A Prefeitura de Lagoa Nova lançou oficialmente, nesta segunda-feira, 8 de junho, a programação da 4ª edição do Festival Gastronômico de Lagoa Nova. O evento acontecerá nos dias 3 e 4 de julho e promete reunir gastronomia, cultura, música e empreendedorismo em uma das maiores celebrações do município.
O festival terá como palco a Praça de Eventos Geraldo Dantas, localizada no centro da cidade, em uma área de aproximadamente 4.600 metros quadrados, preparada para receber moradores, visitantes e turistas de toda a região.
A solenidade de lançamento foi realizada no Centro Pastoral e contou com a presença de autoridades dos poderes Executivo e Legislativo, representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), membros da imprensa, empresários, expositores e demais parceiros envolvidos na realização do evento.
Durante a apresentação, a organização destacou a importância do festival para o fortalecimento da economia local, valorização da culinária regional e incentivo ao turismo na Serra de Santana. O evento já se consolidou como uma das principais vitrines para empreendedores do setor gastronômico e para a divulgação das potencialidades de Lagoa Nova.
Além da diversidade de sabores oferecidos pelos restaurantes, bares e empreendedores locais, o público poderá prestigiar atrações culturais, apresentações artísticas e uma programação musical especial durante os dois dias de festival.
Confira a programação:
3 de julho
Renato e seus Blue Caps
Orquestra Super Oara
Banda Tuaregues
Grupo Diversos
4 de julho
Amado Batista
Banda Feras
Rodrigo Potiguar & Jandy do Acordeon
Forró Flor do Caroá
A expectativa da organização é superar o público das edições anteriores, consolidando ainda mais o Festival Gastronômico de Lagoa Nova como um dos maiores eventos do calendário turístico e cultural da região do Seridó.
A vereadora de Natal e pré-candidata a deputada federal Nina Souza (PL) aparece como a segunda pré-candidata mais citada na pesquisa espontânea para a Câmara Federal no Rio Grande do Norte.
O resultado reforça o crescimento político de Nina em diversas regiões do estado, fruto de uma agenda intensa de articulações, visitas aos municípios e fortalecimento de parcerias com lideranças políticas e comunitárias.
Por se tratar de uma pesquisa espontânea, o levantamento tem um significado ainda mais relevante, já que os entrevistados apontam os nomes de forma livre, sem acesso a uma lista prévia de candidatos.
“Recebo esse resultado com muita gratidão e humildade. É um incentivo para continuarmos percorrendo o Rio Grande do Norte, ouvindo as pessoas, construindo parcerias e defendendo pautas que melhorem a vida da nossa população. Fico feliz em ver que nosso trabalho começa a ser reconhecido pelos potiguares”, afirmou.
A pesquisa EXATUS/AGORA RNfoi realizada entre os dias 26 e 29 de maio, ouvindo 1.500 eleitores em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-01045/2026.
A Prefeitura de Currais Novos continua investindo em infraestrutura urbana e iniciou mais duas obras de pavimentação no bairro Paizinho Maria, beneficiando diretamente os moradores das ruas Kerginaldo Ferreira e Braga Brandão.
Na Rua Kerginaldo Ferreira, serão executados 880 m² de pavimentação, por meio de recursos provenientes de emenda parlamentar do Deputado Federal Sargento Gonçalves. Já na Rua Braga Brandão, a obra contempla 1.054,10 m² de pavimentação, realizada com recursos próprios do município.
As obras, além de facilitarem o deslocamento de moradores e veículos, contribuem para a valorização dos imóveis e para o desenvolvimento do bairro. O prefeito Lucas Galvão destacou que o trabalho de pavimentação tem sido uma das prioridades da administração municipal. “Estamos levando mais infraestrutura para os bairros e atendendo demandas da população. Seguimos avançando e levando mais qualidade de vida para os moradores”, afirmou.
As obras são acompanhadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Urbanos e integram o planejamento contínuo da Prefeitura para ampliar a infraestrutura urbana em diferentes áreas da cidade.
Faltando menos de quatro meses para as eleições de outubro, a corrida pelas vagas da Assembleia Legislativa e da Câmara dos Deputados segue marcada por um elevado índice de indefinição e pela pulverização de candidaturas. Pesquisa do Instituto Exatus contratada pelo Grupo Agora RN mostra que a maioria dos eleitores do Rio Grande do Norte ainda não definiu em quem pretende votar para deputado estadual ou federal.
O levantamento foi realizado entre os dias 26 e 29 de maio, com 1.500 eleitores em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-01045/2026.
Na disputa para deputado federal, a pesquisa espontânea aponta que 66,84% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar. Outros 6,6% afirmaram que pretendem votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum candidato. Isso significa que 7 em cada 10 eleitores ainda não têm preferência para a vaga de deputado federal.
Entre os nomes citados, a liderança é da deputada federal Natália Bonavides, que aparece com 3,44% das menções espontâneas. Em seguida, vêm a vereadora de Natal Nina Souza, com 2,42%, e os deputados federais João Maia, com 1,73%, e Benes Leocádio, com 1,71%.
