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A promoção já movimenta o comércio local e tem gerado grande expectativa entre os consumidores. Ao longo de sua trajetória, o atacadista já sorteou 27 veículos, consolidando a ação como uma das mais marcantes da região do Seridó.
Para participar, os clientes devem realizar compras a partir de R$ 50, garantindo um cupom para concorrer ao prêmio. Quanto mais compras, maiores são as chances de sair dirigindo um carro novo.
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A Justiça Eleitoral determinou a cassação dos diplomas do prefeito de Santa Maria, doutor Ranieri (PT), e do vice-prefeito Arthur César (MDB), eleitos nas últimas eleições municipais. A decisão foi proferida pela 8ª Zona Eleitoral e também declarou os dois inelegíveis por oito anos.
Segundo a sentença, os investigados teriam se beneficiado da estrutura administrativa do município para obter vantagem durante o processo eleitoral. A decisão enquadra a conduta como abuso de poder político e econômico.
Apesar da cassação dos diplomas, o prefeito e o vice continuam no exercício dos cargos neste momento. Isso ocorre porque a decisão foi tomada em primeira instância e ainda pode ser contestada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN).
Pela legislação eleitoral, o afastamento imediato da gestão só ocorre após confirmação da decisão em instância superior.
Entenda o caso A investigação analisou possíveis irregularidades relacionadas ao uso da máquina pública durante o período eleitoral. Na sentença, a Justiça Eleitoral concluiu que houve vantagem indevida no pleito, o que motivou a cassação dos diplomas e a declaração de inelegibilidade.
A defesa do prefeito e do vice ainda pode recorrer da decisão ao TRE-RN. Até que haja julgamento definitivo do caso, ambos permanecem nos cargos à frente da Prefeitura de Santa Maria, município localizado na região Agreste potiguar.
O influenciador Ivan Baron, que se dedica à pauta da inclusão das pessoas com deficiência, confirmou nesta segunda-feira 6 sua pré-candidatura a deputado estadual nas eleições de 2026. Em entrevista à rádio 95 FM, ele registrou que se filiou ao PT e manifestou otimismo com a disputa. “Hoje eu tenho certeza: eu vou ser a primeira pessoa com deficiência eleita deputado estadual da história do Rio Grande do Norte”, disse.
Ao sustentar a projeção, Ivan destacou a ausência histórica de representação desse segmento no Estado. “Historicamente, nenhuma pessoa com deficiência chegou ao parlamento estadual”, afirmou.
A candidatura, segundo ele, nasce justamente dessa lacuna. Ivan defende que a presença de pessoas com deficiência em espaços de poder é necessária para garantir legitimidade nas discussões. “Quando a gente não tem essa representatividade, a gente não tem essa legitimidade”, declarou. Para ele, a ausência de referências impacta diretamente novas gerações. “Crianças e jovens crescem acreditando que aquele não é o nosso lugar.”
O pré-candidato também sustenta sua posição a partir da experiência pessoal. Baron possui paralisia cerebral decorrente de uma meningite viral que contraiu aos 3 anos de idade, em razão de uma intoxicação alimentar. “Eu vivo na pele, eu tenho legitimidade para falar de inclusão”, afirmou. Ele relatou episódios de discriminação ao longo da vida. “Eu cresci sendo desacreditado. Eu cresci não tendo a oportunidade de opinar sobre a minha própria vida. Vêm as piadinhas cruéis, os julgamentos.”
Ivan defende que a pauta da inclusão precisa sair do discurso e se traduzir em políticas públicas concretas. “O discurso é muito bonito, é muito fantasioso. Mas eu quero ver, de fato, as políticas públicas acontecendo de verdade”, disse. Ao criticar abordagens superficiais, afirmou que muitas iniciativas não passam de aparência. “Muita coisa é maquiagem. E maquiagem a gente só usa quando vai para uma festa. No dia a dia, é compromisso.”
Ele também argumenta que a inclusão não deve ser tratada como tema pontual ou eleitoral. “Isso não é sobre sigla partidária, ou muito menos um assunto que só deve ser cobrado de quatro em quatro anos. É no dia a dia”, afirmou. Segundo ele, apenas quem vive a realidade consegue compreender a urgência das demandas. “Só luta realmente 24 horas quem passa na pele.”
Nesse contexto, Ivan defende uma mudança de posição dentro do debate público. “Hoje eu não sou aliado da inclusão, eu sou protagonista”, declarou. Para ele, o centro das discussões deve ser ocupado por quem vivencia as dificuldades. “O protagonismo deve ser das pessoas com deficiência.”
