O deputado Luiz Eduardo aparece entre os nomes mais citados para deputado estadual na nova pesquisa AgoraSei, divulgada pela 96 FM.
No levantamento, Luiz Eduardo registrou 0,9% das citações, mesmo percentual dos candidatos que aparecem na oitava e nona posições.
A pesquisa ouviu 1.500 eleitores em 68 municípios do Rio Grande do Norte, entre os dias 2 e 5 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Pesquisa AgoraSei — Registros: RN-06855/2026 e BR-08951/2026.
O deputado estadual e pré-candidato à reeleição, Nelter Queiroz (Progressistas), aparece em posição de destaque nas pesquisas eleitorais divulgadas ao longo desta semana até esta sexta-feira (14). Dos cinco levantamentos divulgados, o parlamentar ficou entre os cinco primeiros colocados em três e entre os dez primeiros nos outros dois, consolidando presença constante entre os nomes mais citados para deputado estadual.
Os resultados também mostram a competitividade de Nelter dentro da Federação União Progressista, na qual aparece entre os primeiros colocados nos cinco levantamentos. O cenário reforça a presença política do parlamentar na preparação para a disputa pelo 10º mandato consecutivo na Assembleia Legislativa.
Na pesquisa Metadata/98 FM, divulgada em 10 de agosto, Nelter registrou 0,8%, ficando empatado em 5º lugar no cenário geral e em 2º lugar na Federação União Progressista. O levantamento ouviu 1.536 eleitores em 63 municípios do RN, entre 6 e 8 de agosto, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Registros: RN-03682/2026 e BR-05736/2026.
A pesquisa Seta/Blog do Barreto, divulgada em 12 de agosto, apontou Nelter com 1,2%, empatado em 4º lugar no geral e em 3º lugar na Federação União Progressista. Foram realizadas 1.500 entrevistas entre os dias 7 e 9 de agosto, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. Registros: RN-07032/2026 e BR-07701/2026.
No levantamento Qualitá, divulgado em 13 de agosto, o parlamentar apareceu com 0,92%, empatado em 9º lugar no cenário geral e em 3º lugar da Federação União Progressista. A pesquisa realizou 1.200 entrevistas em 30 municípios potiguares, com margem de erro de 2,8 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Registro: RN-05792/2026.
Também divulgado em 13 de agosto, o levantamento AgoraSei apresentou Nelter com 1,5% das citações, empatado em 2º lugar no cenário geral e na Federação União Progressista. Foram entrevistados 1.500 eleitores em 68 municípios do RN, entre 2 e 5 de agosto, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Registros: RN-06855/2026 e BR-08951/2026.
Já a pesquisa Consult/Tribuna do Norte, divulgada nesta sexta-feira (14), apontou Nelter com 1,18%, empatado em 8º lugar no geral e em 4º lugar na Federação União Progressista. O levantamento ouviu 1.700 eleitores entre os dias 8 e 10 de agosto, com erro amostral de 2,37 pontos percentuais e confiabilidade de 95%. Registros: BR-09418/2026 e RN-08509/2026.
Três Top 5 e duas Top 10
O conjunto dos cinco levantamentos apresenta um dado que chama atenção: Nelter esteve no Top 5 em 60% das pesquisas divulgadas na semana e no Top 10 em 100% delas. Além disso, o parlamentar aparece entre os quatro primeiros da Federação União Progressista em todos os cinco levantamentos, alcançando posições de destaque como 1º, 2º, 3º e 4º colocados dentro da Federação, conforme cada pesquisa.
Para Nelter, os números representam um retrato do momento e aumentam a responsabilidade para a continuidade da caminhada eleitoral. “Recebo esses números com muita responsabilidade e gratidão. Pesquisa é retrato do momento, mas estar no Top 5 em três levantamentos e no Top 10 em todos eles mostra que nosso trabalho tem sido reconhecido. Vamos continuar percorrendo o Rio Grande do Norte, ouvindo o povo e defendendo as necessidades dos municípios. A caminhada pelo nosso 10º mandato continua”, afirmou.
A governadora Fátima Bezerra (PT) afirmou nesta quinta-feira (13) que manterá o pagamento dos servidores estaduais em dia até o fim de sua gestão e anunciou que o governo prepara um plano de reestruturação da Previdência do Rio Grande do Norte. Em entrevista ao Repórter 98, da 98FM Natal, a petista disse que as mudanças não atingirão direitos dos servidores e deverão se concentrar nos repasses feitos pelos Poderes.
