O deputado Luiz Eduardo esteve em Currais Novos, no coração do Seridó potiguar, nesta quinta-feira (3), onde participou de uma reunião com lideranças políticas do município para discutir ações e projetos voltados ao desenvolvimento da cidade e do Rio Grande do Norte.
O encontro contou com a participação do presidente da Câmara Municipal, João Gustavo, do vereador Professor Jaire, além de Rodolfo e da liderança Faustino.
Durante a reunião, foram discutidas ideias e propostas relacionadas ao futuro de Currais Novos e aos desafios do estado. Segundo Luiz Eduardo, o momento foi marcado por uma conversa produtiva e direta com as lideranças locais.
“Foi uma conversa produtiva, olho no olho, sobre o futuro de Currais Novos e do nosso Rio Grande do Norte”, destacou o deputado.
A agenda reforça a aproximação de Luiz Eduardo com lideranças do Seridó e a articulação em torno de pautas de interesse do município e da região.
A Procuradoria Regional Eleitoral apontou indícios de que os resultados da pesquisa RN-08509/2026, do Instituto Consult, foram distorcidos para reduzir a distância entre Allyson Bezerra e Álvaro Dias na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. Diante das irregularidades identificadas, o órgão pediu ao TRE-RN, nesta quinta-feira (3), que o levantamento seja considerado “não registrado”.
Divulgada em 14 de agosto pela Tribuna do Norte, a pesquisa apresentou Allyson com 30,18% das intenções de voto, apenas 2,53 pontos percentuais à frente de Álvaro. O resultado colocou os dois candidatos em empate técnico, criando um cenário de maior proximidade entre eles. De acordo com o parecer do procurador Felipe Valente Siman, porém, foram encontradas falhas na execução do levantamento capazes de comprometer a validade dos números divulgados.
A Consult já havia tido outra pesquisa considerada irregular pela Justiça Eleitoral. Divulgado em 9 de julho, o levantamento RN-06648/2026 também mostrava Álvaro próximo de Allyson: 29% contra 34,59%, uma diferença de 5,59 pontos percentuais. Cadu Xavier aparecia com 11,24%.
Com os novos indícios, o Ministério Público Eleitoral informou que abrirá uma Notícia de Fato para aprofundar a investigação e avaliar as medidas cabíveis. O Instituto Consult é a mesma empresa que recebeu R$ 213 mil da campanha de Paulinho Freire, prefeito de Natal e aliado político de Álvaro Dias.
Sem ter segurança sobre os votos necessários para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho, a base do governo no Senado Federal decidiu não arriscar uma apreciação em plenário na quarta-feira (2). Com isso, a proposta só deve ser votada após o 1º turno das eleições, em outubro.
“Houve um movimento bem sucedido da oposição”, afirmou o líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), referindo-se ao esvaziamento do plenário e à consequente impossibilidade de votação.
A última etapa para a aprovação da matéria é justamente a votação no plenário do Senado, em dois turnos, com o mínimo de 49 votos favoráveis, o que corresponde a 60% do apoio dos 81 senadores.
A PEC 221/2019 prevê a obrigatoriedade de descanso remunerado de dois dias por semana, sem redução salarial, e reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição de 14 meses.
Randolfe Rodrigues afirmou que o governo estimava ter 53 ou 54 votos favoráveis, mas que essa margem não oferecia segurança.
O senador Rogério Marinho, líder da oposição, ainda apresentou uma proposta alternativa que mantém a escala 6×1 e a jornada máxima de 44h, com negociação direta entre trabalhadores e empregadores. A remuneração seria calculada de acordo com as horas trabalhadas.
Confronto nas redes
Em postagem nas redes sociais, o líder da bancada da oposição no Senado Federal, senador Rogério Marinho (PL-RN) rebateu críticas do presidente Lula, que usando as redes, disse que “a oposição, capitaneada pelo coordenador da campanha do meu opositor nessa corrida presidencial, atuava para impedir o avanço da pauta” do fim da escala de trabalho 6 x 1.
