O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste sábado (1º.fev.2025) já ter o apoio de ao menos 40 senadores para a abertura de um processo de impeachment contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
“Chegamos a quase 40 senadores declaradamente a favor do impeachment do Alexandre de Moraes, porque todo mundo percebe os absurdos, o excesso, a loucura, as insanidades que ele continua fazendo à revelia da lei“, afirmou.
Para além de abrir o processo, cassar um ministro do Supremo requer votos de 2/3 dos 81 senadores, ou seja de 54 senadores. Nunca um magistrado da Suprema Corte foi destituído.
Aos jornalistas, Flávio declarou que é preciso “parar com a falsa narrativa” de que uma discussão sobre um eventual impeachment contra um ministro do Supremo é “golpe“.
“Está na Constituição. Para mim, há todos os elementos. Como não há um autocontrole do próprio Supremo sobre Alexandre de Moraes, que é quem tem colocado lenha nessa fogueira e esticado a corda cada vez mais, o remédio é o impeachment”, disse.
Flávio Bolsonaro foi ao Senado Federal neste sábado (1º.fev) acompanhar a eleição à presidência da Casa Alta. O favorito para substituir o presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG) é Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda fazer alterações no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), que engloba os benefícios do vale-alimentação e vale-refeição pago a trabalhadores. A proposta ainda está sendo formulada pelo Ministério da Fazenda, mas a possibilidade de mudança tem colocado em lados opostos representantes de supermercados e do setor de benefícios.
De um lado, entidades que representam os estabelecimentos comerciais defendem a reestruturação do programa. De outro, empresas de benefícios alegam que a proposta não ataca o problema da inflação e pode ter o efeito reverso do que pretende o governo.
Entenda as mudanças O governo estuda colocar em prática a regulamentação da portabilidade do benefício. A portabilidade se refere ao direito do trabalhador de escolher em qual cartão ele prefere receber o auxílio. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a mudança pode aumentar a competitividade entre as empresas, reduzindo assim as taxas cobradas pelas operadoras. Supermercados levaram ao governo a proposta de reestruturar o PAT, implementando o chamado PAT eSocial. Para empresas de benefícios, no entanto, a medida não deve refletir no preços dos alimentos. Queda de braço Em novembro, Lula se reuniu com o setor de alimentos em busca de medidas para frear a inflação de produtos da cesta básica. Na ocasião, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) propôs a reestruturação do PAT, onde o recurso seria depositado diretamente em uma conta da Caixa Econômica Federal. Dessa forma, o trabalhador poderia gerir o benefício sem intermediação.
Segundo a entidade, a medida geraria uma economia de R$ 10 bilhões anuais. “As empresas que fazem a intermediação desses vouchers impõem taxas altíssimas aos supermercados. Elas podem cobrar 15%, 10%, 6% em taxas. E não podemos fazer nada em relação a isso. Os contratos são leoninos. Os prazos para recebermos as quantias também são muito longos, chegam a 35 dias”, disse o presidente da Abras, João Galassi, ao Metrópoles.
Empresas de benefícios, no entanto, contestam a eficácia das propostas. Para a Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), a prática da portabilidade vai incentivar que as operadoras ofereçam incentivos para que o trabalhador faça a migração. Para a entidade, os custos das operações serão repassados aos estabelecimentos comerciais, elevando o valor de produtos e serviços.
“É exatamente o oposto do que se imagina, com mais custos, inflação e perdas para o trabalhador brasileiro”, alega Lucio Capelletto, diretor-presidente da ABBT.
A Câmara Brasileira de Benefícios ao Trabalhador (CBBT) ressalta que é necessário ampliar a fiscalização sobre a prática do “rebate” — que consiste em oferecer condições de pós-pagamento e subsídio em serviços de contratos com operadores. Além disso, defende a adoção da chamada interoperabilidade, que permite que toda bandeira de cartão seja aceita em todos os estabelecimentos comerciais. A entidade ressalta, no entanto, o receio na flexibilização do uso do benefícios em outros meios de pagamento, como o Pix.
