O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra, recebeu nesta sexta-feira (10) uma importante demonstração de apoio político em Taboleiro Grande. Ao lado da senadora Zenaide Maia, Allyson foi recebido pela prefeita Klebinha, pelo vice-prefeito, oito vereadores e diversas lideranças do município, reforçando o crescimento das alianças em todas as regiões do estado.
Durante o encontro, a prefeita Klebinha relembrou que já acreditava no potencial de Allyson desde os primeiros contatos entre os dois e afirmou que sempre desejou vê-lo disputando o Governo do Estado.
“Eu lembro muito bem quando disse a Allyson que o via governador do Rio Grande do Norte. Meu coração sempre pedia que esse projeto acontecesse, e hoje esse sonho foi realizado. Agora ele é o nosso pré-candidato ao Governo do Estado”, declarou a prefeita.
Além da prefeita Klebinha, o ato contou com a presença do vice-prefeito Dr. Elândio e dos vereadores Júlio, Theófilo, Wagner, Paulo Abel, Negão, Raquel, Aparecida e Cinthya.
Allyson destacou que a pré-campanha tem sido marcada pelo contato direto com a população. O pré-candidato explicou que o projeto 167 Razões RN tem como objetivo conhecer de perto a realidade de cada cidade para construir um plano de governo conectado às necessidades da população.
“Aqui em Taboleiro é em todos os municípios eu quero abraçar as pessoas, ouvir cada história e conhecer de perto a realidade da saúde, da educação, das estradas e de cada região do nosso estado. O governo que queremos construir começa ouvindo o povo e conhecendo cada município do Rio Grande do Norte. Obrigado a prefeita Klebinha e todo o grupo de Taboleiro Grande por acreditar no nosso projeto para o RN!”, afirmou Allyson.
O presidente da Argentina, Javier Milei, disse nessa quinta-feira (9), em entrevista a uma rádio do país, que pretende viajar ao Brasil ainda neste mês com o objetivo de marcar presença no evento que irá oficializar a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. Além disso, na mesma entrevista, Milei deu a entender que planeja passar por Brasília para visitar também o pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que atualmente cumpre prisão domiciliar.
“Viajo ao Brasil no dia 25 [de julho], quando oficializam Flávio Bolsonaro como candidato a presidente. Vou estar em São Paulo, mas faço uma passagem por Brasília para saudar Jair Bolsonaro”, afirmou o chefe do Executivo argentino, durante entrevista para a rádio Now.
Apesar das intenções de Milei, o Supremo Tribunal Federal precisaria autorizar esse tipo de visita justamente pelo fato de que Jair Bolsonaro está em regime de prisão domiciliar. A decisão sobre uma eventual visita cabe ao ministro Alexandre de Moraes, relator do processo na Corte.
Mesmo que haja o pedido, Moraes já impôs medidas cautelares que estabelecem, por exemplo, que apenas a família, os advogados e os médicos de Jair podem solicitar entrada na residência. A única exceção à lista são eventuais profissionais solicitados para resolver questões internas da casa, como no caso de algum conserto.
O SBT News apurou que, até o momento, o STF não recebeu qualquer pedido de visita neste sentido. Além disso, o Itamaraty também não foi informado oficialmente da vinda de Milei ao Brasil.
Em março, Moraes decidiu barrar a visita de Darren Beattie, conselheiro do governo dos Estados Unidos, a Jair Bolsonaro. Naquela ocasião, a solicitação foi feita pela equipe de defesa do ex-presidente brasileiro, mas o ministro do STF entendeu que o encontro poderia representar algum tipo de ingerência estrangeira em assuntos internos do país, por conta do ano eleitoral.
O principal motivo para a visita de Milei ao país, no entanto, será a Convenção Nacional do PL, prevista para o próximo dia 25 de julho, quando o partido pretende formalizar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. “Além da chapa presidencial, serão homologadas as candidaturas do partido a Governos Estaduais, Senado, Câmara Federal e Assembleias Legislativas”, informou a sigla em comunicado. O encontro será realizado na Arena Pacaembu, em São Paulo.
