços contratados. Flávio Bolsonaro gastou R$ 39,6 milhões nessa área, enquanto Lula desembolsou R$ 40,7 milhões.
A campanha do candidato do PL priorizou o impulsionamento digital, com R$ 9 milhões em despesas. Desse total, R$ 8 milhões foram gastos nos 11 dias anteriores ao primeiro turno. Também foram destinados R$ 3,14 milhões à publicidade por adesivos e R$ 57,6 mil à produção de materiais impressos.
Já a campanha de Lula concentrou mais recursos na divulgação de materiais físicos, com R$ 3,86 milhões em publicidade por adesivos e R$ 3,04 milhões em materiais impressos. O impulsionamento digital somou R$ 2,69 milhões.
As despesas com serviços advocatícios também tiveram peso nos gastos eleitorais. A campanha de Lula declarou R$ 4,02 milhões nessa categoria, enquanto a de Flávio Bolsonaro registrou R$ 3,33 milhões.
Receitas das campanhas
Lula arrecadou R$ 87,6 milhões para a campanha, sendo R$ 85 milhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), R$ 2,17 milhões em doações e R$ 150 mil do fundo partidário.
Flávio Bolsonaro declarou R$ 70,67 milhões em receitas, dos quais R$ 47 milhões vieram do FEFC, R$ 10,26 milhões de doações e R$ 9,65 milhões do fundo partidário.
Segundo o TSE, o prazo para a prestação de contas do primeiro turno vai de 5 de outubro a 3 de novembro. Já as contas referentes ao segundo turno devem ser apresentadas entre 26 de outubro e 14 de novembro.
A Record cancelou o debate entre os candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), previsto para o próximo domingo (11/10). O anúncio foi feito pela emissora nesta sexta-feira (9/10), em comunicado.
Segundo a Record, o encontro não será realizado em razão da incompatibilidade de agendas dos dois candidatos.
Os dois candidatos não participaram de debates televisionados durante o primeiro turno da campanha eleitoral. Na votação, Flávio obteve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula.
O segundo turno das eleições está marcado para 25 de outubro.
Outros debates Lula e Flávio já manifestaram intenção de participar de debates durante o segundo turno. Além do encontro cancelado na Record, há dois eventos previstos.
A Band, que inicialmente havia marcado o debate para 11 de outubro, adiou o encontro para evitar a coincidência com a transmissão da Record. A nova data é 18 de outubro, às 20h.
Já o debate da TV Globo está programado para 23 de outubro, dois dias antes do segundo turno. A emissora ainda não divulgou o horário da transmissão.
O cenário político de Currais Novos ganha novos rumos com a chegada de importantes apoios à candidatura de Allyson Bezerra (União Brasil) ao Governo do Estado. A partir de agora, vereadores de destaque no município passam a apoiar oficialmente o projeto e ampliando os espaços da candidatura na região do Seridó.
As chegadas do vereador e dirigente do PL municipal, GCharles Dantas, e do vereador Sargento Ezequiel (PP), que foi o parlamentar mais votado da cidade nas últimas eleições, movimentaram a cidade nesta sexta-feira (9).
Com a entrada dessas lideranças, a base de apoio do candidato do União Brasil ganha ainda mais força direto do chão de Currais Novos. Esse grupo que agora marchará junto com Allyson já contava com a sólida sustentação de outros nomes atuantes na Câmara Municipal: os vereadores João Paulo Araújo (REDE), Cleyber Trajano (PSD), Sebastião “Bastião dos Ônibus” (PP) e Lucieldo da Silva (PSDB). Essa união de diferentes partidos demonstra que o projeto de renovação administrativa atrai parlamentares de várias correntes pela mudança de gestão estadual
Os deputados aliados de Allyson Bezerra no primeiro turno mantêm o bloco fechado para a disputa final ao Governo do Rio Grande do Norte. Em reunião nesta sexta-feira (9), parte do grupo reafirmou o alinhamento com o projeto político do candidato do União Brasil. Participaram do encontro os deputados eleitos Bibiano (MDB), Kleber Rodrigues (PP), Neilton Diógenes (PP), Robson Carvalho (União Brasil) e Júlio César (PP), além do deputado estadual Galeno Torquato (União Brasil).
O grupo traz para a reta final do segundo turno uma musculatura eleitoral expressiva: juntos, os parlamentares presentes somam mais de 355 mil votos distribuídos por várias regiões potiguares. Mais do que somar apoios, o movimento antecipa a construção de uma base de sustentação sólida e capilarizada para governar o Estado a partir de 2027.
Ao agradecer o engajamento, Allyson destacou que a coesão da bancada valida a urgência de uma nova rota administrativa para o RN. Para o candidato, a presença de lideranças com forte ligação com os municípios demonstra que o projeto está sintonizado com os anseios da população por renovação no Centro Administrativo.
A prefeita de Serrinha dos Pintos, Rosânia Teixeira (União Brasil), declarou nesta sexta-feira (9) apoio a Allyson Bezerra na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. No primeiro turno, o grupo dela esteve com outro candidato e garantiu a ele 1.128 votos no município.
