A terceira pesquisa estadual Metadata/Grupo Dial, divulgada nesta segunda-feira (10), mediu a rejeição dos candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte no primeiro levantamento da parceria realizado após as convenções partidárias.
No cenário estimulado, Álvaro Dias (PL) registra a maior rejeição, com 18,7%, seguido por Cadu de Lula (PT), com 16,7%. A diferença numérica entre os dois é de 2 pontos percentuais.
Na sequência aparece Rodrigo Bolsonaro (Agir), rejeitado por 11,5% dos entrevistados. Allyson Bezerra (União Brasil) tem 6,7% de rejeição.
Entre os demais candidatos, Dário Barbosa (PSTU) registra 3%; Arinaldo do MLB (UP), 2,6%; e Professor Robério Paulino (PSOL), 2%.
Rejeição dos candidatos ao Governo do RN
Além da rejeição individual, 14,1% afirmaram não rejeitar nenhum dos candidatos e disseram que poderiam votar em qualquer um dos nomes apresentados. Outros 10,8% rejeitam todos e não votariam em nenhum, enquanto 13,8% não souberam ou não responderam.
Os números de rejeição complementam o cenário de intenção de voto para o Governo do Estado. Na estimulada da mesma pesquisa, Allyson aparece com 34,2%, Álvaro com 24% e Cadu com 17,1%. Rodrigo Bolsonaro registra 1,8%, Robério Paulino 1,6%, Dário Barbosa e Arinaldo do MLB têm 0,3% cada.
A rejeição mede uma dimensão diferente da intenção de voto: enquanto uma pergunta identifica a preferência do eleitor, a outra busca saber em qual candidato o entrevistado afirma que não votaria de jeito nenhum.
Metodologia
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-03682/2026 e BR-05736/2026, realizada pela Metadata Soluções Inteligentes LTDA com recursos próprios. Foram entrevistados 1.536 eleitores, de forma presencial, em 63 municípios do Rio Grande do Norte, com distribuição proporcional ao eleitorado das 3 regiões geográficas intermediárias e das 12 regiões imediatas definidas pelo IBGE (correspondentes às 4 mesorregiões e 19 microrregiões), entre os dias 6 e 8 de agosto de 2026. O nível de confiança é de 95%, com uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
O governo brasileiro decidiu adotar uma estratégia de contenção diante dos reiterados ataques do presidente da Argentina, Javier Milei, a Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A avaliação do Palácio do Planalto é de que responder às provocações seria cair em uma armadilha narrativa, desgastando desnecessariamente a imagem de Lula no cenário internacional.
A decisão de ignorar Milei está inserida em um contexto mais amplo, que envolve também a relação do Brasil com os Estados Unidos e o governo de Donald Trump.
A equipe de Lula entende que qualquer tipo de resposta ao presidente argentino deve ficar nas mãos da diplomacia brasileira, especialmente do chanceler Mauro Vieira, que concedeu entrevista no fim de semana rebatendo os ataques de Milei e afirmando que eles precisam cessar.
A lógica da estratégia é desacoplar a atuação política de Lula do embate com Milei. O objetivo é preservar a imagem de Lula como um líder respeitado no cenário internacional, que mantém diálogo direto com Donald Trump, ao mesmo tempo em que se evita alimentar o confronto com o presidente argentino.
Auxiliares de Lula avaliam que Milei utiliza a figura do presidente brasileiro para obter projeção internacional, e que a melhor resposta é esvaziar essa estratégia, deixando-o “falando sozinho”.
Dentro do governo brasileiro, há um entendimento de que as relações diplomáticas e comerciais entre Brasil e Argentina estão preservadas. O que existe, na avaliação dos auxiliares de Lula, é um jogo político de Milei.
EUA estão à disposição para conversar
Os Estados Unidos responderam nesta segunda-feira ao pedido de consulta do Brasil à Organização Mundial do Comércio (OMC) para discutir as duas sobretaxas impostas aos produtos brasileiros importados pelo país. Em documento enviado ao órgão, os EUA afirmaram que “aceitam o pedido do Brasil para iniciar consultas” e que os representantes estão “à disposição para conversar com os representantes de sua missão em uma data que seja conveniente para ambas as partes para a realização das consultas”.
Também hoje, a China pediu para participar da discussão tarifária entre EUA e Brasil, afirmando que “possui um interesse comercial substancial nessas consultas”. No documento, o país diz que as medidas podem afetar também as exportações chinesas, já que as discussões podem afetar as condições de concorrência de seus produtos no mercado americano.
