Manifestantes vão às ruas pelo fim da escala de trabalho 6×1

Postado em 16 de novembro de 2024

Manifestantes realizaram atos nesta sexta-feira 15 em diversas cidades pelo fim da escala de seis dias de trabalho e um dia de folga. Foram convocados atos em São Paulo, Brasília, Manaus, Fortaleza, no Rio de Janeiro e no Recife.ebcebc
O tema ganhou repercussão nesta semana em razão da proposta de emenda à Constituição Federal (PEC), de autoria da deputada federal Erika Hilton (PSol-SP), que propõe jornada de trabalho de, no máximo, 36 horas semanais e quatro dias de trabalho por semana no Brasil.

Os atos foram convocados pelo Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), que tem mobilizado as redes sociais a favor da PEC. Em petição online, o movimento já reuniu quase 3 milhões de assinaturas a favor da mudança. A proposta de emenda constitucional foi elaborada na causa defendida pelo VAT, que a jornada de trabalho no Brasil, 6×1 é uma das principais causas de exaustão física e mental dos trabalhadores, além de impedir o convívio dos trabalhadores com a família e amigos e a prática de atividades físicas, de lazer ou estudo.
São Paulo
Em São Paulo, os manifestantes reuniram-se na Avenida Paulista.

De um carro de som, uma das líderes do ato, Priscila Araújo Kashimira, ressaltou que os jovens estão entre os mais afetados pela jornada de trabalho 6×1, pela dificuldade em conciliar os estudos para tentar entrar em uma instituição de ensino superior. Ela contou ainda que o convívio com a mãe, que estava também no carro de som, foi muito afetado em razão dessa escala de trabalho.

Priscila Kashimira apontou ainda que outros trabalhadores prejudicados pela atual jornada são funcionários de shoppings e telemarketing. Ela criticou as empresas de telemarketing por sujeitar os funcionários a intervalos curtos, “de menos de 20 minutos para almoço”.

“Se fechar farmácia, mercado e shopping, esse país para”, afirmou.

Um dos integrantes do VAT, Washington Soares, salientou que a mobilização pela petição online começou um ano atrás, incluindo panfletagens. Para ele, a pluralização das manifestações e adesões favoráveis, como de partidos e parlamentares, se deve por ser uma pauta que independe de posições partidárias e ideologias. “É uma pauta para todo mundo”, disse.

“Muita gente nem acreditava e, nessa semana, depois do sábado, começou. Todo mundo entrando em contato com os deputados. Não importa se é de direita, de esquerda, todo mundo trabalha. Nenhum político quer ficar queimado com a população, eles sabem o que vão ter que fazer. Querem fazer um ajuste e tal, ok, tudo bem. Vai ser muito difícil na CCJ [Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, da Câmara dos Deputados]. Essa foi nossa primeira vitória. Não vai ser fácil, mas nunca foi. Aqui no Brasil, nunca foi. A gente tem mesmo que arrancar nossas conquistas e está muito confiante”, contou.

“Um deputado de direita disse que não é uma questão ideológica, que é uma questão do trabalhador, e é exatamente isso que a gente pensa”, acrescentou.

Operadora de telemarketing há cinco anos, Viviane da Silva, de 38 anos, começou a graduação este ano e, por isso, divide o dia entre estudar pela manhã e trabalhar, a tarde. Ela já teve outros empregos e em um deles cumpria escala 6 por 1. “Meses atrás, eu comecei a tomar medicação para depressão e ansiedade, por estar pesada a carga de trabalho com estudo e não ter a folga necessária para descanso e desempenhar as duas funções”, relatou.

Em uma ocasião, contou a trabalhadora, uma chefe chamou sua atenção por ela ter marcado consultas médicas e odontológicas em horário de trabalho, duas vezes no mesmo mês. “A gente não é tratada bem quando precisa sair mais cedo, entrar mais tarde. Por lei, eles precisam aceitar declaração de comparecimento a uma consulta médica, mas os superiores não aceitam bem.”

