A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou, nesta quarta-feira (14), um requerimento de autoria do deputado Francisco (PT) solicitando a realização de uma sessão solene em homenagem aos 100 anos de emancipação política do município de Parelhas, na região do Seridó potiguar. A data da solenidade ainda será definida.
A iniciativa tem como objetivo celebrar a história, a cultura e a trajetória de desenvolvimento do município, que completa seu centenário de emancipação política no próximo dia 8 de novembro.
Natural de Parelhas, onde também exerceu dois mandatos como prefeito e dois como vereador, o deputado Francisco destacou a importância de reconhecer a contribuição do município para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte.
“Parelhas faz parte da minha história e da minha vida. É uma terra de gente trabalhadora, que construiu, ao longo desses 100 anos, uma trajetória de muitas conquistas. Essa sessão solene será uma oportunidade de homenagear o nosso povo e todos aqueles que contribuíram para o desenvolvimento da nossa cidade”, destacou o parlamentar.
História centenária
A história de Parelhas remonta ao século XIX, tendo como um de seus principais marcos a construção da Capela de São Sebastião, em 1856. Inicialmente pertencente a Jardim do Seridó, a localidade foi elevada à categoria de vila em 1920.
A emancipação política aconteceu em 8 de novembro de 1926, por meio da Lei Estadual nº 630, e a instalação oficial do município ocorreu em 1º de janeiro de 1927.
Na justificativa do requerimento, o deputado Francisco ressalta que a homenagem representa o reconhecimento à trajetória da população parelhense e à contribuição do município para o desenvolvimento social, econômico e cultural do Rio Grande do Norte.
A sessão solene deverá reunir representantes de instituições, autoridades e cidadãos que fazem parte da história de Parelhas, em uma celebração dedicada ao centenário do município.
O diácono Adaildo Santos realiza neste sábado, 17 de outubro de 2026, o show de lançamento do projeto “Entre Fé e Canção”, em Currais Novos, no Seridó potiguar. A apresentação está marcada para as 20h, no Largo Mariano Guimarães, ao lado da Prefeitura Municipal.
O projeto traz uma proposta de evangelização por meio da música, reunindo fé, espiritualidade e canções que aproximam o público de Deus. Nesta apresentação especial, o diácono Adaildo Santos canta músicas do padre Zezinho, um dos nomes mais conhecidos da música católica brasileira.
Com o lema “A música também é oração”, o evento promete ser um momento de louvor, reflexão e encontro com a fé, aberto à participação dos fiéis e de toda a comunidade.
A população de Currais Novos e região está convidada a participar desse momento especial de música e evangelização.
A Câmara Municipal de Currais Novos/RN, por meio da Escola do Legislativo José Bezerra Gomes, realiza nesta quarta-feira (14 de outubro) a cerimônia de entrega do Prêmio Educação Inspiradora, uma iniciativa de reconhecimento aos destaques da educação no município.
O projeto de lei que instituiu a premiação é de autoria dos vereadores G Charles e Professor Jaire, que apresentaram a proposta com o objetivo de valorizar os profissionais e demais protagonistas que contribuem para o fortalecimento da educação em Currais Novos.
A cerimônia representa um momento de reconhecimento ao trabalho, à dedicação e às iniciativas que fazem a diferença na comunidade escolar, destacando a importância da educação para o desenvolvimento do município.
Com a iniciativa, a Câmara Municipal reforça o papel da valorização dos profissionais da educação e do reconhecimento de experiências inspiradoras que contribuem para a formação de cidadãos e para a melhoria do ensino.
A Belle Gelato Italiano, que já conquistou o paladar dos currais-novenses com seus gelatos e cookies artesanais, está com novidades deliciosas!
Agora, além dos tradicionais gelatos, a Belle também oferece self-service de sorvetes e açaí artesanais, com diversos sabores autorais, mesclados, recheios e coberturas para você montar sua sobremesa do seu jeito! 😍
E o melhor: o self-service custa apenas R$ 5,49 a cada 100g! 🍨
O açaí também é produzido artesanalmente pela Belle, oferecendo cremosidade e um sabor mais intenso da fruta!
Outra novidade é a casquinha artesanal, uma opção deliciosa para aproveitar os sabores da Belle!
💚 E para quem já é apaixonado pelos gelatos da Belle, pode ficar tranquilo! Os gelatos que já são um sucesso continuam sendo produzidos e vendidos da mesma forma, com a qualidade, os ingredientes selecionados e a cremosidade que conquistaram tantos clientes. As novidades chegaram para ampliar o cardápio, sem substituir os produtos que vocês já amam!