“A China, portanto, solicita respeitosamente que lhe seja permitido participar das consultas nesta controvérsia”, diz trecho de outro documento vinculado à discussão.
A resposta americana realizada hoje responde à queixa realizada pelo Brasil à OMC, formalizada no fim do mês passado. Em 27 de julho, o Brasil afirmou que as medidas adotadas pelos americanos violavam compromissos assumidos pelo país no sistema multilateral de comércio e representam uma tentativa de impor sanções de forma unilateral.
A iniciativa, datada de 27 de julho pelo país, questiona as duas sobretaxas anunciadas no mês passado pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), ambas tomadas com base na Seção 301 da legislação comercial americana: a primeira sobre alíquota adicional de 25% relacionada à investigação sobre práticas comerciais brasileiras. A segunda sobre a taxa de 12,5% vinculada à apuração sobre supostas falhas do Brasil no combate à importação de produtos produzidos com trabalho forçado.
Somadas, as medidas elevam a tributação sobre parte dos produtos brasileiros exportados ao mercado americano.
Na manifestação enviada à OMC, o Brasil argumenta que Washington desrespeitou o princípio da nação mais favorecida, um dos pilares do comércio internacional, ao aplicar tarifas específicas contra produtos brasileiros sem estender o mesmo tratamento a outros membros da organização. Também sustenta que os Estados Unidos passaram a cobrar tarifas superiores aos limites consolidados junto à OMC.
Outro ponto da reclamação é a alegação de que os EUA recorreram a medidas unilaterais para responder a supostas violações comerciais, em vez de utilizar o mecanismo de solução de controvérsias previsto pela própria organização.
A terceira pesquisa estadual Metadata/Grupo Dial, divulgada nesta segunda-feira (10), apresenta o cenário estimulado para o primeiro voto ao Senado pelo Rio Grande do Norte. Considerando os resultados apresentados aos entrevistados, Styvenson Valentim (Podemos) aparece com 27,5% das intenções de voto.
Na sequência está Zenaide Maia (PSD), com 15,3%. Samanda de Lula (PT) aparece com 11,1%, enquanto Rafael Motta (PDT) registra 10,1%.
Coronel Hélio (PL) tem 5,5% das intenções de voto. Entre os demais nomes, Sandro Pimentel (PSOL) e Tércio Tinôco (União Brasil) aparecem com 1,1% cada, seguidos por Rosália Fernandes (PSTU), com 1%.
Sonia Godeiro (PSOL) registra 0,8%, enquanto Luciana Mandu (PSTU) e Professor Guilherme (UP) aparecem com 0,5% cada.
Entre os nomes apresentados, Styvenson registra uma vantagem numérica de 12,2 pontos percentuais sobre Zenaide, segunda colocada.
A disputa aparece mais próxima nas posições seguintes. Zenaide tem 4,2 pontos de vantagem numérica sobre Samanda, enquanto apenas 1 ponto percentual separa Samanda, com 11,1%, de Rafael Motta, com 10,1%. Considerando a margem de erro geral de 2,5 pontos percentuais, os intervalos das estimativas de Samanda e Rafael se sobrepõem.
O levantamento também mostra que 11,8% ainda não sabem ou não responderam qual seria sua primeira escolha para o Senado. Outros 7,9% indicam branco, nulo ou nenhum, e 5,8% afirmam que não votariam em nenhum dos nomes apresentados.
Como o Rio Grande do Norte elegerá dois senadores em 2026, a pesquisa Metadata/Grupo Dial mede separadamente o primeiro e o segundo votos, além de apresentar um cenário agregado das duas escolhas.
Metodologia
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-03682/2026 e BR-05736/2026, realizada pela Metadata Soluções Inteligentes LTDA com recursos próprios.
Foram entrevistados 1.536 eleitores, de forma presencial, em 63 municípios do Rio Grande do Norte, com distribuição proporcional ao eleitorado das 3 regiões geográficas intermediárias e das 12 regiões imediatas definidas pelo IBGE (correspondentes às 4 mesorregiões e 19 microrregiões), entre os dias 6 e 8 de agosto de 2026.
Os resultados são ponderados por grau de instrução, com base no perfil do eleitorado potiguar apurado pelo TSE em 1º de agosto de 2026. O nível de confiança é de 95%, com uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
Marco Antônio Heredia Viveros, ex-marido da ativista Maria da Penha, vai permanecer preso preventivamente após audiência de custódia que ocorreu na tarde desta segunda-feira (10), em Natal.