Rio de Janeiro
O protesto levou uma multidão à Cinelândia, no Rio de Janeiro. Os manifestantes destacavam a necessidade do descanso e do lazer na vida do trabalhador e pediam a redução das horas trabalhadas sem perdas salariais.

Centrais sindicais e outros movimentos sociais já se manifestaram a favor da redução da jornada de trabalho, enquanto entidades patronais e de empresários se posicionaram contra.

O tema também foi debatido no G20 Social, que ocorre no Rio de Janeiro entre 14 e 16 de novembro.

A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, argumentou que a mudança beneficiaria as mulheres, mas classificou que o debate precisa ser mais amadurecido.

Já o ministro Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência da República, disse nesta semana que o assunto ainda não foi discutido no núcleo do governo.

PEC
São necessárias 171 assinaturas para a PEC começar a tramitar na Câmara. E para ser aprovada, precisa do voto de 308 dos 513 parlamentares, em dois turnos de votação.

Com a pressão social, cresceu, no intervalo de uma semana, de 60 para 134 o total de deputados que assinaram a proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece a jornada de trabalho de, no máximo, 36 horas semanais e 4 dias de trabalho por semana no Brasil, acabando com a escalada de 6 por 1.

Ao menos outras duas PEC tratam da redução de jornada no Congresso Nacional, mas não acabam com a jornada 6 por 1, que é a principal demanda do VAT.

Agência Brasil

Testes de gravidez: Saúde libera R$ 6,3 milhões para compra de kits

Postado em 16 de novembro de 2024

A detecção precoce de uma gavidez é fundamental para a saúde da mãe e do bebê, já que permite um pré-natal adequado desde o início. Por isso, o Ministério da Saúde está liberando R$ 6,3 milhões para a compra dos kits de teste rápido de gravidez (TRG), que em poucos minutos são capazes de detectar uma gestação, logo a partir das primeiras semanas.
Os testes serão enviados para as unidades de Saúde do SUS que oferecem serviços de atenção primária, como as Unidades Básicas. Assim, mesmo em locais mais remotos, a detecção poderá ser feita. Todos os municípios brasileiros irão receber valores, que devem variar de acordo com a população. O valor mínimo será de R$ 200, suficiente para a compra de 100 kits.

Os testes também estarão disponíveis para as populações indígenas de todas as regiões do país.

Planejamento familiar
A distribuição dos testes é uma das estratégias do Ministério da Saúde nas ações de planejamento reprodutivo e familiar, que inclui ainda a oferta de dispositivos e técnicas conceptivas e contraceptivas — como os dispositivos intra-uterinos (DIU) de cobre, que também estão disponíveis na rede pública de saúde.

Fonte: Brasil 61

Brasil ultrapassa marca de 1,5 mil casos de Mpox em 2024

Postado em 16 de novembro de 2024

O Brasil ultrapassou a marca de 1,5 mil casos de Mpox – antiga varíola dos macacos – em 2024. Segundo dados do Ministério da Saúde, atualizados nesta semana, foram notificadas 1.638 infecções confirmadas ou prováveis da doença até a terceira semana de novembro. Outros 437 casos, por sua vez, estão sob investigação.
Atualmente, a região Sudeste é a mais afetada pela Mpox, concentrando 1.269 casos (77,5% do total de infecções no país). Tal número é liderado pelo estado de São Paulo, que contabiliza 886 casos (52,9%), seguido pelo Rio de Janeiro (320 – 19,5%). Amapá é a única unidade federativa que não registrou casos da doença em 2024.

Assim como relatado nos boletins anteriores, o principal perfil dos casos confirmados e prováveis é de pessoas do sexo masculino (1.542 do total de infecções) na faixa etária de 18 a 39 anos. Por enquanto, não foram registrados óbitos da doença este ano, apenas hospitalizações (129) e internações em Unidade de Terapia Intensiva (13).

A Mpox voltou a ser classificada como emergência global pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em agosto. A decisão levou em conta o alto número de casos confirmados no mundo e a disseminação de uma nova forma do vírus. Atualmente, 19 países relatam infecções, sendo grande parte na região da África (49,3 mil).