“Se a gente tiver um Pix sem controle, vamos ter algo parecido com o que foi feito com o Bolsa Família [foi usado em sites de apostas]. Ao invés de [o dinheiro] ir para o supermercado, vai para pagar contas, vai para [jogar no] ‘tigrinho’ e vai desvirtuar justamente o que o governo quer atacar”, avalia Ademar Bandeira, conselheiro da CBBT.
Sábado ( 01/02/25 ) aconteceu a conferência Municipal do Partido Rede Sustentabilidade.
Particilparam representantes do elo nacional (Pernambuco, Paraiba, RN. Foi aclamado por consenso, o nome do ex Vereador Iranilson Medeiros como Porta voz Municipal do partido (Presidente).
“Vamos a cada dia, unir forças para tornar nosso partido mais forte aqui em currais novos e juntos crescermos também a nível estadual e Nacional ” Disse o ex-vereador Iranilson Medeiros.
Apoiado por partidos governistas, de centro e da oposição, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) foi eleito neste sábado (1°), como o novo presidente da Câmara com 444 votos. Ele comandará a Casa pelos próximos dois anos.
Motta assume no lugar de Arthur Lira (PP-AL), que presidiu a Câmara nos últimos quatro anos e apoiou seu sucessor.
Os acordos com as bancadas para a eleição foram articulados ainda em outubro do ano passado. O deputado recebeu o endosso formal de quase todos os partidos da Casa, com exceção do PSOL e do Novo que lançaram candidatos próprios.
O bloco formado na manhã deste sábado para apoiar a candidatura de Motta e indicar representantes para os demais cargos da Mesa é formado por: Republicanos, MDB, PT, PSD, União, Podemos, PP, PL, PDT, PSDB-Cidadania, Avante, PSB, Solidariedade e PRD.
Dias antes da eleição, Motta participou de jantares com as bancadas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Além de congressistas de diferentes partidos, inclusive do PT, os eventos reuniram governadores, prefeitos, chefes de partidos e ministros do governo Lula.
Também participou de eventos em Brasília na véspera da votação.
No seu discurso no plenário neste sábado, antes da eleição, Motta fez diversos acenos às forças políticas da Casa, como para governistas, oposição, partidos pequenos, siglas de centro e a bancada feminina.
Em contraponto às práticas de Lira nos últimos anos, prometeu dar previsibilidade à pauta e às definições de sessões remotas. Também afirmou que vai fortalecer as comissões temáticas e diversificar a indicação de relatores.
A eleição Na disputa, o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) recebeu 31 votos e o deputado Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) teve 22 votos.
Sucessor de Lira A candidatura de Motta ganhou tração depois da desistência de Marcos Pereira (SP), presidente nacional do Republicanos e então 1° vice-presidente da Câmara.
Desde 2023, o deputado ensaiava se candidatar para presidente da Casa, mas recuou da ideia em prol de Hugo Motta.
A candidatura foi oficializada depois de Lira decidir apoiar Motta e preterir o deputado Elmar Nascimento (União-BA), que até a metade de 2024 era apontado como o favorito para a sucessão na Câmara.
A frente ampla formada em apoio a Motta envolveu a desistência de Elmar e do líder do PSD, Antonio Britto (BA). Ambos saíram da disputa após a negociação e a promessa de cargos aos seus partidos.
Com nome consolidado na disputa, Motta reuniu o endosso de congressistas e empresários, em especial do setor do agronegócio que tem a maior bancada do Congresso.
Mesa Diretora Além do novo presidente, os deputados também votaram para os integrantes da Mesa Diretora. O placar ainda será anunciado. Conforme acordo entre os líderes partidários do bloco que apoiou Motta, a indicações foram:
1º vice-presidente: Altineu Côrtes (PL-RJ) 2º vice-presidente: Elmar Nascimento (União Brasil-BA) 1º secretário: Carlos Veras (PT-PE) 2ª secretária: Lula da Fonte (PP-PE) 3º secretário: Delegada Katarina (PSD-SE) 4º secretário: Sérgio Souza (MDB-PR) Suplentes: Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP); Dr. Victor Linhalis (Podemos-ES); Paulo Folletto (PSB-ES); e Paulo Alexandre Barbosa (PSDB-SP)
O senador Davi Alcolumbre (União-AP) foi eleito, neste sábado (1°), o novo presidente do Senado pelos próximos dois anos com 73 votos.