O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional do partido, decidiu retirar seu nome da disputa pela Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão foi confirmada nesta quinta-feira (9) pelo PSDB, que informou que a sigla não terá candidato próprio ao Palácio do Planalto neste pleito.
Aécio comunicou a desistência em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. O partido não informou quais foram os motivos que levaram o parlamentar a abrir mão da candidatura. A possibilidade de uma chapa presidencial havia ganhado força nos últimos meses, principalmente após uma articulação do Cidadania, integrante de uma federação com o PSDB e o Solidariedade, que sugeriu o nome do tucano.
O deputado mineiro também recebeu apoio de integrantes do PSDB de São Paulo e do ex-governador Ciro Gomes, que chegou a defender a candidatura de Aécio antes de anunciar sua própria pré-candidatura ao governo do Ceará pelo partido tucano.
Com a decisão, o PSDB deixa de apresentar uma candidatura presidencial pela primeira vez desde a redemocratização. A sigla disputou o segundo turno das eleições de 2006, 2010 e 2014, além de ter lançado nomes como José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves para a corrida ao Planalto.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta sexta-feira (10/7), a apreensão de lotes falsificados do medicamento Mounjaro. A medida foi tomada após a detentora do registro do medicamento identificar no mercado unidades com características divergentes das originais.
De acordo com a resolução publicada pela agência, os seguintes lotes não podem ser comercializados, distribuídos ou utilizados:
Mounjaro 10 mg: lote 855044
Mounjaro 15 mg: lotes D880403, MJR 257 e D854901
As irregularidades incluem lotes não reconhecidos pela fabricante, números de série incompatíveis, dispositivos de aplicação fora dos padrões originais e erros de grafia na rotulagem.
Produtos sem registro
A Anvisa também proibiu a venda, distribuição, fabricação e divulgação de uma série de produtos sem registro, notificação ou cadastro na agência, fabricados por empresas sem Autorização de Funcionamento.
O Ministério Público Eleitoral recomendou que redes sociais e provedores de aplicativos adotem boas práticas para assegurar o cumprimento das regras eleitorais nas Eleições de 2026. O objetivo é conter a desinformação e combater a violência política, com base em resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Marco Civil da Internet e em decretos federais.
Expedida pelo vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, a recomendação foi encaminhada a Meta, Google, Microsoft, TikTok, X (antigo Twitter), Kwai e Flickr, além de compartilhada com os procuradores regionais eleitorais de todo o país para garantir a fiscalização.
Entre as medidas, o MP Eleitoral cobra a exclusão imediata de perfis e publicações que incitem atos antidemocráticos, violência política, discurso de ódio e desinformação eleitoral. As plataformas também devem rotular com clareza os materiais produzidos por inteligência artificial e impedir a circulação de deepfakes — conteúdos sintéticos que alteram áudio, vídeo ou imagem. As regras do TSE proíbem a veiculação desse tipo de material com imagem ou voz de candidatos nas 72 horas anteriores ao pleito e nas 24 horas seguintes.
As empresas ficam ainda obrigadas a consultar o repositório de decisões do TSE, de modo a evitar que mensagens já reconhecidas como irregulares voltem a circular. Nesses casos, a remoção deve ser imediata, mesmo sem nova ordem judicial. Antes de retirar o material do ar, porém, as plataformas precisam preservar as provas digitais, guardando registros de acesso e outras informações para uso em investigações e ações judiciais.
O documento também determina a criação de canais de denúncia acessíveis e permanentes. Ao remover uma postagem, a empresa deve informar de forma clara os motivos e oferecer ao usuário mecanismos para contestar a decisão.
Outro ponto é a proibição do impulsionamento pago de conteúdos ilícitos, inclusive em links patrocinados e buscas. As plataformas devem criar mecanismos para detectar, rotular e remover perfis falsos, bots e redes coordenadas de desinformação, além de limitar o microdirecionamento de anúncios políticos baseados em dados de navegação ou informações sensíveis dos eleitores. O MP recomenda ainda a adoção de planos de conformidade proporcionais ao porte de cada empresa, com auditorias de impacto, transparência periódica e treinamento de pessoal, e o envio à Justiça Eleitoral de dados sobre moderação, sistemas de recomendação e relatórios de transparência.
