A candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Rio Grande do Norte conquistou uma adesão expressiva no Seridó. A vice-prefeita de Jucurutu, Dra. Paula Tôrres, ao lado de seu esposo Dr Saint Clair, anunciou nesta quinta-feira (17) apoio a Allyson e deixou o grupo de lideranças alinhadas a Álvaro Dias na disputa estadual, que sempre acompanhou o ex-prefeito de Natal.
O movimento ganha relevância por ocorrer em uma região de forte identificação política com Álvaro. Jucurutu está inserida nessa área de influência do Seridó e mantém proximidade geográfica e política com Caicó, cidade natal de Álvaro. Nesse cenário, a mudança de posição de uma liderança que ocupa a vice-prefeitura ultrapassa os limites do município e repercute na disputa pelo apoio do eleitorado seridoense.
Historicamente ligada ao campo político de Álvaro, Dra. Paula passa agora a integrar o projeto de Allyson para o Governo do Estado. A adesão fortalece a articulação do candidato na região e indica que a corrida eleitoral no Seridó permanece aberta.
Para Allyson, a chegada da vice-prefeita representa mais um passo na ampliação de sua base entre lideranças municipais. Para Álvaro, a saída expõe na reta final uma fissura justamente no território associado à sua origem e à construção de sua trajetória política.
Quem pretende utilizar o e-Título no dia das Eleições 2026 deve se antecipar. O aplicativo precisa ser instalado e ter o primeiro acesso concluído até o sábado anterior ao pleito. Não basta apenas fazer o download, mas também é necessário realizar o primeiro acesso e concluir a validação das informações.
A medida é adotada pela Justiça Eleitoral para evitar a sobrecarga do aplicativo nos dias de votação, quando o número de acessos aumenta significativamente. Por isso, o download e o primeiro acesso são interrompidos no dia da eleição, para permitir que o sistema funcione de forma estável para quem já ativou o aplicativo.
e-Título pode ser usado para votar
A versão digital do título eleitoral com fotografia pode ser utilizada como documento de identificação para votar. O eleitor deve apresentar o e-Título diretamente na tela do celular ou tablet.
Vale lembrar que a captura de tela do e-Título não será aceita como documento de identificação. Além disso, quem não tiver fotografia no aplicativo deverá apresentar um documento oficial de identificação com foto.
Consulte o local de votação
O e-Título também permite consultar o local de votação. Antes da eleição, o eleitor pode acessar o aplicativo para conferir a zona e a seção eleitoral e verificar as informações atualizadas.
A segunda etapa do Programa de Recuperação de Rodovias do Rio Grande do Norte chegou a 81% de execução. O programa estadual reúne investimentos de R$ 1,037 bilhão. Considerando as ações do Estado e as parcerias com o Governo Federal, vai resultar na recuperação de mais de 2.100 quilômetros de estradas em todo o RN.
Ao final da segunda etapa, a previsão é de que aproximadamente 60% das rodovias estaduais pavimentadas tenham passado por intervenções de recuperação. A primeira etapa do programa, já concluída, contemplou três lotes. A segunda etapa foi ampliada para seis lotes e alcança todas as regiões do Estado, do Oeste ao litoral, fortalecendo a ligação entre municípios, áreas produtoras, centros de comércio e serviços e os principais destinos turísticos potiguares.
Para o secretário de Estado da Infraestrutura, Gustavo Coelho, a dimensão do programa está diretamente relacionada à necessidade de garantir uma infraestrutura capaz de acompanhar a dinâmica econômica do Rio Grande do Norte. “Recuperar uma rodovia é muito mais do que melhorar seu pavimento. É garantir segurança para quem circula, reduzir dificuldades para o transporte da produção, aproximar municípios e regiões.
Estamos avançando para concluir um programa que tem presença em todas as regiões do Estado e que representa um investimento histórico na nossa infraestrutura rodoviária”, afirma o gestor.
A segunda etapa do Programa teve sua execução distribuída em seis lotes. No Lote 1, que contempla a Região Central, o Médio Oeste e o Litoral Norte, dos sete trechos previstos, quatro já foram inaugurados e os outros três apresentam mais de 90% de execução. Ao todo, 163 quilômetros já foram entregues. O Lote 2, que abrange principalmente o Seridó e a região de Macau, está 100% concluído e entregue.