A candidatura também se apoia em uma estratégia de presença territorial e diálogo direto com a população. “Política se faz olho no olho, cara a cara”, afirmou. Ele disse que pretende percorrer os municípios do Estado apresentando propostas e ouvindo demandas. “A luta vale a pena e a gente só tem conquista gritando, mostrando para o que a gente veio.”
Ivan reconhece que o desafio eleitoral exige ampliar sua base para além de um único grupo político. “A gente sabe que apenas o eleitorado petista não vai me eleger como deputado estadual”, afirmou. Ainda assim, demonstrou confiança na viabilidade do projeto. “Se a gente não acreditar em nós mesmos, quem é que vai acreditar?”
Atuação política e filiação Durante a entrevista, Ivan Baron também explicou sua filiação ao PT. Ele chegou à legenda após deixar o MDB, por discordar do apoio à pré-candidatura de Allyson Bezerra (União) ao Governo do Estado.
“A partir do momento que o partido fecha compromisso com um projeto que não condiz com inclusão, aquele espaço não me cabe mais. Eu me filiei ao PT com um convite feito a nível nacional da nossa primeira-dama Janja, endossado pelo presidente Lula”, declarou.
Ivan também criticou a forma como parte da política é conduzida no Estado. “Tem gente que faz política dentro de ar-condicionado e entre coronéis”, disse, ao defender uma atuação mais próxima da população.
Além da pauta da inclusão, ele afirma que pretende ampliar a representatividade em outras frentes. “A gente precisa de um jovem, de uma pessoa LGBT com deficiência ocupando aquele espaço”, declarou, ao defender diversidade no parlamento.
Ao final, o pré-candidato reforçou que sua candidatura busca romper um padrão histórico e abrir espaço para novas vozes. “Eu vou ser o primeiro deputado com deficiência do RN”, disse, reafirmando a aposta em uma eleição inédita no cenário político do Estado.
Uma companhia aérea foi condenada a devolver em dobro o valor cobrado de um passageiro durante o embarque e a pagar indenização por danos morais. A decisão foi proferida pelo juiz Azevêdo Hamilton Cartaxo, do 5º Juizado Especial Cível da Comarca de Natal.
De acordo com o processo, o passageiro saiu de Natal com destino a Santiago, no Chile, passando por diferentes aeroportos ao longo do trajeto. Nos primeiros voos, ele embarcou com a bagagem de cabine sem restrições.
No último trecho da viagem, no entanto, o cliente foi impedido de seguir o fluxo normal de embarque e teve que pagar uma taxa de R$ 198,02, sob a justificativa de excesso de bagagem, para conseguir embarcar.
Após o ocorrido, o passageiro tentou resolver a situação diretamente com a empresa, mas recebeu apenas parte do valor pago de volta. Em sua defesa, a companhia afirmou que não houve falha e alegou que o transporte aéreo segue regras definidas pela Agência Nacional de Aviação Civil.
Na análise do caso, o magistrado afirmou que as normas do setor não afastam a aplicação do Código de Defesa do Consumidor. Segundo ele, o próprio reembolso parcial feito pela empresa indica irregularidade na cobrança. “evidencia o reconhecimento da impropriedade da cobrança efetuada”.
O juiz também apontou que a empresa não apresentou justificativa detalhada para a cobrança, limitando-se a “reproduzir argumentação genérica”, sem comprovar a regularidade da taxa aplicada no momento do embarque.
Para a Justiça, a exigência do pagamento naquele momento, com risco de impedir o embarque, caracteriza falha na prestação do serviço e violação à boa-fé. O entendimento foi de que a situação ultrapassou um transtorno comum.
Segundo a decisão, a cobrança indevida colocou o passageiro em condição de vulnerabilidade, principalmente por se tratar de viagem internacional. O magistrado considerou que houve “ofensa à esfera da dignidade do consumidor”.
Com isso, a empresa foi condenada a devolver o valor em dobro, totalizando R$ 393,04, além do pagamento de R$ 1 mil por danos morais.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou em entrevista coletiva nesta terça-feira (7) que o governo Lula desistiu de enviar um projeto de lei para o fim da escala 6×1. O projeto viria em regime de urgência.
Motta afirmou ainda que o Planalto optou por apoiar a tramitação da proposta por meio de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), segundo sinalizou o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE).
Agora, a proposta agora segue para tramitação como PEC, e deverá passar por sua admissibilidade através da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) com votação prevista já na semana que vem. O relator no colegiado é o deputado Paulo Azi (União-BA).