Na recomendação, o Ministério Público destaca o papel central das plataformas na difusão de conteúdo político e na definição da visibilidade das mensagens. Por isso, enfatiza que elas devem combater não só a desinformação, mas também a violência política — o que inclui ameaças, intimidação, discurso de ódio e campanhas de assédio voltadas a silenciar a participação de grupos historicamente vulnerabilizados, como mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência.
O texto lembra que as plataformas podem ser responsabilizadas por conteúdos de terceiros, conforme decisão recente do STF, e reforça a necessidade de seguir as resoluções do TSE e o Decreto nº 12.975/2026, que prevê responsabilização por falha sistêmica caso publicações criminosas não sejam removidas.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de R$ 119 milhões em bens de Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL. A decisão fundamenta-se em investigações da Polícia Federal (PF) que apontam um suposto esquema de direcionamento irregular de emendas parlamentares, no qual o dirigente influenciaria a destinação de recursos mesmo sem exercer mandato no Congresso Nacional.
De acordo com a PF, mensagens interceptadas revelam que funcionários da Câmara dos Deputados operacionalizavam as indicações sob orientação de Valdemar. O esquema consistiria em alocar deputados federais como ‘solicitantes’ fictícios para conferir aparência de legalidade a decisões tomadas pelo presidente do partido. Entre os nomes citados nas investigações estão os assessores Garigham Amarante e Mariângela Fialek, conhecida como Tuca.
Defesa alega ‘criminalização da política’
Em nota oficial, a defesa de Valdemar Costa Neto manifestou surpresa com a decisão e criticou as medidas cautelares. Os advogados Marcelo Luiz Ávila de Bessa e Thiago Lôbo Fleury afirmam que a decisão de Dino baseia-se em “premissas frágeis” e promove uma “indevida criminalização da atividade político-partidária”.
“É natural e legítimo, no sistema democrático, que um presidente partidário dialogue com parlamentares e influencie politicamente sua bancada. Nada há de criminoso nisso”, diz o comunicado. A defesa ressalta ainda que a Procuradoria-Geral da República (PGR) teria se manifestado contrariamente ao bloqueio de bens e que não há provas de vantagem pessoal ou dolo por parte de Valdemar.
A defesa de Mariângela Fialek enfatizou que a servidora possui perfil estritamente técnico e apartidário, com passagens por diferentes governos. Segundo a nota, sua função na organização das emendas seguia diretrizes da Presidência da Casa e do Colégio de Líderes, sendo todas as informações públicas e auditáveis.
No campo político, o senador Flávio Bolsonaro (PL) saiu em defesa do dirigente. O parlamentar acusou a Polícia Federal de atuação seletiva e afirmou que a operação visa constranger adversários do governo Lula. “Essa perseguição precisa parar”, declarou o senador.
O caso segue em fase preliminar de investigação sob sigilo, e a defesa de Valdemar informou que adotará as medidas judiciais cabíveis para reverter o bloqueio patrimonial e demonstrar a improcedência das acusações.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) negou mais um recurso e manteve, por unanimidade, a cassação dos mandatos do prefeito de São Miguel do Gostoso, Leonardo Teixeira da Cunha, o Leo de Doquinha (PSD), e do vice-prefeito João Eudes (PT).
Em julgamento realizado nesta sexta-feira 10, a Corte rejeitou embargos de declaração e abriu caminho para que o caso seja encerrado e o município tenha eleições suplementares para escolha de novos gestores.
Além da cassação do prefeito e do vice, o TRE-RN também manteve a inelegibilidade do ex-prefeito José Renato Teixeira de Souza, o Renato de Doquinha, por oito anos. Os três são acusados de prática de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024.
Os embargos de declaração são um tipo de recurso destinado a corrigir eventuais omissões, contradições, obscuridades ou erros materiais de uma decisão judicial. No julgamento, o TRE concluiu que a defesa não apontou qualquer vício dessa natureza e que, na prática, pretendia apenas rediscutir o mérito do processo, o que não é admitido por esse instrumento processual.
“O inconformismo da parte com a conclusão adotada no julgamento não caracteriza omissão ou contradição e não autoriza a rediscussão de fundamentos já enfrentados pelo órgão julgador”, afirmou o relator, juiz Eduardo Pinheiro.