No Lote 3, na região Agreste, estão previstos 114 quilômetros, dos quais 55 quilômetros já foram concluídos. O Lote 4, que contempla o Agreste e o Litoral Sul, incluindo acessos a áreas como Barra do Cunhaú e Baía Formosa, prevê 98 quilômetros. Desse total, 71 quilômetros já foram entregues, correspondendo a mais de 70% da extensão prevista.
Apenas 31,41% da população do Rio Grande do Norte é atendida por rede coletora de esgoto. O percentual está longe da meta estabelecida pelo Marco Legal do Saneamento, que prevê atendimento de 90% da população brasileira com coleta e tratamento de esgoto até o fim de 2033.
O dado consta em levantamento realizado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) sobre as condições do saneamento básico nos municípios potiguares. Além da baixa cobertura, o diagnóstico do TCE-RN identificou problemas na destinação dos efluentes e dos resíduos gerados pelas unidades de tratamento.
Das 142 prefeituras que responderam ao questionário enviado pelo Tribunal, 97, equivalentes a 68,31% da amostra, declararam não realizar de maneira ambientalmente adequada a destinação final dos esgotos provenientes de unidades de tratamento coletivas ou individuais. Em relação aos lodos produzidos nesses sistemas, 99 municípios, ou 69,72%, informaram que a destinação também é inadequada.
O levantamento reuniu informações de 142 dos 167 municípios do Rio Grande do Norte e dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa), todos referentes a 2024. O trabalho analisou seis áreas: abastecimento de água, esgotamento sanitário, resíduos sólidos, drenagem urbana, planejamento e regulação.
No abastecimento de água, o cenário é melhor do que o registrado no esgotamento sanitário, mas ainda permanece abaixo do desempenho nacional. Segundo o Sinisa, 76,38% da população potiguar é atendida por rede de distribuição. O índice supera a média do Nordeste, de 73,70%, mas fica abaixo da média brasileira, de 84,14%.
A coleta de resíduos sólidos domiciliares alcança 90,70% da população do Estado. O percentual, entretanto, esconde uma forte desigualdade entre os moradores das áreas urbanas e rurais. Nas cidades, a cobertura chega a 98,01%. Na zona rural, apenas 51,64% da população conta com o serviço.
As limitações também aparecem na coleta seletiva e na recuperação dos materiais descartados. Entre as 142 prefeituras consultadas, 97, ou 68,31%, informaram não possuir coleta seletiva. Somente 19 municípios, correspondentes a 13,4% da amostra, declararam contar com unidades de triagem.
A estrutura destinada ao reaproveitamento dos resíduos é ainda mais restrita. Segundo as respostas encaminhadas ao TCE-RN, 135 municípios não possuem unidades de reciclagem e 132 não dispõem de unidades de compostagem.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) lideram o ranking de gastos declarados durante os primeiros 30 dias de campanha pelos candidatos que concorrem ao Planalto.
Dados declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que o petista desembolsou R$ 65 milhões ao longo do último mês, R$ 10 milhões a mais que os R$ 55 milhões gastos pela campanha do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Somados, os gastos dos dois candidatos correspondem a 77% do montante declarado por todos os presidenciáveis.
Veja o ranking completo das despesas declaradas pelos presidenciáveis:
A governadora Fátima Bezerra (PT) atribuiu à frustração de receitas as dificuldades enfrentadas pelo Governo do Rio Grande do Norte nos repasses aos municípios e garantiu que o pagamento dos servidores continuará sendo prioridade até o fim da gestão. Em entrevista ao Dê o Play, da Jovem Pan Natal, nesta quarta-feira (16), Fátima também anunciou a liberação dos primeiros 10 quilômetros da duplicação da BR-304 no próximo dia 30 de setembro.
A declaração sobre os municípios ocorre após a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) anunciar que pretende recorrer ao Ministério Público para cobrar transferências de ICMS e Fundeb. Segundo Fátima, a frustração de receitas tem provocado dificuldades no fluxo financeiro do Estado, mas o governo mantém diálogo com a entidade.
“Infelizmente, esse ano vem acontecendo uma frustração de receitas. Isso tem trazido realmente dificuldades do ponto de vista do fluxo financeiro que o Estado dispõe para fazer face às suas obrigações”, afirmou.
O Governo anunciou o pagamento de R$ 137 milhões aos municípios nesta quarta. Fátima disse que foram transferidos recursos referentes ao ICMS e ao Fundeb e afirmou que as portas permanecem abertas à Femurn. “Diálogo sempre”, declarou.
