A pesquisa do Instituto Perfil, em parceria com o Blog do BG, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando com ampla vantagem a corrida presidencial no Rio Grande do Norte no cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores.
Lula aparece com 48,06% das citações espontâneas. Em seguida, Flávio Bolsonaro (PL) surge com 13,75%. Depois aparece Augusto Cury (Avante), com 5,25%, seguido de Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (União Brasil), empatados com 0,56%. Romeu Zema (NOVO) e Samara Martins (UP) aparecem empatados com 0,13%. Pablo Marçal (PRTB) fecha a lista com 0,06%.Os indecisos somam 27,31%, enquanto 4,13% disseram que votariam em branco ou nulo.
Na comparação com as rodadas anteriores, Lula teve uma leve alta: 46,25% em julho, 46,11% em agosto e agora 48,06%. Flávio Bolsonaro vem recuando a cada pesquisa: 15,06%, depois 15,50% e agora 13,75%. Augusto Cury deu um salto, indo de 0,25% em julho e 0,13% em agosto para 5,25% agora. Os indecisos caíram de 31,06% para 29,63% e agora 27,31%, enquanto o branco/nulo recuou de 6,56% para 4,13%.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registado sob os números TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.
A nova pesquisa do Instituto Perfil, em parceria com o Blog do BG, aponta que Styvenson Valentim (Podemos) lidera a disputa pelo Senado no cenário espontâneo, quando os entrevistados podem citar qualquer nome ou expressão.
Neste cenário, Styvenson aparece com 14,75% das citações. Em seguida vêm Zenaide Maia (PSD) com 7,25%, Samanda de Lula (PT) com 3,75%, Rafael Motta (PDT) com 1,31%, Tércio Tinôco (União Brasil) com 0,88% e Coronel Hélio (PL) com 0,63%. Clóvis Costa do Coletivo Nós AGIR), Rosália Fernandes (PSTU) e Sônia Godeiro (PSol) fecham a lista, cada um com 0,06%. Os indecisos somam 64,56% dos entrevistados, enquanto branco/nulo representam 6,19%.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registado sob os números TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.
No cenário espontâneo para deputado estadual, em que o eleitor pode citar qualquer nome ou expressão, Cinthia de Allyson aparece na liderança, segundo levantamento do Instituto Perfil em parceria com o Blog do BG.
Cinthia de Allyson lidera com 2,19%. Na sequência dos mais citados vêm Tomba Farias (2,00%), Dr. Gustavo Soares (1,88%), Dr. Kerginaldo (1,81%), Galeno Torquato e Nelter Queiroz (ambos com 1,56%), Júlio César (1,50%), Ubaldo Fernandes, Ezequiel Ferreira e Kleber Rodrigues (todos com 1,19%). Bibiano, Gustavo Carvalho e Walter Alves aparecem empatados com 1,06%, seguidos de Cristiane Dantas e Neilton Diógenes, ambos com 1,00%. Indecisos são 59,55%, enquanto branco/nulo somam 6,81%.