O que é a Mpox?
A Mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV). Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato próximo com pessoas infectadas, sobretudo por vias sexuais. O intervalo entre o contato com o vírus e o início da manifestação dos sintomas varia entre três e 16 dias.

Inicialmente, os sintomas da doença incluem febre súbita, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. Após três dias, o paciente pode começar a desenvolver erupções cutâneas.

De acordo com a OMS, o principal meio de prevenção é evitar o contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. No caso da necessidade de contato, como profissionais da saúde, deve-se utilizar luvas, máscaras e óculos de proteção. Também é recomendado que os infectados não compartilhem itens como toalhas, roupas e lençóis.

sbt

Votação do Caso Robinho no STF tem placar de 4 a 1 para manter prisão

Postado em 16 de novembro de 2024

O placar do julgamento que analisa possível soltura do jogador Robson de Souza, o Robinho, está em 4 a 1 pela manutenção da prisão pelo crime de estupro coletivo, cometido pelo ex-atleta na Itália. O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, nesta sexta-feira (15/11), em plenário virtual, a análise de habeas corpus (HC) feito pela defesa de ex-jogador. Até o fim da noite, o resultado seguia o mesmo, com apenas um voto divergente.
A decisão será tomada por votação no plenário virtual da Corte, que começou nesta sexta e vai até 26 de novembro. O ex-jogador está preso na Penitenciária II de Tremembé, no interior paulista, onde cumpre pena pelo estupro de uma mulher albanesa na Itália. Robinho foi condenado a 9 anos de prisão.

O ministro Gilmar Mendes votou para deferir a liminar que solicita a suspensão da homologação da sentença estrangeira no Brasil. Os ministros Luiz Fux, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Cristiano Zanin votaram pela manutenção da prisão. Assim, o placar até o momento, está em 4 a 1 contra o pedido de Robinho.

Para que o ex-jogador seja solto, é necessário que a maioria dos 11 ministros do STF vote a favor dele.

Julgamento
O HC está em julgamento desde setembro na Corte, com voto contrário à liberdade do jogador apresentado pelo relator, ministro Luiz Fux. No entanto, o ministro Gilmar Mendes pediu vista e suspendeu a análise, retomada nesta sexta.

No retorno do voto-vista, Gilmar Mendes concedeu o HC: “A concessão de medida cautelar para que seja sustada a ordem de imediata prisão, sendo, ao final, concedida a ordem, para o fim de reconhecer a incompetência da Corte Especial do STJ para determinar a prisão do paciente”, disse em seu voto.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contrária ao recurso de Robinho, que questiona o cálculo da pena pela condenação de estupro.

Robinho foi condenado em todas as instâncias da Justiça italiana. O Ministério Público italiano recorreu ao Brasil, solicitando que o país fizesse a extradição imediata do ex-jogador. No entanto, a legislação do Brasil não permite a extradição de cidadãos brasileiros para que cumpram pena em outros países.

A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em março deste ano, que o ex-jogador Robinho deve cumprir no Brasil a sentença italiana que o condenou a 9 anos de prisão por estupro coletivo. O placar da votação do mérito ficou em 9 a 2 a favor do cumprimento da pena no Brasil.

Metrópoles

PF convoca Mauro Cid a prestar novo depoimento na próxima terça-feira

Postado em 16 de novembro de 2024

A Polícia Federal convocou o tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), Mauro Cid, para prestar novo depoimento na próxima terça-feira (19), às 14h.

O que aconteceu
Interrogatório será na sede da Polícia Federal em Brasília. O advogado de Mauro Cid, Cezar Bittencourt, disse ao UOL que a oitiva foi marcada nesta sexta-feira.

Cid deve ser questionado sobre arquivos deletados. A PF conseguiu recuperar dados que foram apagados dos dispositivos eletrônicos utilizados pelo tenente-coronel, segundo o Blog da Daniela Lima, no G1.

Bittencourt disse ao UOL que o depoimento será para “colmatar alguma lacuna que interessa à Policia Federal”. O advogado também afirmou que “a defesa está sempre disposta a colaborar com as investigações”, declarou.