Ao falar das contas estaduais, a governadora confirmou que as medidas de contenção de despesas foram reforçadas diante de uma frustração de receitas. Apesar do cenário, assegurou que pretende manter a folha do funcionalismo em dia.
“O compromisso com a folha de pagamento dos servidores é sagrado e assim continuará sendo enquanto nós estivermos à frente dos destinos do Estado”, disse.
Fátima também anunciou que um primeiro trecho da duplicação da BR-304 será liberado no fim deste mês. “Vamos entregar dia 30, já 10 quilômetros”, afirmou. A obra é executada pelo governo federal e integra o projeto de duplicação da principal ligação rodoviária entre Natal e Mossoró.
A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) ingressou na Justiça com um pedido de bloqueio de recursos do Governo do Estado para cobrar uma dívida superior a R$ 100 milhões relacionada ao financiamento da Farmácia Básica nas prefeituras.
Segundo o presidente da entidade, José Augusto Rêgo, a cobrança tem origem em uma ação iniciada em 2012 e cuja decisão já transitou em julgado, sem possibilidade de novos recursos. A Femurn apresentou agora o pedido de execução da sentença e quer que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) determine o bloqueio de valores nas contas estaduais.
A entidade pede que o Governo passe a transferir R$ 3 milhões por mês até a quitação integral do débito. O Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Norte (Cosems/RN) está realizando um levantamento para calcular quanto cada município terá direito a receber.
A nova medida amplia a ofensiva da Femurn contra o Governo do Estado por atrasos em diferentes obrigações financeiras. Além da Farmácia Básica, a federação cobra repasses de ICMS, Fundeb, IPVA, royalties do petróleo e recursos do Programa Estadual de Transporte Escolar do Rio Grande do Norte (Petern). José Augusto reiterou que a dívida atual relacionada às transferências constitucionais está em aproximadamente R$ 185 milhões.
O presidente da Femurn acusou o Governo de utilizar receitas municipais para pagar despesas próprias. “Rotineiramente, ele vem usando os recursos dos municípios para cumprir as suas despesas. Isso é uma rotina”, afirmou. Segundo ele, os atrasos podem levar algumas prefeituras a postergar salários e pagamentos a fornecedores. “Se continuar, tem prefeituras que vão começar a atrasar a folha do pessoal”, alertou.
O Governo informou que repassaria nesta quarta-feira cerca de R$ 137 milhões referentes ao ICMS e ao Fundeb. A Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) sustentou que o pagamento encerraria as pendências dessas duas receitas. A Femurn contesta essa interpretação e afirma que o valor corresponde a semanas anteriores, sem incluir todas as obrigações mais recentes.
Na terça-feira 15, a Femurn ameaçou pedir intervenção federal no Estado caso as retenções continuassem após a entrada em vigor da nova legislação.
A Lei nº 12.785/2026 começa a produzir efeitos no próximo sábado 19. A norma determina que as parcelas municipais de ICMS, IPVA e Fundeb sejam separadas em contas específicas e transferidas diretamente às prefeituras, sem passar pela Conta Única do Estado. O Banco do Brasil será responsável pela distribuição dos valores.
José Augusto afirmou que, se o Governo movimentar recursos pertencentes aos municípios depois da vigência da lei, a Femurn poderá apresentar uma representação à Assembleia Legislativa por crime de responsabilidade, pedir intervenção federal e buscar a responsabilização do agente arrecadador.
“Caso, a partir do dia 19 de setembro, esses recursos que vão ficar em contas específicas para os municípios forem movimentados pelo Governo do Estado, nós vamos [apresentar] à Assembleia Legislativa uma ação de crime de responsabilidade”, declarou. “Vamos também entrar com pedido de intervenção federal e vamos também penalizar o agente arrecadador, que não poderá repassar esse dinheiro para o Governo do Estado”, acrescentou.
A entidade também reclama de atrasos no Petern. Segundo José Augusto, havia um compromisso de pagamento de R$ 5 milhões mensais, mas os valores têm sido transferidos de forma irregular, obrigando as prefeituras a custear o transporte dos alunos da rede estadual. Para o presidente da Femurn, o problema deixou de ser pontual. “Nós não podemos admitir que o problema virou uma rotina e que os municípios paguem o preço por aquilo que não é responsabilidade deles”, afirmou.
