Styvenson supera Garibaldi e é o senador mais votado da história do RN

Postado em 5 de outubro de 2026


O senador Styvenson Valentim (Podemos) quebrou outro recorde ao garantir sua reeleição. Com mais de 1,045 milhão de votos, o parlamentar superou Garibaldi Alves e garantiu a maior votação da história do cargo no Rio Grande do Norte.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral, às 21h28 deste domingo (4), 99,25% das sessões foram totalizadas. Styvenson conquistou a escolha 1.045.106 potiguares. Em 2010, Garibaldi Alves teve um registro total de 1.042.272 votos, de acordo com o histórico da Agência Senado em pleitos no Estado. Até então, o parlamentar do PMDB era o detentor do recorde.

Valentim manteve a liderança desde o início da apuração de 2026, confirmando a projeção de pesquisas divulgadas pela Consult Pesquisa/Tribuna do Norte ao longo da disputa eleitoral. Styvenson é natural de Rio Branco (AC), Em 2022, licenciou-se do mandato para disputar o governo do Rio Grande do Norte, mas não foi eleito.

tribuna do norte

Fora do 2º turno, Álvaro Dias avalia resultado e diz que a direita cresceu no RN

Postado em 5 de outubro de 2026

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Álvaro Dias (PL) afirmou que o resultado do primeiro turno das eleições demonstra um crescimento da direita no Estado. Em seu primeiro pronunciamento após ficar fora do segundo turno, publicado nas redes sociais na manhã desta segunda-feira (5), Álvaro agradeceu os mais de 530 mil votos recebidos e destacou o desempenho de candidaturas alinhadas ao seu campo político.

“O povo potiguar fez a sua escolha e eu respeito. Mas o recado dessas urnas também é claro. A direita cresceu no Rio Grande do Norte. Cresceu no voto para presidente. Cresceu na Assembleia. Cresceu na Câmara”, afirmou.

Álvaro terminou o primeiro turno na terceira colocação, com 26,71% dos votos válidos, equivalente a 530.580 votos. A disputa pelo Governo do Estado terá segundo turno entre Allyson Bezerra (União Brasil), que terminou com 36,94%, ou 733.809 votos, e Cadu de Lula (PT), que recebeu 36,16%, ou 718.300 votos.

No pronunciamento, Álvaro agradeceu aos eleitores que apoiaram sua candidatura e afirmou respeitar o resultado das urnas. “A essas pessoas que acreditaram nas mudanças e nas nossas propostas, o meu muito obrigado. Agradeço de coração o apoio de todos os que nos acompanharam nessa empreitada”, declarou.

O candidato também agradeceu ao vice Babá Pereira (PL), aos senadores Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (Podemos), ao Coronel Hélio (PL) e à família, além de mencionar apoiadores que participaram da campanha.

Ao defender que a direita ampliou sua presença política no Estado, Álvaro citou resultados obtidos por candidatos ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa. “O que se plantou nessa campanha não se colhe numa safra apenas. Por isso, parabenizo os que chegaram lá”, disse.

No vídeo, Álvaro também anunciou que permanecerá ao lado de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa presidencial. O ex-prefeito, no entanto, não declarou apoio a Allyson Bezerra (União Brasil) ou Cadu de Lula (PT) para o segundo turno do Governo do RN no pronunciamento. “No segundo turno estaremos lado a lado com Flávio Bolsonaro novamente”, afirmou.

tribuna do norte

Usuários de bets têm até 23h59 desta segunda para retirar saldo das plataformas

Postado em 5 de outubro de 2026

Os usuários de sites e aplicativos de apostas têm até as 23h59 desta segunda-feira (5) para retirar voluntariamente os valores mantidos nas plataformas. O prazo foi estabelecido pela Medida Provisória (MP) 1.394/2026, que proibiu a atuação de bets e casas de apostas no Brasil.

Desde a publicação da medida, em 25 de setembro, as plataformas estão impedidas de receber novos depósitos. Até o fim desta segunda, no entanto, sites e aplicativos podem continuar disponíveis para permitir que os apostadores solicitem a retirada dos recursos existentes nas contas.

Também termina às 23h59 desta segunda o prazo para a retirada de materiais publicitários e sinais de patrocínio relacionados às empresas de apostas.