“Nós iremos analisar a matéria por projeto de emenda à Constituição. A admissibilidade deverá ser votada na próxima semana no CCJ. Imediatamente, criaremos a comissão especial para trabalharmos a votação em plenário até o final do mês de maio”, declarou Hugo Motta em entrevista a jornalistas.
Após a análise na CCJ, o texto segue para uma comissão especial, onde o projeto consolidado será analisado. Motta afirmou, no entanto, que ainda não houve discussões para definir um presidente e um relator na comissão.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que concordou em suspender ataques ao Irã por duas semanas.
“Com base nas conversas com o Primeiro-Ministro Shehbaz Sharif e o Marechal de Campo Asim Munir, do Paquistão, nas quais me solicitaram que suspendesse o envio de forças destrutivas ao Irã esta noite, e desde que a República Islâmica do Irã concordasse com a ABERTURA COMPLETA, IMEDIATA e SEGURA do Estreito de Ormuz, concordo em suspender os bombardeios e ataques ao Irã por um período de duas semanas”, disse o precisente na rede Truth Social.
“Este será um CESSAR-FOGO bilateral! A razão para tal é que já cumprimos e superamos todos os objetivos militares e estamos muito avançados em um Acordo definitivo sobre a PAZ a longo prazo com o Irã e a PAZ no Oriente Médio”, falou, em outro trecho da mensagem.
“Recebemos uma proposta de 10 pontos do Irã e acreditamos que ela constitui uma base viável para a negociação. Quase todos os pontos de discórdia anteriores foram acordados entre os Estados Unidos e o Irã, mas um período de duas semanas permitirá que o Acordo seja finalizado e consolidado”, adicionou, em outro trecho do texto publicado na rede social.
“Em nome dos Estados Unidos da América, como Presidente, e também representando os países do Oriente Médio, é uma honra ver este problema de longa data próximo de uma solução. Agradeço a sua atenção a este assunto!”, finalizou.
Lucy. Esse é o nome que batiza uma das propostas mais importantes para a causa animal no Rio Grande do Norte. Na tarde desta terça-feira (7), a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte realizou uma audiência pública para discutir a criação de diretrizes estaduais voltadas à proteção, ao manejo sanitário e ao controle populacional de cães e gatos comunitários. A iniciativa foi proposta pela deputada Divaneide Basílio (PT), que é autora da chamada “Lei Lucy”.
A denominação “Lei Lucy” presta homenagem a uma gata que foi capturada e morta em um condomínio em Mossoró. No entendimento da deputada Divaneide Basílio, o episódio evidenciou a inexistência de normas municipais e estaduais suficientemente claras e eficazes capazes de impedir ações arbitrárias, cruéis e ilegais contra animais comunitários, especialmente quando praticadas sob o argumento genérico de “gestão”, “higiene” ou “segurança”.
Na audiência pública, Divaneide Basílio prestou homenagem à felina e reuniu representantes do poder público, universidades, conselhos profissionais e entidades de proteção animal, promovendo um debate técnico sobre a ausência de normas claras no Rio Grande do Norte. O projeto que está em tramitação na Assembleia será analisado na próxima semana na comissão de Constituição e Justiça da Casa. O texto foi elaborado em parceria com organizações que prestam apoio aos animais e à própria Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB), estabelecendo diretrizes para o manejo ético e territorializado desses animais, reforçando a necessidade de atuação baseada em critérios técnicos, científicos e humanitários.
“É um tema de extrema importância para nosso mandato e para todos que estão presentes. Já discutimos com a sociedade para o aperfeiçoamento da matéria e pedimos que os colegas parlamentares não modifiquem mais o projeto, para que consigamos aprovar o mais rapidamente possível”, explicou Divaneide Basílio.
Durante a audiência, participantes destacaram que a retirada arbitrária de animais de seus territórios pode causar danos físicos e psicológicos, além de violar normas nacionais e internacionais de bem-estar animal. O texto do projeto dialoga com resoluções do Conselho Federal de Medicina Veterinária e com diretrizes da Organização Mundial de Saúde Animal, que reconhecem os animais como seres sencientes e defendem a preservação de seus vínculos ambientais e sociais. Além disso, a proposta também estabelece limites à atuação de particulares, como condomínios, impedindo decisões isoladas que possam resultar na retirada ou eliminação indevida de animais.
Ex-reitor da Ufersa, Josivan Menezes disse que atuavam junto a um condomínio de Mossoró no acolhimento e assistência aos animais e que tem informações de que condôminos que têm fornecido alimentação aos animais têm sido multados. “Há multas superiores a R$ 200 mil e o objetivo é fazer com que os moradores sejam expulsos dos condomínios. Precisamos que a lei seja aprovada e que tenhamos um plano concreto”, disse o professor.