Veja a lista completa dos nomes citados para deputado estadual:
Cinthia de Allyson: 2,19%
Tomba Farias: 2,00%
Dr. Gustavo Soares: 1,88%
Dr. Kerginaldo: 1,81%
Galeno Torquato: 1,56%
Nelter Queiroz: 1,56%
Júlio César: 1,50%
Ubaldo Fernandes: 1,19%
Ezequiel Ferreira: 1,19%
Kleber Rodrigues: 1,19%
Bibiano: 1,06%
Gustavo Carvalho: 1,06%
Walter Alves: 1,06%
Cristiane Dantas: 1,00%
Neilton Diógenes: 1,00%
Francisco do PT: 0,94%
Kaline de Dr. Bernardo: 0,94%
Coronel Azevedo: 0,75%
Eudiane Macedo: 0,75%
Robson Carvalho: 0,75%
Eriko Jácome: 0,63%
Luiz Eduardo: 0,56%
Ivan Júnior: 0,56%
Candidato do PT: 0,44%
Getúlio Rego: 0,44%
Isolda Dantas: 0,44%
Terezinha Maia: 0,44%
Divaneide Basílio: 0,38%
Léo Souza: 0,38%
Jorge do Rosário: 0,31%
Bispo Paulo Luiz: 0,31%
Anne Lagartixa: 0,31%
Adjuto Dias: 0,31%
Daniel Valença: 0,25%
Bibi Costa: 0,19%
Candidato do Prefeito: 0,19%
Holderlin Silva: 0,19%
Milklei do PV: 0,13%
Dr. Jácome: 0,13%
Flávio de Berói: 0,13%
Mineiro: 0,13%
Taveira Júnior: 0,13%
Cabo Deyvison: 0,13%
Emerson: 0,13%
Paulinha: 0,06%
Silvério Filho: 0,06%
Sargento Manasses: 0,06%
Gilvan Santiago: 0,06%
Jorge Nogueira: 0,06%
Marlene Cunha: 0,06%
Samanda de Lula: 0,06%
Júnior Colaça: 0,06%
Elvis de Dal: 0,06%
Edivaldo Júnior: 0,06%
Poliana: 0,06%
Cezinha Nunes: 0,06%
Edson Negrão: 0,06%
Dr. Estácio: 0,06%
Ivanilson Oliveira: 0,06%
Ângela Paiva: 0,06%
Brisa Bracchi: 0,06%
Indeciso: 59,55%
Branco/Nulo: 6,81%
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registado sob os números TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.
O novo levantamento do Instituto Perfil, realizado em parceria com o Blog do BG, também mediu a avaliação da administração da governadora Fátima Bezerra (PT) entre os eleitores potiguares.
De acordo com a pesquisa, 56,56% desaprovam o governo Fátima. Já 31,75% afirmam aprovar a gestão da petista, enquanto 11,69% não souberam ou preferiram não responder.
Na comparação com as rodadas anteriores, a desaprovação a Fátima, que havia caído de 59,56% para 56,18%, ficou praticamente estável em 56,56%. Já a aprovação, que havia subido de 31,94% para 34,63%, recuou agora para 31,75%.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registado sob os números TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.
No cenário espontâneo para deputado federal, em que o eleitor pode citar qualquer nome ou expressão, Nina Souza aparece na liderança pela primeira vez, segundo levantamento do Instituto Perfil em parceria com o Blog do BG.
Nina Souza lidera com 2,63%. Na sequência dos mais citados vêm Thabatta Pimenta (2,50%), Benes Leocádio (2,31%), Natália Bonavides (2,00%), Dr. Bernardo (1,81%), Odon Júnior (1,69%), Sargento Gonçalves (1,63%), Cabo Deyvison e Robinson Faria (ambos com 1,56%), João Maia (1,44%), Mineiro (1,06%) e Juninho Saia Rodada (1,00%).
Os indecisos, assim como na pesquisa para deputado estadual, também são a maioria: 67,24%. Já branco/nulo representam 7,25%.
Veja todos os nomes citados para deputado federal:
Nina Souza: 2,63%
Thabatta Pimenta: 2,50%
Benes Leocádio: 2,31%
Natália Bonavides: 2,00%
Dr. Bernardo: 1,81%
Odon Júnior: 1,69%
Sargento Gonçalves: 1,63%
Cabo Deyvison: 1,56%
Robinson Faria: 1,56%
João Maia: 1,44%
Mineiro: 1,06%
Juninho Saia Rodada: 1,00%
Carla Dickson: 0,75%
Pedro Filho: 0,69%
General Girão: 0,50%
Faustino: 0,31%
Coronel Brilhante: 0,31%
Brisa Bracchi: 0,25%
Nega de Neném Borges: 0,19%
Candidato do PT: 0,19%
Candidato do Prefeito: 0,19%
Garibalde Leite: 0,13%
Dani Ribeiro: 0,13%
Marleide Cunha: 0,13%
Leila Maia: 0,13%
Victor Hugo: 0,06%
Narde Santos: 0,06%
Cintia Maia: 0,06%
Coronel Azevedo: 0,06%
Walter Alves: 0,06%
Patrícia: 0,06%
Silvério Filho: 0,06%
Indeciso: 67,24%
Branco/Nulo: 7,25%
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registado sob os números TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.