A decisão mantém integralmente o acórdão proferido pelo TRE-RN no dia 26 de maio, quando a Corte confirmou a sentença da 14ª Zona Eleitoral e reconheceu que houve utilização da máquina pública para favorecer a chapa vencedora da eleição municipal.
Segundo o relator, o acórdão anterior enfrentou todos os pontos levantados pela defesa, inclusive as alegações de que teria havido aplicação equivocada de entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), insuficiência de provas, ausência de individualização das condutas e omissão quanto às justificativas apresentadas para as contratações temporárias.
O Tribunal também rejeitou a tese de que a condenação teria sido baseada apenas em depoimentos testemunhais. De acordo com o voto, o reconhecimento do abuso decorreu da análise conjunta de diversos elementos de prova, como o crescimento expressivo das contratações temporárias, a inexistência de processo seletivo, a ausência de critérios objetivos para admissão de servidores, o aumento das despesas com pessoal e o descumprimento de decisão judicial anterior que já vedava esse tipo de contratação sem justificativa excepcional.
Para os magistrados, também houve correta individualização das responsabilidades. Leo de Doquinha e João Eudes permaneceram condenados à perda dos mandatos por terem sido beneficiários da prática abusiva, enquanto Renato de Doquinha segue inelegível por ter sido apontado como responsável direto pelas contratações consideradas irregulares.
Histórico No julgamento realizado em 26 de maio, o TRE-RN confirmou, por unanimidade, a sentença do juiz Pablo de Oliveira Santos, da 14ª Zona Eleitoral, que havia cassado os diplomas do prefeito e do vice em outubro de 2025.
Na ocasião, a Corte concluiu que a Prefeitura de São Miguel do Gostoso promoveu uma contratação massiva de servidores temporários ao longo de 2024 sem processo seletivo e sem comprovação de necessidade excepcional, utilizando a estrutura administrativa para beneficiar eleitoralmente a candidatura apoiada pelo então prefeito Renato de Doquinha.
Os dados analisados no processo apontam que o número de contratados temporários passou de 412 em janeiro de 2024 para 792 em setembro, mês anterior às eleições, crescimento de 93,67%. Após o pleito, em janeiro de 2025, esse total caiu para 363 servidores.
O TRE também destacou que as despesas com pessoal temporário cresceram de R$ 880 mil em janeiro para R$ 1,59 milhão em setembro de 2024.
No voto reafirmado agora, Eduardo Pinheiro ressaltou que o aumento de 385 contratações temporárias em um município com apenas 9.540 eleitores evidenciou gravidade suficiente para comprometer a igualdade da disputa eleitoral.
“O incremento de 93,67% no quadro de pessoal afasta qualquer margem de dúvida quanto à certeza do abuso do poder político”, registrou o relator.
A Corte também considerou relevante o fato de o então prefeito ter descumprido decisão judicial transitada em julgado que já proibia novas contratações temporárias sem processo seletivo e sem demonstração de necessidade excepcional.
Durante o processo, a defesa sustentou que as admissões decorreram de demandas administrativas relacionadas, entre outros fatores, ao aumento das atividades na educação e ao turismo, além de argumentar que não havia prova de troca de empregos por votos. Os argumentos foram rejeitados tanto no julgamento de mérito quanto na análise dos embargos.
Com a rejeição dos embargos de declaração, permanece válida a decisão que cassou os mandatos de Leo de Doquinha e João Eudes e declarou Renato de Doquinha inelegível por oito anos. Quando os últimos recursos forem julgados, o município deverá ter novas eleições, para eleger um prefeito e um vice-prefeito para concluírem o mandato até 31 de dezembro de 2028.
A pré-candidata à Câmara Federal Nina Souza recebeu uma expressiva demonstração de apoio em Mossoró durante um grande encontro político realizado nesta sexta-feira (10). O evento reuniu uma multidão de apoiadores e reforçou o fortalecimento de sua pré-campanha na região Oeste do Rio Grande do Norte.
Estiveram à frente da mobilização o vereador Jailson Nogueira, o vereador Wiginis do Gás, o ex-vereador Tony Fernandes, o ex-vereador Edson e a suplente de vereadora Irmã Zeni, que reuniram lideranças e apoiadores em torno do projeto político de Nina para a Câmara dos Deputados.