A partir desta terça-feira (6), os sites e aplicativos de apostas deverão ficar indisponíveis. Apple e Google também deverão retirar de suas lojas os aplicativos das empresas que tiverem sido notificadas.

Para os apostadores que não realizarem a retirada voluntária até esta segunda, a MP estabelece um procedimento para a restituição dos recursos. Nos dias 7 e 8 de outubro, as empresas deverão informar às instituições financeiras, por CPF, quanto cada usuário tem a receber.

Veja os principais prazos

Até 23h59 desta segunda-feira (5), os apostadores ainda podem retirar voluntariamente o saldo disponível nas plataformas. Também termina neste horário o prazo para a retirada das publicidades relacionadas às bets.

Na terça-feira (6), sites e aplicativos deverão ficar indisponíveis. Entre os dias 7 e 8, as empresas terão de informar às instituições financeiras os valores devidos a cada apostador.

Em 8 de outubro, termina o prazo para plataformas como Google, Meta, YouTube, X, Telegram, TikTok, Kwai e Discord retirarem conteúdos de bets ilegais das páginas que tiverem sido notificadas.

A previsão é que as restituições realizadas por bancos e instituições de pagamento sejam concluídas até 14 de outubro. Por fim, em 25 de outubro, serão extintas as concessões, permissões e autorizações para exploração das apostas de cota fixa no País.

Tribuna do Norte

Primeiro turno de 2026 tem maior abstenção desde 1998 com mais de 33 milhões ausentes

Postado em 5 de outubro de 2026

Mais de 33 milhões de eleitores não compareceram às urnas neste primeiro turno das eleições de 2026, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A taxa de abstenção foi de 21,08%, contra 20,95% no primeiro turno de 2022. A taxa registrada no domingo, 4, é a maior desde 1998.

Nas últimas quatro eleições gerais, o índice havia sido de 20 79% em 2022, 20,33% em 2018 e 19,39% em 2014. Dos 158.745.463 eleitores aptos a votar no País, 78,92% compareceram às urnas.

Entre os Estados, Mato Grosso do Sul registrou a maior taxa de abstenção, com 23,85%, enquanto Ceará teve a menor, com 15,33%.

5 Estados com maiores taxas de abstenção

  • Mato Grosso do Sul – 23,85%
  • Rio de Janeiro – 23,31%
  • Minas Gerais – 22,62%
  • São Paulo – 22,54%
  • Mato Grosso – 22,18%

5 Estados com menores taxas de abstenção

  • Ceará (CE) – 15,33%
  • Piauí (PI) -17,07%
  • Roraima (RR) – 17,10%
  • Sergipe (SE) -17,27%
  • Paraíba (PB) – 17,36%

Possibilidade não era descartada

O índice elevado de abstenção não era uma possibilidade descartada antes da votação. A pesquisa Travessia, realizada com exclusividade para o Estadão e divulgada em 2 de outubro, mostrou que 20,2% dos eleitores ainda não tinham certeza se compareceriam às urnas.

Outros 78,5% diziam ter certeza de que votariam e 1,3% não souberam ou não responderam.

Estadão Conteúdo

De Renan a Ciro, Haddad e Gleisi: veja nomes conhecidos derrotados nas eleições de 2026

Postado em 5 de outubro de 2026

As eleições deste domingo, 4, terminaram com derrotas de nomes conhecidos da política nacional. Ex-ministros, senadores e antigos candidatos à Presidência estão entre os políticos que não conseguiram conquistar os cargos disputados em 2026.

A lista inclui Renan Calheiros (MDB), que deixará o Senado após mais de três décadas, Ciro Gomes (PSDB), derrotado na tentativa de retornar ao Governo do Ceará, e Fernando Haddad (PT), que perdeu novamente a disputa pelo Governo de São Paulo para Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Também ficaram sem as vagas que disputavam nomes como Randolfe Rodrigues, Ciro Nogueira (PP), Gleisi Hoffmann (PT), Manuela D’Ávila (PSOL), Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede).

Renan Calheiros
Em Alagoas, Renan Calheiros não conseguiu renovar o mandato no Senado e deixará a Casa em 2027, após 32 anos consecutivos.

Renan recebeu 22,24% dos votos e ficou atrás de Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB), eleitos para as duas vagas disponíveis.