Delação premiada
Cid contou à PF sobre minuta do golpe. Em reportagem do colunista Talento Aguirre, o UOL revelou o conteúdo da colaboração premiada do ex-ajudante de ordens. O tenente-coronel relatou que, logo após a derrota no segundo turno da eleição em 2022, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu das mãos do assessor Filipe Martins uma minuta de decreto para convocar novas eleições. O texto incluía a prisão de adversários.

Bolsonaro submeteu o teor do documento a militares de alta patente. Segundo o relato de Cid, o então comandante da Marinha, almirante Almir Garnier, manifestou-se favoravelmente ao plano golpista durante as conversas de bastidores, mas não conseguiu a adesão do Alto Comando das Forças Armadas.

uol

Bolsonaro orienta bancada sobre PEC que propõe jornada de trabalho de quatro dias

Postado em 16 de novembro de 2024

O ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL, orientou sua bancada a adotar uma postura estratégica nas discussões na Câmara sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca abolir a jornada de trabalho 6×1. Ele enfatizou a importância de não se opor a essa questão, que é delicada e gera forte repercussão na sociedade. A proposta, apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), pretende alterar a carga horária de trabalho para quatro dias, com mudanças no total de horas trabalhadas. Bolsonaro manifestou sua preocupação com os possíveis impactos negativos na economia, mas alertou os parlamentares sobre a necessidade de cautela ao se posicionarem contra a proposta, que ele descreveu como “areia movediça”.+
Atualmente, a Constituição Federal permite uma jornada de até oito horas diárias e 44 horas semanais. A PEC sugere que esse limite seja reduzido para 36 horas semanais, mantendo a carga máxima diária em oito horas, sem implicar em diminuição salarial para os trabalhadores. A discussão em torno da PEC foi conduzida pelo vereador Rick Azevedo, do PSOL, que argumentou que a eliminação da escala 6×1 poderia beneficiar a saúde mental dos trabalhadores.

A sugestão de Bolsonaro é colocar emendas que se tornem um “abacaxi” para o governo federal, como o aumento do salário mínimo para R$ 10 mil. “Não adianta a gente discursar para quem está na ponta da linha porque a maioria não vai entender. Ee acha que pode trabalhar quatro dias por semana e está tudo bem, que o patrão não vai diminuir salário, que não vai ter problema nenhum, o produto não vai encarecer”, declarou o presidente de honra do PL.
Durante seu discurso, Bolsonaro também mencionou a importância de formar alianças com candidatos de outros partidos nas próximas eleições para a presidência da Câmara e do Senado, destacando a relevância da união política para o fortalecimento da direita.

Jovem Pan

Deputado SargentoGonçalves homenageia piloto de caça da FAB que sobreviveu à queda de uma aeronave e não a deixou ferir inocentes.

Postado em 15 de novembro de 2024

Moção de Louvor em homenagem ao Capitão Aviador Lucca
Minhaqui Azevedo, da Força Aérea Brasileira, pelo ato heroico e pela perícia demonstrada ao evitar danos a áreas residenciais durante a queda de um caça no município de Parnamirim, RN.
Na qualidade de parlamentar e membro da segurança pública, não poderia deixar de expressar meu respeito e admiração pela coragem e perícia demonstradas pelo Capitão Aviador Lucca Minhaqui Azevedo, que, em uma situação de emergência durante o voo de treinamento no dia 22 de outubro de 2024, direcionou o caça F-5M para uma área desabitada em Parnamirim, evitando assim um possivel desastre em uma área densamente habitada.

Paulinho diz não ter prazo para secretariado e vai ouvir os aliados

Postado em 15 de novembro de 2024

A transição municipal vai transcorrer em harmonia e sem nenhum sobressalto, na avaliação do futuro prefeito de Natal, deputado federal Paulinho Freire (Uni]a Brasil): “Não vamos ter problema, porque é uma continuidade de uma gestão, apenas vamos ver onde é que a gente ainda pode melhorar, o que pode fazer de inovação e como a gente pode tornar mais eficiente a máquina pública”.