O novo levantamento do Instituto Perfil, em parceria com o Blog do BG, mostra que Allyson Bezerra (União Brasil) segue na liderança da disputa para governador, no cenário estimulado, quando são apresentados os nomes dos candidatos aos entrevistados.
Neste cenário, Allyson tem 33,06%. Em seguida aparece Álvaro Dias (PL) com 21,00%, enquanto Cadu de Lula (PT) soma 16,75%. Rodrigo de Bolsonaro (AGIR) aparece com 1,31%, Professor Robério Paulino (PSOL) com 0,63%, Dário Barbosa (PSTU) com 0,31% e Arinalda do MLB UP) com 0,19%. Carlos Jararaca (DC) fecha a lista com 0,06%. Indecisos somam 17,63%. Já branco/nulo são 9,06%.
Na comparação com as duas rodadas anteriores, Allyson se manteve estável na margem de erro: 32,93% em julho, 33,12% em agosto e agora 33,06%. Álvaro Dias oscilou de 20,38% para 22,06% e agora tem 21,00%. Cadu de Lula manteve a trajetória de crescimento, saindo de 10,31% em julho para 16,56% em agosto e agora 16,75%.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registado sob os números TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma proposta de delação premiada do empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”. A PF aponta que sua empresa, a Entre Investimentos e Participações, foi usada como intermediária para repassar valores referentes a produção do filme “Dark Horse”, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Freixo Júnior teria entre suas atribuições a busca de moeda para viabilizar pagamentos em dinheiro vivo.
O empresário se tornou alvo de investigações porque a Entre Investimentos faz parte do grupo Entrepay, usado para realizar parte dos pagamentos destinados pelo banqueiro Daniel Vorcaro ao longa. A Entrepay foi liquidada em março deste ano pelo Banco Central.
Tanto Freixo Júnior quanto o dono da gestora Reag, João Carlos Mansur, assinaram o acordo delação no mesmo dia. As propostas chegaram ao gabinete do ministro André Mendonça, ainda precisam ser homologadas. Não há prazo para que Mendonça responda as solicitações.
O senador Rogério Marinho (PL-RN) foi um dos quatro parlamentares que votaram contra a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho e acaba com a escala 6×1. O texto foi aprovado nesta quarta-feira (2) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e agora segue para análise do Plenário.
Além de Rogério Marinho, votaram contra a PEC os senadores Jaime Bagattoli (PL-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Tereza Cristina (PP-MS).
A votação do texto original foi simbólica e contou com a presença de 27 senadores. A CCJ também aprovou um requerimento para que a proposta tramite em calendário especial no Plenário, com o objetivo de acelerar a análise.
Rogério Marinho criticou redução da jornada
Durante a discussão, Rogério Marinho afirmou que não considera adequado estabelecer na Constituição uma jornada e uma escala de trabalho fixas. O senador defendeu que os modelos de trabalho possam ser definidos de forma mais flexível.
Marinho também apresentou uma emenda à PEC e tentou incluir uma proposta de sua autoria, a PEC 12/2026, que prevê a possibilidade de escolha dos empregados em relação à jornada de trabalho.
A tentativa foi rejeitada pelo relator da matéria, senador Omar Aziz (PSD-AM). As 36 emendas apresentadas à PEC também foram rejeitadas.
Após quase cinco horas de debate, Marinho chegou a pedir vista regimental, o que suspendeu a reunião da CCJ por uma hora. Na retomada, Omar Aziz afirmou que qualquer alteração no texto faria a proposta retornar para análise da Câmara dos Deputados.
Outros três senadores também votaram contra
Os outros três votos contrários foram de Jaime Bagattoli, Hamilton Mourão e Tereza Cristina.
Bagattoli afirmou que a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais pode aumentar os custos das empresas e gerar inflação. Tereza Cristina também criticou a definição de uma escala fixa na Constituição e questionou a rapidez da tramitação.