Para que um candidato fosse eleito, eram necessários ao menos 41 votos, ou seja, maioria absoluta. Com o placar deste sábado, Alcolumbre se torna o terceiro presidente do Senado eleito com maior número de votos desde a redemocratização.
Os primeiros lugares do ranking são historicamente ocupados por senadores do atual MDB, antes chamado PMDB. Dividem as posições de presidentes mais votados Mauro Benevides, em 1991, e José Sarney, em 2003, ambos com 76 votos.
Esse será o segundo mandato de Alcolumbre no cargo. Antes, comandou a Casa Legislativa durante a primeira metade do governo de Jair Bolsonaro (PL) — que abrangeu o primeiro ano da pandemia de Covid-19 — entre 2019 e 2021. Na ocasião, ele recebeu 42 votos.
Em seu discurso antes da votação, Alcolumbre defendeu o respeito às prerrogativas de senadores e um Senado “soberano, autônomo, e independente”. Também pediu a retomada das comissões mistas para a análise de medidas provisórias. Os colegiados estão paralisados depois de um impasse com a Câmara nos últimos anos.
“As comissões mistas são obrigatórias por mandamento constitucional. Suprimi-las ou negligenciá-las não é apenas errado do ponto de vista do processo: é uma redução do papel do Senado”, disse no plenário.
Nos últimos dois anos, Alcolumbre presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a mais importante da Casa. No cargo, comandou as votações da reforma tributária e da sua regulamentação, além da sabatina de autoridades antes de irem ao plenário.
A eleição Na disputa, Alcolumbre derrotou os senadores:
Eduardo Girão (Novo-CE), com 4 votos Marcos Pontes (PL-SP), com 4 votos Apoios Alcolumbre teve o apoio formal de todos os partidos da Casa, com exceção do Novo e do PSDB.
Ganhou o endosso de três senadores do Podemos, mas a sigla teve um racha com dois outros integrantes lançando candidaturas próprias — Marcos Do Val e Soraya Thronicke. Ambos retiraram suas candidaturas depois de discursar na tribuna como candidatos.
Mesa Diretora Além do presidente, o Senado também fez a eleição de sua Mesa Diretora.
O PT, partido governista, e o PL, de oposição, terão senadores na vice-presidência. A divisão dos cargos foi acordada pelas siglas que apoiaram Alcolumbre.
Na véspera da votação, o PP teve uma divergência interna. A bancada indicou Laércio Oliveira (PP-SE), mas o senador Dr. Hiran (PP-RR) também oficializou seu nome na disputa. Até o início da sessão, os dois senadores ainda estavam concorrendo ao cargo.
Foram eleitos: 1º vice-presidente: Eduardo Gomes (PL-TO) 2º vice-presidente: Humberto Costa (PT-PE) 1ª secretaria: Daniella Ribeiro (PSD-PB) 2ª secretaria: Confúcio Moura (MDB-RO) 3ª secretaria: Ana Paula Lobato (PDT-MA) 4ª secretaria: Laércio Oliveira (PP-SE) Os suplentes serão:
Chico Rodrigues (PSB-RR) Mecias de Jesus (Republicanos-RR) Styvenson Valentim (PSDB-RN) Soraya Thronicke (Podemos-MS)
O presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, chegou ao Rio Grande do Norte neste sábado (1º). Ex-governador de Goiás e ex-senador, Perillo veio ao Estado prestigiar a abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa e a posse do deputado Ezequiel Ferreira, presidente do PSDB no RN, na nova Mesa Diretora da Assembleia. A solenidade está marcada para a próxima terça-feira (4).
Na tarde deste sábado, Perillo foi recebido por Ezequiel na casa do deputado na Praia de Pirangi. O encontro reforça o prestígio do parlamentar potiguar dentro do partido, com o respaldo da cúpula tucana.
Acompanhado da esposa, Valéria Perillo, o dirigente nacional veio ao RN reforçar que não haverá mudanças no comando do PSDB no Estado, mesmo após a chegada do senador Styvenson Valentim, que deixou o Podemos e se filiou à sigla neste sábado.