Paulinho Freire abriu a primeira reunião da Comissão de Transição no auditório da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (STTU), na tarde da quinta-feira (14), afirmando para os 54 membros, que “sabemos das grandes obras que foram feitas e estão sendo feitas no Natal, e a gente precisa muito bem ter esses dados na mão para que a gente possa dar continuidade e trazer algumas inovações também para a gestão”.

Inicialmente, Paulinho Freire oriente aos integrantes da Comissão de Transição, que qualquer informação externa sobre a condução e conclusão dos trabalhos deve partir de sua coordenadora, a vice-prefeita eleita Joanna Guerra (Republicanos): “Ela é que vai falar, quando tiver que falar, com a imprensa, como está se desenvolvendo a transição”.

Equipe
O deputado, que deve ser diplomado prefeito de Natal ao lado dos 29 vereadores, eleitos e reeleitos, dia 19, na 1ª Zona Eleitoral (Tirol), disse que o secretariado contará com pessoas tecnicamente preparadas, mas que o critério político também é natural que seja levado em conta.

“Nós somos eleitos com política. Não adianta dizer que a gente não vai ter indicações políticas. Nós vamos ter porque a política foi que nos elegeu. Então nós vamos ter indicações sim, todos vão participar e a gente, claro, vai analisar as pessoas pelo nível técnico e preparo de cada um”, declarou Freire.

O deputado complementou que vai pedir aos partidos indicações de pessoas “comprometidas com a gestão”, mas não tem ninguém nomeado ainda, mesmo daqueles que já integram a Comissão de Transição. “ Não tem ninguém. A gente está ainda estudando. Todos que vieram participar, são conscientes que estão participando, mas não foram convidados para ser secretário”.

Tranquilidade
Bem-humorado, Paulinho Freire chegou a dizer as presentes, que não demoraria muito tempo na reunião, porque no fim da tarde iria começar um “check-up” para chegar no dia da posse “zero quilômetro”, por isso “ia fazer uma retífica do motor para iniciar essa batalha”.
O futuro prefeito pediu aos presentes, “já que aceitaram participar, para que atuassem com afinco”, para que se pudesse ter um retrato da administração municipal, tendo a coordenadora da equipe de Transição, Joanna Guerra apresentou um calendário dos trabalhos, que devem ser concluídos em 8 de janeiro.

“Participem com afinco para termos um retrato fiel da administração que nos permita tornar a máquina pública cada vez mais eficiente e trazer inovações para a Prefeitura. Assim, teremos condições de prestar um trabalho cada vez melhor para a população”, destacou Paulinho.
Freire ainda disse que através da transição “vai se conhecer todos os dados e ter uma radiografia de como se encontra a prefeitura, para que a gente possa determinar qual vai ser o nosso plano, além dos 100 dias, mas para toda gestão de governo”.

O novo prefeito disse, ainda, que “não gostaria de se precipitar, dizer o que vai acontecer, porque tem de conhecer melhor de como está a situação do município”, mas que vai cuidar de ações importantes na prestação de serviços de saúde e educação´”desde o primeiro dia”, como afirmou na campanha eleitoral.

Campanha
Com relação à composição do secretaria, Paulinho Freire disse que ainda “tem muito tempo” para fazer o anúncio e, inclusive, discutir e sentar com os partidos aliados, com o prefeito Álvaro Dias (Republicanos) e com todos que fizeram parte do processo eleitoral e de apoio à sua campanha para prefeito de Natal.

“Nós precisamos fazer um governo de convergência, um governo em que todos que ajudaram possam participar, com indicações, claro, indicações que sejam pessoas preparadas, que possam realmente vir nos ajudar”, disse Paulinho Freire.

Paulinho Freire passou duas semanas em Brasília (DF), cuidando das emendas do mandato ao Orçamento Geral da União (OGU) para 2025, mas não detalhou com serão as destinações. “Eu garanti R$ 20 milhões para Natal. E o que eu garanti e vai ser cumprido”, disse ele, em alusão à promessa feita na campanha, depois que cobrou de sua então adversária, a deputada federal Natália Bonavides (PT), que se recusou a comprometer, antecipadamente, recursos de emenda parlamentar para o município.