O senador Rogério Marinho respondeu, na própria conta do presidente no X: “Lula, ou você é burro ou mal-intencionado. Como você engana a população há mais de 40 anos, sei que burro não é. Então, posso afirmar com toda a certeza que é mal-intencionado”.
Rogério Marinho disse que Lula “está aplicando o golpe da picanha 2, tentando fazer o povo acreditar que é possível reduzir a jornada sem redução de remuneração e que isso não terá consequências para todos”.
Segundo o senador, “o custo da sua irresponsabilidade será pago pelo trabalhador, que vai encontrar preços mais altos, empresas fechando, desemprego e um empurrão para a informalidade”.
Finalmente, o senador afirmava na rede X, que o presidente “ Você é um ladrão da esperança. Tem um projeto de poder e não um projeto de país. Eu sei que você já disse que faria o diabo para ganhar as eleições, o problema é que quem vai comer o pão que esse diabo amassou é o trabalhador”.
Lula havia dito que “é importante que o Brasil saiba quem está trabalhando para avançar com essa mudança e insinuava que “as justificativas são as de sempre. Se a gente aprovar, o Brasil “quebra”. Do mesmo jeito que ia “quebrar” quando os trabalhadores conquistaram o direito às férias. Quando tiveram direito ao 13º. Uma história que se repete desde os tempos do fim da escravidão”.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), usou o inquérito das Fake News para acusar o ministro André Mendonça de crimes. Ele pediu ao presidente da corte, Edson Fachin, que abra ação contra o colega. A decisão foi assinada na noite desta quinta-feira (3).
No documento, Moraes enumera suspeitas contra Mendonça por usurpação da direção das investigações, condução irregular das tratativas de delação premiada e direcionamento de investigação contra o magistrado.
Moraes aponta, também, que as suspeitas recairiam sobre relatórios das Operações Sem Desconto e Compliance Zero.
O Rio Grande do Norte registrou 5.089 solicitações de medidas protetivas de urgência entre janeiro e agosto de 2026, segundo dados da Polícia Civil.
O número reforça o cenário de violência contra a mulher no estado e volta ao debate após o caso de uma técnica de enfermagem agredida pelo marido em Parnamirim, na Grande Natal.
A vítima, Ingrid Katerine, de 30 anos, denunciou ter sido agredida e sufocada durante uma discussão na manhã desta quarta-feira (2). O suspeito foi preso em flagrante e permanece à disposição da Justiça.
De acordo com o relato, os dois estão juntos há nove anos, mas vivem em casas separadas. A discussão teria começado quando Ingrid foi buscar um dos carros da família. Ela pediu que a filha do casal pegasse as chaves, mas o homem teria tomado o objeto das mãos da criança e saído com o veículo.
Ainda segundo a vítima, essa não foi a primeira situação de violência no relacionamento. Ela afirmou que agressões verbais, psicológicas e físicas, como empurrões, já faziam parte da rotina do casal.
Casos no RN
De acordo com a Polícia Civil, entre janeiro e maio deste ano, foram contabilizados diversos registros desse tipo de crime no estado. As ameaças lideram a lista, com 2.293 casos. Em seguida aparecem:
– lesão corporal: 1.418 casos
– violência psicológica: 1.314 casos
Quando a mulher decide denunciar e pedir proteção, a Polícia Civil pode solicitar à Justiça medidas protetivas de urgência.
Entre janeiro e agosto deste ano, foram 5.089 pedidos feitos pela corporação no estado.
Como buscar ajuda
A orientação para vítimas de violência doméstica é procurar ajuda e denunciar. Os casos podem ser comunicados à polícia por meio das delegacias especializadas, da Polícia Militar e dos canais oficiais de denúncia.
Como denunciar:
– Central de Atendimento à Mulher: número 180.