E não podemos esquecer dos famosos cookies artesanais, assados na hora, que chegam quentinhos e irresistíveis para os clientes! 🍪
📍 ONDE ENCONTRAR A BELLE?
A Belle Gelato Italiano está localizada na Rua VPA, nº 36, na rua lateral das Lojas Americanas, em Currais Novos/RN.
🕙 FUNCIONAMENTO: TODOS OS DIAS, DAS 10H ÀS 23H!
Isso mesmo! De segunda a segunda, a Belle está de portas abertas para receber você e sua família!
🍦💚 Belle Gelato Italiano — a qualidade que você já conhece, agora com ainda mais opções para adoçar seus dias!
A Amazônia registrou 693 mil hectares de desmatamento em 2025, o menor índice da série histórica do MapBiomas. Desse total, 92% da área desmatada correspondem à vegetação primária, ou seja, que se desenvolveu naturalmente ao longo de muitos anos e que ainda mantém suas características originais.
Apesar da redução recente, a expansão da agropecuária e a pressão da malha viária continuam entre os principais alertas apontados pela Coleção 11 do levantamento, que analisa as transformações no uso da terra entre 1985 e 2025.
Os dados mostram que a proximidade de estradas está associada a diferenças na ocupação do território.
Em áreas localizadas a até cinco quilômetros de vias, a agropecuária ocupa 40,2% da área, enquanto a vegetação nativa representa 56,7%. No raio de 20 quilômetros, a vegetação nativa corresponde a 69,3% e a agropecuária, a 26,7%.
Estradas pressionam áreas protegidas
No entorno da BR-364, a agropecuária representa 43,5% do território em um raio de 20 quilômetros. Na BR-163, o índice é de 39%. Já na BR-319, a vegetação nativa ainda cobre 86% da área no mesmo perímetro.
Ao todo, a Amazônia soma 618 mil quilômetros de estradas, dos quais 41,5 mil quilômetros atravessam áreas protegidas.
O avanço da agropecuária também alcança o entorno de Unidades de Conservação, Terras Indígenas e territórios quilombolas. Desde 1985, a atividade cresceu 561% nessas áreas de amortecimento e ocupa atualmente 31% delas.
Dentro dos territórios protegidos, porém, a vegetação nativa representa 98% da cobertura. Nas Terras Indígenas, o índice chega a 98,9%.
Pastagem ocupa 50,8 milhões de hectares
Em 41 anos, a Amazônia perdeu 54,7 milhões de hectares de vegetação nativa, enquanto a área destinada à agropecuária cresceu 440%.
A pastagem foi o principal uso identificado após a conversão inicial da vegetação e esteve presente em 77% dos casos de conversão, com sua área ampliada em 556%. Em 2025, ocupava 50,8 milhões de hectares, o equivalente a 12% de todo o bioma.
Além disso, a área agrícola passou de 161 mil hectares, em 1985, para 8,6 milhões de hectares, em 2025. No mesmo intervalo, o cultivo de soja cresceu de 1,4 mil hectares para 7 milhões de hectares.
A mineração também se expandiu com aumento de quase 14 vezes, de 32 mil hectares para 440 mil hectares. Desse total, 47% foram abertos nos últimos dez anos.
Áreas úmidas perderam 2,7 milhões de hectares
As áreas úmidas da Amazônia, que incluem rios, lagos e florestas alagáveis, encolheram 4,4% entre 1985 e 2025, uma redução de 2,7 milhões de hectares. Segundo o levantamento, 60% das áreas convertidas passaram a ser utilizadas como pastagem.
Os dez anos com as menores extensões de áreas úmidas da série histórica ocorreram na última década.
Amacro concentra 13% da perda de vegetação
A região da Amacro, formada por municípios do Amazonas, Acre e Rondônia, perdeu 7 milhões de hectares de vegetação nativa desde 1985, uma redução de 16%. O território concentrou 13% de toda a perda registrada no bioma no período. Na região, a área de pastagem aumentou 15 vezes.
O levantamento também aponta diferenças na proporção de vegetação nativa remanescente entre os estados que compõem a Amazônia.
Amapá (95,5%), Amazonas (94,6%) e Roraima (92,3%) têm as maiores proporções de vegetação nativa. No outro extremo estão Tocantins (24,6%), Maranhão (49,8%), Rondônia (59,1%) e Mato Grosso (61,7%). O Acre registra 84,2% de vegetação nativa remanescente.
Uma plataforma de apostas foi condenada pela Justiça a devolver R$ 51.365 a uma consumidora e pagar R$ 2 mil por danos morais após manter o dinheiro bloqueado por mais de 14 meses. A decisão é do Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Apodi, no Rio Grande do Norte.