Com a adesão, esse eleitorado passa a fazer campanha por Allyson na cidade. A expectativa é que o reforço da prefeita e de suas lideranças se traduza em uma votação forte no dia 25 de outubro.
O município é mais um do Alto Oeste a se juntar à campanha nesta reta final. Também nesta sexta, o prefeito de Alexandria, Raimundinho, declarou apoio a Allyson.
O vereador GCharles (PL) conquistou o apoio da maioria dos parlamentares da Câmara Municipal de Currais Novos e protocolou o requerimento com a composição da chapa que disputará a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028.
A chapa tem GCharles (PL) como presidente, João Paulo (REDE) como vice-presidente, Ykleiber Trajano (PSD) como 1º secretário e Lucieldo (PSDB) como 2º secretário.
Também integram o grupo de apoio à chapa a vereadora Leilza (Cidadania) e os vereadores Bastião e Ezequiel, ambos do PP, consolidando uma articulação que reúne a maioria dos integrantes do Legislativo municipal.
Com a formalização da chapa, GCharles consolida o apoio da maioria dos vereadores da Câmara para coordenar os trabalhos do legislativo pelos próximos dois anos.
A deputada estadual reeleita Isolda Dantas (PT) afirmou que a campanha de Cadu de Lula (PT), candidato ao Governo do RN, tem buscado diálogo com a senadora Zenaide Maia (PSD) e com o marido dela, o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado (PSD). Os dois integram o grupo político de Allyson Bezerra (União Brasil), adversário do PT na disputa pelo Governo do Estado.
A petista deu a declaração em entrevista ao Meio Dia TCM desta sexta-feira (9). O programa vai ao ar diariamente, às 12h, pela 95 FM de Mossoró, e é apresentado pelos jornalistas Saulo Vale e Tárcio Araújo.
“O diálogo com a senadora foi aberto, sim. Ia haver uma reunião hoje, mas Jaime remarcou. Jaime já foi secretário de Fátima e parceiro do governo. Zenaide cometeu um erro estratégico nessas eleições, mas estamos prontos para recebê-la”, disse.
A deputada também minimizou as críticas feitas pela vereadora mossoroense Plúvia Oliveira (PT), suplente da senadora eleita Samanda Alves (PT), em um vídeo publicado nas redes sociais após a derrota de Zenaide. Na gravação, Plúvia faz duras provocações a senadora.
Antes disso, a própria Samanda Alves já havia afirmado, em entrevista ao Meio Dia TCM nesta quinta-feira, que as críticas de Plúvia a Zenaide foram exageradas e “feitas no calor da emoção”.
Isolda Dantas foi reeleita no domingo (4) para o terceiro mandato na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.
A quase duas semanas para o segundo turno das eleições presidenciais, o governo federal anunciou novas medidas para baratear o preços dos combustíveis no país. Somados, as desonerações e subvenções anunciadas sobre a gasolina, etanol e diesel terão um custo de R$ 5,2 bilhões pelos próximos trinta dias.
Nesta sexta-feira (9), o governo divulgou a ampliação da desoneração dos impostos federais sobre a gasolina, zerando os tributos sobre o combustível.
No último mês, o governo havia anunciado uma desoneração de R$ 0,63 centavos por litro da gasolina. Agora, amplia em R$ 0,26 centavos essa retirada de impostos.
Considerando esse ampliação, o custo para as contas publicas agora apenas em relação aos benefícios à gasolina é de R$ 2,8 bilhões, para os próximos trinta dias, tempo que valerá a medida. Apenas a nova ampliação de R$ 0,26 gera um custo a mais de R$ 700 milhões.
Para seguir a legislação que determina a competitividade de combustíveis renováveis frente aos fósseis, o governo manteve a desoneração de R$ 0,19 centavos por litro do etanol. Além disso, ampliou a subvenção que foi dada ao combustível de R$ 0,25 para R$ 0,43 centavos por litro. O novo impacto fiscal da medida, segundo o governo agora é de R$ 800 milhões de reais por mês.
Sendo assim, apenas a desoneração e a subvenção concedidos apenas ao etanol e à gasolina somam um custo ao orçamento de R$ 3,6 bilhões pelo período em que essas retiradas de impostos ficarão vigentes, os próximos trinta dias.
O governo anunicou ainda uma nova subvenção especificamente ao diesel importado, de R$ 1,40. Esse novo benefício terá um custo adicional de R$ 1,6 bilhão, também pelos próximos trintas dias.
A Polícia Federal (PF) publicou uma nota de esclarecimento nesta sexta-feira (9), rebatendo a reportagem intitulada “Vorcaro conta que liberou dinheiro para filme sobre Lula por negócios no governo”, publicada pela revista Veja. Segundo a corporação, o banqueiro Daniel Vorcaro (foto em destaque) não prestou depoimento com o teor relatado na matéria, tampouco entregou à instituição anexos, documentos ou informações com o conteúdo descrito. Com informações da coluna de Mirelle Pinheiro, do Metrópoles.
De acordo com a reportagem, o dono do banco Master teria liberado R$ 30 milhões para um documentário sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em troca, ele diz que teria acesso aos cofres dos fundos de pensão de servidores federais.