Outro ponto amplamente debatido foi a inadequação de práticas higienistas, como a remoção compulsória ou eliminação de animais sem comprovação técnica de risco sanitário. A legislação federal já proíbe o extermínio indiscriminado de cães e gatos, exigindo laudos técnicos em casos excepcionais, o que reforça a necessidade de políticas públicas estruturadas e baseadas em evidências.
A proposta recebeu avaliação positiva de participantes da audiência, que elogiaram a iniciativa por consolidar um modelo de manejo ético, humanitário e alinhado às normas constitucionais e ambientais. Para a deputada Divaneide Basílio, o objetivo é garantir segurança jurídica e evitar novas situações de conflito. “Estamos construindo uma política pública que respeita a vida, a ciência e a legislação, promovendo convivência responsável entre pessoas e animais”, afirmou.
A audiência também abordou a necessidade de se pensar alternativas para colaborar com a saúde mental das pessoas envolvidas na proteção dos animais, efetivar ações relacionadas à esterilização, vacinação, identificação e devolução dos animais ao território de origem, além da responsabilidade compartilhada entre o poder público e a sociedade.
Ao fim da audiência, foram formalizados encaminhamentos para buscar uma reunião junto ao Governo do Estado já como forma de se discutir a regulamentação da Lei Lucy, além de se ampliar o debate sobre o banco de ração do estado, planejar capacitação e organização logística nos municípios e outros pontos que possam viabilizar o melhor atendimento à causa animal.
“Acredito que conseguimos expor boa parte das ações necessárias para proteger os animais comunitários e nosso mandato segue à disposição para a causa. Vamos buscar a aprovação o mais rapidamente possível”, garantiu Divaneide Basílio.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica abriu investigação para apurar possível coordenação e aumento de preços de combustíveis envolvendo dirigentes de sindicatos no Rio Grande do Norte. A apuração também inclui Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
Segundo o órgão, já existe investigação semelhante em andamento no Distrito Federal. O procedimento teve início a partir de uma representação encaminhada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
De acordo com o documento que embasa a apuração, dirigentes sindicais teriam feito declarações públicas indicando possíveis reajustes nos preços dos combustíveis. Para o Cade, esse tipo de sinalização pode levantar suspeitas de aumento coordenado entre revendedores, prática que pode afetar a concorrência e impactar o consumidor.
Com a abertura do inquérito, o órgão dará início à fase de instrução, que inclui a coleta de novas informações e evidências sobre a conduta investigada.
Após essa etapa, o Cade poderá decidir pela abertura de um Processo Administrativo para aprofundar a apuração do caso.
Os senadores Rogério Marinho e Styvenson Valentim assinaram a proposta de emenda à Constituição apresentada por Flávio Bolsonaro que prevê o fim da reeleição para presidente da República já a partir de 2026.
Ao todo, 28 senadores apoiaram a PEC, que tenta atrair governadores e partidos do centro para a pré-candidatura de Flávio ao Planalto. A proposta prevê que o presidente eleito em 2026 não poderá disputar um segundo mandato consecutivo.
A reeleição foi instituída no Brasil em 1997, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.
O deputado estadual Luiz Eduardo (PL) afirmou nesta quarta-feira 7, durante sessão ordinária da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, que a Via Costeira pode enfrentar um cenário de paralisação de investimentos, caso persistam entraves jurídicos e institucionais que, segundo ele, comprometem a segurança jurídica e afastam novos empreendimentos.
Ao tratar do tema no plenário, o parlamentar destacou o potencial econômico da área e fez um alerta sobre o risco de estagnação. “Aquela área da Via Costeira não pode ficar sucumbida ao insucesso, virar um cemitério”, declarou, ao defender a retomada de projetos na região.
O deputado argumentou que a Via Costeira possui capacidade de gerar empregos e impulsionar o turismo, mas enfrenta obstáculos que dificultam a concretização de investimentos. “Na construção de seis hotéis ali, nós podemos gerar mais de dois mil empregos”, afirmou.
Segundo Luiz Eduardo, o principal problema está na insegurança jurídica gerada a partir de questionamentos sobre normas já estabelecidas. “Isso é um problema gravíssimo, porque está criando uma insegurança jurídica”, disse. Ele acrescentou que esse ambiente tem impacto direto na economia. “Isso vai inibir a vinda de investimento para o Rio Grande do Norte.”