Hamilton Mourão, ex-vice-presidente da República, também votou contra o texto.
Os quatro senadores que rejeitaram a PEC são ligados ao campo da direita e fazem oposição à proposta, que também tem recebido críticas de representantes do setor empresarial.
Dois senadores do RN apoiaram a proposta
Enquanto Rogério Marinho votou contra, os outros dois senadores do Rio Grande do Norte na CCJ apoiaram a PEC.
Zenaide Maia (PSD-RN) e Styvenson Valentim (Podemos-RN) defenderam a proposta durante a discussão.
A PEC prevê a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial. A mudança seria implantada em duas etapas: dois meses após a publicação da emenda, o limite passaria para 42 horas; um ano depois, chegaria a 40 horas.
O texto também estabelece dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos.
PEC ainda precisa passar pelo Plenário
Depois da aprovação na CCJ, a proposta segue para o Plenário do Senado. Antes da votação em primeiro turno, o texto precisa passar por cinco sessões de discussão.
Por se tratar de uma alteração na Constituição, a PEC precisa de pelo menos 49 votos favoráveis entre os 81 senadores, em dois turnos de votação.
A proposta foi apresentada originalmente pelo deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) e aprovada pela Câmara dos Deputados em maio.
Segundo o relator Omar Aziz, a mudança na jornada pode beneficiar mais de 37 milhões de trabalhadores. Ele defendeu que a redução da jornada representa uma atualização das regras trabalhistas diante das mudanças na produtividade e na organização do trabalho.
União Europeia suspendeu a importação de carne bovina e de aves de criação do Brasil. A medida entrou em vigor nesta quinta-feira, 3. A Comissão Europeia espera garantias brasileiras sobre o cumprimento das normas sanitárias do bloco para a liberação.
O Brasil foi retirado em maio de uma lista de países que respeitam as regras da UE sobre o uso abusivo de antibióticos na indústria pecuária.
Chances de reverter? Para frango e mel, a exclusão do Brasil da lista pode ser revertida em novembro, após o resultado da auditoria europeia na produção nacional e análise pelas instâncias competentes.
Já a carne bovina brasileira pode ficar fora do bloco europeu até meados de 2028, dado o tempo de adaptação da cadeia bovina às exigências em virtude do ciclo de vida mais longo dos animais.
A UE quer garantias do Brasil de que o País consegue assegurar que as carnes exportadas ao bloco sejam livres de determinados tipos de antimicrobianos e atendam ao regulamento europeu.
Em resposta às exigências, o Brasil adota desde 1º de julho novos procedimentos de controle do uso de antimicrobianos na cadeia de proteínas e de produtos de origem animal, para atendimento à legislação europeia.
Os protocolos já foram apresentados pelo governo brasileiro às autoridades sanitárias europeias, que sinalizaram que só validarão se os procedimentos são suficientes após auditorias específicas, relatam pessoas próximas.
Como mostrou a reportagem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à União Europeia que o Brasil seja recolocado na lista de fornecedores de frango e mel ao bloco europeu.
O pedido foi feito em uma carta de Lula à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, enviada em 31 de julho. A demanda é para que o País volte à lista até a conclusão das auditorias europeias sobre o sistema de controle de uso de antimicrobianos na produção animal nacional.
Associação de exportadores vê suspensão com preocupação A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) disse, em nota, ver com preocupação a interrupção das exportações brasileiras de carne bovina para a União Europeia (UE) e afirmou que concentra esforços na retomada do fluxo comercial. Segundo a entidade, as garantias oficiais apresentadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) já foram encaminhadas às autoridades europeias, e a prioridade agora é a “reinclusão do Brasil entre os países aptos a exportar para o bloco”.
A suspensão ocorre após a União Europeia comunicar novas exigências relacionadas ao uso de antimicrobianos. A Abiec afirma que acompanha as negociações conduzidas pelo governo brasileiro e continua fornecendo suporte técnico ao Mapa para que o comércio seja restabelecido “no menor prazo possível”.