Também aparecem entre os mais lembrados o deputado General Girão, com 1,59%; o deputado Sargento Gonçalves, com 1,5%; o deputado estadual Dr. Bernardo Amorim, com 1,48%; a vereadora de Natal Thabatta Pimenta, com 1,42%; o ex-prefeito de Currais Novos Odon Júnior, com 1,4%; o policial militar Major Brilhante, com 1,39%; o deputado e ex-governador Robinson Faria, com 1,35%; e o ex-prefeito de Caraúbas Juninho Alves, com 1,1%. Outros nomes citados têm menos de 1%.
Veja os citados para deputado federal Natália Bonavides: 3,44% Nina Souza: 2,42% João Maia: 1,73% Benes Leocádio: 1,71% General Girão: 1,59% Sargento Gonçalves: 1,5% Dr. Bernardo Amorim: 1,48% Thabatta Pimenta: 1,42% Odon Júnior: 1,4% Major Brilhante: 1,39% Robinson Faria: 1,35% Juninho Alves: 1,1% Fernando Mineiro: 0,82% Opção do PT: 0,77% Cabo Deyvison: 0,6% Kelps Lima: 0,59% Pedro Filho: 0,29% Coronel Azevedo: 0,2% Flávia Suyane: 0,18% Dr. Kerginaldo: 0,16% Milena Galvão: 0,16% Opção de Direita: 0,16% Matheus Faustino: 0,13% Fábio Faria: 0,12% Isolda Dantas: 0,12% Opção do prefeito de Touros: 0,12% Cinthia Pinheiro: 0,11% Flávio de Beroi: 0,11% Ezequiel Ferreira: 0,1% Kleber Rodrigues: 0,1% Victor Hugo: 0,1% Walter Alves: 0,09% Daiana Valentim: 0,08% Ubaldo Fernandes: 0,07% Divaneide Basílio: 0,06% Francisco do PT: 0,06% Maria Clara: 0,06% Susape Augusto: 0,06% Beto Rosado: 0,05% Cristiane Dantas: 0,05% Fernando Bezerra: 0,05% Galeno Torquato: 0,05% Ivanilson Oliveira: 0,05% Júlia Arruda: 0,05% Nelter Queiroz: 0,05% Rafael Motta: 0,05% Carla Dickson: 0,04% Dr. Alessandru: 0,04% Dr. Heider Ferreira: 0,04% Hugo Motta: 0,04% Professor Ernandes Leite: 0,04% Tomba Farias: 0,04% Não sabe: 66,84% Nenhum/branco/nulo: 6,6%
Como funciona a eleição proporcional Em 2026, o primeiro turno das eleições acontecerá no dia 4 de outubro (um domingo). Os eleitores vão às urnas para eleger deputados estaduais (24 no RN), deputados federais (8 no RN), senadores (2 por estado), governadores (1 por estado) e presidente da República. Os mandatos dos eleitos terão duração de quatro anos, exceto os dos senadores, que vão durar oito anos. A posse dos deputados estaduais e federais para a nova legislatura acontecerá em 1º de fevereiro de 2027.
No Brasil, a eleição para deputados estaduais e federais segue o sistema proporcional de lista aberta, no qual o eleitor vota diretamente em um candidato ou apenas no partido. Primeiro, calcula-se o quociente eleitoral (total de votos válidos dividido pelo número de vagas), que define quantas cadeiras cada partido ou federação terá direito. Em seguida, dentro de cada legenda, as vagas são distribuídas aos candidatos mais votados individualmente.
Assim, o desempenho coletivo do partido influencia o resultado, e candidatos com menos votos podem ser eleitos se a legenda alcançar um bom total, enquanto outros com votação expressiva podem ficar de fora caso o partido não atinja o quociente necessário.
Odon Jr, ex-prefeito de Currais Novos, está mais uma vez entre os mais citados para Deputado Federal, desta vez na Pesquisa Exatus / Agora RN com 1,4% das citações.
É notório o crescimento da pré-candidatura de Odon Jr, ele tem percorrido todas as regiões do RN, confirmando o apoio de lideranças políticas, sociais, sindicais e comunitárias.
Odon Jr tem feito um debate público nas rádios e meios de comunicação do Estado e apresentado suas propostas, suas conquistas quando foi gestor para Currais Novos e para a Região Seridó e assumido o compromisso de construir um mandato participativo conectado com a população.
A pesquisa Exatus está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-01045/2026 entrevistou 1500 pessoas em todas as regiões do Rio Grande do Norte.
“Agradeço ao povo potiguar por mais uma pesquisa em que ficamos bem posicionado. Vamos continuar percorrendo cada recanto desse Estado, levando esperança de dias melhores para o povo trabalhador”, disse Odon Jr.
O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (8), a suspensão temporária da imunização contra a dengue no país com a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan. A pasta informou que 42 pessoas apresentaram sintomas mais severos após a vacinação, sendo que três precisaram de internação e dois desses morreram.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que não é possível concluir que os eventos adversos foram causados pela vacina, mas representam um sinal de alerta e serão investigados por um comitê de especialistas.
“Essa descontinuidade tem um objetivo que é a ação de precaução, para que o Ministério da Saúde, a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e o Butantan aprofundem a investigação nos 42 casos, que são episódios de reações adversas da vacina, para buscar fatores de risco nessas pessoas, fazer uma espécie de estudo de caso-controle”, disse em coletiva de imprensa.