A governadora Fátima Bezerra (PT) reafirmou nesta quarta-feira (16) sua expectativa de que Cadu de Lula (PT) avance para o segundo turno da disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. Em entrevista ao Dê o Play, da Jovem Pan Natal, a petista afirmou estar “cada dia mais confiante” com o desempenho eleitoral do candidato.
Questionada diretamente se mantinha a avaliação de que Cadu chegará ao segundo turno, Fátima respondeu: “Continuo, continuo”.
A governadora citou pesquisas eleitorais recentes ao comentar o cenário e afirmou que a candidatura tem conseguido ampliar sua presença na disputa. Fátima também aposta no crescimento de Cadu entre os eleitores do presidente Lula (PT) até o dia da votação.
“A migração do voto lulista para Cadu não vai parar, ela só vai crescer”, afirmou.
Segundo Fátima, a estratégia eleitoral também passa pela associação entre as candidaturas estadual e presidencial. A governadora defendeu que a presença de Lula na campanha pode contribuir para ampliar o eleitorado de Cadu e reafirmou sua expectativa sobre o resultado.
“Nós vamos eleger Cadu de Lula governador. Vamos levar ele para o segundo turno”, declarou.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma crítica direta ao governo brasileiro em um documento presidencial sobre o combate internacional ao narcotráfico enviado ao Congresso americano na terça-feira (15) e divulgado pelo Departamento de Estado na quarta-feira (16). No documento, Trump afirma que o Brasil falhou no enfrentamento ao Primeiro Comando da Capital, o PCC, e ao Comando Vermelho e diz que as duas facções transformaram o país em um centro para o fluxo global de cocaína.
O texto faz parte da determinação anual em que a Presidência dos Estados Unidos identifica países considerados importantes rotas de trânsito ou produtores de drogas ilícitas e avalia os esforços de governos estrangeiros no combate ao narcotráfico.
Ao tratar especificamente do Brasil, Trump afirma que vários governos do Hemisfério Ocidental estão adotando medidas para reduzir o fluxo de drogas e combater cartéis, mas faz uma avaliação diferente da atuação brasileira.
Segundo o documento, o governo do Brasil falhou em enfrentar o PCC e o Comando Vermelho. O texto se refere às duas facções como organizações terroristas estrangeiras designadas pelos Estados Unidos e afirma que elas transformaram o Brasil em um centro para o fluxo global de cocaína.
Trump também afirma que as duas organizações brasileiras representam uma ameaça crescente à paz e à segurança em todo o mundo.
Na sequência, o presidente americano cobra diretamente uma mudança de postura do governo brasileiro e afirma que Brasília precisa adotar medidas mais agressivas contra as duas facções. Segundo Trump, o governo brasileiro precisa agir com urgência para enfrentar e derrotar essas organizações antes que elas se espalhem e cresçam ainda mais.
A linguagem usada pelo presidente americano coloca o combate ao crime organizado brasileiro dentro de uma discussão mais ampla da política externa dos Estados Unidos sobre narcotráfico e segurança internacional. O documento trata de diferentes países e compara a atuação de governos no enfrentamento à produção e ao tráfico de drogas.
No mesmo trecho em que critica o Brasil, a determinação também faz críticas à Nicarágua. Em outras partes do documento, Trump aborda a situação de outros países da América Latina e também cita Afeganistão e Mianmar dentro da avaliação americana sobre o cumprimento de obrigações internacionais de combate às drogas.
Classificação formal A crítica ao governo brasileiro não significa automaticamente que o Brasil tenha sido colocado na categoria específica dos países considerados pelos Estados Unidos como tendo falhado comprovadamente no cumprimento de suas obrigações internacionais de combate ao narcotráfico.
Essa é uma classificação formal prevista na legislação americana e usada dentro do processo anual de avaliação do combate internacional às drogas. O documento determina que a avaliação seja submetida ao Congresso dos Estados Unidos, acompanhada do memorando de justificativa exigido pela legislação americana, e que posteriormente seja publicada no Diário Oficial do governo federal americano.
O presidente dos Estados Unidos afirma que o governo brasileiro não enfrentou adequadamente PCC e Comando Vermelho, associa as duas facções ao fluxo internacional de cocaína e cobra medidas mais duras. A declaração representa uma cobrança explícita da Casa Branca sobre a política brasileira de combate ao crime organizado e leva para um documento oficial enviado ao Congresso americano a atuação de duas das maiores facções criminosas do Brasil.