Ao tratar da folha salarial, Fátima afirmou que o Estado tem conseguido pagar cerca de 100 mil servidores até o quinto dia de cada mês e assumiu publicamente o compromisso de preservar a regularidade dos salários enquanto estiver à frente do Executivo.
“Enquanto eu estiver à frente, vocês podem ter a tranquilidade que receberão seus salários para pagar exatamente as suas contas”, declarou.
A governadora também criticou, sem citar nomes, adversários que, segundo ela, torceriam para que o Estado não consiga manter os pagamentos, classificando-os como “turma do mal, do atraso”.
A situação previdenciária, porém, foi apontada pela própria governadora como um problema que exige medidas estruturantes. Fátima revelou ter se reunido na quarta-feira (12) para discutir o tema e afirmou que está encaminhando ao Poder Judiciário um plano de reestruturação da Previdência estadual. Segundo ela, a proposta foi elaborada por uma força-tarefa do governo e pretende dar sustentabilidade ao sistema para as atuais e futuras gerações.
Fátima antecipou que o plano não prevê mudanças nos direitos dos servidores. “Não vai se mexer em direito de servidor”, afirmou. De acordo com a governadora, a reestruturação deverá envolver o compromisso patronal do Estado e alterações relacionadas às contribuições e aos repasses dos Poderes para o sistema previdenciário.
Durante a entrevista, a governadora também voltou a rebater críticas sobre a utilização de recursos previdenciários por sua administração. Segundo Fátima, quando assumiu o governo, em 2019, o fundo previdenciário já não existia nos moldes anteriores e restava apenas uma aplicação, que ela estimou entre R$ 27 milhões e R$ 32 milhões. A petista atribuiu o agravamento do desequilíbrio previdenciário principalmente à gestão que antecedeu seu governo e sustentou que os recursos remanescentes transferidos para a conta única do Estado já não pertenciam ao fundo.
O Rio Grande do Norte chegou a 768.555 vínculos de emprego formal em junho de 2026, segundo dados da Rais Mensal divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Segundo o indicador, que reúne informações sobre empregos formais com carteira assinada e vínculos do funcionalismo público, o estoque representa crescimento de 6,3% em relação a janeiro de 2025, quando o estado tinha 723.213 empregos formais. A remuneração média, no entanto, é 5ª mais baixa do país, ficando atrás de estados vizinhos, como Paraíba e Ceará.
Apesar da expansão, o ritmo de crescimento do mercado formal potiguar ficou abaixo do observado na maior parte dos estados brasileiros e do Nordeste. No período, o estoque de empregos formais cresceu 12,4% na região Nordeste, enquanto a média nacional foi de 7,8%. No RN, a alta de 6,3% foi a menor do Nordeste. Todos os outros estados nordestinos apresentaram crescimento com duas casas percentuais. Piauí (15,7%), Ceará (15,3%) e Bahia (13%) lideram a lista, seguida por Paraíba (12,8%), Sergipe (12,5%), Alagoas (11,6%), Maranhão (11,4%) e Pernambuco (10,8%). O desempenho potiguar também contrasta com o de estados de outras regiões. Amazonas, por exemplo, ampliou o estoque em 16,6%; Tocantins, 16,1%; Acre, 15,5%; e Pará, 13,8%. No extremo oposto, Rio Grande do Sul teve crescimento de 3,4% e São Paulo, de 4%, os menores do país.
A estrutura do emprego formal brasileiro continua fortemente concentrada no setor de serviços, que reúne 38,2 milhões de vínculos em junho de 2026, seguido por comércio, indústria, construção e agropecuária. No estoque nacional, os serviços avançaram 11,3% entre janeiro de 2025 e junho de 2026. Comércio e indústria cresceram em ritmo bem menor, 2,2% e 2,6%, respectivamente. A construção teve alta de 6,3%, enquanto a agropecuária avançou 1%.
O cenário ajuda a explicar a composição do mercado formal: o ensino médio completo continua sendo a maior categoria de escolaridade, respondendo por mais da metade do estoque (53,6%), enquanto a participação dos trabalhadores com ensino superior completo aumentou de 23,5% para 24,2%. No país, mais da metade dos vínculos formais (54%) é ocupada por pessoas com ensino médio completo.