A consumidora tinha o valor disponível para saque, mas perdeu o acesso à conta e não conseguiu retirar o dinheiro. Segundo o processo, ela tentou resolver o problema pelos canais de atendimento da empresa, sem sucesso.
A plataforma justificou o bloqueio com uma suspeita de manipulação de resultados em uma partida da Liga 3 da Romênia. A empresa afirmou que a medida foi adotada para prevenir fraudes e preservar a integridade das apostas esportivas.
Ao analisar o caso, o juiz Fábio Ferreira Vasconcelos considerou que a empresa não apresentou provas de que a consumidora tivesse envolvimento com uma possível fraude. Os documentos indicavam apenas movimentações consideradas atípicas no mercado de apostas daquela partida. Na decisão, o magistrado entendeu que a prevenção a fraudes não justifica manter o dinheiro de um cliente retido por tempo indeterminado, sem uma conclusão da análise ou informações claras sobre o bloqueio.
A Justiça determinou que a plataforma restabeleça o acesso integral à conta, libere as funções de saque e transferência e devolva os R$ 51.365. A empresa também deverá pagar R$ 2 mil de indenização pelos transtornos causados à consumidora.
O canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que reúne mais de 4 milhões de inscritos e é coordenado pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG), voltou a ser suspenso após decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques.
A ferramenta, que havia sido liberada pelo TSE na terça-feira, 13, após a campanha petista cumprir uma decisão do ministro e registrar o canal no portal de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais (DivulgaCand), foi novamente retirada do ar ainda na noite de terça e só poderá voltar às atividades após o prazo de 48 horas estabelecido pela Corte.
Apesar de reconhecer o cumprimento da exigência formal, Nunes Marques estabeleceu que o envio de novas atualizações e a entrada de novos seguidores deverão cumprir o prazo de carência antes da liberação total. O ministro argumenta que a regularização do cadastro, por si só, não autoriza o restabelecimento imediato de todas as atividades do canal.
A suspensão foi determinada em um processo movido pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), que questionou a regularidade do canal e seu funcionamento durante o período eleitoral. O espaço é utilizado para distribuir áudios, vídeos e orientações a apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O Estadão procurou a campanha do presidente para comentar a decisão, mas não obteve resposta até a publicação. O espaço permanece aberto.
Cronologia do canal ‘Exército do Lula’: entenda as decisões do TSE
Domingo, 11: Nunes Marques determinou a suspensão integral do canal após um pedido apresentado pela campanha de Flávio Bolsonaro. Para o ministro, a ferramenta transmitia conteúdos que o TSE já havia reconhecido como “inverídicos” a “milhões de pessoas, sob comando único”.
No mesmo dia, em outro processo, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou o restabelecimento do funcionamento do canal e submeteu o caso para apreciação imediata do plenário da Corte.
A sequência de decisões ocorreu por meio de dois processos. A campanha de Flávio protocolou uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) contra o grupo de WhatsApp que estava nas mãos de Cueva. Além disso, o candidato do PL apresentou outro pedido alegando descumprimento de regras do WhatsApp para evitar os disparos em massa. Foi por meio dessa segunda ação que Nunes despachou.
Terça-feira, 13: Nunes Marques voltou a determinar a derrubada do canal de WhatsApp e condicionou sua liberação ao registro na Justiça Eleitoral em até 48h.
Ainda na terça-feira, a campanha de Lula apresentou o registro no sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais (DivulgaCand), cadastrando o canal como um endereço oficial de comunicação da candidatura. Nunes Marques argumenta que o cumprimento da exigência não é o suficiente para a liberação do canal e reforça a necessidade de cumprimento das 48 horas de carência.
A decisão do PL de permanecer neutro no segundo turno da eleição para o Governo do Rio Grande do Norte coloca em foco os 530.580 votos recebidos por Álvaro Dias no primeiro turno. Terceiro colocado na disputa, o ex-prefeito de Natal obteve uma votação quase 35 vezes superior à diferença de 15.509 votos que separou Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu de Lula (PT), os dois candidatos que seguem na corrida pelo governo estadual.
O partido anunciou a neutralidade na última sexta-feira (9) e liberou prefeitos, parlamentares e demais lideranças para definir seus posicionamentos na disputa estadual. Álvaro também declarou que não apoiará nenhum dos dois candidatos ao governo e que concentrará seus esforços na campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, com o objetivo de ampliar a votação do senador no estado.
Um levantamento do Jornalismo do Grupo Dial em parceria com o Instituto Metadata, a partir dos resultados do primeiro turno das eleições de 2026, permite identificar onde estão concentrados os votos recebidos por Álvaro e revela diferenças entre o desempenho do ex-prefeito na disputa estadual e o de Flávio na eleição presidencial.