O colombiano foi preso no domingo (9) na capital potiguar, onde mora há cerca de 10 anos, por conta de uma entrevista dada à TV Record sobre a tentativa de feminicídio que cometeu contra a ex-mulher, o que, segundo o Ministerio Público do Ceará, descumpre uma medida protetiva.
O g1 procurou a Record sobre a decisão judicial que proibiu a exibição da entrevista e pediu a retirada de todo material de divulgação em quaisquer plataformas, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
As medidas cautelares foram impostas pela Justiça do Ceará, onde os casos de violência ocorreram, em 2024 e proíbem Marco Antônio Viveros de divulgar informações sobre o processo e o nome ou a imagem das vítimas.
Elas foram expedidas pelo 1º Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Fortaleza em favor da ativista e de duas das três filhas deles.
O crime contra Maria da Penha aconteceu em 1983. Marco Antônio foi condenado pela tentativa de homicídio da ex-mulher. Na primeira condenação, em 1991, respondeu em liberdade após recursos. Em 1996, foi condenado novamente, mas a defesa alegou irregularidades no processo e conseguiu evitar que ele fosse preso. Em 2000, o homem foi preso e permaneceu detido por cerca de dois anos, até 2002.
Pego de surpresa, diz delegado
Segundo o delegado de plantão Alexandro Gomes, da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, a Justiça decretou a prisão dele no sábado (8), após pedido do MPCE, e o mandado foi cumprido no domingo.
“Ele foi preso por que descumpriu medidas protetivas de urgência, especificamente da divulgação de informações sobre a vítima e sobre o processo que tramita na comarca de Fortaleza. Esse processo tem essa proibição justamente para evitar que haja a um prejuízo maior psicológico para a vítima”, explicou o delegado.
O delegado relatou que Marco Antônio Heredia Viveros ficou surpreso com a prisão. “Ele tem essa preocupação de expor a versão dele dos fatos. No entanto, existe essa decisão de que ele não pode realmente tocar no assunto para evitar essa vitimização, e houve esse descumprimento”, falou.
“Então, esse descumprimento implica não só em crime específico, que é descumprir medidas protetivas, como também gera a prisão preventiva”, completou.
Entrevista sobre o crime
Na decisão, a Justiça entendeu haver indícios suficientes da prática do crime de descumprimento de medidas protetivas de urgência, previsto no artigo 24-A da Lei Maria da Penha, e destacou que o investigado foi devidamente notificado das restrições impostas e das consequências jurídicas em caso de violação da medida.
Além de decretar a prisão preventiva, também foi determinada a retirada imediata do ar de conteúdos relacionados à entrevista e proibida a veiculação da reportagem ou divulgação em quaisquer plataformas.
De acordo com a representação do MP, trechos da matéria e conteúdos promocionais estavam sendo divulgados em plataformas digitais e redes sociais.
A Justiça exige ainda a preservação de todo o material ligado à produção do material, incluindo arquivos, registros de edição, contratos, comunicações internas e documentos correlatos, sob pena de multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento.
Na decisão, o juíz destacou que a medida visa garantir a ordem pública, assegurar a efetividade das medidas protetivas de urgência e impedir a continuidade da prática delitiva.
Lei completou 20 anos
A prisão dele aconteceu dois dias após a lei que leva o nome da ativista cearense completar 20 anos. A história que levou a uma mudança na legislação começou ainda antes disso. Maria da Penha Maia Fernandes, cearense que virou símbolo na luta pela proteção das mulheres, sobreviveu a duas tentativas de feminicídio em 1983, em Fortaleza.
Nascida na capital cearense, Maria da Penha estava casada há 7 anos com o colombiano Marco Antônio Heredia Viveros quando sofreu a primeira tentativa de feminicídio. Ela levou um tiro nas costas enquanto dormia.
O ataque gerou lesões irreversíveis nas vértebras torácicas, laceração na dura-máter (membrana meníngea mais externa) e destruição de parte da medula à esquerda. Em consequência destas lesões, Maria da Penha ficou paraplégica.
A segunda tentativa veio 4 meses depois, quando ela voltou para casa após internações e tratamentos. Maria tinha passado por duas cirurgias. Neste retorno, Marco Antônio manteve a esposa em cárcere privado por 15 dias e tentou eletrocutá-la enquanto ela tomava banho.
As informações das violências sofridas foram detalhadas por Maria da Penha no livro “Sobrevivi… posso contar”, publicado 11 anos depois do crime.
Ciclo de violências
A dupla tentativa de feminicídio evidenciou um casamento inserido em um ciclo de violências, silenciosas ou mais flagrantes.