O parlamentar também criticou a atuação de órgãos fiscalizadores, que, em sua avaliação, estariam interferindo indevidamente em processos já regulamentados. “Os órgãos fiscalizadores não podem passar por cima da lei”, afirmou. Em seguida, questionou a necessidade de revisões. “Qual é a dúvida que tem sobre a lei?”
Luiz Eduardo ressaltou que as regras que tratam da ocupação da área foram construídas ao longo de um processo legislativo consolidado. “A lei foi feita pelo parlamento estadual”, disse. Ele também lembrou que a revisão do Plano Diretor de Natal foi debatida amplamente antes de sua aprovação. As duas normas são questionadas por órgãos como o Ministério Público e o Tribunal de Contas.
Para o deputado, o problema não está na necessidade de proteção ambiental, que ele afirma defender, mas na instabilidade gerada após a definição das regras. “Eu acho importante o cuidado com o meio ambiente, o cuidado com as nossas praias”, declarou. No entanto, ponderou que mudanças posteriores comprometem o ambiente de negócios. “Depois que se cria segurança jurídica, não se pode mais questionar e criar um péssimo ambiente de negócio.”
Ao reforçar o argumento, o parlamentar associou decisões administrativas ao impacto social. “É muito fácil dar uma canetada do gabinete, mas você não está pensando naquele cidadão que precisa de um emprego”, afirmou.
O deputado também destacou que a Via Costeira já possui histórico de ocupação e atividade econômica. “Já existem vários hotéis naquela área. É uma área que já tem atividade há anos”, disse, ao defender que a região deve continuar sendo utilizada para geração de riqueza.
Ao final do pronunciamento, Luiz Eduardo reiterou a necessidade de cumprimento das normas vigentes e apontou o Supremo Tribunal Federal (STF) como instância adequada para eventuais questionamentos. “Existe lei, e a lei tem que ser seguida. Se tiver que questionar, é lá no Supremo Tribunal Federal.”
Questionamentos No mês passado, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) suspendeu, em medida cautelar, os atos administrativos do Governo do Rio Grande do Norte que concederam novos prazos a concessionárias de terrenos na Via Costeira. Também foi determinado que a Datanorte priorize uma licitação em nova modelagem de uso dos terrenos.
Além da suspensão das concessões, o TCE também determinou a abstenção, por parte do Estado, de praticar novos atos que impliquem a implantação, modificação ou ampliação de empreendimentos nas áreas em análise, até uma próxima deliberação da Corte.
Ao todo, sete lotes que ficaram sem ocupação – desde a autorização de uso do trecho – são alvos de uma disputa judicial que se arrasta há duas décadas. Os terrenos ficaram descoupados por conta de obrigações não cumpridas pelos empreendedores na época.
O impasse ocorre em meio à tentativa de reativar investimentos na região por meio da Lei Estadual nº 12.079/2025, que prevê novos empreendimentos na Via Costeira. O TCE-RN, no entanto, entende que a legislação não autoriza a prorrogação automática de contratos descumpridos, reforçando a necessidade de revisão jurídica das concessões.
Em paralelo, o Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação civil pública para impedir alterações legais que permitam ocupação nas áreas de preservação permanente da Via Costeira, em Natal, e exigir a elaboração e execução de um Plano de Proteção e Gestão Ambiental da região. A ação também busca evitar que mudanças recentes em normas municipais e estaduais ampliem riscos ao ecossistema local.
O processo foi movido contra o município de Natal, a Câmara Municipal, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema/RN). O MPF afirma que legislações municipais e estaduais contrariam o Código Florestal, a Lei da Mata Atlântica e autorizações concedidas sem respaldo técnico e legal.
O MPF aponta que a Lei nº 7.801/2024 tramitou em regime de urgência e permitiu intervenções em Áreas Especiais de Interesse Turístico e Paisagístico, onde há terrenos não edificáveis por se tratar de áreas de preservação permanente.
Em outro processo, este protocolado pelo Ministério Público Estadual, o Tribunal de Justiça (TJRN) autorizou a Prefeitura a emitir licenças urbanísticas e alvarás de construção com base na Lei Municipal nº 7.801/2024 – norma que entrou em vigor em dezembro de 2024 e que busca flexibilizar edificações em áreas turísticas como a Via Costeira, Ponta Negra, Rota do Sol, Redinha e eixos da Avenida Engenheiro Roberto Freire.
A lei permite maior verticalização, uso misto e residencial multifamiliar nessas zonas. Na Via Costeira, uma das novidades é a possibilidade de construções com até 15 metros de altura acima da via e maior ocupação dos terrenos.