O encontro também contou com a presença da ex-governadora Rosalba Ciarlini, que declarou apoio à pré-candidatura de Nina Souza, ampliando o arco de alianças da vereadora na região Oeste.
Para Nina Souza, o momento representa mais um passo importante na construção de sua caminhada. “Fico muito feliz em ver tantas pessoas acreditando no nosso projeto. Recebo cada apoio com muita gratidão e responsabilidade. Vamos seguir percorrendo o Rio Grande do Norte, ouvindo as pessoas e trabalhando para levar a voz do nosso estado à Câmara Federal”, afirmou.
O deputado estadual e pré-candidato à reeleição Nelter Queiroz (Progressistas) voltou a figurar entre os nomes mais lembrados pelo eleitorado potiguar em dois novos levantamentos de intenção de voto para deputado estadual, divulgados na última quinta-feira (9). Os resultados reforçam a sequência positiva registrada pelo parlamentar nas pesquisas realizadas nas últimas semanas e consolidam seu desempenho entre os principais nomes da disputa.
Na pesquisa Média/O Potengi, Nelter aparece com 1,05% das intenções de voto, ocupando o 2º lugar entre os pré-candidatos da Federação Progressistas/União Brasil e figurando empatado na 6ª colocação geral. O levantamento ouviu 2.000 eleitores, entre os dias 3 e 8 de julho, possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro RN-08092/2026.
Já na pesquisa SETA, o deputado registra 0,8% das intenções de voto, alcançando novamente o 2º lugar da Federação Progressistas/União Brasil e a 9ª colocação geral. O instituto entrevistou 1.500 eleitores entre os dias 4 e 6 de julho. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95% e registros RN-04846/2026 e BR-08821/2026.
“Recebo esses resultados com gratidão e, principalmente, com muita responsabilidade. Eles representam o reconhecimento de um trabalho construído ao longo dos anos, sempre com presença nos municípios, diálogo com a população e defesa das causas do Rio Grande do Norte. Continuarei percorrendo o nosso Estado, ouvindo as pessoas e trabalhando com o mesmo compromisso de sempre. Quem conhece nossa trajetória sabe que nosso mandato é de trabalho, proximidade e resultados.”, afirmou Nelter Queiroz.
Em seu nono mandato consecutivo na Assembleia Legislativa, Nelter Queiroz mantém atuação destacada em defesa do fortalecimento dos municípios, apresentando proposições e articulando ações nas áreas de saúde, infraestrutura, segurança hídrica, agricultura, desenvolvimento regional e geração de oportunidades para os potiguares
A 25ª Cavalgada de Sant’Ana voltou a emocionar Currais Novos, reunindo centenas de cavaleiros, amazonas e famílias em um dos momentos mais marcantes da programação social da Festa de Sant’Ana 2026. Com um grande desfile pelas principais ruas da cidade, o evento reforçou a beleza da cultura sertaneja, da fé e da devoção à padroeira.
A organização do evento confirmaram o sucesso de mais uma edição da cavalgada, que manteve viva uma tradição que atravessa gerações. Encerrando a programação, os shows no Parque de Exposições garantiram animação e lotaram o espaço, celebrando a cultura nordestina em uma noite de muita música e confraternização.
Um carro roubado em Currais Novos foi recuperado nesta quinta-feira (09) após uma ação integrada das forças de segurança do Rio Grande do Norte e da Paraíba. O suspeito do crime foi preso na cidade de Santa Luzia (PB).
A recuperação do veículo foi resultado do trabalho conjunto das Polícias Civil e Militar de Currais Novos, com o apoio da Polícia Militar da Paraíba. A rápida troca de informações e as diligências realizadas ao longo do dia permitiram localizar o automóvel e efetuar a prisão do suspeito.
O proprietário do veículo agradeceu o empenho das equipes envolvidas na ocorrência e destacou a atuação rápida das forças de segurança, que possibilitou a recuperação do carro ainda no mesmo dia do roubo.