Joanna divide interlocução com Nina Souza

Porta-voz da Comissão de Transição e indicada sua coordenadora pelo futuro prefeito Paulinho Freire, a vice-prefeita Joanna Guerra informou, que devido o acúmulo de atribuições como secretária municipal de Concessões e Parcerias Público-Privadas, poderá se ausentar de algumas reuniões, razão pela qual disse que em conversa com o novo prefeito, decidiu-se que a vereadora Nina Souza (Uniao Brasil) vai se encarregar da interlocução com os membros da equipe de transição durante seus impedimentos.

Joanna Guerra informou, na reunião de quinta-feira (14), com os integrantes da transição, que o trabalho efetivo começa nesta segunda-feira (18), por áreas temáticas, como finanças, assistência social, educação e saúde vindo na sequência.

Segundo a vice-prefeita, a transição seguirá determinações e orientações contidas em resolução do Tribunal de Contas do Estado (TCE), bem como diretrizes do decreto do prefeito Álvaro Dias publicado sexta-feira (8), no Diário Oficial do Município.

“Queremos manter na futura administração de Paulinho Freire o mesmo padrão de avanço e desenvolvimento que marca a gestão do prefeito Álvaro Dias”, adiantou.

Tribuna do Norte

Alvaro Dias e Paulinho Freire abrem trabalhos de transição na Prefeitura de Natal

Postado em 15 de novembro de 2024

Em reunião promovida na tarde desta quinta-feira (14), na Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU), a comissão formada para a transição administrativa da Prefeitura de Natal deu início aos seus trabalhos. Com participação do atual prefeito, Álvaro Dias, e do prefeito eleito Paulinho Freire, o primeiro encontro do grupo teve a apresentação do cronograma de atividades. A vice-prefeita eleita e atual secretária municipal de Concessões e Parcerias Público-Privadas, Joanna Guerra, e o deputado estadual licenciado, Adjuto Dias, vão dividir a coordenação do processo.

Em sua participação, o prefeito Álvaro Dias declarou que vai acompanhar as ações da comissão de transição e se colocou à disposição, junto com sua equipe na Prefeitura, para contribuir com os dados que forem solicitados. “Temos certeza de que os trabalhos acontecerão de forma produtiva e sem nenhum tipo de dificuldade, tendo em vista a integração que existe na equipe nomeada para participar das ações”, pontuou o prefeito.

Paulinho Freire abriu a reunião e pediu empenho ao grupo para que a passagem entre as duas gestões alcance os melhores resultados. “Participem com afinco para termos um retrato fiel da administração que nos permita tornar a máquina pública cada vez mais eficiente e trazer inovações para a Prefeitura. Assim, teremos condições de prestar um trabalho cada vez melhor para a população”, destacou Paulinho, que reiterou a confiança no grupo da transição.

A equipe conta com 55 membros, sendo 30 indicados pelo atual prefeito e 25 pelo seu sucessor eleito. Designada por Paulinho Freire como porta-voz da comissão, a coordenadora Joanna Guerra apresentou durante a reunião as diretrizes e o calendário dos trabalhos. Aproveitou para solicitar os primeiros documentos e informações de algumas secretarias do Município.

A partir da próxima segunda-feira (18), serão promovidas reuniões temáticas com as áreas administrativas da Prefeitura. As primeiras vão abranger as pastas de finanças, com assistência social, educação e saúde vindo na sequência.

Joanna Guerra explicou que a transição em Natal seguirá as linhas já estabelecidas na resolução do Tribunal de Contas do Estado (TCE) — que traz normas sobre a passagem entre gestões públicas — e no decreto que o próprio prefeito Álvaro Dias emitiu no último dia 8, com medidas internas da gestão que orientam o processo.