No setor privado, a entidade destaca a criação de um protocolo de controle do uso de antimicrobianos, desenvolvido em conjunto com a Associação Brasileira das Certificadoras por Auditoria e Rastreabilidade (Abcar) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O protocolo integra as garantias oficiais apresentadas pelo Brasil e já está em execução na cadeia.
De acordo com a Abiec, 100% das empresas associadas e habilitadas a exportar para o mercado europeu aderiram ao protocolo. A associação ressalta que a exigência é de caráter regulatório e não representa mudança na qualidade ou na segurança da carne bovina brasileira, nem no status sanitário do produto, que é exportado para mais de 170 mercados.
A União Europeia é considerada um mercado estratégico para o Brasil devido ao alto valor agregado das vendas e ao perfil específico dos cortes destinados ao bloco. Por isso, a Abiec afirma que a suspensão não pode ser compensada automaticamente com o redirecionamento dos volumes para outros países.
“A carne bovina brasileira seguirá sendo comercializada nos mercados para os quais estiver habilitada, mas não há substituição automática do mercado europeu”, afirmou a entidade. Segundo a associação, diferentes destinos demandam produtos e cortes distintos.
Diante desse cenário, a Abiec diz que pretende contribuir para a retomada das vendas à União Europeia, ao mesmo tempo em que busca preservar a diversificação dos destinos, a competitividade da cadeia e a presença internacional da carne bovina brasileira.
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), integrante do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal do RN (GAESF/RN), firmou termo de acordo de colaboração no âmbito da operação Emirados que estabelece a devolução de R$ 11.249.403,99 aos cofres do Estado. Além disso, o acordo vai viabilizar a negociação do passivo fiscal do grupo econômico investigado na ação em valores que podem alcançar R$ 28 milhões.
Deflagrada em junho deste ano, a operação Emirados apurou a atuação de um esquema voltado à blindagem patrimonial, ocultação de ativos, falsidade ideológica e sonegação fiscal sistemática envolvendo estabelecimentos do setor de postos de combustíveis e atacadista de alimentos. As fraudes estruturadas incluíam o uso de empresas de fachada e de interpostas pessoas, os chamados “laranjas”, para ocultar os reais beneficiários dos recursos ilícitos e esquivar-se do recolhimento de tributos estaduais.
Devolução de valores
Pelo acordo celebrado, a reparação inicial aos cofres estaduais, no valor de R$ 11,2 milhões, será cumprida no prazo de até 150 dias. O montante engloba o depósito imediato de valores em espécie apreendidos durante a deflagração das medidas cautelares e de saldos que se encontravam bloqueados por determinação judicial.
Para a complementação do valor, o empresário investigado realizará a alienação direta, por iniciativa particular e mediante avaliação especializada, de bens móveis e imóveis pertencentes ao grupo. Entre o patrimônio destinado à restituição dos danos estão estabelecimentos empresariais, equipamentos e imóveis de alto padrão vinculados de fato ao investigado.
A negociação cível e tributária complementar tramita perante a Procuradoria-Geral do Estado do Rio Grande do Norte (PGE/RN), por meio de Transação Tributária Individual, com o objetivo de garantir o adimplemento do saldo remanescente das dívidas fiscais acumuladas pelas empresas mantidas de forma oculta.
Sobre o GAESF/RN
O Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (GAESF) é um núcleo especializado na investigação e no enfrentamento de crimes contra a ordem tributária, fraudes, associação criminosa e lavagem de dinheiro, especialmente quando envolvem esquemas de sonegação fiscal e prejuízos aos cofres públicos.
No Rio Grande do Norte, o GAESF atua de forma integrada com instituições que compõem o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA), reunindo membros do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), da Polícia Civil (PCRN), da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e da Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ), além de outros órgãos parceiros que atuam em conjunto conforme suas respectivas competências institucionais.
A educação deve ter um peso significativo na escolha dos brasileiros nas eleições de 2026. É o que revela um levantamento feito pelo Instituto IDEIA e encomendado por instituições do terceiro setor, como a Fundação Lemann.