O senador está na Casa desde 1995 e presidiu o Senado em quatro ocasiões: 2005, 2007, 2013 e 2015. Antes disso, foi deputado estadual, deputado federal e ministro da Justiça.

Ciro Gomes
No Ceará, Ciro Gomes foi derrotado por Elmano de Freitas (PT) na disputa pelo Governo do Estado.

Com 97% das urnas apuradas nos dados divulgados pela Exame, Elmano aparecia com 52,88% dos votos, contra 46,52% de Ciro.

Aos 68 anos, Ciro tentava retornar ao Governo do Ceará. Nas eleições de 2018 e 2022, disputou a Presidência da República pelo PDT, sem avançar ao segundo turno.

Fernando Haddad
Em São Paulo, Fernando Haddad perdeu novamente uma disputa pelo Governo do Estado para Tarcísio de Freitas.

Tarcísio, candidato do Republicanos, garantiu a vitória no primeiro turno.

Haddad já havia enfrentado o atual governador na eleição estadual de 2022. Antes disso, foi prefeito de São Paulo e candidato à Presidência da República em 2018, quando chegou ao segundo turno.

Randolfe Rodrigues
No Amapá, Randolfe Rodrigues não conseguiu se eleger para o Senado. O senador recebeu 18,5% dos votos.

As duas vagas ficaram com Rayssa Furlan (Podemos), que obteve 29,9%, e Lucas Barreto (PSD), com 24,2%.

Ciro Nogueira
No Piauí, Ciro Nogueira (PP) também não conseguiu renovar o mandato no Senado.

As duas vagas em disputa ficaram com Marcelo Castro (MDB) e Julinho do Lula (PSD).

Gleisi Hoffmann
No Paraná, Gleisi Hoffmann (PT) não conseguiu retornar ao Senado. Ela já ocupou uma cadeira na Casa entre 2011 e 2018.

Gleisi também foi ministra-chefe da Casa Civil durante o governo Dilma Rousseff e ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais no governo Lula.

Manuela D’Ávila
No Rio Grande do Sul, Manuela D’Ávila (PSOL) ficou fora das duas vagas em disputa para o Senado.

Com 91,53% das urnas apuradas nos números divulgados pela Exame, Manuela aparecia em terceiro lugar, com 17,17%. Sanderson (PL) tinha 30,02% e Marcel Van Hattem (Novo), 29,99%.

Simone Tebet e Marina Silva
Em São Paulo, as ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) também não conseguiram se eleger para o Senado.

As duas fizeram uma dobradinha informal durante a campanha, mas ficaram atrás de Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), eleitos para as duas vagas do Estado.

Tebet deixou o Ministério do Planejamento e Orçamento em março de 2026 para concorrer ao Senado. Ela já havia exercido mandato de senadora por Mato Grosso do Sul.

Marina deixou o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima em abril para disputar a eleição. Ela permaneceu filiada à Rede, partido que ajudou a fundar.

AGORA RN

Mais de 33 milhões de eleitores não votaram no 1º turno das eleições de 2026

Postado em 5 de outubro de 2026

Mais de 33,4 milhões de eleitores não compareceram às urnas no primeiro turno das eleições de 2026, realizado neste domingo (4). 

A abstenção chegou a 21,08% dos 158,7 milhões de eleitores aptos a votar no país, o maior percentual desde 1998, quando o índice foi de 21,49%.

Em números absolutos, a quantidade de ausentes também superou a registrada no último pleito nacional. Em 2022, 32,7 milhões de eleitores não votaram. O número de abstenções vem crescendo nas últimas eleições: foram 27,7 milhões em 2014 e 29,9 milhões em 2018.

Como justificar a ausência

O eleitor que não votou deve justificar a ausência à Justiça Eleitoral no prazo de até 60 dias após cada turno. Caso a justificativa não seja apresentada dentro do prazo ou não seja aceita, é necessário pagar multa de R$ 3,51.

A ausência sem justificativa em três eleições consecutivas pode levar ao cancelamento do título de eleitor. Na contagem, cada turno é considerado uma eleição.

Com o título cancelado, o eleitor fica sujeito a restrições, como a impossibilidade de obter passaporte, realizar matrícula em instituições oficiais de ensino e tomar posse em concursos públicos.