“O Ministério da Saúde tem total confiança na capacidade institucional do Butantan”, destacou Padilha ao enfatizar a importância da vacinação para a redução e eliminação de doenças no país.
A suspensão vale apenas para a vacina produzinda pelo Butantan, e não inclui o imunizante Qdenga, produzido pelo laboratório Takeda e aplicado no Sistema Único de Saúde.
Até o dia 30 de maio, pouco mais de 500 mil doses da vacina do Butantan foram aplicadas em todo o país. O imunizante foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro deste ano. Na ocasião, o Ministério da Saúde adotou a estratégia de vacinação para avaliar o impacto do imunizante na dinâmica populacional da dengue.
Para isso, passou a vacinar a população em três municípios-piloto: Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Nessas localidades, o público-alvo é composto por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos, que é a indicação aprovada para o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Em março, também foi promovida uma ação de vacinação na região de Araguaína (TO).
Em fevereiro, o SUS passou a vacinar contra a dengue os profissionais de saúde da atenção primária, com a previsão de imunizar 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente, de unidades básicas de saúde, por exemplo. Os casos graves registrados foram identificados nesse público-alvo.
O Ministério da Saúde destaca que a decisão de descontinuar a estratégia de vacinação não invalida a eficácia do imunizante. E as pessoas que foram vacinadas ainda usufruem do benefício que a vacina oferece, que é a proteção contra a dengue.
A recomendação do sistema de farmacovigilância dá mais tempo para que sejam realizados estudos adicionais para encontrar eventuais fatores de risco.
Serão investigados o histórico clínico das pessoas, as doenças preexistentes, os fatores de risco individuais, as causas alternativas, possíveis desvios de qualidade e erros de imunização.
Casos graves A vigilância é permanente e parte da rotina do PNI, com fluxo de investigação posterior. Os casos graves foram analisados pelo Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos (Cifavi) e pela Câmara Técnica de Assessoramento em Imunizações (Ctai), que recomendou a suspensão da vacinação com o imunizante do Butantã.
Das pouco mais de 500 mil doses aplicadas em todo o país, 3.703 pessoas tiveram sintomas parecidos com os da dengue – 0,7% do total de vacinados.
Desses, 42 apresentaram sintomas de alarme, que são: dor abdominal, vômito persistente ou sangramento – 0,008% dos vacinados – eventos raros, porém inesperados, já que não foram relatados durante a fase de estudos da vacina.
Três pessoas apresentaram sintomas graves e foram hospitalizadas. Uma mulher, 39 anos, apresentou febre, mialgia e náuseas seis dias após receber a vacina, evoluindo para sintomas de dengue grave, com choque e necessidade de UTI; recebeu alta.
Uma mulher, 48 anos, desenvolveu sintomas de dengue grave, com comprometimento neurológico (meningoencefalite) 19 dias após a vacinação; evoluiu para óbito.
Um homem, 58 anos, iniciou quadro febril cinco dias após a vacinação, evoluindo rapidamente para sintomas de dengue graves, com choque refratário; evoluiu para óbito.
Faltando menos de quatro meses para as eleições de outubro, a corrida pelas vagas da Assembleia Legislativa e da Câmara dos Deputados segue marcada por um elevado índice de indefinição e pela pulverização de candidaturas. Pesquisa do Instituto Exatus contratada pelo Grupo Agora RN mostra que a maioria dos eleitores do Rio Grande do Norte ainda não definiu em quem pretende votar para deputado estadual ou federal.
O levantamento foi realizado entre os dias 26 e 29 de maio, com 1.500 eleitores em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-01045/2026.
Já na corrida para deputado estadual, a pesquisa mostra que 58,59% dos eleitores ainda não sabem em quem votar. Outros 6,41% disseram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum nome.
O deputado estadual Tomba Farias lidera as citações espontâneas com 2,16%. Em seguida, aparecem o deputado Galeno Torquato, com 1,64%; o líder do governo na Assembleia, Francisco do PT, com 1,6%; o presidente da Casa, Ezequiel Ferreira, com 1,58%; o deputado Adjuto Dias, com 1,57%; e o deputado Kleber Rodrigues, com 1,53%.
Na sequência, figuram o ex-prefeito de Ceará-Mirim Júlio César Câmara, com 1,44%; o deputado Nelter Queiroz, com 1,29%; o deputado Neilton Diógenes, com 1,15%; o deputado Coronel Azevedo, com 1,11%; o ex-prefeito de Assú Gustavo Soares, com 1,07%; e o ex-prefeito de Nova Cruz Flávio de Beroi, com 1,06%. Outros nomes citados têm menos de 1%.
Nos dois levantamentos, a pesquisa é realizada no modo espontâneo, ou seja, o eleitor pode citar qualquer nome ou expressão.