– WhatsApp da Patrulha Maria da Penha RN: (84) 98135-4487
– Em caso de emergência: Ligue 190
– Coordenadoria da Defesa da Mulher e das Minorias da Secretaria de Segurança Pública: 0800 281 2336
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) condenou, por unanimidade, a deputada federal Natália Bonavides (PT) ao pagamento de R$ 35 mil por propaganda eleitoral antecipada negativa e impulsionamento pago de conteúdo contra o senador Styvenson Valentim (Podemos). A ação foi apresentada pelo diretório estadual do Podemos.
Segundo a decisão, Natália publicou conteúdos atribuindo a Styvenson apoio a uma suposta “escala 7×0”, a jornadas superiores a 50 horas semanais e ao fim de direitos trabalhistas. O TRE-RN entendeu que as afirmações não correspondiam ao conteúdo da PEC 12/2026. Uma das publicações foi impulsionada com pagamento e alcançou entre 40 mil e 45 mil impressões.
A Corte também havia determinado a retirada de quatro publicações no Instagram e de um episódio de podcast. A decisão desta quinta-feira (3) ainda pode ser contestada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Após o julgamento, Styvenson afirmou que as publicações distorceram sua posição e citou seu voto favorável ao fim da escala 6×1 no Senado.
A disputa pelo governo do Rio Grande do Norte também pode ser medida pela força das alianças construídas nos municípios. Um levantamento elaborado pelo comentarista político Tacio Cavalcanti mapeou o posicionamento dos prefeitos potiguares na eleição de outubro e cruzou os apoios declarados com o número de eleitores de cada cidade.
Com a atualização do posicionamento político de Guamaré, cuja prefeita deixou a base de Álvaro Dias (PL) e passou a apoiar Cadu de Lula (PT), o mapa aponta Álvaro com o maior número de prefeitos aliados: 70 dos 167 municípios potiguares. Essas cidades concentram 1.131.985 eleitores, o equivalente a aproximadamente 42,5% do eleitorado estadual.
Na sequência aparece Allyson Bezerra (União Brasil), apoiado por prefeitos de 56 municípios, que juntos possuem 1.061.938 eleitores, ou 39,9% dos 2.660.565 eleitores do Rio Grande do Norte.
Já Cadu de Lula passa, com a mudança em Guamaré, de 40 para 41 municípios em sua base. O conjunto dessas cidades reúne 466.642 eleitores, aproximadamente 17,6% do eleitorado potiguar.
Álvaro e Allyson concentram cidades com maior eleitorado
Além da quantidade de prefeitos, o mapa evidencia o peso eleitoral das alianças. Álvaro tem como principal ativo Natal, maior colégio eleitoral do estado, com 570.517 eleitores. Também aparecem em sua base cidades como Extremoz, com 39.555 eleitores; São José de Mipibu, com 35.838; Nova Cruz, com 28.028; e Caraúbas, com 19.036.
Allyson, por sua vez, reúne uma parcela expressiva dos maiores colégios eleitorais fora da capital. O grupo inclui Mossoró, com 187.519 eleitores; Parnamirim, com 147.011; São Gonçalo do Amarante, com 77.691; Ceará-Mirim, com 60.335; Macaíba, com 54.368; e Caicó, com 45.294.
Na base de Cadu, os maiores contingentes estão em Assú, com 45.697 eleitores; Currais Novos, com 33.022; Santa Cruz, com 27.732; João Câmara, com 27.673; Canguaretama, com 24.704; e Macau, com 22.618. Com a mudança de Guamaré, o petista acrescenta outros 15.686 eleitores ao universo das cidades administradas por prefeitos aliados.
Mapa mede força política, não intenção de voto
Os números permitem dimensionar a capilaridade política e o peso eleitoral das bases municipais de cada candidatura, mas não podem ser interpretados como projeção do resultado das urnas.
O próprio levantamento ressalta que os percentuais representam a soma do eleitorado dos municípios atribuídos a cada candidato e não intenção de voto. A base de eleitores utilizada é do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), gerada em 14 de julho de 2026.