A Prefeitura de Cerro Corá realizou, nesta quarta-feira (16), um mutirão com mais de 100 exames de ultrassonografia, ampliando o acesso da população aos serviços de diagnóstico no próprio município.
Os atendimentos aconteceram no Hospital Maternidade Clotilde Santina (HMCS) e fazem parte das ações de fortalecimento da assistência especializada ofertada pela rede municipal de saúde.
A iniciativa reduz uma dificuldade enfrentada durante anos por muitos pacientes: a necessidade de sair de Cerro Corá para realizar determinados exames. Além de evitar deslocamentos para outros municípios, a oferta local contribui para dar mais agilidade à investigação clínica, ao diagnóstico e à continuidade do acompanhamento médico.
O mutirão soma-se a outras ações realizadas recentemente pela saúde municipal, como a ampliação da oferta de especialistas e a realização de mutirões de endoscopia e ultrassonografia.
Para o prefeito Maciel de Doca, aproximar esses serviços da população é uma das prioridades da gestão.
“São mais de 100 ultrassonografias acontecendo dentro de Cerro Corá. Isso significa mais comodidade, mais acesso e mais cuidado com a nossa gente. Nosso trabalho é fazer a saúde avançar e chegar cada vez mais perto de quem precisa”, destacou.
A gestão municipal segue trabalhando para ampliar a oferta de exames, especialidades e atendimentos, fortalecendo a capacidade da rede de saúde de resolver as demandas da população dentro do próprio município.
O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou nesta quarta-feira, 16, esperar que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), coloque logo em votação a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso.
“Eu espero que o Alcolumbre coloque em votação logo, para que a gente possa ter certeza de que a gente vai ter mais tempo para descansar, para cuidar da criança, para passear, para ler alguma coisa – e não para jogar nas bets”, afirmou Lula.
Aprovada pela Câmara em maio e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em 2 de setembro, a PEC do fim da escala 6×1 ainda depende de votação no plenário da Casa, comandada por Alcolumbre.
A proposta reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e garante dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial. Sua aprovação é uma das prioridades do governo para apresentar uma entrega aos trabalhadores e reforçar a campanha de Lula à reeleição.
CLT
Durante participação no podcast Desce a Letra, o petista também defendeu mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para adaptá-la ao mundo atual.
Ao abordar a legislação trabalhista, o petista disse que sua defesa da CLT é compatível com mudanças para atualizá-la. “Eu sempre defendi a CLT e, ao mesmo tempo, defendo mudança na CLT. Uma lei que foi criada em 1943 precisa se adaptar ao mundo atual; não pode ficar a mesma coisa. Então, tem que mudar”, declarou.
Contrato coletivo e sindicatos
Lula defendeu o contrato coletivo de trabalho como instrumento para negociar jornada, reajustes salariais e outros direitos.
Ressaltou, porém, a importância de sindicatos fortes para representar os trabalhadores nessas negociações.
O filme cearense “Feito Pipa”, dirigido por Allan Deberton, foi escolhido pela Academia Brasileira de Cinema nesta quarta-feira (16) para representar o país no Oscar 2027, na categoria de “Melhor Filme Internacional”. O longa estreia no dia 5 de novembro.
“O filme Feito Pipa, de Allan Deberton, tem uma narrativa sensível que comunica universalmente e ao mesmo tempo traz uma forte identidade brasileira à partir de uma cidade do interior do Ceará. É sobre família, a cumplicidade entre avó e neto, infância, finitude e já foi premiado em festivais internacionais importantes”, afirmou Clélia Bessa, Presidente da Comissão de Seleção.
A obra estava entre os 15 longas-metragens brasileiros inscritos para a disputa da vaga. “Feito Pipa” foi premiado no Festival Internacional de Cinema de Berlim deste ano.
O filme conta a história de Gugu, um garoto de 12 anos apaixonado por futebol e criado pela avó, Dilma, uma professora aposentada que oferece a ele uma vida livre, afetiva e criativa.
O elenco conta com Lázaro Ramos, Yuri Gomes, Teca Pereira.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta quarta-feira 16, a importação, o armazenamento, a distribuição, a comercialização, a propaganda e o uso do medicamento T36, uma caneta emagrecedora da classe dos agonistas do receptor GLP-1. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União.
Segundo a Anvisa, o T36 não possui registro sanitário no Brasil e não teve segurança e eficácia avaliadas pela agência. O produto é apontado como proveniente do Paraguai.