Quase 40% dos votos vieram de Natal e Parnamirim
Natal e Parnamirim, dois dos maiores colégios eleitorais do Rio Grande do Norte, concentraram 208.233 votos de Álvaro Dias, o equivalente a 39,2% de toda a votação recebida pelo candidato no estado. Juntas, as duas cidades representam aproximadamente 27,1% do eleitorado apto a votar no RN.
Ex-prefeito de Natal, Álvaro liderou a disputa pelo governo na capital, com 165.210 votos, correspondentes a 39,69% dos votos válidos. Cadu de Lula ficou em segundo lugar, com 147.509 votos (35,43%), seguido por Allyson Bezerra, com 101.941 (24,49%).
Em Parnamirim, Álvaro também terminou na primeira colocação, com 43.023 votos, ou 38,76% dos válidos.
Ao todo, o candidato do PL foi o mais votado para governador em 29 dos 167 municípios potiguares. Entre eles estão Caicó, onde alcançou 39,38% dos votos válidos, e Extremoz, com 38,25%.
A concentração de quase quatro em cada dez votos de Álvaro em Natal e Parnamirim evidencia o peso dessas duas cidades em sua votação estadual.
Maiores percentuais de Álvaro foram registrados em municípios pequenos
Embora Natal e Parnamirim tenham concentrado a maior quantidade de votos absolutos, os percentuais mais elevados de Álvaro Dias foram registrados em municípios de menor porte.
Em 16 cidades potiguares, o candidato ultrapassou a marca de 40% dos votos válidos para governador. Em cinco delas, recebeu mais da metade dos votos válidos.
Os maiores percentuais foram:
São Tomé – 56,66%
Galinhos – 56,08%
Rafael Godeiro – 55,56%
Venha-Ver – 50,11%
Ruy Barbosa – 49,11%
Os resultados mostram que, apesar da concentração de votos absolutos na grande Natal, Álvaro também registrou percentuais expressivos em municípios do interior do estado.
Álvaro teve mais votos que Flávio Bolsonaro em 46 municípios
Outro dado identificado pelo levantamento é a diferença entre a distribuição municipal dos votos de Álvaro Dias e de Flávio Bolsonaro, ambos do PL.
No resultado geral do Rio Grande do Norte, Flávio recebeu 720.493 votos para presidente, enquanto Álvaro somou 530.580 para governador. A diferença foi de 189.913 votos, com percentuais de 34,77% e 26,71% dos votos válidos nas respectivas disputas.
Entretanto, em 46 municípios potiguares, Álvaro recebeu mais votos absolutos que Flávio, apesar de o candidato presidencial ter alcançado votação superior no conjunto do estado.
Em parte dessas cidades, o desempenho de Álvaro também contrastou com a votação presidencial, na qual Lula (PT) obteve percentuais expressivos.
É o caso de Venha-Ver, onde Álvaro recebeu 50,11% dos votos válidos para governador, enquanto Flávio Bolsonaro alcançou 18,48% na disputa presidencial. No mesmo município, Lula teve 77,34%.
Em Paraná, Álvaro obteve 40,74% dos votos válidos para governador, contra 14,22% de Flávio na eleição presidencial. Lula recebeu 83,28% dos votos válidos no município, curiosamente, o município que entregou a maior votação percentual do atual presidente no estado.
Situação semelhante ocorreu em Major Sales, onde Álvaro alcançou 36,65% dos votos válidos para governador, enquanto Flávio recebeu 17,62% para presidente e Lula, 78,20%.
Nas duas maiores bases eleitorais de Álvaro, a relação foi inversa. Em Natal, Flávio Bolsonaro recebeu 192.739 votos, superando a votação do ex-prefeito em 27.529. Em Parnamirim, o candidato presidencial somou 59.345 votos, vantagem de 16.322 sobre Álvaro.
Neutralidade do PL abre espaço para novos alinhamentos
A decisão do PL de não apoiar oficialmente Allyson Bezerra nem Cadu de Lula no segundo turno acrescenta uma nova variável à disputa estadual.
Com a liberação das lideranças partidárias para definir seus próprios posicionamentos, prefeitos, vereadores e outros aliados que participaram da campanha de Álvaro poderão seguir caminhos diferentes na eleição para governador.
O ex-prefeito, por sua vez, declarou que pretende concentrar sua atuação na disputa presidencial, trabalhando para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro no Rio Grande do Norte.
Os 530.580 votos recebidos por Álvaro no primeiro turno ajudam a dimensionar a importância de sua participação na eleição estadual, mas não representam um bloco eleitoral com destino previamente definido.
Da mesma forma, o posicionamento de lideranças municipais não significa transferência automática dos votos recebidos pelo ex-candidato.