Com a atualização de Guamaré, o mapa fica assim:
O retrato mostra uma diferença relativamente pequena entre as bases municipais de Álvaro e Allyson quando considerado o tamanho do eleitorado. Embora Álvaro tenha 14 prefeitos aliados a mais, a diferença entre o eleitorado das cidades dos dois grupos é de cerca de 70 mil eleitores. Cadu aparece mais distante dos dois adversários nesse indicador, mas amplia sua base municipal com a adesão de Guamaré.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cobrou publicamente, na noite desta quinta-feira (03), que o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) conduzam uma resolução para a investigação que envolve o Banco Master. Em pronunciamento oficial gravado em seu gabinete no Palácio do Planalto, o presidente defendeu a necessidade de reformas nos sistemas político e judiciário do país e afirmou que as suspeitas devem ser apuradas de forma integral, “sem blindagem de ninguém, doa a quem doer”.
Esta foi a primeira manifestação pública do chefe do Executivo federal sobre o assunto desde a divulgação de um relatório da Polícia Federal que registrou a troca de mensagens entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e um interlocutor identificado como o ministro do STF Alexandre de Moraes. Nos diálogos, ocorridos em novembro de 2025, o empresário questiona o magistrado se deveria deixar o país dois dias antes de ter sua prisão temporária decretada e cumprida pela Polícia Federal.
Bastidores e articulação institucional na Suprema Corte A revelação das mensagens provocou uma crise no Poder Judiciário, ocorrendo no período que antecede as eleições de outubro, momento em que o tribunal já vinha recebendo contestações públicas e promessas de pedidos de impeachment de alguns de seus integrantes por parte de candidatos. O inquérito do caso Master está sob a relatoria do ministro André Mendonça, responsável por solicitar à Polícia Federal o relatório de diálogos e por derrubar o sigilo do documento na terça-feira (1º).
Na mesma terça-feira, o presidente Lula conversou com o presidente do STF, ministro Edson Fachin, sobre as repercussões do caso. O presidente também foi procurado pelo decano da corte, ministro Gilmar Mendes, que cobrou do governo federal apoio político à cúpula da Polícia Federal, sob o argumento de que a conduta de Mendonça representava uma intervenção indevida nas atividades da corporação.
Definição da linha política do Palácio do Planalto Após reuniões internas com aliados políticos e assessores de governo realizadas na quarta-feira (2), o presidente Lula definiu que as manifestações institucionais da gestão devem pautar-se pela premissa de que “ninguém está acima da lei”.
No pronunciamento em vídeo, o presidente criticou a ocorrência de vazamentos seletivos de dados e afirmou que o eleitorado espera que a liderança do STF e a PGR assegurem a integridade e a confiança das investigações para manter o respeito às instituições democráticas do país.
Mais uma excelente pesquisa confirma o crescimento de Odon Júnior na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.
O levantamento do Instituto Perfil/BG coloca Odon em 6º lugar geral entre os nomes mais citados para deputado federal em todo o Rio Grande do Norte, mostrando que sua candidatura vem ganhando cada vez mais força e espaço junto ao eleitorado potiguar.
O resultado se soma às últimas pesquisas que também vêm apontando Odon muito bem posicionado, consolidando uma trajetória de crescimento nas últimas semanas.
É Odon avançando, ganhando força e mostrando que sua candidatura está cada vez mais presente na preferência dos potiguares!
O levantamento está registrado sob os números TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.
Nesta quinta-feira (3), após o ministro Alexandre de Moraes usar o inquérito da Fake News contra o ministro André Mendonça, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deu prazo de cinco dias para que ambos se manifestem sobre o caso.
Fachin também pediu esclarecimentos do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues e da Procuradoria-Geral da República (PGR)
Entre os pontos que deverão ser detalhados estão o cumprimento das regras previstas na LOMAN pela Polícia Federal, possíveis acessos a documentos particulares e a informações protegidas por sigilo judicial, além das circunstâncias em que uma determinada diligência foi determinada e realizada.
