Allyson propõe complexo viário com 3ª ponte e extensão de avenidas na Zona Norte de Natal para destravar a mobilidade da região

A mobilidade urbana da Grande Natal esteve no centro das propostas apresentadas pelo candidato ao Governo do Estado pelo União Brasil, Allyson Bezerra, durante entrevista ao programa Jornal das Seis, da Rádio 96FM, nesta terça-feira (8). Durante a sabatina, o candidato assumiu o compromisso de iniciar, logo no primeiro mês de uma eventual gestão, em janeiro de 2027, os estudos técnicos e a busca por fontes de financiamento para a construção da terceira ponte sobre o Rio Potengi. Com o cronograma fixado para iniciar os projetos executivos e captar recursos em organismos de crédito e no Orçamento Geral da União, Allyson reforçou que o investimento em mobilidade de grande porte será uma prioridade central para integrar a capital às demais cidades da região metropolitana.
Essa intervenção faz parte de um plano mais amplo para destravar o trânsito da capital, que contempla também a conclusão e a ampliação de eixos viários estratégicos, como as Avenidas Itapetinga e das Fronteiras, na Zona Norte. Segundo o candidato, a nova ponte não será uma obra isolada, mas o coração de um grande complexo de integração viária desenhado para articular diretamente a nova estrutura à Ponte de Igapó, à Ponte Newton Navarro e às principais vias arteriais da região. “Nós vamos construir, sim, a terceira ponte da capital do Estado. Nós vamos fazer a interligação da Avenida Itapetinga, concluir a obra da Avenida das Fronteiras, na Zona Norte da capital. Vamos fazer a interligação da Ponte de Igapó com a terceira ponte da capital, com essas avenidas e com a Ponte Newton Navarro”, destacou Allyson.
Ao examinar o cenário atual da infraestrutura urbana de Natal, o candidato direcionou duras críticas à escassez de grandes intervenções de mobilidade na cidade. Allyson classificou a atual administração municipal como ineficiente por restringir sua atuação a serviços de pavimentação asfáltica, em vez de planejar e executar projetos estruturantes capazes de resolver os gargalos de circulação da região metropolitana. Para ilustrar a diferença entre recapeamento rotineiro e soluções de alto impacto, o candidato comparou a situação da capital às entregas realizadas durante sua gestão frente à Prefeitura de Mossoró.
“Eu fico agoniado quando vejo uma prefeitura ineficiente, como essa da capital do Estado, que não consegue hoje entregar, apresentar ou estar em processo de construção de uma única obra de mobilidade. O ex-gestor não entregou obra de mobilidade. Ah, mas entregou asfalto… Bem, eu podia estar falando todo dia na internet que entreguei 100 quilômetros de asfalto dentro das ruas de Mossoró. Eu não falo isso, sabe por quê? Porque eu tenho um grande complexo viário para falar, eu tenho uma ponte que entreguei para falar”, pontuou.