Dentro do PSDB, a chegada de Styvenson é vista como uma articulação restrita ao Senado. O senador deixou o Podemos após ser destituído da liderança do partido. Ao desembarcar no PSDB, Styvenson permitirá que a sigla volte a ter três senadores e recupere a liderança no Senado. Com a liderança, o PSDB volta a exercer influência no Senado e recupera cargos perdidos, entre outras vantagens.
O PSDB anunciou a filiação dos senadores Styvenson Valentim, do Rio Grande do Norte, e Oriovisto Guimarães, do Paraná, neste sábado (1º/2). Styvenson deixou o partido Podemos.
Com isso, o PSDB, que antes tinha apenas um representante na casa, pode contar com uma estrutura de liderança. A agremiação havia perdido o direito em março de 2024.
O anúncio da filiação foi feito ao lado do senador Plínio Valério (PSDB-AM), até então, único integrante da sigla. “Fico muito feliz com a chegada dos senadores Oriovisto e Styvenson, que reforçarão nossa bancada e nosso partido. São parlamentares experientes”, afirmou senador.
Os Estados Unidos irão impor taxas de 25% para produtos importados do Canadá e do México, e de 10% para itens da China, confirmou a Casa Branca nesta sexta-feira (31).
A informação é da CNN. Segundo disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, as medidas entram em vigor a partir deste sábado (1º).
Detalhes sobre a taxação, como quais produtos serão tarifados, ainda não foi foram divulgados e a porta-voz Leavitt se recusou a dizer se haverá isenções.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, havia anunciado na véspera que os vizinhos serão taxados em 25%.
“Poderemos ou não. Vamos tomar essa decisão provavelmente hoje à noite”, disse Trump aos repórteres na Casa Branca.
Trump tem advertido repetidamente o México e o Canadá — dois dos principais parceiros comerciais dos Estados Unidos — que imporá tarifas se os dois países não encerrarem os embarques de fentanil e o fluxo de migrantes pelas fronteiras dos EUA.
O Governo do Rio Grande do Norte enfrentou um problema técnico e não conseguiu efetuar o pagamento dos pensionistas nesta sexta-feira (31), conforme havia sido anunciado anteriormente. De acordo com a Secretaria de Estado da Administração (Sead), houve uma falha no processamento do banco de dados dos pensionistas, detectada durante a execução da folha de pagamentos. Com a falha, o governo estadual precisou revisar os procedimentos e estabeleceu um novo cronograma para a regularização dos pagamentos. Segundo a Sead, a revisão da folha será realizada entre esta sexta e segunda-feira (3), com os créditos sendo depositados nas contas dos pensionistas na terça-feira (4).
“A Secretaria de Estado da Administração (Sead) informa que ocorreu uma falha no processamento do banco de dados dos pensionistas, observado durante o processamento dos pagamentos. Assim, a partir de hoje a Sead revisará a folha e regularizará até segunda-feira (3). Os créditos nas contas das pensionistas ocorrerão na terça-feira (04)” informou a pasta em nota oficial.
O Governo do Estado disse que lamenta o transtorno. “Reafirmamos o compromisso com a transparência e a regularidade dos pagamentos”, disse a Sead. O imprevisto ocorreu mesmo após o Executivo estadual ter divulgado que todos os servidores e pensionistas receberiam seus vencimentos nesta sexta-feira.
O pagamento da folha de janeiro do funcionalismo público foi confirmado para os servidores ativos, injetando R$ 588 milhões na economia potiguar. No total, cerca de 110 mil servidores estavam previstos na folha de pagamento. O governo também reforçou que os servidores com portabilidade bancária devem observar os prazos acordados com suas instituições financeiras para a disponibilização dos valores.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (31) a bandeira tarifária verde para o mês de fevereiro de 2025, sem custo adicional na tarifa de energia. O regulador menciona, como justificativas, o volume de chuvas e as boas condições dos níveis dos reservatórios.
É o terceiro mês consecutivo que a bandeira verde é acionada.