O ministro afirmou que o caso deve ser analisado com cautela e responsabilidade, garantindo o respeito ao devido processo legal, à ampla defesa e ao contraditório.
O despacho não apresenta uma conclusão sobre a existência de irregularidades. A iniciativa tem como objetivo esclarecer os fatos e reunir informações antes de uma eventual análise do caso pelo Plenário do STF.
O candidato Allyson Bezerra (União Brasil) mantém a preferência do eleitorado potiguar e lidera a disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte, em pesquisa divulgada pelo Blog do BG/Instituto Perfil nesta quinta-feira (3). No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Allyson registra 33,06% das intenções de voto.
Na sequência aparecem: Álvaro Dias (PL), com 21,00%; Cadu de Lula (PT), com 16,75%; Rodrigo de Bolsonaro (AGIR), com 1,31%; Professor Robério Paulino (PSOL), com 0,63%; Dário Barbosa (PSTU), com 0,31%; Arinalda do MLB (UP), com 0,19%; e Carlos Jararaca (DC), com 0,06%. Entre os entrevistados, 17,63% declararam estar indecisos ou não souberam responder, enquanto os votos brancos e nulos somaram 9,06%.
Na comparação com as rodadas anteriores registradas pelo Instituto Perfil, o quadro mostra a consolidação de Allyson na ponta. No primeiro levantamento, em julho, o candidato do União Brasil marcou 32,93% em julho. Em agosto, atingiu 33,12% em agosto e, agora, 33,06% na medição atual, conforme a margem de erro.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em todas as regiões do Estado entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45% para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%. Os dados foram registrados na Justiça Eleitoral sob os protocolos TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.
A pesquisa do Instituto Perfil, em parceria com o Blog do BG, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando com ampla vantagem a corrida presidencial no Rio Grande do Norte no cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores.
Lula aparece com 48,06% das citações espontâneas. Em seguida, Flávio Bolsonaro (PL) surge com 13,75%. Depois aparece Augusto Cury (Avante), com 5,25%, seguido de Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (União Brasil), empatados com 0,56%. Romeu Zema (NOVO) e Samara Martins (UP) aparecem empatados com 0,13%. Pablo Marçal (PRTB) fecha a lista com 0,06%.Os indecisos somam 27,31%, enquanto 4,13% disseram que votariam em branco ou nulo.
Na comparação com as rodadas anteriores, Lula teve uma leve alta: 46,25% em julho, 46,11% em agosto e agora 48,06%. Flávio Bolsonaro vem recuando a cada pesquisa: 15,06%, depois 15,50% e agora 13,75%. Augusto Cury deu um salto, indo de 0,25% em julho e 0,13% em agosto para 5,25% agora. Os indecisos caíram de 31,06% para 29,63% e agora 27,31%, enquanto o branco/nulo recuou de 6,56% para 4,13%.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registado sob os números TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.
A nova pesquisa do Instituto Perfil, em parceria com o Blog do BG, aponta que Styvenson Valentim (Podemos) lidera a disputa pelo Senado no cenário espontâneo, quando os entrevistados podem citar qualquer nome ou expressão.
Neste cenário, Styvenson aparece com 14,75% das citações. Em seguida vêm Zenaide Maia (PSD) com 7,25%, Samanda de Lula (PT) com 3,75%, Rafael Motta (PDT) com 1,31%, Tércio Tinôco (União Brasil) com 0,88% e Coronel Hélio (PL) com 0,63%. Clóvis Costa do Coletivo Nós AGIR), Rosália Fernandes (PSTU) e Sônia Godeiro (PSol) fecham a lista, cada um com 0,06%. Os indecisos somam 64,56% dos entrevistados, enquanto branco/nulo representam 6,19%.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registado sob os números TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.
No cenário espontâneo para deputado estadual, em que o eleitor pode citar qualquer nome ou expressão, Cinthia de Allyson aparece na liderança, segundo levantamento do Instituto Perfil em parceria com o Blog do BG.