Um dos principais movimentos registrados pela Rais é o aumento da participação feminina no mercado formal. Em junho, as mulheres ocupavam 46,4% dos vínculos formais do país, contra 45,1% em janeiro de 2025. São 29,18 milhões de vínculos, ante 33,71 milhões ocupados por homens. Apesar do avanço na participação, a desigualdade salarial permanece. Em junho, a remuneração média das mulheres correspondia a 87,9% da recebida pelos homens: R$ 4.124,39 contra R$ 4.691,40.
Os dados também mostram aumento da participação dos jovens no estoque de empregos formais, movimento associado ao ritmo maior de contratação de trabalhadores de 18 a 24 anos observado em 2026. Na outra ponta, trabalhadores com 65 anos ou mais reduziram sua participação de 3,1% para 2,6% do estoque e foram o único grupo etário a apresentar queda absoluta no período, de 7,6%.
No recorte racial, trabalhadores pardos passaram de 40,9% para 43,5% dos vínculos. A base de dados também registrou melhora significativa no preenchimento da informação de raça ou cor. Em pouco mais de três anos, o número de vínculos sem essa informação caiu de 17,2 milhões para 3,1 milhões.
RN tem 5º menor salário médio do país Se o número de empregos formais cresceu no Rio Grande do Norte, a remuneração continua sendo um ponto de atenção. O trabalhador formal potiguar recebia, em média, R$ 3.669,40 em junho de 2026, valor 16,4% inferior à média nacional de R$ 4.389,49. Com esse resultado, o RN ocupa a 23ª posição entre os 27 estados e o Distrito Federal no ranking nacional de remuneração média. O valor potiguar fica próximo, mas ainda abaixo, do observado no Ceará (R$ 3.671,67) e na Paraíba (R$ 3.681,56), mas supera Alagoas (R$ 3.543,75), Pernambuco (R$ 3.636,96) e Piauí (R$ 3.639,18).
Contudo, está R$ 23,81 acima da média regional. A remuneração média do Nordeste é de R$ 3.645,59. No topo nacional aparece o Distrito Federal, com R$ 7.983,46. A remuneração média nacional informada pela Rais Mensal é de R$ 4.389,49, o que representa uma redução em comparação ao início da série em janeiro de 2025 quando o trabalhador brasileiro recebia em média R$ 4.569,97.
Rodrigo da Silva Nascimento, de 26 anos, foi recapturado nesta quinta-feira 13 no município de Sousa, na Paraíba. Ele é o quarto dos cinco detentos que fugiram da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, a ser localizado pelas forças de segurança. Com a prisão, apenas Maycon Dias de Mora permanece foragido.
Rodrigo foi capturado por policiais militares da Paraíba no bairro Pantanal, em Sousa. A ação contou com o apoio de informações de inteligência das forças de segurança do Rio Grande do Norte.
Segundo a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), durante a abordagem o foragido foi encontrado com uma arma de fogo e munições. O homem possui condenação de 37 anos de prisão pelos crimes de roubo e corrupção de menores. Após a captura, ele voltou a ficar sob custódia do Estado.
Fuga ocorreu durante período de chuvas Os cinco detentos fugiram da Penitenciária de Alcaçuz em 2 de maio de 2026, durante o período de fortes chuvas no Rio Grande do Norte. Conforme a Seap, eles estavam custodiados na área de triagem do Pavilhão 1 e conseguiram escapar após danificarem a cela e utilizarem cordas para deixar a unidade prisional.
As primeiras recapturas ocorreram entre os dias 20 e 21 de maio. Pedro Gabriel da Silva foi localizado no bairro Felipe Camarão, na zona Oeste de Natal. Jefferson Cleyton Lima da Silva foi encontrado em um sítio na zona rural de Japi, no Agreste potiguar. Já Carlos Soares Alves da Silva foi preso no Conjunto Village de Prata, no bairro Planalto, também na zona Oeste da capital.
Com a prisão de Rodrigo da Silva Nascimento, resta apenas Maycon Dias de Mora entre os fugitivos ainda procurados. A Seap informou que as forças de segurança continuam realizando diligências e ações de inteligência para localizar o último foragido.
O Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) para aumentar as penas dos dois fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró e de outros quatro condenados por auxiliar na continuidade da fuga, ocorrida em 2024. O MPF pede o reconhecimento do crime de organização criminosa armada e a majoração das penas, além da condenação de um dos réus por porte ilegal de arma de fogo e a fixação de valor mínimo para reparação de danos materiais e morais coletivos.