Nesse cenário, o levantamento oferece um retrato da distribuição territorial da votação de Álvaro e permite identificar os municípios onde seu desempenho foi mais expressivo. A reorganização dos apoios políticos e o comportamento dos eleitores no segundo turno serão definidos em uma nova etapa da disputa, que terá Allyson e Cadu como únicos candidatos ao Governo do Estado.
Fonte:levantamento do jornalismo Grupo Dial em parceria com o Instituto Metadata com base nos resultados do primeiro turno das eleições de 2026, realizado em 4 de outubro. Os percentuais apresentados correspondem aos votos válidos de cada cargo. As comparações municipais entre candidatos a presidente e governador não representam identificação individual ou transferência de votos.
Ex-candidato ao Governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB) acionou o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-CE) para pedir a cassação da chapa do governador Elmano de Freitas (PT) e a realização de uma nova eleição para o Executivo estadual. A ação foi protocolada pela “Coligação Unir para Mudar” nesta quarta-feira (14).
A medida ocorre cerca de uma semana depois de Ciro prometer acionar a Justiça Eleitoral para contestar o resultado. No primeiro pronunciamento público após o pleito, o tucano não reconheceu a vitória de Elmano e chegou a defender que foi “roubado”, após decisões judiciais a favor do petista na véspera do 1º turno.
Nesta quarta-feira (14), o PSDB convocou uma coletiva de imprensa para detalhar os motivos da “ação de investigação judicial eleitoral por abuso de poder midiático”. O momento contou apenas com a participação dos advogados da “Coligação Unir para Mudar”, Hélio Parente e André Xerez.
Em retorno ao PontoPoder, a campanha de Elmano alegou que “lamenta que o candidato Ciro Gomes continue desrespeitando a democracia e questionando o resultado legítimo das urnas.”
Decisão do STF no centro da disputa A defesa tucana contesta, principalmente, a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, na qual foram autorizadas inserções de propaganda de Elmano de Freitas às vésperas do 1º turno das eleições. A medida seria para compensar o descumprimento de uma decisão anterior, de 24 de setembro, adicionando 30 segundos para cada veiculação da coligação do PT.
Segundo os advogados, a decisão de Toffoli resultou na veiculação de 776 inserções nos dias 2 e 3 de outubro, exclusivamente em benefício da campanha de Elmano e sem espaço para Ciro Gomes. Com isso, a avaliação é de que houve “abuso de poder por uso indevido dos meios de comunicação social”.
“O pedido da ação é para cassar a chapa concorrente, que se elegeu, e convocar novas eleições, aqui, no estado do Ceará. E o abuso de poder está caracterizado, porque, muito embora tenha sido a decisão lícita de um ministro do Supremo, ele desequilibrou o pleito, ele afetou a paridade das armas” Hélio Parente Advogado da Coligação Unir para Mudar
Contestação na Justiça Eleitoral Ainda de acordo com os advogados de Ciro, a ação leva em conta um bloco de decisões judiciais de ministros do Supremo Tribunal Federal, além de uma decisão cautelar de um ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que teriam resultado um “prejuízo concreto a ser devidamente dimensionado na instrução do processo”.
“Até na segunda-feira, após a eleição, continuou sendo veiculada as inserções da coligação adversária, o que demonstra o tanto que o pleito foi desequilibrado por conta dessas especulações de mídia que aconteceu no final do período da campanha”, alegou Hélio Parente.
Nesse sentido, a coligação também citou como prejuízo a interdição temporária das candidaturas de Roberto Cláudio (União), a vice-governador de Ciro, e de Capitão Wagner (União), ao Senado Federal, bloqueando recursos partidários e retirando o tempo da federação União Progressista da propaganda do PSDB.
O impedimento ocorreu via liminar do ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, em 28 de setembro. Contudo, a medida foi derrubada pelo ministro André Mendonça, da mesma Corte, em 30 de setembro.
Além da cassação da chapa e uma nova eleição, a coligação de Ciro também projeta que Elmano de Freitas pode ficar inelegível. “Se a ação envolver só a procedência sem declaração de inelegibilidade, é possível que se repita, por exemplo, a disputa com um dos candidatos que participou da eleição que foi anulada”, explicou André Xerez. Após ser protocolada, a ação seguirá o rito de tramitação no TRE até o julgamento no colegiado, cujo recurso deve ser endereçado ao TSE. Somente apenas com uma confirmação da Corte, é que essa decisão poderá surtir efeitos, em caso de entendimento pela cassação da chapa e a realização de novas eleições.
Cadu de Lula (PT) aparece com 52,6% dos votos válidos para governador do Rio Grande do Norte, enquanto Allyson Bezerra (União Brasil) tem 47,4%, segundo pesquisa BG/Affare.