A decisão ocorre após outra medida adotada pela Anvisa no dia 8, quando a agência proibiu a comercialização de canetas emagrecedoras anunciadas pelo site gopharma.shop.
Anvisa também determina apreensão de outros produtos De acordo com a agência, o site oferecia medicamentos sem registro no Brasil à base de tirzepatida e produtos que alegavam ter retatrutida como princípio ativo. A substância ainda não possui registro em nenhum país do mundo.
Entre os produtos anunciados estavam T.G. 15 mg, Tirzec 15 mg e Lipoless MD 15 mg, que já tinham proibição expressa de ingresso no Brasil. Além da comercialização, a Anvisa determinou a proibição da importação, distribuição, propaganda e uso desses produtos, assim como a apreensão dos itens.
A agência também reforçou que medicamentos só podem ser comercializados no Brasil por farmácias e drogarias regularizadas, incluindo seus canais digitais oficiais. Segundo a Anvisa, produtos adquiridos fora desses ambientes não têm garantia de procedência, composição ou conservação, o que pode comprometer a qualidade, a segurança e a eficácia dos medicamentos.
“2ª fase da Operação Última Chamada”: Polícia Civil, Receita Federal e Sefaz apreendem aparelhos eletrônicos estrangeiros avaliados em R$ 170 mil e prendem homem em flagrante por receptação em Natal
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, em ação conjunta com a Receita Federal e a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz/RN), realizou, nesta quarta-feira (16), a segunda fase da Operação Última Chamada, em Natal.
Durante a operação, as equipes atuaram de forma integrada na fiscalização e investigação de diferentes alvos na capital potiguar, com a verificação da origem dos produtos e a adoção das medidas legais cabíveis diante das irregularidades constatadas.
Como resultado da ação, um homem foi preso em flagrante pelo crime de receptação. Ao longo das diligências realizadas no dia 16 de setembro, foram retidos pela Receita Federal 77 smartphones, quatro smartwatches e um tablet, com valor total estimado em R$ 170 mil.
A operação também contempla a apuração de possíveis práticas relacionadas a contrabando, descaminho e demais irregularidades identificadas durante as diligências.
O objetivo da ação integrada é combater a receptação e a comercialização irregular de aparelhos celulares, além de identificar produtos provenientes de roubo ou furto e outras irregularidades.
As atividades seguem em andamento, e novos resultados poderão ser divulgados após a conclusão dos trabalhos.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil do RN – SECOMS.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), criticou a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que terminou nesta terça-feira (15) sem uma definição sobre a eventual abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes no caso envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O senador potiguar também voltou a cobrar uma reação do Senado e pressionou o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
“Todos nós certamente estamos constrangidos e indignados, porque uma sessão que foi chamada para se permitir a abertura de um inquérito contra um dos mais altos magistrados da República foi um verdadeiro teatro”, afirmou Marinho.
O senador também voltou a defender uma mudança no Regimento Interno do Senado para reduzir o poder do presidente da Casa sobre a tramitação de pedidos de impeachment contra ministros do STF. A proposta defendida pela oposição prevê que o processo avance caso reúna o apoio de 49 dos 81 senadores.
“Nós já propusemos a mudança do regimento interno para retirar esse excesso de discricionariedade por parte do presidente do Senado da República”, disse.
Outros senadores defendem mudanças
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também reagiu à sessão e defendeu que o Senado avance na discussão de uma reforma do Judiciário. Segundo ela, a proposta é reunir, no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), iniciativas que já tramitam no Congresso.
“Um grupo de trabalho para que apresente, em 60 dias, uma ampla reforma do Poder Judiciário no Brasil”, afirmou.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) também defendeu mudanças e criticou o que considera falta de mecanismos de controle sobre integrantes do Supremo.
“Numa democracia de verdade, você não pode ter nenhuma autoridade que seja imune a investigações”, declarou. Vieira também cobrou uma atuação do Senado e criticou Alcolumbre.
Sessão terminou sem definição
O STF não chegou ao mérito sobre uma eventual investigação contra Moraes. A discussão ficou concentrada em uma questão processual sobre a tramitação de petições relacionadas a Moraes e ao ministro André Mendonça.
O julgamento foi interrompido após pedido de vista do ministro Flávio Dino. Até a suspensão, o placar estava em 4 a 3 pela análise separada dos casos.
Durante a sessão, Moraes afirmou que não há pedido formal da Polícia Federal, da Procuradoria-Geral da República ou de André Mendonça para abertura de investigação.