Maria da Penha havia conhecido Marco Antônio em 1974, enquanto cursava o mestrado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas, na Universidade de São Paulo. Ele fazia pós-graduação em Economia na mesma universidade.
Após um tempo de namoro, eles se casaram em 1976 e se mudaram para Fortaleza depois que Maria concluiu o mestrado e teve a primeira filha. O casal ainda teve duas filhas após o retorno para o Ceará.
Conforme o relato de Maria da Penha, Marco Antônio demonstrava ser amável e educado no início do relacionamento. No entanto, após o colombiano conseguir a cidadania brasileira e obter estabilidade profissional, a farmacêutica passou a vivenciar uma rotina de agressões, lidando com um comportamento explosivo do marido.
A terceira pesquisa estadual Metadata/Grupo Dial, divulgada nesta segunda-feira (10), apresenta o cenário estimulado para o segundo voto ao Senado pelo Rio Grande do Norte. Os números mostram uma disputa mais equilibrada nas primeiras posições e um percentual maior de eleitores ainda sem uma segunda escolha definida.
Zenaide Maia (PSD) aparece numericamente à frente, com 12% das intenções de voto, seguida de perto por Styvenson Valentim (Podemos), com 11,8%. A diferença entre os dois é de apenas 0,2 ponto percentual.
Na sequência, Rafael Motta (PDT) registra 10,5%, enquanto Coronel Hélio (PL) aparece com 8,5%. Samanda de Lula (PT) tem 6,2%.
Os cinco primeiros colocados estão separados por 5,8 pontos percentuais, e os três primeiros — Zenaide, Styvenson e Rafael — aparecem em patamares numericamente próximos.
A pesquisa evidencia uma diferença importante entre a primeira e a segunda escolha para o Senado. No primeiro voto, Styvenson aparece com 27,5%, seguido por Zenaide, com 15,3%. Já na segunda escolha, há maior equilíbrio: Zenaide tem 12%, Styvenson 11,8% e Rafael 10,5%.
Também aumenta a indefinição. Enquanto 11,8% não sabem ou não respondem qual seria o primeiro voto, esse grupo chega a 21% quando a pergunta é sobre a segunda escolha.
Como estarão em disputa duas vagas para o Senado em 2026, cada eleitor poderá escolher dois candidatos diferentes. Por isso, a Metadata/Grupo Dial mede separadamente a primeira e a segunda escolhas e também apresenta um cenário agregado dos dois votos.
Metodologia
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-03682/2026 e BR-05736/2026, realizada pela Metadata Soluções Inteligentes LTDA com recursos próprios. Foram entrevistados 1.536 eleitores, de forma presencial, em 63 municípios do Rio Grande do Norte, com distribuição proporcional ao eleitorado das 3 regiões geográficas intermediárias e das 12 regiões imediatas definidas pelo IBGE (correspondentes às 4 mesorregiões e 19 microrregiões), entre os dias 6 e 8 de agosto de 2026. O nível de confiança é de 95%, com uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
O senador Rogério Marinho (PL-RN) defendeu nesta segunda-feira (10) mudanças na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que a Corte precisa retomar, segundo ele, uma atuação estritamente constitucional.
Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), Marinho criticou a participação de ministros do STF em articulações políticas e afirmou ser favorável à responsabilização de integrantes da Corte por eventuais crimes de responsabilidade.
Durante a entrevista, o senador citou uma suposta interlocução política envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o ministro Cristiano Zanin.
Marinho também afirmou que assinou pedidos de impeachment contra ministros do STF quando identificou, segundo ele, elementos que justificassem as solicitações. Apesar disso, disse defender que eventuais acusações sejam analisadas por meio dos mecanismos previstos na legislação.
“Sou a favor não de impeachment, mas de crime de responsabilidade que será julgado”, afirmou.
A declaração foi feita após o senador ser questionado sobre o cenário de instabilidade institucional no país.. Na avaliação dele, Executivo, Legislativo e Judiciário precisam voltar a exercer suas atribuições dentro dos limites constitucionais.
O Senado possui dezenas de pedidos de impeachment contra ministros do STF, incluindo Alexandre de Moraes. Cabe à Casa analisar e julgar ministros da Corte por eventuais crimes de responsabilidade.
As denúncias podem ser apresentadas por qualquer cidadão. O presidente do Senado é responsável por decidir sobre o encaminhamento dos pedidos.
Atualmente, a Presidência do Senado é ocupada por Davi Alcolumbre. Até o momento, a Casa nunca levou adiante um processo de impeachment contra um ministro do Supremo.