Divulgada nesta quinta-feira (3), a pesquisa mostra que 71% da população afirma que a atuação dos governos na área influencia no voto. Entre as prioridades apontadas para os próximos anos estão a valorização dos professores, a ampliação do ensino técnico e a alfabetização das crianças.
Diante desses desafios, os candidatos à Presidência apresentam propostas que vão de ampliar o ensino em tempo integral e priorizar a alfabetização na idade certa a adotar o método fônico, expandir escolas cívico-militares, abolir o sistema de cotas e mudar os critérios de financiamento e gestão da educação pública.
O que Lula (PT) propõe sobre educação
Elevar para 80% a proporção de crianças alfabetizadas na idade certa, mantendo a cooperação entre União, estados e municípios por meio do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada;
Priorizar a expansão da educação em tempo integral, ampliando matrículas e infraestrutura com recursos do Fundeb e do Novo PAC.
Manter e fortalecer o Pé-de-Meia, programa de incentivo financeiro voltado à permanência de estudantes vulneráveis no ensino médio.
O que Flávio Bolsonaro (PL) propõe sobre educação
Priorizar o método fônico na alfabetização, em que a criança aprende primeiro o som que cada letra faz;
Expansão de Escolas Cívico-Militares;
Oferecer vouchers educacionais quando não houver vagas na rede pública, permitindo acesso a instituições privadas credenciadas.
O que Ronaldo Caiado (PSD) propõe sobre educação
Criar uma aliança nacional pela alfabetização e matemática na idade certa, em parceria com estados e municípios;
Implantar uma estratégia nacional de recomposição das aprendizagens, com diagnóstico das defasagens dos estudantes, materiais específicos, tutoria e tempo adicional de estudo;
Expandir o ensino técnico e profissionalizante, articulando institutos federais, redes estaduais, empresas e Sistema S.
O que Renan Santos (Missão) propõe sobre educação
Priorizar a educação básica e a alfabetização em português e matemática, com adoção do método fônico e de práticas inspiradas no modelo educacional do Ceará;
Criar um Código de Conduta do Estudante, com regras e sanções nacionais voltadas à disciplina nas escolas;
Abolir o sistema de cotas na educação brasileira.
O que Romeu Zema (Novo) propõe sobre educação
Concentrar o Ministério da Educação na educação básica e na formação de professores, transferindo as atribuições do ensino superior para o Ministério de Ciência e Tecnologia;
Revisar a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), priorizando alfabetização, raciocínio lógico, ciências e competências digitais;
Regulamentar o ensino domiciliar (homeschooling), dando mais liberdade aos pais na escolha do modelo educacional dos filhos.
O que Augusto Cury (Avante) propõe sobre educação
Implantar programas permanentes de gestão da emoção nas escolas, envolvendo estudantes, professores, gestores e famílias;
Expandir o ensino técnico e profissionalizante, aproximando a formação escolar das competências exigidas pelo mercado de trabalho;
Dar prioridade à alfabetização na idade certa e à melhoria da aprendizagem, com medidas para reduzir desigualdades educacionais.
Projeto enviado à Câmara Municipal institui Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração para 636 servidores efetivos e prevê implantação entre 2027 e 2028
Depois de 36 anos, os servidores efetivos da Prefeitura de Currais Novos terão a oportunidade de contar com um Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) abrangente para as diversas categorias do serviço público municipal. Na manhã desta quinta-feira (03), o prefeito Lucas Galvão encaminhou à Câmara Municipal, o Projeto de Lei Complementar nº 02/2026, que estabelece uma nova estrutura de carreira para os servidores efetivos do Poder Executivo. É o primeiro plano geral de carreira do Município desde 1990.
A proposta organiza 85 cargos, fixa 1.152 vagas e estabelece uma carreira estruturada em 15 letras, permitindo a progressão funcional de acordo com o tempo de serviço e critérios definidos em lei. A medida contempla as diferentes carreiras do Município, com exceção do Magistério, que já possui plano de carreira próprio.