A 2º Vara Cível da Comarca de Natal condenou um banco digital a indenizar em R$ 10.200 um cliente que perdeu o mesmo valor após sofrer um golpe com falsos atendentes. Somado a condenação por danos morais, o banco terá pagar R$ 13.200 ao homem. A decisão foi divulgada pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) nesta sexta-feira (10).
De acordo com a sentença, da juíza Sulamita Bezerra, o autor teria sido informado pelos golpistas que estavam tentando fazer compras com o seu cartão, sendo induzido a realizar seis transferências bancárias que totalizaram R$ 10.200,00.
Os autos judiciais relatam que, no dia 16 de julho do ano passado, o cliente recebeu uma ligação de uma pessoa que afirmava ser atendente do banco digital. A mulher falou para o consumidor que havia acontecido uma tentativa de compra por meio do cartão virtual do autor da ação em uma loja no Rio Grande do Sul.
Além disso, ela também possuía conhecimento prévio de informações sensíveis do autor da ação, como nome completo, CPF e dados bancários.
A suposta atendente informou, ainda, que havia duas compras em análise no nome do autor, cada uma no valor de R$5.000,00, sendo uma no débito e outra no crédito. Para que as compras fossem canceladas, a mulher disse que o consumidor teria que seguir todas as orientações para proteger a conta. O homem então abriu a conta digital do banco e passou a seguir tudo que estava sendo dito pela atendente.
Assim que abriu o aplicativo do banco, o homem se deparou com a mensagem informando que estava “pagando” R$ 1.700,00 para uma das partes ré. O consumidor questionou o motivo de estar aparecendo a tela em questão, com o nome “pagamento”. A suposta atendente respondeu que esse procedimento era necessário para o cancelamento da compra, com o autor repetindo a ação outras seis vezes, totalizando a quantia de R$ 10.200,00.
O valor debitado da conta do consumidor pertencia à sua avó paterna, servidora estadual aposentada, que sofre com sequelas de um AVC sofrido em 2020.
Análise judicial
De acordo com a magistrada responsável, o caso deve ser analisado levando em consideração o Código de Defesa do Consumidor (CDC), tendo em vista que a relação entre as partes é de consumo. Consta na sentença que as instituições financeiras, ao oferecerem seus serviços no mercado de consumo, assumem a responsabilidade objetiva pelos danos causados aos seus clientes, independentemente da existência de culpa.
“Tal responsabilidade fundamenta-se na teoria do risco do empreendimento, segundo a qual todo aquele que se dispõe a exercer alguma atividade no mercado de consumo tem o dever de responder pelos eventuais vícios ou defeitos dos bens e serviços fornecidos, independentemente de culpa”, escreveu a juíza.
Além disso, também foi destacado pela magistrada que o vazamento de informações sensíveis evidencia uma vulnerabilidade em relação ao sigilo e custódia de dados por parte da instituição financeira.
Ainda foi observado pela juíza que a dinâmica das transferências, com todas sendo realizadas no exato valor de R$ 1.700,00 para o mesmo beneficiário deveria ter acionado imediatamente os mecanismos de bloqueio preventivo da instituição. No entendimento da juíza, o banco falhou em fornecer a segurança que o consumidor esperava.
O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, é investigado pela Polícia Federal por suspeita de usar recursos de fraudes atribuídas ao banco para financiar uma campanha de desinformação contra o Banco Central. Segundo a investigação, influenciadores digitais teriam recebido pagamentos de até R$ 2 milhões para atacar a credibilidade da instituição nas redes sociais.
A apuração faz parte da 10ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada na quinta-feira (9), com autorização do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). A operação investiga indícios de atuação coordenada em redes sociais contra o Banco Central, responsável por determinar a liquidação do Master em novembro do ano passado.
Na decisão que autorizou a operação, Mendonça citou elementos reunidos pela Polícia Federal segundo os quais Vorcaro teria utilizado recursos das fraudes investigadas no banco liquidado para financiar uma campanha de comunicação chamada “Projeto DV”.
De acordo com a PF, também há indícios de intimidação e coerção contra influenciadores que recusaram as ofertas. A investigação aponta ainda que jornalistas e pessoas ligadas a autoridades públicas teriam sido monitoradas de forma ilícita.