O XXII Festival de Inverno de Cerro Corá foi encerrado no último domingo, 9 de agosto, com o título de maior e mais movimentado da história do evento.
Ao longo de três noites na Praça Pública da cidade, o festival reuniu um público recorde, esgotou todas as acomodações disponíveis no município e na região, lotou restaurantes e barracas de gastronomia e gerou um movimento de visitantes sem precedentes nas ruas de Cerro Corá.
A dimensão do evento ficou evidente já na chegada dos visitantes. As vias de acesso à cidade registraram filas de veículos que se estenderam por quilômetros, reflexo direto do alcance regional e estadual que o festival conquistou ao longo de suas 22 edições. O trânsito intenso nas entradas de Cerro Corá tornou-se um dos símbolos mais visíveis de um evento que superou todas as expectativas.
Pousadas e hotéis da cidade e dos municípios vizinhos esgotaram suas vagas com semanas de antecedência. Relatos de proprietários de estabelecimentos de hospedagem apontam que visitantes de Natal, Mossoró, Fortaleza, João Pessoa e de outros estados chegaram à cidade exclusivamente para o festival, reforçando o papel do evento como indutor do turismo para toda a região do Seridó.
A gastronomia também sentiu o impacto. Restaurantes e barracas de alimentação relataram o esgotamento de estoques ainda durante os primeiros dias do evento. O movimento registrado superou, em muito, qualquer outra data do calendário local, consolidando o Festival de Inverno como um dos principais períodos de movimentação econômica do ano para o comércio de Cerro Corá.
No palco, três noites de grandes atrações. Na primeira noite, se apresentaram Só Pra Contrariar, Raynel Guedes, Banda Tuareg’s, Clau Vianna e Victor Costa. No segundo dia, foi a vez de Roberta Miranda, Circuito Musical, Joãozinho Dantas, The Clássicos e Gilson Fernandes. No encerramento, o público acompanhou os shows da Banda Grafith, Acácio Ferinha e Giovane Soares.
A programação cultural também ganhou destaque com o Pavilhão Cultural, além da gastronomia local e do artesanato do Seridó, mostrando que o festival vai muito além dos grandes shows.
O prefeito Maciel Freire celebrou o resultado e destacou o impacto da edição para o município:
“Quando a gente vê as ruas de Cerro Corá paradas de carro, as pousadas sem um quarto disponível e os restaurantes esgotados, não precisa de número para entender o tamanho do que aconteceu aqui. O Festival de Inverno 2026 foi o maior da nossa história e isso é resultado do trabalho da nossa equipe, do carinho do nosso povo e da confiança de quem vem de longe para viver Cerro Corá. Esse evento não é só cultura, é economia, é orgulho e é a prova de que a Suíça do Seridó está no mapa do turismo do Nordeste.”
O delegado de Polícia Civil de Currais Novos concluiu o inquérito que investigava uma denúncia de importunação sexual supostamente ocorrida nas dependências da Câmara Municipal e decidiu pelo indiciamento do vereador Lucieldo da Silva pelo crime previsto no artigo 215-A do Código Penal Brasileiro.
A informação foi confirmada ao Blog Repórter Seridó após a reportagem procurar a delegacia para saber sobre o andamento da investigação. Segundo o que foi apurado, a materialidade do crime ficou devidamente comprovada ao término do procedimento investigativo.
De acordo com a Polícia Civil, o inquérito foi fundamentado nos depoimentos da vítima e de testemunhas, além das imagens registradas pelo sistema interno de videomonitoramento da Câmara Municipal. Conforme a Polícia Civil as gravações demonstram de forma nítida e incontestável um contato físico invasivo e sem consentimento na região glútea da ofendida.
Com base nos elementos reunidos durante a investigação, o vereador foi indiciado pelo crime de importunação sexual, previsto no artigo 215-A do Código Penal, cuja pena pode variar de um a cinco anos de reclusão.
A reportagem do Blog Repórter Seridó também entrou em contato com o vereador Lucieldo da Silva. Ele informou que não irá se manifestar sobre o caso neste momento e afirmou que a denúncia “não passa de perseguição política”.
O inquérito será encaminhado ao Ministério Público, que deverá analisar o procedimento e decidir sobre eventual oferecimento de denúncia à Justiça.
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte – IFRN está com inscrições abertas para o Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública, na modalidade a distância, em parceria com a Universidade Aberta do Brasil – UAB, com ingresso previsto para o segundo semestre de 2026 e contemplam os polos de ensino a distância de Currais Novos, João Câmara e Natal-Tirol.