A coordenadora antecipou a meta de apresentar relatórios conclusivos ao futuro prefeito até o fim de dezembro. “Reiteramos o nosso compromisso de fazermos bem a nossa parte na transição, para melhorar os procedimentos administrativos e realizar serviços ainda mais eficientes para a população. Queremos manter na futura administração de Paulinho Freire o mesmo padrão de avanço e desenvolvimento que marca a gestão do prefeito Álvaro Dias”, destacou Joanna Guerra.

novo noticias

Hacker que ameaçou explodir o STF é preso no interior de SP

Postado em 15 de novembro de 2024

O hacker suspeito de ameaçar explodir o Supremo Tribunal Federal (STF) no final de 2022 foi preso nesta quinta-feira (14), no condomínio onde mora em Jundiaí, no interior de São Paulo.
A informação é do Metrópoles. Policiais Civis do Rio Grande do Sul foram até o endereço do suspeito, identificado como Fernando Curti, e o prenderam com apoio de agentes da DIG de Jundiaí, do Deinter 2 e do GOE de Campinas.

Segundo a delegada responsável pelo caso, Vanessa Pitrez, do Rio Grande do Sul, a princípio não há evidências que liguem o hacker com Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, homem que se explodiu na frente do STF na última quarta-feira (13).

Ainda de acordo a investigadora, os agentes apreenderam um computador desktop, um notebook, dois tablets, dois celulares, diversos pen drives, memórias e materiais similares, junto com o suspeito.

O próximo passo da investigação agora é analisar o conteúdo apreendido e ver se Fernando e o homem-bomba participavam dos mesmos grupos “extremistas”.

O Metrópoles apurou com a Polícia Civil de São Paulo que o homem foi preso suspeito de praticar “crimes ditos de ‘ódio’, cometidos como ânimo de continuidade e permanência, através de mensagens de conteúdo ofensivo, bem como de conotação racial e terrorismo”. Um outro homem chamado Maicon Rodrigo Delgado também era procurado pelas equipes, porém não foi localizado.

A reportagem ainda apurou que, entre as vítimas dos ataques, está uma deputada estadual chamada Bruna Liege da Silva Rodrigues.

Fernando foi preso em flagrante e levado à DIG de Jundiaí. Ele depõe neste momento.

Metrópoles

Escala 6×1: governo apoia redução da jornada de trabalho

Postado em 15 de novembro de 2024

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, declarou que o governo apoia a redução da jornada de trabalho. A proposta de emenda constitucional (PEC) que prevê essa mudança já possui assinaturas suficientes para tramitar no Congresso. O assunto está gerando discussões intensas em diversos setores, como o de bares e restaurantes. +Veja o que se sabe sobre o atentado suicida na praça dos Três Poderes

No setor de alimentação, a preocupação é grande. Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL), 95% dos estabelecimentos são microempresas, que podem enfrentar dificuldades financeiras caso a redução da jornada seja aprovada. A entidade alerta que, se a PEC for aprovada, os custos adicionais terão que ser repassados aos consumidores.

Durante um encontro com representantes do sindicato patronal de hospitais, clínicas e laboratórios de São Paulo, Marinho reforçou que o governo vê com simpatia a redução da jornada, mas pediu calma na condução das discussões. “O governo tem grande simpatia e pede serenidade no debate para que possamos acabar com o 6×1”, afirmou o ministro. +Trump escolhe o ativista antivacina Robert F. Kennedy Jr. para chefiar Saúde

SBT

STF rejeita recursos e mantém pena de prisão de Collor

Postado em 15 de novembro de 2024

O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou, por maioria de votos, os recursos apresentados pela defesa do ex-presidente Fernando Collor e decidiu manter sua condenação a oito anos e dez meses de prisão. O voto vencedor foi do relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, e foi seguido pelos ministros Roberto Barroso, Flávio Dino, Edson Fachin, Luiz Fux e Cármen Lúcia, resultando em um placar de seis votos a quatro.

Os ministros analisaram os recursos de Collor contra a decisão tomada em 2023, quando o ex-presidente foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Lava Jato. A condenação, proferida por 8 votos a 2, foi confirmada pelo STF nesta quinta-feira (14).

Com a decisão, a defesa de Collor ainda pode recorrer, apresentando novos pedidos de revisão ou outros recursos legais. Por outro lado, a Procuradoria-Geral da República poderá solicitar a execução imediata da pena. Até o momento, a condenação permanece válida, e o ex-presidente segue com a pena de prisão mantida.