O cálculo dos votos válidos exclui brancos, nulos, indecisos e aqueles que afirmam não votar. Nos votos totais, Cadu registra 49,1% e Allyson, 44,2% – o que configura um empate técnico considerando a margem de erro de 3,74 pontos para mais ou para menos.
A pesquisa realizou 1.366 entrevistas telefônicas automatizadas com eleitores do RN entre 9 e 12 de outubro. O nível de confiança é de 95%. A margem planejada era de 2,67 pontos percentuais, com referência de 3,74 pontos para mais ou para menos considerando os pesos da amostra. O registro para governador é RN-08411/2026.
O deputado federal Fernando Mineiro (PT) classificou como uma estratégia eleitoral o discurso de neutralidade institucional anunciado pelo senador Rogério Marinho (PL) para o segundo turno da eleição para o Governo do Rio Grande do Norte. Em entrevista ao Diário do RN, Mineiro afirmou que, apesar da posição oficial do partido, o bolsonarismo potiguar já está claramente alinhado à candidatura de Allyson Bezerra (União Brasil).
Para o petista, a neutralidade anunciada pelo PL não representa uma ausência de posicionamento, mas uma tentativa de preservar o eleitorado que votou em Allyson no primeiro turno e que agora poderia migrar para Cadu de Lula.
“O bolsonarismo no estado está apoiando Allyson. Basta ver as declarações e ações de suas lideranças no estado e nos municípios. O discurso de neutralidade foi combinado para tentar estancar a migração de votos para Cadu do eleitor lulista que votou em Allyson no primeiro turno”, afirmou.
Mineiro também apontou a movimentação de parlamentares do PL em favor do candidato do União Brasil, apesar da decisão formal da legenda.
“No melhor estilo bolsonarista, parlamentares do PL declararam apoio e fazem campanha para Allyson. Mais do que fizeram para Álvaro”, disparou.
Na avaliação do deputado, a aproximação entre o bolsonarismo e Allyson não seria um movimento novo, mas algo que teria sido disfarçado durante a primeira etapa da disputa para ampliar o alcance eleitoral do candidato.
“E tem coerência neste posicionamento deles. Allyson é o candidato do bolsonarismo no estado.
No primeiro turno ele conseguiu esconder isso para ganhar votos do lulismo. Mas agora, com duas candidaturas ao governo, a tática de ‘comer dos dois lados’ fica evidente”, afirmou.
Mineiro sustenta que a nova configuração da disputa expõe uma divisão que, segundo ele, estava menos evidente no primeiro turno: de um lado, o eleitorado bolsonarista; de outro, o eleitor identificado com Lula que havia escolhido Allyson.
“O eleitor lulista que votou com Allyson no primeiro turno está migrando para Cadu, que é o candidato do Lula”, declarou.
PL mantém neutralidade institucional O posicionamento de Mineiro ocorre após Rogério Marinho anunciar, na última sexta-feira (9), que o PL adotará neutralidade institucional na eleição estadual. A legenda não fará uma declaração formal de apoio a Allyson, mas deixou seus filiados e lideranças livres para escolherem individualmente o candidato.
Na prática, a decisão abriu espaço para que parlamentares e lideranças do PL se manifestem em favor de Allyson. O ex-candidato Álvaro Dias confirmou que seguirá a orientação de neutralidade, enquanto integrantes do grupo político já sinalizam apoio ao candidato do União Brasil.
O impasse para um apoio oficial do PL a Allyson esteve relacionado à eleição presidencial.
Segundo Marinho, o candidato do União Brasil procurou o partido, mas informou que não poderia assumir compromisso público com a candidatura de Flávio Bolsonaro.
A neutralidade, contudo, tem um limite explícito em relação ao PT. Rogério Marinho descartou apoio a Cadu e explicou que o PL também não irá formalizar apoio a Allyson: “E, claro, não iremos votar no PT, mas como partido não iremos endossar a sua candidatura, já que ele não vai endossar a candidatura do Flávio Bolsonaro”, declarou.
Com isso, o PL manteve a prioridade na campanha presidencial e liberou seus integrantes para decidir individualmente sobre a disputa estadual. Assim, lideranças e parlamentares da legenda podem apoiar Allyson, enquanto a direção partidária não formaliza a adesão
Disputa começa praticamente empatada A nova configuração do segundo turno parte de uma diferença mínima entre os dois candidatos.
Allyson terminou a primeira etapa com 36,75% dos votos válidos, enquanto Cadu alcançou 36,28%, uma distância de apenas 0,47 ponto percentual.