O processo seletivo é regido por dois Editais. O Edital nº 37/2026 – PROEN/IFRN oferta 90 vagas destinadas ao público que possua certificado de conclusão do ensino médio. A classificação será feita com base nas notas obtidas na edição 2021, 2022, 2023, 2024 ou 2025 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No ato da inscrição, o candidato deve informar o ano da edição do exame que deseja utilizar para a pontuação.
O Edital nº 38/2026 – PROEN/IFRN oferta 50 vagas exclusivas para profissionais do serviço público (servidores, terceirizados, cargos comissionados) com vínculo ativo na administração pública municipal, estadual ou federal. O processo seletivo será realizado por meio da análise do currículo acadêmico, pontuando critérios como tempo de serviço público e experiência profissional na área de gestão.
As inscrições para os editais devem ser realizadas até o dia 31 de agosto de 2026. A taxa de inscrição é de R$ 25,00, com prazo de pagamento até o dia 1º de setembro. Candidatos inscritos no CadÚnico ou membros de família de baixa renda podem solicitar isenção da taxa até o dia 10 de agosto.
Servidoras efetivas da Câmara Municipal de Currais Novos divulgaram uma nota pública de indignação diante do episódio de importunação sexual ocorrido no âmbito da Casa Legislativa.
Na manifestação, elas prestam solidariedade à servidora envolvida, defendem a responsabilização do autor e reforçam a necessidade de respeito, igualdade e tolerância zero ao assédio contra as mulheres no ambiente de trabalho.
“Não aceitaremos que situações como essa sejam tratadas com normalidade ou silêncio”, destacam as servidoras.
Moradores do Rio Grande do Norte poderão observar, a olho nu, um eclipse lunar parcial na madrugada do dia 28 de agosto. O fenômeno, que pode deixar a Lua com aparência avermelhada, será visível em todo o Brasil. A fase parcial começa na noite do dia 27 e segue pela madrugada do dia 28.
O eclipse será o segundo fenômeno desse tipo registrado em agosto. Antes dele, no dia 12, ocorrerá um eclipse solar total, mas o evento não poderá ser observado do Brasil.
A observação começa ainda na noite de quinta-feira (27). A fase parcial do eclipse terá início por volta das 23h33 e atingirá o ponto máximo às 1h12 da sexta-feira (28). A fase parcial termina às 2h51, enquanto a etapa penumbral segue até as 4h01.
O fenômeno poderá ser acompanhado sem equipamentos especiais, desde que as condições do céu estejam favoráveis. A melhor visualização ocorre em locais com pouca iluminação artificial e com o horizonte livre.
No eclipse lunar, a Terra fica posicionada entre o Sol e a Lua. Com isso, a sombra do planeta atinge a superfície lunar e faz com que parte do satélite natural fique escurecida. Em determinadas condições, a Lua pode adquirir uma tonalidade avermelhada, fenômeno popularmente conhecido como “Lua de sangue”.
Dois eclipses no mesmo mês
Agosto terá dois eclipses. O primeiro será solar e ocorrerá no dia 12. Apesar de ser um eclipse total em algumas partes do mundo, a faixa de totalidade ficará distante da América do Sul, e o fenômeno não será visto do Brasil. Já o eclipse lunar do fim do mês terá ampla visibilidade no país. O evento será parcial, ou seja, apenas uma parte da Lua ficará dentro da sombra mais escura projetada pela Terra.
Quase 40 anos após sua morte, Câmara Cascudo voltou a surpreender pesquisadores e revelou uma parte desconhecida da própria história. Um trabalho de organização do acervo do escritor identificou dez livros inéditos, entre eles uma obra de poesias que permaneceu escondida por cerca de um século.
A descoberta foi feita por pesquisadores do Instituto Ludovicus, instituição instalada na casa onde o folclorista potiguar viveu por aproximadamente 40 anos, em Natal, conforme informações do G1 RN.
Entre os manuscritos encontrados está “Caveira em Campo de Trigo”, livro de poemas que o próprio Cascudo decidiu não publicar. Em uma carta enviada ao escritor Mário de Andrade, em 1925, ele afirmou que havia escrito a obra, mas que não se considerava poeta.
Segundo Daliana Cascudo, neta do escritor e diretora do Instituto Ludovicus, o avô chegou a dizer que iria “enterrar esse livro no inferno da biblioteca”. “Ele passou quase 100 anos escondido. Cascudo conseguiu guardar tão bem essa obra que só agora ela veio à tona”, relatou Daliana.