Lista completa — Deputado Estadual Tomba Farias: 2,16% Galeno Torquato: 1,64% Francisco do PT: 1,6% Ezequiel Ferreira: 1,58% Adjuto Dias: 1,57% Kleber Rodrigues: 1,53% Júlio César: 1,44% Nelter Queiroz: 1,29% Neilton Diógenes: 1,15% Coronel Azevedo: 1,11% Dr. Gustavo Soares: 1,07% Flávio de Beroi: 1,06% Dr. Kerginaldo: 0,94% Ubaldo Fernandes: 0,88% Dr. Bernardo Amorim: 0,82% Opção do PT: 0,79% Eudiane Macedo: 0,75% Terezinha Maia: 0,73% Getúlio Rêgo: 0,73% Gustavo Carvalho: 0,65% Kaline Amorim: 0,64% Ivanilson Oliveira: 0,63% Eriko Jácome: 0,62% Cinthia Pinheiro: 0,61% Divaneide Basílio: 0,52% Cristiane Dantas: 0,48% Ivan Júnior: 0,42% Walter Alves: 0,42% Brisa Bracchi: 0,38% Anne Lagartixa: 0,32% Isolda Dantas: 0,32% Benes Leocádio: 0,31% Odon Júnior: 0,27% Preto Aquino: 0,25% Sargento Gonçalves: 0,23% Bibi Costa: 0,22% Holderlin Silva: 0,22% General Girão: 0,22% Luiz Eduardo: 0,22% Robson Carvalho: 0,2% Gabriel César: 0,19% José Dias: 0,19% Juninho Alves: 0,19% Jorge do Rosário: 0,18% Subtenente Eliabe: 0,18% Bibiano Azevedo: 0,17% Camila Araújo: 0,16% Dra. Júlia: 0,16% Opção de Direita: 0,16% Cabo Deyvison: 0,15% Daniel Valença: 0,15% Vivaldo Costa: 0,14% Luiz Almir: 0,12% Suzy Noronha: 0,12% Daiana Valentim: 0,11% Fernando Mineiro: 0,11% Robinson Faria: 0,11% Antônio Jácome: 0,1% Dr. Tiago Almeida: 0,1% Jaime Calado: 0,1% Taveira Júnior: 0,1% George Soares: 0,08% Alguém do União Brasil: 0,06% Aquino Neto: 0,06% Carla Dickson: 0,06% Ciro Patrício: 0,06% Cleiton: 0,06% Hermano Morais: 0,06% Júlia Arruda: 0,06% Major Brilhante: 0,06% Renan Souza: 0,06% Carlos Eduardo: 0,05% Coronel Freitas: 0,05% Dário Barbosa: 0,05% Luciclaudio: 0,05% Matheus Faustino: 0,05% Shirley Targino: 0,05% Thabatta Pimenta: 0,05% Candidato do prefeito de Campo Redondo: 0,04% Dr. Alessandru: 0,04% Não sabe: 58,59% Nenhum/branco/nulo: 6,41%
Como funciona a eleição proporcional Em 2026, o primeiro turno das eleições acontecerá no dia 4 de outubro (um domingo). Os eleitores vão às urnas para eleger deputados estaduais (24 no RN), deputados federais (8 no RN), senadores (2 por estado), governadores (1 por estado) e presidente da República. Os mandatos dos eleitos terão duração de quatro anos, exceto os dos senadores, que vão durar oito anos. A posse dos deputados estaduais e federais para a nova legislatura acontecerá em 1º de fevereiro de 2027.
No Brasil, a eleição para deputados estaduais e federais segue o sistema proporcional de lista aberta, no qual o eleitor vota diretamente em um candidato ou apenas no partido. Primeiro, calcula-se o quociente eleitoral (total de votos válidos dividido pelo número de vagas), que define quantas cadeiras cada partido ou federação terá direito. Em seguida, dentro de cada legenda, as vagas são distribuídas aos candidatos mais votados individualmente.
Assim, o desempenho coletivo do partido influencia o resultado, e candidatos com menos votos podem ser eleitos se a legenda alcançar um bom total, enquanto outros com votação expressiva podem ficar de fora caso o partido não atinja o quociente necessário.
Uma nova pesquisa publicada na revista científica The Lancet indica que a retatrutida, medicamento ainda em fase de avaliação regulatória, pode levar pacientes com diabetes tipo 2 a perderem até 28% do peso corporal. O resultado aproxima o tratamento dos índices observados em cirurgias bariátricas e reforça as expectativas em torno da substância, considerada uma das principais apostas da indústria farmacêutica contra a obesidade.
O estudo, divulgado neste sábado, também apontou benefícios potenciais da retatrutida em outras condições associadas ao excesso de peso, como apneia do sono e osteoartrite de joelho. Os dados foram apresentados durante o congresso da Associação Americana de Diabetes (ADA), nos Estados Unidos.
Desenvolvida pela farmacêutica Eli Lilly, a retatrutida pertence à mesma classe de medicamentos de Ozempic e Mounjaro, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”. A diferença é que a nova molécula atua simultaneamente sobre três receptores hormonais, motivo pelo qual é classificada como um tratamento de “tripla ação”.
Além dos mecanismos já utilizados por outros medicamentos da categoria, a retatrutida também ativa o receptor de glucagon, hormônio associado ao aumento do gasto energético do organismo. Na prática, isso significa que o corpo passa a consumir mais calorias, inclusive em períodos de repouso.
A pesquisa acompanhou 930 adultos com diabetes tipo 2 que receberam doses semanais do medicamento ou placebo durante até 80 semanas. Entre os participantes que utilizaram a dose mais elevada, a perda média de peso chegou a 28,3%, resultado superior em mais de quatro vezes ao registrado no grupo controle.