Álvaro Dias ficou em terceiro, com 26,71%. Com isso, o seu grupo passou a ser alvo da disputa por apoios. O PL, porém, optou pela neutralidade institucional, concentrando sua atuação oficial na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, figurava como “usuário master” de uma conta bancária da Alcazar Holdings, empresa com participação de um terço em um jato utilizado por ele em uma viagem aos Estados Unidos, em janeiro de 2025. A informação consta de um relatório da Polícia Federal (PF) produzido no âmbito de uma investigação sobre desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O documento aponta que o perfil atribuído ao senador lhe conferia “nível elevado de acesso e gerenciamento” dos recursos da empresa. Flávio, no entanto, nega ter mantido uma conta bancária com esse tipo de vínculo e afirma que a associação era indevida. O advogado Willer Tomaz, responsável pela administração da holding, também nega ter dividido uma conta com o parlamentar.
As informações foram divulgadas pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo.
E-mails mostram pedido de desvinculação da conta
A conta no banco Santander estava registrada em nome da Alcazar Holdings, sediada na Ilha da Madeira, em Portugal. Uma troca de e-mails obtida pela PF a partir do iCloud de Willer Tomaz indica que Flávio Bolsonaro estava associado ao perfil da conta até maio de 2025.
Em mensagem enviada em 22 de 2025, Fayla Menezes, secretária do advogado, solicitou a inclusão de um novo usuário no perfil master e pediu a retirada de duas contas vinculadas ao contrato: uma identificada com o nome de Flávio Bolsonaro e outra relacionada a Willer Tomaz.
O banco respondeu no mesmo dia, informando que as contas haviam sido excluídas do contrato, conforme solicitado.
Em nota, a assessoria de Flávio afirmou que o senador “nunca manteve conta tendo como usuário master o Sr. Willer Tomaz ou qualquer de suas empresas”. A defesa sustentou que o próprio e-mail demonstra que a vinculação era indevida e que a solicitação de retirada comprova a necessidade de corrigir a associação.
Holding tinha participação em jato utilizado pelo senador
A Alcazar Holdings era proprietária de um terço da Fraction 024 Administração de Bem Próprio S.A., empresa responsável pela propriedade compartilhada de um jato Legacy 650, de matrícula PP-NLR.
A aeronave foi adquirida em 2023. Na época da viagem de Flávio aos Estados Unidos, em janeiro de 2025, os outros dois cotistas eram Laerte Cosentino, dono da Totvs, e a Prime You, empresa que tinha Daniel Vorcaro entre seus sócios.
Vorcaro é investigado em um caso que envolve suspeitas de irregularidades financeiras. O avião foi utilizado por Flávio e Willer Tomaz em uma viagem de ida e volta entre Brasília e Fort Lauderdale, na Flórida.
Questionado anteriormente pela revista piauí sobre o deslocamento, o senador afirmou que viajou como convidado do advogado, de quem é amigo. Tomaz, por sua vez, declarou que não sabia que a Prime You participava da propriedade da aeronave nem que a empresa pertencia a Vorcaro.
PF aponta hipótese de vínculo econômico ou societário
No relatório, a Polícia Federal afirma que a condição de “usuário master” indicaria acesso operacional relevante à conta da Alcazar Holdings. Para os investigadores, essa circunstância sustenta a hipótese de uma eventual participação econômica ou societária de fato do senador na empresa.
A PF também destaca que a holding tinha participação de 33,33% na Fraction 024, responsável pelo jato. Por isso, os investigadores consideram que um possível vínculo societário ou de gestão entre Flávio e a Alcazar poderia ajudar a esclarecer as relações indiretas com a empresa proprietária da aeronave.
As informações descritas no relatório representam uma hipótese investigativa e, por si só, não comprovam a existência de participação societária ou financeira do senador na holding.
PF identificou conversas em aplicativo de mensagens
A investigação também identificou conversas entre Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz por meio do Confide, aplicativo de comunicação privada que oferece criptografia e mensagens que desaparecem após a leitura.
Segundo a PF, o número de telefone do senador aparecia entre os contatos favoritados pelo advogado. O relatório menciona o uso da plataforma como parte dos elementos extraídos do celular de Tomaz, mas as informações apresentadas não estabelecem, isoladamente, o conteúdo das conversas nem demonstram a existência de irregularidades.
Flávio e Willer Tomaz negam vínculo financeiro
Além de negar a associação bancária, Flávio Bolsonaro classificou como falsas as afirmações de que teria mantido uma conta com Willer Tomaz ou com empresas do advogado. O senador também afirmou que a divulgação de informações que considera falsas durante o período eleitoral pode configurar crime e que os responsáveis deverão responder na Justiça.