O radialista Ed Oliveira celebra nesta quarta-feira (08 de abril) uma marca impressionante: 35 anos de carreira no rádio! 📻👏
O início de tudo A trajetória começou em 1991, na 95 FM de Currais Novos. Desde então, Ed construiu uma carreira sólida e respeitada no rádio potiguar.
Passagens marcantes Ao longo dos anos, acumulou experiências importantes: • Rádios em Natal, como 95 FM, 96 FM e 98 FM (onde atuou por 22 anos) • Experiência fora do estado, na Costa do Sol FM, em Fortaleza • Gestão da FM Educativa 102.1, em São Gonçalo do Amarante • Passagem pela Rádio Rural de Natal (91.9 FM)
A voz do futebol Desde 2020, Ed também se destacou como narrador esportivo: • Agora FM 97.9 • 96 FM Natal (2022) • Retorno ao rádio natalense em 2024 pela 97 FM • Narrações na TV Ponta Negra (SBT local)
Inovação no rádio Também em 2020, Ed deu um passo além e criou sua própria rede de rádios, retransmitindo conteúdo diário para diversos estados do Brasil, ampliando seu alcance e consolidando sua marca no cenário nacional.
Atual momento Em fevereiro de 2026, foi convidado para integrar a equipe da Mundial FM, em Natal, reforçando ainda mais sua trajetória de sucesso.
Legado Com mais de três décadas de dedicação, Ed Oliveira se tornou uma referência no rádio do Rio Grande do Norte, levando informação, emoção e profissionalismo aos ouvintes.
Parabéns pelos 35 anos de história! Que venham muitos outros!
Em reunião realizada nesta terça-feira na sede do PDT nacional, em Brasília, o ex-senador Jean Paul Prates e o ex-deputado federal Rafael Motta discutiram as estratégias da sigla para as eleições deste ano.
A ideia, conforme, Jean postou em suas redes sociais, é construir uma candidatura que em sendo vitoriosa teria um mandato compartilhado entre ele e Rafael. “Em agenda com presidentes de partidos aliados, Carlos Lupi também apresentou o entendimento construído entre os dois pré-candidatos do PDT ao Senado no Rio Grande do Norte, Jean Paul Prates e Rafael Motta, propondo a formalização pública de um acordo de compartilhamento de mandato como estratégia de fortalecimento do projeto político do partido no estado”, explicou Jean.
O acordo contou com a chancela do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e da presidente estadual do partido no Rio Grande do Norte, Márcia Maia.
A escolha do candidato será definida por meio de pesquisa. O mais citado vai compor chapa com o PT, buscando o segundo voto do lulismo.
Os vereadores G Charles, João Paulo, Sebastião e Cleyber Trajano participaram de uma audiência na Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) com o objetivo de garantir investimentos para a zona rural de Currais Novos.
Na reunião, os parlamentares solicitaram a perfuração de poços, instalação de dessalinizadores e construção de barragens submersas, medidas consideradas essenciais para melhorar o acesso à água nas comunidades rurais.
A iniciativa visa reduzir os impactos da seca e oferecer mais segurança hídrica para os moradores, especialmente agricultores familiares. Os vereadores destacaram a importância da parceria com o Governo Federal para viabilizar as ações e atender uma demanda histórica do município.
A incidência de raios no Rio Grande do Norte aumentou 24% no primeiro trimestre de 2026, segundo levantamento da Neoenergia Cosern com base em dados da Plataforma Climatempo. Entre janeiro e março, foram registradas 45.377 descargas atmosféricas no estado, com maior concentração nas regiões Oeste e Seridó.
De acordo com a distribuidora, o aumento está diretamente ligado à maior frequência de chuvas nessas regiões. No mesmo período, o número de ocorrências relacionadas ao sistema elétrico provocadas por raios subiu 9%, resultando em interrupções pontuais no fornecimento de energia para cerca de 373 mil pessoas em todo o estado.
Segundo a Neoenergia Cosern, Apodi liderou o ranking de incidência de raios, com 2.633 registros, seguido por Caicó (2.300) e Mossoró (2.170). Também aparecem entre os municípios com maior número de descargas Governador Dix-Sept Rosado (2.023), Caraúbas (1.739), Campo Grande (1.448), Upanema (1.368), Serra Negra do Norte (1.346), Jucurutu (1.123) e Açu (1.066).