BAND

Caso Marielle: STF forma maioria para manter prisão de Brazão

Postado em 15 de novembro de 2024

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por maioria de votos manter a prisão preventiva de Domingos Brazão, um dos acusados de ordenar o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A decisão foi tomada durante análise de um recurso apresentado pela defesa de Brazão, que pedia a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares.

O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, votou favoravelmente à manutenção da prisão, posição que foi acompanhada pela maioria dos ministros. A deliberação no plenário virtual segue até o dia 18 de novembro, salvo caso haja pedido de vista ou destaque para que o caso seja levado ao plenário físico.

A continuidade da prisão preventiva de Brazão se insere no contexto das investigações em torno do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, cujas circunstâncias permanecem em apuração.

BAND

Direita e esquerda repudiam atentado em Brasília, mas apontam o dedo para adversários

Postado em 15 de novembro de 2024

A explosão na Praça dos Três Poderes nesta quarta-feira (13), que resultou em uma morte, gerou condenação unânime entre lideranças políticas de diversas correntes ideológicas. Governadores, parlamentares e representantes de diferentes esferas do poder manifestaram repúdio ao ataque, reforçando a defesa da democracia e da estabilidade institucional no país. No entanto, cada lado procurou empurrar para o outro a responsabilidade. Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por exemplo, recordaram o 8 de Janeiro e voltaram a falar em “defesa da democracia”. Já os políticos ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro disseram que este clima bélico é resultado de supostos desmandos do STF (Supremo Tribunal Federal).
Dois dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) mais visados pela oposição destacaram que o atentado é um exemplo do risco que o extremismo representa para o Estado de Direito. Tanto Alexandre de Moraes quanto Luís Roberto Barroso, que preside a Corte, sinalizaram que não haverá concessão de anistia para os envolvidos no 8 de Janeiro. “Nós não podemos ignorar o que ocorreu. Não é um fato isolado do contexto, […] se iniciou lá atrás, quando o ‘gabinete do ódio’ começou a destilar discurso de ódio contra as instituições, contra o STF, principalmente contra a autonomia do Judiciário”, disse Moares.

A frase revoltou os conservadores, que tentam emplacar no Congresso um projeto de lei que conceda anistia aos manifestantes presos pelo ato de 8 de Janeiro — e que deixa brecha para beneficiar Jair Bolsonaro, hoje inelegível. “Fico triste ao ver o ministro, já pela manhã, declarar que esse caso lamentável seja fruto de gabinete do ódio”, rebateu Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. Com palavras mais duras, o pastor Silas Malafaia, figura de destaque entre apoiadores do ex-presidente, alegou que as decisões do magistrado em relação aos ao 8 de Janeiro ajudaram a acirrar os ânimos. Ele classificou o autor do atentado, Francisco Wanderley Luiz, como um “lobo solitário”.

Também posicionado à direita, porém rompido com Bolsonaro, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), virou os canhões para Lula. Em uma publicação no X, ele afirmou que o episódio reflete “um país à deriva” e criticou o governo por, segundo ele, “se omitir diante dos problemas mais graves” e ser “fraco e apático”. Em seu segundo mandado no Estado do Centro-Oeste, tenta viabilizar sua candidatura à Presidência em 2026.

Já integrantes do governo federal e aliados do presidente Lula bateram na tecla da defesa da democracia, evocando o 8 de Janeiro. Eles também refutam a anistia para os manifestantes do 8 de Janeiro e responsabilizam a oposição pelo clima acirrado no país. “No ataque à democracia, os ‘lobos’ nunca são solitários. Há, sempre, um ‘apito’ a encorajá-los. O que aconteceu ontem na Praça dos Três Poderes foi mais um sinal de alerta de que, enquanto permanecerem esses ‘apitos’, a luta democrática não permite qualquer tipo de trégua”, manifestou-se Simone Tebet, ministra do Planejamento. Já Randolfe Rodrigues, líder do governo no Senado, pediu intolerância “à disseminação do ódio” e disse que “a resposta deve ser a Constituição, a lei e a união do povo”.

JOVEM PAN