Os pesquisadores observaram ainda que mais de 65% dos participantes deixaram de ser classificados como obesos segundo os critérios do Índice de Massa Corporal (IMC). Houve também melhora significativa no controle da glicemia, com redução dos níveis de açúcar no sangue superior à observada entre aqueles que receberam placebo.
Os resultados apresentados na conferência também destacaram possíveis aplicações futuras da substância. Em pacientes com obesidade, a gravidade da apneia do sono foi reduzida em 60,6%. A condição provoca interrupções repetidas da respiração durante o sono e está associada a um maior risco de doenças cardiovasculares.
Já entre pessoas com osteoartrite de joelho, doença caracterizada pelo desgaste das articulações, a retatrutida promoveu redução de até 73,1% na intensidade da dor. Os dados podem servir de base para futuras solicitações de ampliação das indicações terapêuticas do medicamento junto às autoridades regulatórias.
Apesar dos resultados promissores, a substância ainda depende de avaliações adicionais de segurança e da aprovação formal das agências sanitárias antes de chegar ao mercado.
Durante a apresentação dos dados, representantes da Eli Lilly alertaram para um problema crescente: a comercialização irregular de produtos anunciados como retatrutida. Segundo a empresa, qualquer medicamento vendido atualmente com esse nome é ilegal e não possui comprovação de segurança ou eficácia.
O alerta ocorre em meio ao avanço do mercado paralelo de canetas para emagrecimento na América do Sul. No Paraguai, uma empresa anunciou em março deste ano a produção de produtos à base da substância durante um evento que contou com a presença de influenciadores brasileiros, embora o medicamento ainda não tenha recebido autorização para comercialização.
A Receita Federal informou que tem intensificado as apreensões de produtos desse tipo na fronteira. De acordo com o órgão, o valor das mercadorias irregulares retidas apenas nos três primeiros meses de 2026 já ultrapassa todo o montante apreendido ao longo de 2025, superando R$ 11 milhões.
A Anvisa também reforça que substâncias comercializadas atualmente como retatrutida são proibidas no Brasil e podem representar riscos à saúde dos consumidores.
O pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira 8 que pretende anunciar até 14 de agosto o nome que ocupará a vice em sua chapa e indicou que a vaga será destinada a uma mulher. A declaração foi feita durante o evento “Brasil de Ideias Mulher – Especial Eleição”, realizado em São Paulo.
“O prazo é até 14 de agosto. O que posso falar é que o perfil é de alguém que complemente a nossa chapa, uma pessoa preparada e de bem, interessada, uma mulher”, declarou o pré-candidato.
Durante a participação, Flávio iniciou sua fala defendendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que ele não era contrário às mulheres. Segundo o senador, o pai foi alvo de uma narrativa injusta.
Na sessão de perguntas, uma participante do evento questionou a relação do governo anterior com o público feminino e afirmou que, caso tenha havido ações voltadas às mulheres, não houve comunicação eficiente.
De acordo com a interlocutora, a comunicação não foi uma virtude da gestão. Flávio concordou com a avaliação e disse que a dificuldade não se limitou ao público feminino.
“Meu pai é de uma outra geração, é mais rústico”, afirmou Flávio. Ele acrescentou que pertence a uma geração diferente, mencionou que tem duas filhas e disse estar aberto ao diálogo e à interlocução com jornalistas.
Mais de um terço dos brasileiros enfrentou dificuldades para manter as contas em dia no último mês. É o que mostra a Pesquisa PoderData, divulgada nesta terça-feira (9), na qual 37% dos entrevistados afirmaram que deixaram de pagar ou conhecem alguém que deixou de pagar alguma conta no período.
Os índices de inadimplência são mais elevados entre os brasileiros de menor renda. Entre aqueles que recebem até dois salários mínimos, 66% relataram atraso no pagamento de contas, percentual que cai para 13% entre quem ganha de dois a cinco salários mínimos e para apenas 1% entre os que recebem mais de cinco salários mínimos.
Regionalmente, o problema é mais intenso no Norte (54%) e no Nordeste (49%). Já os menores índices foram registrados no Sul (27%) e no Sudeste (29%).
A pesquisa também avaliou a percepção sobre programas de renegociação de dívidas, como o Desenrola, entre os entrevistados que relataram atraso em contas. Nesse grupo, 42% disseram que os programas ajudaram (12% “ajudaram muito” e 30% “ajudaram pouco”), enquanto 33% afirmaram que não ajudaram. Outros 19% disseram não conhecer a iniciativa.
Os dados indicam ainda uma relação entre percepção econômica e avaliação política. Entre os entrevistados que consideram o governo Lula melhor que o governo Bolsonaro , 46% relataram atraso no pagamento de contas. Já entre os que avaliam o governo Lula como pior, esse percentual cai para 27%.
A pesquisa PoderData contou com 2.500 entrevistados em 155 municípios brasileiros, entre os dias 30 de maio e 1 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.