Em julho deste ano, a Justiça Federal do Rio Grande do Norte havia absolvido todos os réus da acusação de integrar organização criminosa. Os fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró foram condenados por porte ilegal de arma de fogo de uso proibido, sendo um deles também condenado por falsificação de documento público.
Outros quatro homens foram condenados pelo crime de favorecimento pessoal, por prestar apoio logístico e transporte aos fugitivos no estado do Pará. Um deles também foi condenado por porte ilegal de arma de fogo. Todos os réus foram presos durante a operação que resultou na recaptura dos fugitivos em Marabá, no Pará.
Argumentos do MPF
Segundo o MPF, as provas demonstram com segurança a existência de uma organização criminosa estruturada e estável, na forma de um núcleo operacional vinculado ao grupo criminoso armado Comando Vermelho, o que justificaria a condenação por esse crime.
O pedido do MPF destaca o “elevado grau de planejamento, coordenação e divisão de tarefas da operação, bem como a utilização de logística complexa, envolvendo três veículos, batedores, motoristas, armamento de guerra (fuzis), documento de identidade falso, aquisição prévia de gêneros alimentícios, vestuário e demais recursos necessários ao deslocamento interestadual de dois dos criminosos mais procurados do país”.
O MPF também requer a majoração das penas pelo crime de favorecimento pessoal, que foram fixadas pela Justiça Federal no patamar mínimo legal (apenas dois meses de detenção) e substituídas por pena pecuniária de um salário mínimo. Para o órgão, essa dosimetria é incompatível com a gravidade da conduta, que resultou no deslocamento de dois presos de alta periculosidade e desencadeou uma das maiores operações de busca já realizadas no Brasil.
Outro ponto contestado é a absolvição do réu que conduzia um dos carros usados na fuga quanto ao crime de porte ilegal de arma de fogo de uso proibido. A Justiça Federal acatou o argumento da defesa de que ele não teria conhecimento da arma escondida no veículo. O MPF ressalta que o desconhecimento é incompatível com as circunstâncias da operação, com as provas dos autos, com a análise dos depoimentos e com a sequência dos fatos.
O recurso pede, ainda, a fixação de um valor mínimo destinado à reparação dos danos materiais e morais coletivos provocados pelas infrações penais. O MPF argumenta que, além dos gastos públicos com a mobilização das forças policiais por semanas em diferentes estados (RN, CE e PA), “a fuga constituiu fato absolutamente excepcional, gerando intensa repercussão nacional, abalo à credibilidade do Sistema Penitenciário Federal e profundo sentimento de insegurança coletiva, especialmente nas comunidades diretamente atingidas pelas buscas e pela permanência dos foragidos na região”.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, restabeleceu nesta quinta-feira 13 a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL, após ele aparecer no sistema da Justiça Eleitoral como integrante do Missão, partido ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL). A alteração, feita sem o consentimento do parlamentar, impediu temporariamente o registro de sua candidatura à Presidência.
A decisão atendeu a um pedido da defesa de Flávio para que voltasse a valer a filiação ao PL, registrada em 30 de novembro de 2022. O ministro também determinou a preservação dos dados de acesso ao sistema e o envio das informações à Polícia Federal, que deverá instaurar inquérito para identificar o responsável pela inserção irregular.
Segundo o TSE, o sistema de filiação partidária não foi invadido. O tribunal informou que a operação foi realizada por alguém que utilizou credenciais vinculadas ao Missão. O acesso à ferramenta exige senha e autenticação em dois fatores, mas permite que representantes partidários registrem filiações com dados pessoais como título de eleitor, data de nascimento e nomes dos pais.
Os registros indicam que Flávio foi filiado ao Missão na quarta-feira 12, o que cancelou automaticamente seu vínculo com o PL. Como a legislação exige que o candidato esteja filiado ao partido pelo qual concorrerá pelo menos seis meses antes da eleição, a mudança poderia inviabilizar a candidatura presidencial. O prazo para apresentação dos registros termina às 19h de sábado 15.
A solicitação enviada em nome de Flávio ao Missão continha informações fictícias. O endereço cadastrado foi “Rua dos Bandidos, nº 666, Bairro Miliciano”, e o CPF informado não correspondia ao do senador. O e-mail utilizado, entretanto, pertence ao gabinete parlamentar. Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio afirmou ter sido vítima de fraude. “O sistema vai tentar de tudo para me parar, mas não vai conseguir não, porque Deus está no comando”, declarou.