Brancos e nulos

Além das abstenções, o primeiro turno registrou 2,2 milhões de votos em branco e 3,6 milhões de votos nulos. Em 2022, foram contabilizados 1,9 milhão de votos em branco e 3,5 milhões de nulos.

Os votos em branco vêm apresentando redução nas últimas eleições. Foram 4,4 milhões em 2014 e 3,4 milhões em 2018, antes de chegar a 1,9 milhão em 2022. Já os votos nulos passaram de 6,7 milhões em 2014 para 7,2 milhões em 2018 e caíram para 3,5 milhões em 2022.

Apesar de serem registrados pela Justiça Eleitoral, votos brancos e nulos não são considerados votos válidos e, portanto, não são contabilizados para nenhum candidato. O TSE define essas opções como formas de o eleitor não escolher nenhum dos candidatos que disputam o pleito.

O voto em branco é registrado quando o eleitor seleciona a tecla “branco” na urna eletrônica. Já o voto nulo ocorre quando é digitada uma combinação de números que não corresponde a nenhum candidato ou legenda.

Os votos brancos e nulos também reduzem o total de votos válidos utilizado no cálculo dos resultados, mas não são transferidos ou contabilizados para nenhum candidato.

Com informações da CNN

Lula perde 3,4 milhões de votos e Flávio ultrapassa o pai em 5 milhões

Postado em 5 de outubro de 2026

Com o resultado final do primeiro turno das eleições presidenciais, Flávio Bolsonaro (PL) obteve 56,1 milhões de votos o equivalente a 47% dos votos válidos enquanto Lula (PT) recebeu 53,9 milhões, ou 45,2%.

O presidente Lula registrou o menor percentual de votos válidos em um primeiro turno desde 1998. Naquele ano, contra Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ele teve 31,7% e foi derrotado na primeira etapa. A informação é da CNN Brasil.

Nas eleições seguintes, Lula somou 46,4% em 2002, 48,6% em 2006 e 48,4% em 2022. Neste ano, o resultado ficou 3,2 pontos percentuais abaixo do obtido há quatro anos.

Entre 2022 e 2026, Lula perdeu cerca de 3,4 milhões de votos. Ele foi derrotado em Minas Gerais, estado que deu maioria a todos os presidentes eleitos desde 1989.

Flávio superou em cerca de 5 milhões de votos o desempenho do pai em 2022. Jair Bolsonaro teve 51,1 milhões de votos naquele ano, ou 43,2% dos válidos.

No Senado, o PL elegeu 19 senadores e chegará a 28 cadeiras em 2027, somando os nove com mandato em curso. O Novo elegerá três, e as duas bancadas totalizam 31 senadores, quase 40% do plenário.

Dois dos três senadores do Novo, Marcel van Hattem (RS) e Deltan Dallagnol (PR), apoiaram Flávio no primeiro turno. Damares Alves (Republicanos-DF) e Guilherme Derrite (PP-SP) também integram o grupo bolsonarista fora do PL.

O PT manteve suas dez cadeiras, mas a esquerda terá três a menos no total. O PSB passou de sete para três, o PDT de dois para uma, e a Rede de zero para uma. O PSD, do centrão, perdeu nove vagas.

O PL governa hoje um estado, Santa Catarina. Em 2027, terá ao menos cinco: Paraná (Sergio Moro), Rondônia (Marcos Rogério), Roraima (Arthur Henrique), Rio Grande do Sul (Zucco) e Santa Catarina (Jorginho Mello, reeleito). O partido também disputa o segundo turno no Rio de Janeiro e no Amazonas, com Douglas Ruas e a Professora Maria do Carmo. No Rio, Ruas teve 49,3% e precisa de menos de um ponto para ser eleito, contra Eduardo Paes (PSD), apoiado por Lula.

98FM

Valdemar descarta Alcolumbre e diz que PL vai apoiar Rogério Marinho para presidir o Senado

Postado em 5 de outubro de 2026

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que o partido vai disputar a presidência do Senado em 2027 e trabalhar pela eleição do senador Rogério Marinho (PL-RN) para o comando da Casa. Em entrevista ao SBT News, ele também descartou um acordo para apoiar a permanência do atual presidente, Davi Alcolumbre (União-AP).