Tomaz declarou que mantém apenas uma relação de amizade com Flávio e negou qualquer vínculo financeiro ou societário entre os dois. O advogado também afirmou que as viagens foram de lazer, com as famílias como convidadas, sem pagamento ou contrapartida.
Em sua nota, Tomaz contestou a interpretação dos documentos pela reportagem e alegou que a divulgação de dados extraídos de seu celular e do iCloud faz parte de um vazamento que já está sendo investigado pela Polícia Federal.
A Polícia Militar do Rio Grande do Norte, por meio do 13º Batalhão de Polícia Militar (13º BPM), conduziu dois indivíduos à Delegacia de Polícia na madrugada desta quarta-feira (14), após uma abordagem realizada durante patrulhamento na Avenida Doutor Sílvio Bezerra de Melo, em Currais Novos/RN.
Durante a ação, a guarnição identificou dois ocupantes de uma motocicleta e, na abordagem, encontrou uma quantidade de substância análoga à maconha com o passageiro.
Diante dos fatos, os envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia para os procedimentos cabíveis. A ocorrência foi finalizada na unidade policial, com registro de boletim de ocorrência.
O candidato à presidência da República (PL) confirmou presença, nesta quarta-feira (14), no debate do Grupo Bandeirantes, que acontece neste domingo (18). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já havia confirmado que participaria do encontro nesta terça-feira (13).
Flávio havia declarado, durante um evento, que não iria ao debate. Conforme previsto nas regras do debate, caso algum candidato não compareça, seu púlpito ficará vazio.
Na BandNews TV, a cobertura especial começa às 18h, e contará com análises em tempo real diretamente da sala digital, em parceria com o Google. Acompanhe conosco!
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, garantiu a aliados que pretende atuar para modificar ou até mesmo derrubar o fim da escala de trabalho 6×1 depois da aprovação da proposta pelo Congresso Nacional.
Segundo apurou a coluna, a sinalização foi feita em conversas reservadas com integrantes de seu entorno político e atende a preocupações de setores do empresariado com os impactos da redução da jornada de trabalho sobre os custos das empresas.
A promessa contrasta com o posicionamento público adotado pelo candidato nesta terça-feira (13), quando anunciou que votará a favor da proposta que acaba com a escala de seis dias de trabalho para um de descanso.
Nos bastidores, porém, Flávio indicou que o apoio à medida não significa compromisso com a manutenção definitiva das regras previstas no texto. A intenção é trabalhar por mudanças que atendam às demandas dos empresários, podendo chegar à tentativa de revogação da alteração constitucional.
A estratégia também leva em consideração o calendário eleitoral. Aliados do candidato avaliam que uma posição contrária ao fim da escala 6×1 neste momento poderia provocar desgaste na campanha, especialmente diante da mobilização popular em defesa da redução da jornada de trabalho.
Por isso, integrantes da oposição no Senado desistiram de organizar uma tropa de choque para obstruir a votação. O entendimento é que seria difícil explicar ao eleitorado, em plena disputa presidencial, a diferença entre a proposta em análise e o modelo de flexibilização defendido por Flávio.
O candidato defende maior liberdade para que trabalhadores e empregadores negociem a jornada de trabalho. A proposta é apresentada por ele como uma alternativa à redução obrigatória da carga horária semanal.
Na terça-feira, Flávio afirmou que a maioria dos trabalhadores brasileiros deseja o fim da escala 6×1 e, por isso, votaria favoravelmente à mudança. Ao mesmo tempo, defendeu que o governo arque com os custos adicionais que a medida poderia impor às empresas.
A posição reflete a tentativa de conciliar o apoio público a uma proposta popular com as resistências de setores empresariais, que alertam para possíveis impactos sobre a contratação de trabalhadores e a atividade econômica.
Votação nesta quarta O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para esta quarta-feira (14) a votação da proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala 6×1.
A base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer concluir a votação em dois turnos no mesmo dia, antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro.
O texto prevê a redução gradual da jornada semanal de 44 para 40 horas, com dois dias de descanso por semana, sem redução salarial. Para ser aprovado, precisa do apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores em cada turno.
A proposta já passou pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Se aprovada sem alterações nos dois turnos, poderá ser promulgada pelo Congresso Nacional.
Nesse cenário, uma eventual tentativa de Flávio de modificar ou revogar a medida dependeria de uma nova alteração constitucional, que exige apoio de três quintos dos parlamentares da Câmara e do Senado, em dois turnos de votação em cada Casa.
O fim da escala 6×1 tornou-se uma das principais bandeiras da campanha de reeleição de Lula. A votação no Senado, às vésperas do segundo turno, colocou o tema no centro da disputa entre o petista e Flávio Bolsonaro.