O Missão negou envolvimento e afirmou também ser vítima do episódio. Segundo relatório divulgado pelo partido, parte do procedimento teria sido realizada a partir do e-mail institucional do gabinete de Flávio. O presidente da legenda e candidato ao Palácio do Planalto, Renan Santos, afirmou que alguém com acesso ao endereço eletrônico teria iniciado o processo e baixado o aplicativo partidário.
Auxiliares de Flávio contestaram essa versão. Segundo eles, não houve confirmação da filiação por e-mail e as mensagens recebidas pelo gabinete apenas comunicavam que o registro já havia sido realizado. A equipe sustenta que a fraude foi concluída diretamente no sistema eleitoral por uma pessoa com credenciais do Missão. Conforme o procedimento vigente, após o envio dos dados pelo partido, a filiação é processada automaticamente pela Justiça Eleitoral, sem necessidade de confirmação do filiado.
A legenda declarou que tentou reverter o cadastro ao perceber a divergência entre os números de CPF, mas teria recebido uma mensagem de falta de permissão no sistema. O deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) anunciou que pedirá ao Senado os registros de IP relacionados ao e-mail institucional de Flávio para apurar quem acessou a conta.
A Justiça do Rio Grande do Norte determinou que a Meta reative, em até 10 dias, os perfis “Somos Bolsonaro” e “Michelle Bolsonaro Patriota”, do publicitário Rafael Moreno Souza Santos. A empresa também foi condenada a pagar R$ 3 mil por danos morais. Segundo o juiz, não ficou comprovado que o bloqueio ocorreu por determinação judicial ou que Rafael teve direito de recorrer da suspensão.
Rafael foi alvo de uma investigação relacionada aos atos de 8 de janeiro e teve as contas bloqueadas em abril de 2024 por determinação do ministro Alexandre de Moraes. Em fevereiro deste ano, ele firmou um acordo de não persecução penal que prevê, entre outras condições, a proibição de participar de redes sociais abertas durante o período de cumprimento do acordo.
A Meta ainda pode recorrer da decisão. O juiz também determinou que a empresa apresente eventual decisão judicial que tenha determinado o bloqueio dos perfis. A sentença não afasta, por si só, as restrições previstas no acordo firmado por Rafael no Supremo.
A governadora Fátima Bezerra (PT) disse que o vice-governador Walter Alves (MDB) demonstrou “fraqueza política” e “falta de espírito público” ao decidir não assumir o Governo do Estado. Em entrevista à TV Ponta Negra, Fátima classificou como “desculpa” o argumento de que Walter teria desistido de assumir o Executivo por temer a falta de recursos para o pagamento das folhas salariais.
Na avaliação da governadora, o rompimento foi politicamente injustificável. “Muito feio tudo isso. Mostrou fraqueza política, falta de espírito público, mas, enfim, eu já disse e volto aqui a dizer: cabe à população julgar”, declarou. Walter, que inicialmente era apontado como candidato governista à sucessão estadual, recusou-se a assumir o Executivo e passou a apoiar Allyson Bezerra (União), adversário do candidato do PT, Cadu Xavier. O movimento impediu a renúncia de Fátima Bezerra, que desejava ser candidata ao Senado.
Fátima rebateu ainda as previsões de que o Estado começaria a atrasar os salários a partir de março. “Nem atrasei março, nem atrasei abril, nem maio, nem junho, nem julho e nem vou atrasar agosto e nem vou atrasar nenhum mês até dezembro”, disse. Ela afirmou nunca ter ultrapassado o dia 5 para concluir o pagamento da folha durante sua gestão e classificou os que anunciavam um cenário de atraso como “adeptos da teoria do caos”.
A crítica foi feita no mesmo dia em que o Governo anunciou a antecipação de 40% do 13º salário dos profissionais ativos da educação e dos servidores da administração indireta.
O vazamento de dois vídeos relacionados ao caso de suposta importunação sexual envolvendo um vereador da Câmara Municipal de Currais Novos ganhou grande repercussão nas redes sociais e passou a ser comentado também em veículos de comunicação de alcance estadual e nacional.
Os vídeos, que começaram a circular em grupos de WhatsApp, blogs e perfis nas redes sociais na noite desta quarta-feira (12), seriam provenientes do sistema interno de monitoramento da Câmara Municipal.