Com a seca histórica no segundo semestre de 2024, a Aneel havia acionado a bandeira tarifária vermelha patamar 1º em setembro – pela primeira vez em mais de três anos.
Em conversa com jornalistas na semana passada, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, disse que há indicativo de bandeira tarifária verde ao longo do ano, em razão das previsões climáticas atuais. Ele ponderou, por outro lado, que só no fim do período úmido haverá uma previsão mais assertiva.
Além do risco hidrológico (GSF), outro gatilho para o acionamento da bandeira mais cara no ano passado foi o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) – valor calculado para a energia a ser produzida em determinado período.
Mês a mês o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) considera o custo variável da produção de energia, como a disponibilidade de recursos hídricos, bem como o acionamento de fontes de geração mais caras. A arrecadação via bandeira tarifária paga os custos adicionais.
O sistema de bandeiras tarifárias, criado em 2015, chega no segundo mês de 2025 com a marca de 61 acionamentos nas classificações amarela, vermelha 1, vermelha 2 ou, com maior impacto, a classificação “escassez hídrica”.
O sistema visa atenuar os impactos nos orçamentos das distribuidoras de energia. Na série histórica, o maior período em que a bandeira tarifária ficou verde foi de abril de 2022 até julho de 2024.
Os novos presidentes da Câmara e do Senado serão definidos em votações neste sábado (1°). Pela manhã, a partir das 10h, os senadores escolhem o novo comando da Casa. Às 16h, os deputados iniciam a eleição para a nova presidência.
O favorito entre os senadores é Davi Alcolumbre (União-AP), que preside a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a mais importante da Casa. Ele tem o apoio de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), atual presidente do Senado que chegou ao cargo em 2021 e foi reeleito com o endosso de Alcolumbre.
O senador tem o apoio de oito partidos (MDB, Republicanos, PT, PL, PSB, PDT, PSD e PP), além do próprio União Brasil. Apenas o Novo e o PSDB não embarcaram formalmente na campanha do político.
No caso do Podemos, três senadores da legenda anunciaram endosso a Alcolumbre, mas a sigla teve um racha com dois outros integrantes anunciando candidaturas próprias.
Outros senadores também anunciaram candidaturas avulsas São eles: Eduardo Girão (CE), único representante do Novo na Casa; Marcos Pontes (PL-SP), mesmo sem o apoio da sua bancada e sob críticas de Jair Bolsonaro (PL); e os senadores do Podemos Marcos do Val (ES) e Soraya Thronicke (MS).
Após a escolha do novo presidente, será realizada a votação dos demais integrantes da Mesa Diretora: os dois vice-presidentes, os quatro secretários e os quatro suplentes.
Câmara Na Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) tem apoio de quase todos os partidos. Apenas as bancadas do PSOL e do Novo não declararam apoio ao deputado.
O deputado Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) e o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) também devem disputar o comando da Casa. O prazo para o registro das candidaturas é até 13h30 deste sábado.
Motta reúne apoio, além do próprio Republicanos, de 17 partidos (Avante, Cidadania, MDB, PC do B, PDT, PL, Podemos, PP, PRD, PSB, PSD, PSDB, PT, PV, União Brasil, Rede e Solidariedade). Juntas as bancadas somam 495 deputados, mas o apoio formal das siglas não garante os votos de todos os integrantes, já que a votação é secreta.
Apenas as bancadas do Novo, com quatro deputados, e do PSOL, com 13 integrantes, não apoiaram Motta.
Antes da eleição, os deputados deverão formalizar, até às 9h, a formação dos blocos parlamentares, que servirá de base para a distribuição dos cargos na Mesa Diretora. Quanto maior o bloco, mais cargos o grupo têm direito na Mesa.
O acordo sobre os nomes indicados de cada partido deve ser concluído na reunião de líderes prevista para às 11h.
Os deputados devem registrar 11 votos na cabine eletrônica para: presidente, dois vice-presidentes, quatro secretários e quatro suplentes. A votação é secreta. Para serem eleitos em primeiro turno de votação, os candidatos precisam receber 257 votos (maioria absoluta).