“O Rogério é o que reúne as melhores condições para ser presidente do Senado, é muito preparado. Nós vamos ter o PP do nosso lado, vamos ter o União Brasil, vamos ter o Republicanos. Nós fazemos maioria lá”, afirmou Valdemar. Questionado sobre uma eventual composição com Alcolumbre, respondeu que o nome do senador está “totalmente descartado”.

A declaração ocorre após o PL eleger 19 senadores neste domingo (4). Com os parlamentares que permanecem no exercício do mandato, a legenda deverá iniciar 2027 com 28 integrantes e será a maior bancada do Senado.

Valdemar afirmou ainda que o PL pretende participar das negociações pela presidência da Câmara e demonstrou resistência a apoiar a recondução de Hugo Motta (Republicanos-PB). Segundo ele, caso o partido fique com o comando do Senado, a negociação com outras legendas poderá envolver abrir mão da presidência da Câmara.

A informação é SBT News

PL terá maior bancada da Câmara; federação do PT mantém segundo lugar

Postado em 5 de outubro de 2026

As eleições deste domingo (4) definiram a composição da Câmara dos Deputados para a legislatura que começa em fevereiro de 2027. O PL terá, novamente, a maior bancada. O partido deve contar com 121 das 513 cadeiras. Em 2022, foram eleitos 99.

O PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, soma 70 deputados. A federação do partido, composta por PV e PCdoB, soma 88. Até o momento, o PSD, de Gilberto Kassab, tem 43 deputados e o União-PP conta com 87 deputados.

No site oficial do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ainda não há indicação dos deputados eleitos em alguns estados. Para que o TSE formalize a eleição dos deputados, é preciso finalizar o cálculo da parcela dos congressistas da Casa Baixa é escolhida pelo quociente eleitoral. Diante disso e da análise dos candidatos sub judice, os dados ainda podem mudar.

No entanto, a própria Câmara dos Deputados, após a apuração de 99,99% das urnas eletrônicas, informou o número de cadeiras conquistadas por cada legenda e federação partidária.

Bancadas da Câmara:

– PL: 121 deputados

– PT-PCdoB-PV: 88 deputados

– União-PP: 87 deputados

– PSD: 43 deputados

– Republicanos: 41 deputados

– MDB: 36 deputados

– Podemos: 27 deputados

– PSB: 15 deputados

– PSOL-Rede: 15 deputados

– PSDB-Cidadania: 11 deputados

– Novo: 10 deputados

– PRD-Solidariedade: 7 deputados

– Avante: 5 deputados

– PDT: 6 deputados

– Missão: 1 deputado

Para 2026, a cláusula de desempenho exige que os partidos tenham ao menos 2,5% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos nove estados, com no mínimo 1,5% em cada um, ou eleger 13 deputados federais distribuídos em nove estados.

A Federação Psol/Rede não atingiu a cláusula de barreira e não terá acesso ao fundo eleitoral e partidário, além de tempo de televisão a partir do ano que vem.

Com informações da CNN.

Cadu foi o mais votado em 9 municípios onde teve apoio dos prefeitos; Allyson venceu em 3 e Álvaro em apenas 2 dos 11 municípios onde recebeu apoio

Postado em 5 de outubro de 2026

Um levantamento feito pelo Blog do Marcos Dantas dos resultados do primeiro turno para o Governo do Rio Grande do Norte nos 24 municípios do Seridó mostra uma diferença entre o apoio declarado pelos prefeitos e o desempenho dos candidatos nas urnas. Em 14 municípios, o candidato apoiado pelo prefeito terminou como o mais votado, enquanto em outros 10 o eleitorado deu a maioria a outro candidato.

Cadu de Lula foi o mais votado nos nove municípios onde recebeu apoio dos respectivos prefeitos: Cruzeta, Currais Novos, Equador, Jucurutu, Parelhas, São Fernando, São José do Seridó, São Vicente e Timbaúba dos Batistas. Allyson foi o mais votado em Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá e Tenente Laurentino, onde também tinha o apoio dos prefeitos.