Cinthia de Allyson lidera com 2,19%. Na sequência dos mais citados vêm Tomba Farias (2,00%), Dr. Gustavo Soares (1,88%), Dr. Kerginaldo (1,81%), Galeno Torquato e Nelter Queiroz (ambos com 1,56%), Júlio César (1,50%), Ubaldo Fernandes, Ezequiel Ferreira e Kleber Rodrigues (todos com 1,19%). Bibiano, Gustavo Carvalho e Walter Alves aparecem empatados com 1,06%, seguidos de Cristiane Dantas e Neilton Diógenes, ambos com 1,00%. Indecisos são 59,55%, enquanto branco/nulo somam 6,81%.
Veja a lista completa dos nomes citados para deputado estadual:
Cinthia de Allyson: 2,19%
Tomba Farias: 2,00%
Dr. Gustavo Soares: 1,88%
Dr. Kerginaldo: 1,81%
Galeno Torquato: 1,56%
Nelter Queiroz: 1,56%
Júlio César: 1,50%
Ubaldo Fernandes: 1,19%
Ezequiel Ferreira: 1,19%
Kleber Rodrigues: 1,19%
Bibiano: 1,06%
Gustavo Carvalho: 1,06%
Walter Alves: 1,06%
Cristiane Dantas: 1,00%
Neilton Diógenes: 1,00%
Francisco do PT: 0,94%
Kaline de Dr. Bernardo: 0,94%
Coronel Azevedo: 0,75%
Eudiane Macedo: 0,75%
Robson Carvalho: 0,75%
Eriko Jácome: 0,63%
Luiz Eduardo: 0,56%
Ivan Júnior: 0,56%
Candidato do PT: 0,44%
Getúlio Rego: 0,44%
Isolda Dantas: 0,44%
Terezinha Maia: 0,44%
Divaneide Basílio: 0,38%
Léo Souza: 0,38%
Jorge do Rosário: 0,31%
Bispo Paulo Luiz: 0,31%
Anne Lagartixa: 0,31%
Adjuto Dias: 0,31%
Daniel Valença: 0,25%
Bibi Costa: 0,19%
Candidato do Prefeito: 0,19%
Holderlin Silva: 0,19%
Milklei do PV: 0,13%
Dr. Jácome: 0,13%
Flávio de Berói: 0,13%
Mineiro: 0,13%
Taveira Júnior: 0,13%
Cabo Deyvison: 0,13%
Emerson: 0,13%
Paulinha: 0,06%
Silvério Filho: 0,06%
Sargento Manasses: 0,06%
Gilvan Santiago: 0,06%
Jorge Nogueira: 0,06%
Marlene Cunha: 0,06%
Samanda de Lula: 0,06%
Júnior Colaça: 0,06%
Elvis de Dal: 0,06%
Edivaldo Júnior: 0,06%
Poliana: 0,06%
Cezinha Nunes: 0,06%
Edson Negrão: 0,06%
Dr. Estácio: 0,06%
Ivanilson Oliveira: 0,06%
Ângela Paiva: 0,06%
Brisa Bracchi: 0,06%
Indeciso: 59,55%
Branco/Nulo: 6,81%
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registado sob os números TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.
O novo levantamento do Instituto Perfil, realizado em parceria com o Blog do BG, também mediu a avaliação da administração da governadora Fátima Bezerra (PT) entre os eleitores potiguares.
De acordo com a pesquisa, 56,56% desaprovam o governo Fátima. Já 31,75% afirmam aprovar a gestão da petista, enquanto 11,69% não souberam ou preferiram não responder.
Na comparação com as rodadas anteriores, a desaprovação a Fátima, que havia caído de 59,56% para 56,18%, ficou praticamente estável em 56,56%. Já a aprovação, que havia subido de 31,94% para 34,63%, recuou agora para 31,75%.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registado sob os números TSE BR-07608/2026 e TRE-RN RN-01368/2026.