A operação também apura a possível atuação de uma organização criminosa voltada à obtenção indevida de informações sigilosas e à adoção de medidas para interferir em investigações criminais em andamento.
Um dos alvos da operação foi Thiago Miranda, dono da Miranda Comunicação, também conhecida como Agência MiThi. A decisão autorizou mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao empresário, diante do risco de perda de provas digitais.
Mensagens analisadas pela investigação indicam conversas entre Miranda e Vorcaro sobre formas de obter informações privadas da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, em uma tentativa de impedir novas reportagens sobre o Banco Master. Após não encontrarem informações que pudessem comprometê-la, os dois chegaram a cogitar a contratação da jornalista com salário na faixa de R$ 120 mil, além de “luvas” contratuais.
Em nota à CNN, a defesa de Thiago Miranda negou qualquer ilegalidade A defesa declarou ainda que Miranda está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos e demonstrar, no foro adequado, a regularidade de sua conduta.
Confira a nota completa:
“Acerca dos fatos amplamente divulgados no dia de hoje, a defesa de Thiago Miranda vem a público refutar, de forma categórica, a prática de qualquer ilegalidade por seu constituinte.
Thiago Miranda sempre pautou sua atuação profissional pela legalidade, pela transparência e pelo respeito às instituições e pelo livre exercício da liberdade de expressão, não tendo praticado qualquer ato criminoso, tampouco participado de conduta destinada a intimidar, coagir, constranger ou violar direitos de terceiros. A defesa esclarece que a existência de investigação em curso não autoriza qualquer juízo antecipado de culpa, devendo ser rigorosamente preservadas as garantias constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa, do contraditório e, sobretudo, da presunção de inocência.
Thiago Miranda está inteiramente à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos necessários, colaborar com a apuração dos fatos e demonstrar, no foro próprio, a absoluta regularidade de sua conduta. Por fim, informa que a defesa acompanhará atentamente todos os atos do procedimento e adotará as medidas jurídicas cabíveis para assegurar que os fatos sejam apurados com equilíbrio, técnica e respeito às garantias legais, afastando-se conclusões precipitadas ou interpretações incompatíveis com a realidade.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a indisponibilidade de R$ 119.216.703,15 em ativos do presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, em virtude de investigações sobre um esquema de direcionamento ilícito de emendas parlamentares.
A decisão se fundamenta em indícios de que o ex-deputado, mesmo sem mandato, atuava como “vetor de definição e remanejamento” de recursos públicos, se utilizando de servidores da Câmara dos Deputados para operacionalizar o desvio de finalidade de verbas do orçamento.
As investigações, que são desdobramentos da Operação Transparência (deflagrada em dezembro de 2025), revelaram a existência de um mecanismo informal na Câmara. Segundo a Polícia Federal (PF), Valdemar contava com o apoio de servidores para direcionar emendas de comissão conforme seus interesses pessoais e partidários.
Para conferir “ares de legalidade”, o grupo registrava falsamente deputados federais em exercício como “solicitantes” das indicações nos sistemas oficiais, escondendo que as ordens partiam de um não parlamentar. O período da prática delituosa compreende, segundo a hipótese criminal, o intervalo entre junho de 2024 e março de 2026.
A PF identificou pelo menos 21 emendas parlamentares forjadas. De acordo com as investigações, mesmo sob o cenário mais conservador dos desvios, pelo menos R$ 104 milhões já haviam sido efetivamente liquidados e pagos.
As indicações do presidente do PL — frequentemente citado em planilhas do esquema sob a rubrica “VCN” ou “Valdemar” — concentravam-se em municípios do estado de São Paulo e contemplavam áreas como Saúde, Turismo, Esporte e Cidades.
Conforme apontam as tabelas incluídas nos autos do processo, os repasses fraudulentos incluem o envio de R$ 24.999.298,00 para a Saúde de Porto Seguro, na Bahia — sob a gestão de Jânio Natal (PL) —, e duas transferências para Caraguatatuba, em São Paulo — com Mateus Silva (PSD) à frente do Executivo local —, nos valores de R$ 16,5 milhões e R$ 6,5 milhões, todas datadas de 26 de junho de 2024.