O superintendente técnico da Neoenergia Cosern, Antonio Carlos Queiroz, afirmou que a concessionária tem ampliado investimentos para reduzir impactos das descargas atmosféricas. “Entre as medidas estão a instalação de para-raios e a modernização da rede elétrica com equipamentos telecomandados, que permitem maior agilidade no restabelecimento do fornecimento de energia”, apontou.
Confira a lista completa:
Apodi – 2.633 Caicó – 2.300 Mossoró – 2.170 Gov. Dix-Sept Rosado – 2.023 Caraúbas – 1.739 Campo Grande – 1.448 Upanema – 1.368 Serra Negra do Norte – 1.346 Jucurutu – 1.123 Açu – 1.066 Baraúna – 1.005 Santana do Matos – 964 Angicos – 881 Tenente Ananias – 849 São João do Sabugi – 744 Alexandria – 719 Felipe Guerra – 663 Pau dos Ferros – 635 Marcelino Vieira – 609 Patu – 569 Jardim de Piranhas – 569 Afonso Bezerra – 541 Florânia – 535 Umarizal – 532 São Fernando – 491 Acari – 490 Parelhas – 439 Olho d’Água do Borges – 380 Jardim do Seridó – 379 Pendências – 368 Francisco Dantas – 363 Severiano Melo – 355 São Rafael – 350 Fernando Pedroza – 343 Serra do Mel – 328 Paraú – 328 Carnaubais – 327 Itaú – 324 Pedro Avelino – 323 Jandaíra – 311 Ipueira – 295 Triunfo Potiguar – 286 Cruzeta – 282 Ouro Branco – 272 Rafael Godeiro – 271 São Tomé – 267 João Câmara – 259 Portalegre – 259 Lajes – 256 Riacho da Cruz – 253 Rodolfo Fernandes – 251 Antônio Martins – 241 Martins – 237 Pedra Preta – 234 Janduís – 231 São Miguel – 230 Paraná – 226 Ceará-Mirim – 226 Santa Cruz – 225 José da Penha – 224 Almino Afonso – 222 Taboleiro Grande – 221 São José do Seridó – 220 Macau – 220 Ipanguaçu – 217 São Vicente – 207 Encanto – 195 Currais Novos – 192 Alto do Rodrigues – 190 Jardim de Angicos – 177 Porto do Mangue – 167 Luís Gomes – 159 Timbaúba dos Batistas – 158 Riacho de Santana – 158 Areia Branca – 157 Rafael Fernandes – 155 João Dias – 152 São Francisco do Oeste – 149 Cerro Corá – 143 Equador – 143 Lajes Pintadas – 140 Serrinha dos Pintos – 137 São Miguel do Gostoso – 135 Pilões – 134 Touros – 133 Itajá – 129 Coronel João Pessoa – 118 Parazinho – 113 Campo Redondo – 95 Carnaúba dos Dantas – 94 Água Nova – 91 Doutor Severiano – 87 Frutuoso Gomes – 82 Venha-Ver – 82 Ielmo Marinho – 80 Januário Cicco – 77 Messias Targino – 77 Bodó – 74 Santana do Seridó – 71 Pureza – 70 Tangará – 67 Galinhos – 67 Coronel Ezequiel – 64 Rio do Fogo – 63 Santo Antônio – 61 Taipu – 53 Tenente Laurentino Cruz – 53 Lagoa Nova – 52 Macaíba – 52 Várzea – 50 Caiçara do Norte – 50 São José do Campestre – 49 Major Sales – 48 Nova Cruz – 48 Guamaré – 46 Caiçara do Rio do Vento – 46 Grossos – 44 São Bento do Norte – 43 Viçosa – 41 Sítio Novo – 36 Extremoz – 34 Santa Maria – 32 Bento Fernandes – 32 Tibau – 30 Pedra Grande – 30 Lucrécia – 30 Serrinha – 30 Serra Caiada – 30 Barcelona – 29 São Bento do Trairí – 29 Monte Alegre – 28 São Paulo do Potengi – 27 São Pedro – 24 Maxaranguape – 24 Riachuelo – 19 Monte das Gameleiras – 18 São Gonçalo do Amarante – 17
O pré-candidato do PT ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier, afirmou que a gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) foi a melhor do Estado nas últimas duas décadas. “O governo da professora Fátima é o melhor governo dos últimos 20 anos aqui no nosso Estado”, afirmou Cadu, em entrevista à TV Band RN.
Cadu Xavier, que chefiou a equipe econômica do governo — inicialmente, como secretário de Tributação e, depois, como secretário de Fazenda —, citou que a gestão atual promoveu uma mudança estrutural no cenário do Rio Grande do Norte, especialmente quando comparado ao período anterior a 2019.