O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Cadu Xavier (PT) enquadrou os principais adversários na sucessão estadual e afirmou, em entrevista à rádio Mix nesta segunda-feira 8, que todos os palanques da disputa de 2026 têm lado. Ao responder a um ouvinte sobre por que a gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) não teria conseguido “transformar” o Estado em oito anos, Cadu assumiu a ligação com o presidente Lula (PT), vinculou Álvaro Dias (PL) ao bolsonarismo e associou Allyson Bezerra (União) ao ex-governador e atual deputado federal Robinson Faria (PP).
“Todo mundo tem lado nessa história. Eu tenho muito orgulho de ser o Cadu de Lula. Tem o Álvaro Dias de Bolsonaro e tem o Allyson Bezerra de Robinson Faria, que é quem governou e levou o Estado a essa tragédia que a gente recuperou e reconstruiu o Estado”, afirmou.
A declaração foi dada ao programa Metendo a Colher, em entrevista marcada por cobranças sobre educação, saúde, continuidade administrativa, alianças e comparação com governos anteriores. Cadu disse que a avaliação do RN deve ser feita a partir de indicadores de segurança, saúde, educação, emprego e renda, comparando a atual gestão com administrações passadas.
“Pegue todos os indicadores e compare com a época que essa turma que está querendo voltar a governar o Rio Grande do Norte governava”, disse.
O petista apresentou sua pré-candidatura como projeto de continuidade do Governo Fátima. Disse que o Estado precisa “continuar avançando” e defendeu a ideia de crescimento com geração de emprego, renda e serviços públicos funcionando.
Ex-secretário estadual da Fazenda, Cadu usou a própria trajetória como argumento de preparo. Auditor fiscal de carreira, destacou que é servidor público há 20 anos e afirmou ter passado sete anos cuidando do dinheiro e do orçamento do Estado. “Da mesma forma que eu cuidei do dinheiro do Estado, eu estou me propondo a cuidar da vida das pessoas que vivem aqui no Estado”, declarou.
Ele também procurou se diferenciar de políticos tradicionais e de adversários. Disse que não entrou na política para melhorar a própria vida, afirmou não ter enriquecido no serviço público e declarou não responder a processos nem ser alvo de investigação da Polícia Federal ou do Ministério Público. “Eu entrei na política para mudar a vida das pessoas e não a minha vida”, afirmou.
Cadu comparou sua trajetória à de João Azevedo, ex-governador da Paraíba, e Rafael Fonteles, governador do Piauí, ambos ex-secretários antes de chegarem ao Executivo estadual. Segundo ele, esse modelo mostra que a população busca gestores com experiência, compromisso e vida pública ligada à administração, e não pessoas que vivem da política.
A entrevista teve um dos momentos mais tensos no debate sobre educação integral. Cadu afirmou que chegar a 100% das escolas em tempo integral é “talvez o grande compromisso” da pré-campanha. Defendeu que crianças e jovens passem manhã e tarde na escola, com alimentação e atividades, como forma de ampliar oportunidades e reduzir a aproximação com o crime organizado.
O apresentador Cyro Robson Papinha contestou a fala e citou reportagens sobre escolas integrais sem funcionamento pleno, com problemas de merenda, água, professores e estrutura. Também mencionou a Escola Estadual Soldado Luiz Gonzaga, na Zona Oeste de Natal, afirmando que a unidade estaria com estrutura comprometida e teria registrado apenas 52 alunos inscritos no início do ano.
Cadu rebateu. Disse que o caso não representa a rede estadual, afirmou que o Governo Fátima reformou 130 escolas e sustentou que o número de matrículas na educação integral triplicou desde o início da atual gestão. “Nós temos o triplo de alunos na rede integral, no ensino integral, do que a gente tinha no início do governo da professora Fátima”, disse. Ele também negou falta de merenda nas escolas estaduais. “Não falta merenda nas escolas aqui do Estado”, afirmou.
Na saúde, o pré-candidato defendeu a regionalização do atendimento. Citou hospitais de Caicó, Pau dos Ferros, Assú e Currais Novos e disse que essas unidades têm hoje condições diferentes das encontradas antes do governo Fátima. A proposta, segundo ele, é ampliar cirurgias eletivas, exames de média e alta complexidade e serviços regionais para reduzir a pressão sobre o Walfredo Gurgel, em Natal, e o Tarcísio Maia, em Mossoró.
Durante a resposta, Cadu também mirou adversários. Disse que visitou em Mossoró um hospital municipal que, segundo ele, não funciona à noite, em referência à gestão Allyson. Também citou o hospital municipal inaugurado em Natal pelo ex-prefeito Álvaro Dias, afirmando que a unidade não está funcionando. O apresentador reagiu dizendo que ele citava problemas de gestões municipais enquanto era questionado sobre a saúde estadual.
Cadu afirmou ainda que o Governo do Estado, com apoio de Lula, trabalha em dois equipamentos: o Hospital Metropolitano, em Parnamirim, e um hospital universitário para a região do Seridó, em Caicó.
Questionado sobre o vice, o petista não anunciou nomes. Disse que a pré-campanha segue o calendário eleitoral e que a estratégia está sendo executada dentro do planejado.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, associou o senador Rogério Marinho (PL-RN) ao escândalo dos descontos indevidos em aposentadorias e pensões pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Rogério é coordenador-geral da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República e um dos fiadores da pré-candidatura de ÁLvaro Dias (PL) ao Governo do Rio Grande do Norte.