Na mesma data, o município de Suzano, também em SP — que tem Pedro Charles Shirakawa Ishi (PL) como prefeito —, também foi destino de dois repasses para a Saúde, nos montantes de R$ 15.802.140,00 e R$ 11.033.059,00. Já em 18 de dezembro de 2024, a destinação suspeita foi de R$ 5.075.004,15 para a área de Turismo em Santa Fé do Sul (SP), com Evandro Farias Mura (Republicanos) à frente da Prefeitura.
Personagens-chave A decisão aponta a atuação de três servidores da Câmara dos Deputados como braços operacionais de Valdemar no esquema. Entre eles está Mariângela Fialek, conhecida como “Tuca”, apontada como responsável pela organização e pelo encaminhamento das emendas do chamado “orçamento secreto”.
Junto a ela atuava Nara Benedetti Nicolau Brum, lotada na Liderança do PL, cuja função seria viabilizar tecnicamente as destinações e cadastrar as planilhas do parlamentar. O terceiro operador identificado é Garigham Amarante Pinto, advogado na Liderança do partido e emissário direto de Valdemar, que ficava encarregado de negociar valores globais — a exemplo de um montante de R$ 24 milhões destinado ao Turismo, mencionado em diálogos interceptados.
Diante das evidências, os investigados respondem pelos crimes de peculato-desvio (artigo 312 do Código Penal) e associação criminosa.
Determinações de Dino Além do bloqueio de bens determinado via sistemas Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud) , Renajud e Central Nacional de Indisponibilidade de Bens (CNIB), o ministro Flávio Dino ordenou a suspensão imediata da execução de todas as despesas públicas ligadas às 21 emendas identificadas, paralisando empenhos, liquidações ou pagamentos em curso.
O magistrado estabeleceu o prazo de 10 dias para que a Câmara apresente, de forma individualizada, todos os documentos de tramitação interna dessas emendas. A decisão também prevê a notificação da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Controladoria-Geral da União (CGU) para fins de fiscalização, além da comunicação oficial aos municípios beneficiários sobre a suspensão dos recursos.
Ao fundamentar as medidas, Dino enfatizou que a execução orçamentária deve seguir rigorosamente os princípios constitucionais de transparência e rastreabilidade. O ministro ressaltou ainda que a ascendência de agentes sem mandato sobre o orçamento público fere diretamente a moralidade administrativa e o regime republicano.
A Polícia Científica do Rio Grande do Norte (PCIRN) concluiu o laudo pericial sobre o incêndio que destruiu a estrutura do Circo do Tirú, instalada no estacionamento da Arena das Dunas, em Natal. Segundo o documento, a hipótese mais provável para o início das chamas é uma origem elétrica.
O incêndio ocorreu na madrugada de 11 de maio de 2026, em um período em que o circo não estava em funcionamento. Não houve registro de vítimas ou feridos, mas a estrutura principal foi gravemente atingida, com danos ao picadeiro, arquibancadas, palco, bastidores, equipamentos e materiais que estavam no interior do espaço.
A perícia foi realizada pelo Instituto de Criminalística, por meio do Setor de Perícias de Engenharia Legal e Meio Ambiente. O trabalho incluiu uma vistoria inicial no dia do incêndio, com coleta de vestígios e registros fotográficos, além de uma segunda etapa para análise dos remanescentes da estrutura e identificação de elementos que ajudassem a esclarecer a dinâmica do fogo.
Também foram avaliadas imagens do sistema de videomonitoramento da Arena das Dunas e informações solicitadas à empresa responsável pelo evento e à Neoenergia Cosern.
De acordo com o laudo, os vestígios mais relevantes estavam concentrados em uma área da estrutura voltada para a Arena das Dunas, onde havia equipamentos eletrônicos, fiação e estruturas usadas para iluminação, som e painel de LED.
As imagens analisadas indicaram que as chamas começaram nessa região e se espalharam rapidamente para outros pontos da estrutura, até que o incêndio atingiu grandes proporções.
Com base nos vestígios encontrados e nos registros audiovisuais analisados, a Polícia Científica apontou a origem elétrica como o mecanismo mais provável de ignição inicial. O laudo foi encaminhado à autoridade policial responsável pela investigação.