Um avião de pequeno porte, transportando pelo menos duas pessoas, caiu próximo ao Roosevelt Mall, um shopping no nordeste da Filadélfia, EUA. De acordo com o jornal local Philadelphia Inquirer, a polícia informou que o acidente ocorreu pouco depois das 18h e resultou em várias vítimas.
Pelo menos uma casa e vários carros pegaram fogo. No momento do acidente, o tempo estava frio, chuvoso e com baixa visibilidade.
O governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, escreveu nas redes sociais: “Estamos oferecendo todos os recursos da Comunidade” enquanto os socorristas trabalham no local.
A afiliada da CBS na Filadélfia exibiu imagens de um grande incêndio e diversos caminhões de bombeiros atuando na área. Até o momento, não há informações sobre o estado das vítimas.
Neymar se emocionou mais uma vez ao explicar os motivos para voltar ao Santos em sua primeira entrevista após o anúncio do acerto com o Peixe. Apresentado à torcida em evento com shows na Vila Belmiro, ele admitiu que há um mês não cogitava a possibilidade de sair do Al-Hilal e tem como foco conquistar a Copa do Mundo de 2026, que acredita ser sua última pela seleção brasileira. – Eu tenho algumas decisões que fogem da lógica do futebol. E algumas são impactantes. Quando tive a certeza de voltar, confesso que em janeiro, começo de janeiro, não imaginava voltar para o Santos, nem sair do Al-Hilal. Minha família estava feliz, e eu cheio de vontade de jogar – iniciou.
– Mas as coisas aconteceram e tive que tomar uma decisão. Comecei a me entristecer nos treinos, no dia a dia, e não estava sendo bom para a minha cabeça. Surgiu a oportunidade de voltar e não pensei duas vezes. Já tinha comunicado ao meu pai que queria voltar ao Santos e deu tudo certo. Estão todos contentes, eu e minha família, meus amigos nem se fala. Estou de volta, com energia renovada.
– Pisando aqui, me sinto com 17 anos de novo. Muito empolgado, com muita vontade de jogar – completou.
Aos 32 anos de idade, Neymar tem lidado com lesões, que atrapalharam inclusive sua passagem pelo Al-Hilal, na Arábia Saudita. Neste retorno ao Santos, ele deseja se recondicionar para voltar à Seleção de olho no Mundial do ano que vem.
– Obviamente que a Seleção é algo que quero voltar. Tenho algo a conquistar ainda (a Copa do Mundo), uma missão que acho que é minha última, então vou atrás dela de qualquer jeito. Tenho metas – resumiu, antes de se emocionar ao refletir sobre a volta à Vila Belmiro.
O concurso 2.823 da Mega-Sena sorteia, neste sábado (1°), o prêmio acumulado de R$ 10 milhões. As seis dezenas serão anunciadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado em São Paulo. O sorteio também será transmitido pelo Youtube.
As apostas podem ser feitas até as 19h, em casas lotéricas ou pela internet. O volante com seis dezenas marcadas custa R$ 5, enquanto o bilhete com sete números assinalados sai por R$ 35.
Segundo dados da Caixa, a probabilidade de ganhar o prêmio máximo com uma aposta de seis dezenas é de uma em mais de 50 milhões. Já com uma aposta com 15 dezenas, maior número permitido, as chances sobem para uma a cada pouco mais de 10 mil. A jogada, no entanto, custa mais de R$ 22 mil.
Clientes alegaram golpes sofridos de até R$ 30 mil. Suspeita foi presa em SP após desaparecer neste mês de janeiro. Polícia estima que 130 pessoas, pelo menos, tiveram prejuízo.
Uma mulher de 42 anos, suspeita de vender pacotes de viagens para cerca de 130 pessoas no Rio Grande do Norte e depois sumir com o dinheiro, foi presa nesta quinta-feira (30), em São Paulo (SP).
De acordo com a Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD) de Natal, responsável pela investigação do caso, a mulher responde pelo crime de estelionato. O sumiço aconteceu em janeiro.
A prisão ocorreu no Centro de São Paulo, com o apoio da 1ª Delegacia Seccional de São Paulo (PCSP) e do 3º Distrito Policial do Município. Havia um mandado de prisão preventiva expedida pela Justiça do RN.