Já Álvaro Dias recebeu apoio de 11 prefeitos do Seridó, mas terminou como o candidato mais votado em apenas dois desses municípios: Ipueira e São João do Sabugi. Em Acari, Bodó, Florânia, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, Lagoa Nova, Ouro Branco, Santana do Seridó e Serra Negra do Norte, Cadu foi o mais votado apesar do apoio dos prefeitos a Álvaro. Em Caicó, o prefeito apoiava Allyson, que terminou em terceiro, com 27,71%, enquanto Álvaro foi o mais votado, com 39,38%. No resultado geral do primeiro turno no estado, Allyson terminou com 36,94% e Cadu com 36,16%, avançando os dois para o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Blog do Marcos Dantas

Robinson Faria, Fernando Mineiro e Carla Dickson não conseguem reeleição e deixam a Câmara dos Deputados

Postado em 5 de outubro de 2026

Três deputados federais com mandato pelo Rio Grande do Norte não conseguiram se reeleger nas eleições de 2026 e, com isso, não retornarão à Câmara dos Deputados na próxima legislatura. Robinson Faria recebeu 123.008 votos, Fernando Mineiro obteve 75.091 votos e Carla Dickson alcançou 67.632 votos.

Com o resultado das urnas, os três encerram seus atuais mandatos ao final da legislatura. A votação de cada um não foi suficiente para garantir uma das vagas destinadas ao Rio Grande do Norte na Câmara Federal.

Marcos Dantas

OPINIÃO DO PORTAL

Postado em 5 de outubro de 2026

Uma pergunta para reflexão: você viu, depois do resultado das eleições deste domingo, algum grande movimento de bolsonaristas questionando as urnas eletrônicas, defendendo o voto impresso ou colocando em dúvida a rapidez da apuração?

É uma pergunta legítima. Durante muito tempo, ouvimos questionamentos sobre a segurança das urnas, sobre a necessidade do voto impresso e até sobre a forma como os votos eram totalizados. Mas, quando o resultado atende às expectativas de determinado grupo político, esse assunto parece perder espaço.

Isso não significa dizer que todo eleitor de Bolsonaro pensa dessa maneira, nem que questionar uma eleição seja proibido. Em uma democracia, qualquer cidadão tem o direito de fazer perguntas e cobrar transparência. O problema aparece quando a confiança nas instituições parece depender do resultado eleitoral.

O sistema eleitoral brasileiro possui mecanismos de fiscalização e auditoria. O Boletim de Urna, por exemplo, permite conferir o resultado de cada seção, enquanto os testes de integridade fazem parte dos mecanismos de verificação do processo. Nas eleições de 2026, o próprio TSE informou que o teste de integridade realizado no primeiro turno confirmou a correspondência entre os votos registrados em cédulas e aqueles contabilizados pelas urnas.

Por isso, talvez a reflexão mais importante seja esta: se uma instituição é confiável quando o nosso lado vence, ela também não deveria ser confiável quando o nosso lado perde?

A democracia não pode funcionar com duas regras: uma para quando ganhamos e outra para quando perdemos. Questionar é legítimo. O que precisamos evitar é transformar a dúvida em certeza sem apresentar provas.

No fim das contas, independentemente de quem venceu ou perdeu, o que deveria prevalecer é o respeito ao voto, às instituições e à vontade expressa pelas urnas.

Grande parte de políticos ligados a caso Vorcaro conseguiu se eleger

Postado em 5 de outubro de 2026

Grande parte dos políticos ligados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro nas investigações do Banco Master conseguiu se eleger no pleito realizado no domingo (4).

Entre os que conquistaram um mandato no Congresso estão os senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Rui Costa (PT-BA); e os deputados federais Hugo Motta (Republicanos-PB), Nikolas Ferreira (PL-MG) e Antonio Rueda (União Brasil-RJ).

Já Ciro Nogueira (PP-PI) não conseguiu se reeleger para o Senado, assim como ACM Neto (União Brasil-BA) não garantiu o governo da Bahia.

As apurações da Polícia Federal que trouxeram os nomes citados mostram vínculos diversos com Vorcaro, não implicando, necessariamente, em irregularidades.

Vorcaro, que está em prisão preventiva desde março, acusado de liderar um esquema bilionário de fraudes, votou ontem no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Outro nome ligado ao ex-banqueiro é o do senador e candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), que obteve 47,03% dos votos contra 45,16% do segundo colocado, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição.