A descoberta ocorreu durante o trabalho de catalogação e digitalização de um acervo que reúne aproximadamente 15 mil cartas, além de biblioteca particular, manuscritos e objetos pessoais do escritor.
O primeiro livro inédito encontrado nesse processo, “Ruas da Cidade do Natal”, foi publicado em 2025. Agora, o Instituto Ludovicus trabalha na preparação de novas publicações, incluindo “História Antiga de Ceará-Mirim”, prevista para ser lançada ainda este ano.
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Para os pesquisadores, os novos textos mostram que a produção intelectual de Cascudo ainda tem muito a revelar. O escritor potiguar é reconhecido como um dos maiores estudiosos da cultura popular brasileira, com obras dedicadas a costumes, tradições, lendas e manifestações do povo.
A casa onde Cascudo viveu se tornou um espaço permanente de pesquisa e preservação da memória do escritor. Segundo o Instituto Ludovicus, o objetivo é tornar os materiais inéditos acessíveis às novas gerações.
Os candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte realizaram, na noite deste domingo (9), o primeiro debate eleitoral das eleições de 2026, promovido pela Band RN. Durante duas horas, Allyson Bezerra (União Brasil), Álvaro Dias (PL), Cadu de Lula (PT) e Robério Paulino (PSOL) confrontaram propostas para o desenvolvimento do estado, em um encontro marcado por críticas à gestão pública, cobranças de caráter ético e acusações mútuas.
A definição dos concorrentes convidados atendeu aos critérios de representatividade das legendas no Congresso Nacional e ao desempenho nas pesquisas de intenção de voto. Como líder das pesquisas, Allyson Bezerra tornou-se o principal alvo das investidas dos adversários políticos, especialmente em relação a investigações na área da saúde.
Operação Mederi e embate sobre senhas telefônicas O candidato Álvaro Dias (PL) centralizou suas críticas a Allyson Bezerra cobrando explicações sobre a “Operação Mederi”, deflagrada no início do ano pela Polícia Federal para apurar desvios de recursos públicos na saúde da Prefeitura de Mossoró. Dias criticou o adversário por não ter fornecido as senhas de seus aparelhos celulares apreendidos durante a operação, apelidando-o de “candidato dos segredos inacabados ou inconfessáveis”.
Allyson Bezerra rebateu os ataques classificando as cobranças como “picuinhas políticas” e desafiou os concorrentes a renunciarem às candidaturas caso as autoridades encontrassem alguma irregularidade em seus sigilos. O ex-prefeito defendeu sua gestão em Mossoró, destacando sua reeleição com 78% dos votos e 86% de aprovação, frisando que o município possui nota A no Índice de Capacidade de Pagamento (CAPAG), enquanto Natal e o governo estadual possuem nota C. Suas propostas incluíram a promessa de construção de uma terceira ponte de acesso à Zona Norte de Natal.
Contrapontos sobre a engorda de Ponta Negra e tom humorístico O candidato do PSOL, Robério Paulino, pautou sua participação em bandeiras tradicionais de sua trajetória, como meio ambiente e educação pública. Paulino atacou a gestão de Álvaro Dias em Natal, afirmando que a obra de engorda da Praia de Ponta Negra havia “destruído” a orla turística. Álvaro rebateu a acusação exibindo fotografias da praia antes da intervenção para demonstrar os problemas de erosão anteriores, acusando o oponente de propagar desinformação.
Robério Paulino também protagonizou um dos momentos mais comentados na internet ao recorrer ao humor para criticar Allyson Bezerra, afirmando que o candidato do União Brasil pretendia governar o Rio Grande do Norte apenas “farmando a aura”.
Defesa de legado e desempenho técnico O candidato do PT, Cadu de Lula, buscou focar sua participação na defesa do legado da atual gestão estadual e na sua experiência de 21 anos no serviço público sem registro de escândalos de corrupção.
Cadu afirmou que a eleição representa uma escolha entre um projeto voltado para o bem-estar social ou um focado em interesses privados de sócios empresariais. Ele reafirmou sua vontade política como ferramenta de transformação social e não de ganho pessoal. “Eu quero ser governador do Rio Grande do Norte para que cada pai, cada mãe tenha a certeza que é aqui, na nossa terra, que seus filhos vão realizar os seus sonhos”, encerrou.
Nos primeiros seis meses de 2026, o Brasil contabilizou 2.643 denúncias de abuso sexual contra crianças que integram a 1ª infância. O balanço aponta uma redução sútil de 3,36% no total de denúncias em comparação ao primeiro semestre de 2025, com 2.735.