Em vídeo publicado nas redes sociais no último sábado 6, Boulos afirmou que o parlamentar potiguar foi informado sobre suspeitas de irregularidades quando ocupava a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas não teria adotado providências efetivas para combater as fraudes. “Ele foi da Previdência do Bolsonaro, exatamente no momento em que começou o quê? 2019, o escândalo do INSS”, declarou Boulos.
O ministro acrescentou que depoimentos colhidos pela Polícia Federal (PF) e denúncias posteriores indicariam que o então secretário foi alertado sobre as irregularidades. “Os depoimentos que a Polícia Federal colheu, no caso do INSS, levaram a uma enxurrada de denúncias de que ele foi avisado, foi alertado e não fez absolutamente nada”, afirmou.
As declarações fazem referência a informações já divulgadas sobre alertas encaminhados à Secretaria Especial de Previdência e Trabalho durante a gestão Bolsonaro. Entre os registros citados por adversários políticos de Marinho, está um ofício encaminhado pelo deputado federal Fabio Schiochet, que relatava suspeitas envolvendo descontos realizados por entidades associativas em benefícios previdenciários.
Apesar dos alertas, o esquema só foi desmantelado em abril de 2025, quando uma operação conjunta da PF e da Controladoria-Geral da União (CGU) revelou a existência das fraudes. Segundo as investigações, ao longo dos últimos anos, sindicatos e entidades associativas promoveram descontos ilegais deliberados e não autorizados em aposentadorias e pensões — tudo isso com anuência de servidores públicos ligados ao INSS. Pelo menos 4 milhões de beneficiários foram prejudicados.
Ao longo do vídeo, Boulos também direcionou críticas ao papel de Rogério Marinho na articulação política da oposição e à sua proximidade com o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência. No início deste ano, Rogério foi anunciado como coordenador-geral da pré-campanha de Flávio.
Em uma das falas, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência ironizou a presença de Rogério em atos com Flávio. “O Rogério Marinho aparece, às vezes, como o papagaio de pirata do Flávio Bolsonaro”, disse.
Na mesma gravação, Boulos também citou denúncias de que Rogério Marinho teria contratado funcionários fantasmas quando presidia a Câmara Municipal de Natal, há mais de 20 anos. “Ele foi condenado. Em 2004, tinha funcionários fantasmas”, afirmou Boulos.
O episódio mencionado pelo ministro remete a ações judiciais relacionadas ao período em que Marinho exerceu mandato de vereador na capital potiguar e presidiu o Legislativo municipal. O senador já contestou, em diferentes ocasiões, acusações relacionadas ao caso e sustenta que as questões foram enfrentadas no âmbito judicial.
Ao abordar a condenação citada, Boulos fez um paralelo com acusações que atingiram o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante sua trajetória parlamentar. “Até aí o Flávio está sendo coerente, porque o pai dele tinha funcionária fantasma, a Val, que a gente denunciou lá em 2018”, afirmou.
O ministro reproduziu, no vídeo, trecho de sua participação em um debate presidencial de 2018, quando questionou Bolsonaro sobre a servidora conhecida como “Val”, em referência a Walderice Santos da Conceição, ex-assessora parlamentar do então deputado federal.
Reforma Trabalhista Outro alvo das declarações foi a atuação de Rogério Marinho na tramitação da Reforma Trabalhista aprovada em 2017, durante o governo de Michel Temer.
Na época, Rogério era deputado federal e foi relator da proposta na Câmara dos Deputados. Por isso, Boulos aponta o parlamentar potiguar como um dos principais responsáveis pelo que trata como precarização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Boulos destacou que Rogério “tem a digital dele no maior retrocesso para a classe trabalhadora da última década, que foi a Reforma Trabalhista”.
Segundo Boulos, a legislação aprovada em 2017 ampliou formas de terceirização e contribuiu para a precarização das relações de trabalho. “Como é que surgiu essa história de que ninguém quer mais ser CLT? É porque, depois da Reforma Trabalhista, trabalhar em CLT se tornou um sacrifício, porque é um trabalho muito precário, você trabalha para caramba, ganha pouco, é terceirizado”, declarou.
O ministro também lembrou que Rogério Marinho criticou recentemente a proposta de redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1. Boulos lembrou que o senador potiguar classificou a proposta como “um crime contra o Brasil”.
A Associação dos Familiares e Vítimas de 8 de Janeiro (ASFAV), que representa parentes de condenados e investigados pelos ataques às sedes dos Três Poderes, protocolou uma manifestação no STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo que o ministro Alexandre de Moraes avance na análise da Lei da Dosimetria. O pedido é para que o relator libere para julgamento a medida cautelar que discute os efeitos imediatos da norma.
A entidade argumenta que a AGU (Advocacia-Geral da União) já apresentou manifestação e que o prazo concedido à PGR (Procuradoria-Geral da República) terminou sem parecer. Por isso, sustenta que o caso reúne condições para avançar para a próxima etapa de análise.
O processo chegou ao Supremo por meio das ADIs 7966 e 7967, que questionam a constitucionalidade da lei. Em maio, Moraes adotou um rito acelerado de tramitação e solicitou manifestações da AGU e da PGR antes de levar o tema ao plenário.