Ao justificar a afirmação, o pré-candidato traçou um paralelo com o passado recente. “O Rio Grande do Norte até 2018 era terra de salários atrasados, de polícia aquartelada, de rebeliões em presídios, e hoje a gente vive um momento completamente diferente”, disse.
Para Cadu, a regularização da folha salarial e a valorização do funcionalismo são elementos centrais dessa transformação. “O Estado paga o seu servidor em dia, valoriza o servidor”, pontuou.
No campo fiscal, ele destacou a redução do comprometimento da receita com despesas de pessoal. “Em dezembro de 2018, o Rio Grande do Norte comprometia 63% da sua receita com gasto com pessoal. Hoje, nós já estamos na casa dos 56%, ou seja, uma queda de mais de 7 pontos percentuais”, afirmou, ao defender que houve equilíbrio entre responsabilidade fiscal e valorização dos servidores.
A segurança pública foi apresentada como o principal resultado da gestão. “Eu tenho convicção de que o maior legado do governo da professora Fátima é a segurança pública”, declarou.
Ele citou indicadores para sustentar a avaliação. “Natal é hoje a capital mais segura do Nordeste, o Rio Grande do Norte está entre os quatro estados mais seguros do País”, disse. Segundo o pré-candidato, o cenário atual contrasta com o passado recente. “Saímos de um estado que vivia com a polícia aquartelada, porque os policiais não recebiam salário. Um estado que tinha rebeliões nos presídios, e hoje isso não existe mais”, declarou.
Cadu também atribuiu os avanços a investimentos realizados ao longo da gestão. “Nós tivemos mais de 5 mil profissionais de segurança pública contratados no governo da professora Fátima através de concurso público”, afirmou. Ele acrescentou que houve “investimento forte em equipamentos, armamentos e coletes” e renovação da frota. “As viaturas do nosso estado são todas novas”, disse.
O pré-candidato ainda destacou a integração das forças de segurança como fator determinante. “Essa integração fez com que a gente estivesse hoje em outro patamar.”
Na saúde, reconheceu a existência de desafios, mas ressaltou avanços na estrutura e na interiorização dos serviços. “Hoje, no governo da professora Fátima, nós temos o dobro de leito de UTI que a gente tinha antes”, afirmou. Ele também mencionou a ampliação de cirurgias eletivas e melhorias em hospitais regionais. “Se você comparar a saúde pública do Rio Grande do Norte de hoje com a de 2018, a situação é muito melhor do que a que a gente tinha antes”, disse.
O pré-candidato defendeu a continuidade do modelo de regionalização. “A gente tem que continuar esse processo de regionalização da saúde, não dá para a gente concentrar a saúde nos grandes centros”, afirmou. Para ele, é necessário superar a lógica de deslocamento de pacientes. “A gente tem que continuar esse processo de fortalecimento da saúde regional para que a saúde esteja próxima do povo.”
Na educação, Cadu reconheceu dificuldades, especialmente na alfabetização, mas atribuiu a responsabilidade compartilhada com os municípios. “A alfabetização está na obrigação do município”, disse, ao defender a cooperação institucional. Ainda assim, apontou avanços da gestão estadual. “Nós temos hoje o triplo de alunos matriculados no ensino integral do que existia antes”, afirmou. Também citou investimentos estruturais. “Nós temos mais de 100 escolas reformadas, temos todas as escolas do Estado conectadas e mais de 29 mil Chromebooks distribuídos.”
Ele destacou ainda a criação de novos institutos de educação. “Nós temos a construção dos 10 Ierns”, disse, ao comparar as unidades aos institutos federais. Sobre os resultados, afirmou esperar melhoria nos indicadores. “A gente espera um resultado do Ideb trazendo o Rio Grande do Norte para um patamar intermediário”, afirmou ele, sobre o indicador que está prestes a sair.
Mesmo diante de pesquisas que apontam desgaste das gestões estadual e federal, Cadu minimizou o impacto. “Seria arriscado se a gente não tivesse entregas para apresentar”, afirmou. Ele citou o histórico recente como referência. “Em 2022, a governadora Fátima enfrentava também um quadro de desaprovação e foi eleita no primeiro turno”, disse.
Ao final, o pré-candidato reforçou que sua candidatura está ancorada na continuidade do projeto político. “A gente está colocando o nome à disposição com muita firmeza para defender o legado do governo da professora Fátima e apontar um futuro de mais desenvolvimento, geração de emprego e renda para o nosso povo”, afirmou.