Diante do vazamento, o presidente da Câmara Municipal de Currais Novos, vereador João Gustavo, compareceu na manhã desta quinta-feira (13) à Delegacia de Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência e solicitar a apuração sobre a origem e a responsabilidade pelo compartilhamento das imagens.
Segundo João Gustavo, a Câmara também deverá abrir um procedimento administrativo para identificar como os vídeos foram acessados e posteriormente divulgados.
“Tomamos conhecimento ontem do vazamento desses vídeos do sistema interno de segurança da Casa e viemos hoje à Delegacia justamente prestar um boletim de ocorrência para a apuração de onde saiu realmente esse vazamento”, afirmou o presidente.
Ainda de acordo com o vereador, o caso envolve materiais relacionados a uma investigação que tramita sob sigilo, além de um processo disciplinar em andamento no âmbito da Câmara.
João Gustavo ressaltou que algumas pessoas tiveram acesso às imagens e que essas informações foram repassadas à Polícia Civil, que deverá investigar a origem do vazamento.
Investigação
O caso original, envolvendo a suposta importunação sexual, continua sendo analisado pelas autoridades competentes. Até o momento, não cabe tratar as acusações como fatos definitivamente comprovados, uma vez que o caso ainda está sob investigação e deverá seguir os procedimentos legais.
O novo episódio, relacionado ao vazamento das imagens, passa a ser uma questão distinta e também deverá ser apurado pelas autoridades.
A Polícia Civil deverá investigar de onde partiram os vídeos, quem teve acesso ao material e como as imagens chegaram às redes sociais e aos aplicativos de mensagens.
O presidente da Câmara afirmou que a intenção é garantir transparência na apuração e identificar eventuais responsáveis pelo vazamento.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) se manifestou, nesta quinta-feira (13), contra o uso dos nomes de urna “Cadu de Lula”, escolhido pelo candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Carlos Eduardo Xavier (PT), e “Rodrigo Bolsonaro”, apresentado pelo candidato Karlo Rodrigo Lúcio Vieira (Agir). Nos dois pareceres enviados ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), a Procuradoria Regional Eleitoral sustenta que as denominações podem gerar dúvida sobre a identidade dos candidatos e induzir o eleitor a erro.
No caso de Cadu Xavier, candidato da coligação Time que Cuida (PDT/PSB/PT/PCdoB/PV), o procurador regional eleitoral Fernando Rocha de Andrade afirma que nem o candidato nem seus pais possuem “Lula” no sobrenome. Para o MPE, a expressão poderia sugerir um grau de parentesco inexistente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parecer também aponta que Cadu exerce função pública de notoriedade desde 2019 e que referências públicas encontradas pela Procuradoria utilizam “Cadu Xavier” e não “Cadu de Lula”.
A mesma argumentação foi aplicada ao registro de Karlo Rodrigo, candidato do Agir, que pretende aparecer na urna como “Rodrigo Bolsonaro”. Segundo o parecer, nem o candidato nem seus genitores possuem o sobrenome Bolsonaro, o que, na avaliação da Procuradoria, pode sugerir ao eleitor um vínculo familiar inexistente com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Os pareceres citam o artigo 25 da Resolução nº 23.609/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que permite o uso de prenome, sobrenome, apelido ou designação pela qual o candidato seja conhecido, desde que não provoque dúvida sobre sua identidade. A Procuradoria também menciona decisões anteriores da Justiça Eleitoral que impediram candidatos sem vínculo familiar de utilizar nas urnas os sobrenomes “Lula” e “Bolsonaro”.
O MPE pediu que Cadu seja notificado para apresentar outro nome de urna e, caso não faça a alteração, defendeu a adoção de “Cadu Xavier”. Para Karlo Rodrigo, a Procuradoria solicita a mesma providência e indica “Karlo Rodrigo” como alternativa caso não seja apresentada nova designação. Os pareceres não representam decisão definitiva: caberá ao TRE-RN analisar os pedidos nos processos de registro das candidaturas.
Uma rodovia federal que atravessa a zona rural de Currais Novos, no interior do Rio Grande do Norte, ganhará um novo traçado para liberar uma área rica em ouro. A mudança atingirá um trecho da BR-226 que atualmente divide o terreno do Projeto Borborema, empreendimento mineral que recebeu aproximadamente R$ 1 bilhão em investimentos.