Na petição, a associação afirma que a demora para analisar o pedido contrasta com a urgência que justificou a adoção desse procedimento.
Aprovada pelo Congresso neste ano, a Lei da Dosimetria surgiu em meio ao debate sobre as penas aplicadas aos envolvidos na tentativa de golpe contra o Estado Democrático em 8 de janeiro de 2023. A proposta recebeu apoio de parlamentares da oposição e de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Já partidos políticos acionaram o STF para questionar sua constitucionalidade, posição que também foi adotada pela AGU em manifestação enviada à Corte.
A nova manifestação ocorre após um período de menor mobilização em torno do tema. Integrantes do grupo avaliam que a discussão perdeu espaço na agenda política nas últimas semanas, enquanto a atenção de aliados de Bolsonaro se voltou para outros desdobramentos judiciais.
Nova pesquisa do Instituto Exatus mostra que a disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte teve movimentação entre abril e maio. No comparativo entre os dois levantamentos, Allyson Bezerra (União Brasil) ampliou a liderança, Álvaro Dias (PL) perdeu terreno e Cadu Xavier (PT) avançou na terceira posição.
No cenário estimulado, em que os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados, Allyson passou de 37,29% em abril para 41,01% em maio. O crescimento foi de 3,72 pontos percentuais. Álvaro Dias saiu de 24,91% para 22,75%, recuo de 2,16 pontos. Cadu Xavier subiu de 10,74% para 12,61%, avanço de 1,87 ponto percentual.
Com o movimento, a distância entre Allyson e Álvaro aumentou. Em abril, a diferença entre os dois era de 12,38 pontos percentuais. Em maio, passou para 18,26 pontos. A vantagem do ex-prefeito de Mossoró sobre o ex-prefeito de Natal cresceu 5,88 pontos em um mês.
A nova rodada da Exatus também mostra redução do voto em nenhum dos nomes apresentados. Em abril, esse grupo somava 15,35%. Em maio, caiu para 11,52%. Já os eleitores que disseram não saber em quem votar passaram de 9% para 10,36%.
Entre os demais nomes testados, Dário Barbosa (PSTU) passou de 0,68% em abril para 0,90% em maio. Robério Paulino (Psol) caiu de 2,03% para 0,85%.
O crescimento de Allyson ocorre também na pesquisa espontânea, quando os entrevistados citam livremente o nome em quem pretendem votar. Nesse modelo, ele passou de 21,06% em abril para 23,13% em maio. Álvaro saiu de 13,82% para 13,21%. Cadu avançou de 5,33% para 7,46%.
A espontânea ainda mostra alto índice de indefinição. Em maio, 48% dos entrevistados não souberam responder em quem votariam para governador. Outros 5,96% declararam voto em nenhum, branco ou nulo.
Na rejeição, o quadro também mudou. Cadu Xavier, que aparecia com 23,37% em abril, passou para 20,68% em maio. Apesar da queda, continua numericamente à frente nesse quesito. Álvaro Dias teve movimento contrário: saiu de 16,93% para 20,46%, ficando praticamente empatado com Cadu. Allyson Bezerra permaneceu com a menor rejeição entre os três principais nomes, passando de 7,62% para 7,26%.
A combinação dos dados mostra Allyson em alta na estimulada e na espontânea, além de rejeição estável em patamar inferior ao dos adversários. Álvaro aparece em queda nas intenções de voto e em alta na rejeição. Cadu cresce nas intenções de voto e reduz a rejeição, mas ainda permanece distante dos dois primeiros colocados.
Considerando apenas os votos válidos no cenário estimulado de maio, Allyson ultrapassa a marca de 50%. A conta exclui os percentuais de nenhum, branco, nulo e não sabe. Nesse recorte, o ex-prefeito de Mossoró chega a aproximadamente 52,5%, índice suficiente para vencer a eleição no primeiro turno se a disputa fosse hoje.
A pesquisa Exatus de maio foi realizada entre os dias 26 e 29 de maio, com 1.500 eleitores em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-01045/2026.
O deputado estadual Francisco do PT voltou a figurar entre os primeiros colocados nas pesquisas de intenção de voto para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Desta vez, o parlamentar apareceu na terceira colocação da pesquisa Exatus, divulgada recentemente, com 1,6% das citações.
O resultado reforça a presença de Francisco entre os nomes mais lembrados pelo eleitorado potiguar e mantém uma sequência de bons desempenhos nas pesquisas divulgadas nos últimos meses. Desde que os levantamentos para as eleições de 2026 começaram a ser publicados, o deputado tem aparecido de forma recorrente entre os primeiros colocados nas intenções de voto para deputado estadual.
Líder do Governo na Assembleia Legislativa, Francisco tem se destacado pela atuação em defesa dos municípios, da educação, da agricultura familiar, dos recursos hídricos e de pautas voltadas ao desenvolvimento regional. Ao longo do atual mandato, o parlamentar também tem desempenhado papel importante na articulação e aprovação de projetos considerados estratégicos para o Rio Grande do Norte.
A pesquisa Exatus foi realizada entre os dias 26 e 29 de maio de 2026, ouvindo 1.500 eleitores em todas as regiões do Estado. O levantamento possui margem de erro de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-01045/2026.