O novo plano foi elaborado a partir de três compromissos considerados fundamentais pela gestão municipal: nenhum servidor terá redução em sua remuneração, não haverá aumento da jornada de trabalho atualmente cumprida e serão respeitados os pisos nacionais da enfermagem e dos agentes de saúde, com a possibilidade de progressão funcional sobre os valores correspondentes aos pisos.
De acordo com o projeto, a implantação do plano ocorrerá de forma gradual nos anos de 2027 e 2028, com conclusão ainda durante o atual mandato. Dessa forma, a gestão que apresenta a proposta também será responsável pela execução do novo plano e pelos impactos financeiros decorrentes de sua implantação.
Valorização com responsabilidade fiscal
Além da valorização profissional, a proposta foi acompanhada de uma estimativa de impacto financeiro para demonstrar a capacidade do Município de absorver as novas despesas. Os estudos apresentados apontam que a despesa com pessoal permanecerá abaixo do limite de alerta estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal durante todo o período de implantação.
Para a gestão municipal, o projeto representa um avanço histórico para os servidores efetivos de Currais Novos, ao estabelecer uma perspectiva de crescimento profissional e valorização funcional sem comprometer o equilíbrio das contas públicas.
O envio do projeto à Câmara Municipal inicia agora a tramitação legislativa. Após análise e votação pelos vereadores, caso seja aprovado e sancionado, o novo Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração passará a estabelecer as regras para a evolução funcional das categorias abrangidas pela proposta.
Evento promete ser um grande sucesso e movimentar Currais Novos
O Lounge Nota Potiguar, os abadás e as pulseiras do Nota Potiguar para o Carnaxelita 2026 estão esgotados. A expectativa é de uma grande festa, reunindo muita música, animação e energia em Currais Novos.
Para quem garantiu o acesso, a troca dos vouchers pelos abadás e pulseiras começa nesta quarta-feira, 9 de setembro, a partir das 14h, no Centro Esportivo Du Rei, localizado na Avenida Coronel José Bezerra, nº 890, Centro, Currais Novos-RN.
A organização reforça a importância de os participantes ficarem atentos ao período de troca e levarem o voucher para realizar a retirada.
Venda de abadás continua
Para quem ainda não garantiu seu abadá, a venda continua disponível.
Os abadás podem ser adquiridos pelo site https://outgo.com.br/carnaxelita-2026 e também nas lojas Calle e Potiguar Laboratório Ótico, em Currais Novos.
Com os acessos do Nota Potiguar esgotados e as vendas dos blocos ainda em andamento, o Carnaxelita 2026 promete ser uma grande festa e mais um momento especial para os foliões.
É com muita alegria e orgulho que a Secretaria Municipal de Educação de Currais Novos celebra o resultado da Etapa Estadual do Prêmio MPT na Escola 2026, divulgado pela Coordenadoria Regional de Combate ao Trabalho Infantil e de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (COORDINFÂNCIA), do Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT-RN).
O aluno Abnner Michel de Araújo Silva, do 8º ano da Escola Municipal Professora Socorro Amaral, foi finalista na categoria Conto, do Grupo Temático 2 – Profissionalização do(a) Adolescente/Aprendizagem Profissional, com o trabalho intitulado “A Rotina de um Jovem Aprendiz”.
Com criatividade, talento e sensibilidade, Abnner representou com destaque o município de Currais Novos e agora segue para a Etapa Nacional do Prêmio MPT na Escola 2026!
A Secretaria Municipal de Educação parabeniza o estudante, sua família, a Escola Municipal Professora Socorro Amaral, os professores e todos os profissionais envolvidos nessa importante iniciativa de conscientização, promoção dos direitos e construção de oportunidades para adolescentes.
Currais Novos celebra essa conquista!
Parabéns, Abnner! Estamos na torcida pela Etapa Nacional!