A PF também afirmou que recebeu uma notícia crime com pedido de providências urgentes para apuração de fatos relacionadas à publicação mencionada.
“O expediente foi encaminhado à área técnica para adoção das providências de polícia judiciária”, informou a corporação em nota.
Além disso, segundo a corporação, as propostas de colaboração premiada que foram apresentadas à PF pela defesa do investigado não foram acolhidas em razão do não atendimento aos requisitos legais, conforme decisão fundamentada de conhecimento da defesa.
Após a notícia ser veiculada na imprensa nesta sexta-feira (9/10), os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Reinaldo Santos de Almeida apresentaram notícia de fato à PF solicitando perícia urgente no áudio atribuído ao banqueiro.
De acordo com os advogados, há suspeitas de que a gravação tenha sido adulterada, mediante montagem de trechos ou uso de inteligência artificial, com a finalidade de interferir no segundo turno das eleições presidenciais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (8) que não orienta sua campanha com base em pesquisas eleitorais e que pretende concentrar os próximos dias na busca por votos. A declaração foi dada após o Datafolha apontar o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial.
“Não, eu não avalio pesquisa, não trabalho assim. Eu trabalho sabendo que eu preciso ter mais voto que o Flávio para ganhar as eleições. Eu tenho 17 dias para isso e a minha obrigação é trabalhar, ganhar esse voto”, disse Lula a jornalistas em Brasília, após participar de gravações no quartel-general da campanha.
Ao comentar a estratégia para o restante da disputa, o presidente voltou a destacar a intenção de ampliar seu apoio eleitoral e demonstrou confiança na reeleição.
“Eu vou ganhar voto. O único jeito de você ganhar uma eleição é você ganhar voto. E eu estou convencido de que eu vou ganhar as eleições”, declarou.
Datafolha aponta Flávio à frente
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira indica que Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos, enquanto Lula registra 48%. O cálculo considera apenas os votos atribuídos aos candidatos, excluindo brancos, nulos e eleitores indecisos.
O levantamento ouviu 2.520 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 8 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026 e tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A Polícia Federal avalia pedir a extradição do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro aos Estados Unidos. O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quinta-feira (8) o início do cumprimento da pena do filho de Jair Bolsonaro.
A Polícia Federal só aciona a difusão vermelha da Interpol em caso de foragido com localização indefinida.
As autoridades brasileiras agora consideram oficialmente o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro como procurado. O status de Eduardo ainda é tecnicamente de procurado porque ele ainda pode se entregar ao Brasil. Caso ele não o faça, ele será considerado foragido.
Eduardo foi condenado a quatro anos e dois meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo, cometido de forma continuada.
O colegiado também impôs uma multa de 50 dias-multa, cada um equivalente a dois salários mínimos, totalizando R$ 162 mil reais.
Moraes determinou ainda a suspensão dos direitos políticos do ex-deputado — pelo tempo que durar a condenação — e o cancelamento de todos os passaportes emitidos em nome dele.
O parlamentar mora nos Estados Unidos desde o início do último ano, segundo ele, após sofrer perseguição política no Brasil.
No país, Eduardo virou um interlocutor entre a família Bolsonaro e autoridades americanas. Segundo o STF, o ex-deputado usou sua influência no país para tentar interferir no processo que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em julho deste ano, o governo dos Estados Unidos concedeu um green card a Eduardo. O documento garante a permanência do político por prazo indeterminado nos país norte-americano.
O documento de residência permanente de Eduardo foi pedido há mais de um ano às autoridades americanas.
Até então, ele vivia nos EUA, com autorização temporária para residir no Texas.
A extradição seria uma das alternativas da Justiça brasileira para fazer com que o ex-deputado cumprisse a pena. Com a emissão do green card isso fica mais difícil.
O documento permite que estrangeiros residam e trabalhem legalmente nos Estados Unidos por tempo indeterminado, desde que cumpram as regras da legislação migratória norte-americana.
Em nota, Eduardo diz que Moraes “mais uma vez tumultua o país com uma decisão arbitrária, inoportuna e inócua”.
“O único efeito prático desse ato, tomado deliberadamente no meio do processo eleitoral, é acirrar ainda mais, e sem nenhuma necessidade, os ânimos do país”, afirmou.
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta sexta-feira (9), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 52,8% dos votos válidos e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 47,2% em uma simulação de segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
O levantamento ouviu 5.026 eleitores em todo o país, entre os dias 3 e 8 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O segundo turno das eleições está marcado para o dia 25 de outubro.
No primeiro turno, com 100% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O que são votos válidos?
Votos válidos são aqueles destinados diretamente aos candidatos ou, nas eleições proporcionais, aos partidos políticos. Os votos brancos e nulos não são considerados nesse cálculo.
Dessa forma, os percentuais de votos válidos não representam a totalidade dos eleitores que participaram da votação, mas apenas a proporção dos votos contabilizados para os candidatos ou partidos.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.026 pessoas entre os dias 3 e 8 de outubro, por meio do método de recrutamento digital aleatório. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 1 ponto percentual, para mais ou para menos.
O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03663/2026.