Com a retirada dessa barreira, a empresa poderá abrir uma nova frente de lavra e acessar reservas estimadas em 670 mil onças troy de ouro. O volume corresponde a aproximadamente 20,8 toneladas do metal precioso e representa um crescimento de 82% sobre a estimativa anterior de reservas lavráveis.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) firmou um acordo com a Cascar Brasil Mineração Ltda. para alterar o traçado da rodovia.
A Cascar é a subsidiária brasileira da Aura Minerals responsável pelo Projeto Borborema, voltado à extração de ouro no Seridó potiguar. Pelos termos do acordo, a companhia assumirá a elaboração dos projetos, o financiamento das obras e as despesas relacionadas às indenizações.
A empresa também ficará responsável pelos custos ambientais necessários para executar a intervenção e transferir o trecho da rodovia. A alteração permitirá ampliar a área de extração sem transferir os custos da obra para o orçamento público.
Um relatório técnico da companhia apontou que a rodovia pavimentada representava uma das principais limitações do planejamento anterior. A presença da BR-226 impedia o avanço da cava sobre parte do depósito mineral identificado pelos levantamentos realizados na região.
O principal depósito está localizado na Fazenda São Francisco, aproximadamente 28 quilômetros a leste da sede de Currais Novos. A área possui cerca de 735 hectares e é dividida pela rodovia federal. A parte norte reúne 586 hectares, enquanto o setor sul possui 149 hectares. O novo traçado permitirá integrar essas áreas ao planejamento operacional e aproveitar uma parcela maior do ouro encontrado no subsolo. Com a mudança, a estimativa de reservas lavráveis sobe para aproximadamente 670 mil onças troy, equivalentes a 20,8 toneladas de ouro.
O aumento chega a 82% na comparação com a base de reservas considerada anteriormente pela companhia. Os números também levam o empreendimento a 1,48 milhão de onças de reservas prováveis.
A Prefeitura de Currais Novos recebeu um novo lote de equipamentos destinados à Atenção Primária à Saúde, enviados pelo Governo Federal, por meio do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). A iniciativa integra as ações de modernização do Sistema Único de Saúde (SUS) e de fortalecimento dos serviços oferecidos à população.
Os chamados Combos de Equipamentos para a Atenção Primária à Saúde, reúnem até 18 itens de suporte diagnóstico e clínico, entre eles Doppler vascular portátil, otoscópio, eletrocardiógrafo digital, laser terapêutico, aparelhos de TENS e FES, dinamômetro digital e cadeira de rodas. Os equipamentos têm como objetivo ampliar a capacidade de diagnóstico rápido nas unidades básicas, qualificar o atendimento multiprofissional e oferecer mais resolutividade aos serviços de saúde.
Na manhã desta quinta-feira (13), o prefeito Lucas Galvão esteve na Secretaria Municipal de Saúde acompanhando a chegada dos equipamentos e verificando de perto o material que será distribuído às Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município.
“ Estamos recebendo equipamentos importantes que vão fortalecer o trabalho das nossas equipes e melhorar o atendimento prestado à população. É mais um investimento que chega para qualificar a Atenção Básica e garantir mais eficiência e cuidado aos usuários do SUS em Currais Novos ”, destacou o prefeito.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que, após o processo de conferência e organização, os equipamentos serão encaminhados gradativamente às UBSs, conforme a necessidade de cada unidade.
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O Seridó tem um papel fundamental no futuro do Rio Grande do Norte! Convidamos você para participar de uma discussão estratégica e necessária sobre como unir produção, inovação e preservação ambiental para impulsionar a nossa região.
Tema: Produzir, inovar e preservar: O Seridó no projeto de desenvolvimento do RN
Data: 13/08/2026 (Quinta-feira)
Horário: 18h00
Local: Auditório da Câmara Municipal de Currais Novos
Debatedores Convidados:
Prof. Igo Leite: Doutor em Ciências Ambientais (UFOPA) com Pós-Doutorado pela Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA). É coordenador do Mestrado Profissional em Administração Pública (PROFIAP) da UFRN e docente na Faculdade de Engenharia, Letras e Ciências Sociais do Seridó (FELCS/UFRN – Campus Currais Novos). Possui formação em Ciências Biológicas e Ciências Contábeis, com especializações em Energias Renováveis, Finanças e Gestão.
Prof. Max Rosan: Engenheiro Civil, Pedagogo e Psicanalista,