O Rio Grande do Norte está entre os oito estados do país onde há ocorrência e indícios de urânio, elemento identificado em diferentes áreas do estado. Apesar disso, ainda não há estudos suficientes para determinar se o mineral apresenta capacidade econômica para exploração. Segundo especialistas do setor, a ausência de pesquisas durante décadas deixou lacunas sobre a dimensão e a viabilidade das reservas potiguares. O Governo Federal discute ampliar a produção brasileira de urânio por meio de parcerias com a iniciativa privada. Em maio, BNDES, ENBPar e INB firmaram contrato para estruturar modelos de parceria em cinco áreas de mineração no país.
Em julho, o Ministério de Minas e Energia (MME) criou um grupo de trabalho para avaliar recursos e reservas e o potencial de produção de urânio, minério que serve para diversos fins, entre eles a produção de energia, propulsão naval e produção de armas nucleares.
Segundo a INB, o Brasil está entre os dez países com maiores recursos de urânio do mundo, com cerca de 295 mil toneladas conhecidas em oito estados, incluindo o Rio Grande do Norte. Embora o RN não esteja entre as áreas inicialmente incluídas nas parcerias, o estado possui ocorrências e indícios de minerais radioativos que ainda precisam ser mais estudados.
O geólogo Alexandre Rocha afirma que existe um depósito de urânio na região próxima à divisa entre o RN e a Paraíba, além de indícios do mineral em rochas pegmatíticas encontradas no estado. “Lá tem uma ocorrência histórica e tem potencial e recursos de urânio”, informa.
Conforme o geólogo, a pesquisa de urânio ficou estagnada durante anos devido ao monopólio estatal sobre o mineral, que desestimulava empresas privadas a investir na prospecção.
Segundo ele, a presença de urânio em pegmatitos não significa, necessariamente, que exista quantidade suficiente para a instalação de uma mina. “Talvez não tenha potencial para virar mina, mas tem indícios. Inclusive, quando você produz mineral de lítio, você é obrigado a fazer um laudo de urânio”, disse.
O urânio é um elemento químico naturalmente radioativo, encontrado em pequenas concentrações nas rochas e no solo. Segundo o geólogo Alexandre Rocha, na natureza o mineral costuma estar disseminado nas rochas, e a preocupação com a radioatividade aumenta quando ele é concentrado durante processos de extração e beneficiamento. Por isso, atividades de exploração de urânio exigem controle dos radionuclídeos presentes no material.
A falta de pesquisas específicas, segundo Alexandre Rocha, também impede que seja conhecido o potencial de outras áreas do RN. Para o especialista, o estado pode ter outras áreas com presença de urânio que ainda não foram identificadas.
A investigação, segundo ele, pode ser ampliada por meio de levantamentos aerogeofísicos realizados com equipamentos capazes de detectar sinais relacionados à presença de minerais radioativos. “Se o pessoal começar a usar esses levantamentos aéreos geofísicos, tenha certeza de que o Brasil vai descobrir outros depósitos”, afirmou.
Comissão realizou estudos em Currais Novos
O presidente do Sindicato das Indústrias de Mineração (Sindminerais-RN), Mário Tavares, afirma que o estado possui áreas com incidência de minerais radioativos, incluindo regiões de pegmatitos e rochas ígneas. Para ele, estudos sobre a presença desses minerais já foram realizados em áreas do interior potiguar, mas ainda não há informações suficientes para determinar se existe volume capaz de sustentar uma exploração economicamente viável.
Entre as áreas citadas pelo dirigente está a região de Pau Pedra, em Currais Novos, próxima a áreas de mineração de xelita, onde, segundo ele, a antiga Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) realizou estudos sobre minerais radioativos.
Para Mário Tavares, a falta de pesquisa é um dos principais entraves para avaliar o potencial do urânio no estado. “A maioria dos nossos empresários não quer investir na pesquisa, já quer investir na produção. Em alguns casos, não é possível você fazer isso, você tem que estudar para ver a viabilidade”, destaca.
O presidente do sindicato também aponta a possibilidade de aproveitamento de minerais radioativos como subproduto de outras atividades. A Agência Nacional de Mineração (ANM) informou que não identificou, no Rio Grande do Norte, registros relacionados à exploração de urânio.