No caso de Flávio, ele é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nas operações conduzidas pela PF, por suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas relacionadas ao financiamento do filme “Dark Horse”, uma biografia de seu pai e ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena de mais de 27 anos de detenção por tentativa de golpe de Estado.

terra

Tiririca, Datena, Silvia Abravanel e mais famosos perdem as eleições

Postado em 5 de outubro de 2026

Nomes como Tiririca, Datena e Silvio Abravanel e outros famosos que disputavam as eleições não conseguiram um cargo político neste domingo, 4. O humorista, por exemplo, havia sido eleito em todas as corridas eleitorais de que participou desde 2010, quando estreou nas urnas, mas não conseguiu um novo pleito.

Tiririca
Tiririca (PSD) disputava um cargo na Câmara dos Deputados pelo Ceará, mas somou pouco mais de 5 mil votos e ficará de fora do congresso pela primeira vez em 16 anos.

Silvia Abravanel
Nas eleições deste ano, famosos apareceram nas urnas pela primeira vez, como é o caso de Silvia Abravanel (PSD). A filha de Silvio Santos ficou com cerca de 22 mil votos.

Luis Fabiano 
Candidato a deputado federal pelo MDB, o ídolo da torcida do São Paulo teve pouco mais de 9 mil votos e ficou fora.

Rachel Sheherazade
Após uma carreira como jornalista e apresentadora de televisão, Rachel Sheherazade (PSD) tentou uma vaga na Câmara dos Deputados por São Paulo, mas somou apenas 14 mil votos.

Datena
Após concorrer à Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2024, Datena (PSB) concorreu a deputado federal por São Paulo, mas teve aproximadamente 32 mil votos, o que não lhe garantiu uma cadeira.

Sikêra Jr
O apresentador Sikêra Jr (Republicanos) também tentou se eleger na Câmara por São Paulo, mas ficou somente com 23 mil votos.

Geraldo Luís
Outro apresentador que se lançou nessas eleições foi Geraldo Luís (Avante), mas ele não chegou nem nos 7 mil votos.

Andrea Sorvetão
No Rio de Janeiro, a ex-paquita Andrea Sorvetão (DC) concorreu ao cargo de deputada federal, mas ficou apenas com 2,5 mil votos.

Humberto Martins
Também do Democracia Cristã, Humberto Martins ficou com ainda menos votos que a ex-paquita. O ator, que costumava ser galã de novelas, teve apenas 1,1 mil votos.

Inês Brasil
Conhecida por memes como “Alô, Alô, vocês sabem quem sou eu?”, Inês Brasil concorria a deputada estadual pelo Rio de Janeiro, mas não se elegeu. Ela obteve apenas cerca de 3 mil votos.

Veja outros famosos que ficaram fora
Adrilles Jorge (União Brasil) – 26.994 votos

Cantor Netinho de Paula (MDB) – 19.336 votos

Jean Wyllys (PT) – 18.073 votos

Eduardo Xaropinho do Ratinho (PDT) – 15.382 votos

Caneta Azul – Manoel Gomes (Avante) – 7.239 votos

MC Gui (PSD) – 7.378 votos

Baianinho de Mauá (União Brasil) – 7.442 votos

Marquito do Ratinho (PSD) – 1.595 votos

TERRA

Nelter Queiroz é quem mais cresce em votação entre deputados do Seridó reeleitos em 2026; alta foi de 35,71%

Postado em 5 de outubro de 2026

Os quatro deputados estaduais com forte base política no Seridó que foram reeleitos nas eleições deste ano tiveram desempenhos diferentes na comparação com a votação obtida em 2022.

Ezequiel Ferreira foi novamente o mais votado entre os quatro. Em 2026, recebeu 73.217 votos, contra 70.800 em 2022. Foram 2.417 votos a mais, crescimento de 3,41%.

Quem mais cresceu proporcionalmente foi Nelter Queiroz. O deputado passou de 38.602 votos em 2022 para 52.387 em 2026, um aumento de 13.785 votos, equivalente a 35,71%.

Francisco do PT também apresentou crescimento expressivo. Saiu de 50.499 votos em 2022 para 62.660 neste ano, acrescentando 12.161 votos e registrando crescimento de 24,08%.

Já Adjuto Dias teve uma redução significativa na votação. Em 2022, recebeu 57.657 votos e, em 2026, ficou com 37.874 votos. Foram 19.783 votos a menos, uma queda de 34,31%.