No início de agosto, o caso envolvendo o ator Marco Aurelio Dias Furlan, de 48 anos, gerou grande repercussão na mídia nacional.
Marco foi preso em flagrante no último domingo (2), em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, após a mãe de um menino de 5 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e uma amiga correrem até um quarto ao ouvirem gritos do menino durante uma festa de aniversário em uma chácara. O ator é investigado por estupro de vulnerável.
Vítimas por idade
O levantamento revela uma forte concentração de vítimas na primeira infância, concentrando a imensa maioria dos registros nas crianças de 3 a 6 anos de idade, que sozinhas respondem por cerca de 75% de todas as ocorrências em ambos os períodos. No recorte de 2026, esse grupo concentrou três em cada quatro casos de abuso detalhados no país.
No topo da estatística de 2026 ficam as crianças de 5 anos (553), enquanto bebês de até 1 ano somam 59 ocorrências e os recém-nascidos de até 28 dias registram 4 casos.
Na comparação com o primeiro semestre de 2025, destaca-se que a faixa dos 3 anos apresentou uma queda expressiva, saindo de 483 para 388 notificações. Os recém-nascidos de até 28 dias também registraram recuo, caindo de 7 para 4 casos.
A diretora-executiva da Childhood Brasil, Lais Peretto, explica que o abuso sexul em bebês e crianças abaixo de 5 anos é um consenso científico de que é uma das fases de de maior vulnerabilidade e de desenvolvimento cerebral.
“É possível a gente identificar alguns impactos psicológicos muito fortes, como o transtorno de estresse pós-traumático, mesmo quando a criança não tem ainda a capacidade para se comunicar e nem possui uma linguagem adequada para relatar esse tipo de violência”, explica.
Enquanto algumas faixas diminuíram, outras acendem um alerta: os casos em que a idade não foi declarada deram um salto perceptível, subindo de 128 para 186 registros.
Explicação
A soma de gênero e idade é maior que o total de denúncias porque um único registro pode envolver mais de uma criança ou múltiplos agressores no mesmo caso.
Como o sistema conta individualmente cada par de “Vítima x Suspeito”, os dados de perfil acabam superando o total de chamados abertos.
Meninas no foco da violência sexual
Quando se trata de gênero, meninas seguem sendo as mais afetadas pelo estupro de vulnerável. No primero semestre de 2025 elas representavam 1.862 dos registros, enquanto em 2026 somaram 1.675 ocorrências — mantendo-se como a grande maioria das vítimas identificadas.
Já os meninos foram alvo de 741 denúncias no primeiro período de 2025 e de 677 no mesmo período de 2026.
Um ponto de atenção é o aumento de dados onde o gênero não foi informado ou declarado: eles subiram de 155 ocorrências em 2025 para 271 em 2026, mostrando que uma fatia maior das denúncias terminou os seis primeiros meses do ano sem o detalhamento essencial.
“Os números mostram pra gente que o recorte de gênero é efetivo. As pesquisas também nos sinalizam da subnotificação dos casos de estupro contra meninos. Ela é ainda maior justamente pela cultura machista e pelo estereótipo que se tem da vítima de violência sexual”, explica a especialista.
Políticas Públicas
Lis destaca que apesar do Brasil possuir um bom arcabouço legal, como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Lei da Escuta Protegida, que prevê a capacitação da rede escolar também para fazer identificação de casos de vítimas e de violências, inclusive a sexual, essa teoria precisa se transformar em prática e virar política pública.
“A gente precisa que haja uma compreensão da sociedade de que a educação sexual é extremamente protetiva. Existe um equívoco no pensamento de que ao dar ou falar da educação sexual os adolescentes ou as crianças vão antecipar a iniciação sexual. O que acontece é justamente o oposto. Com mais informação, a gente protege”.
O que diz o Ministério dos Direitos Humanos
Sobre a ausência de casos em que o gênero da vítima constava como “não informado”, o ministério explicou em nota que os registros do Disque Direitos Humanos (Disque 100) são elaborados com base nas informações fornecidas pelo denunciante durante o atendimento.
“Nesse contexto, a classificação “não informado” é utilizada quando o denunciante desconhece o gênero da vítima, não dispõe dessa informação no momento do registro ou opta por não fornecê-la. Assim, o aumento de registros nessa categoria não indica, necessariamente, alteração no perfil das vítimas nem falhas na coleta de dados”, explicou.
O deputado estadual e pré-candidato à reeleição, Nelter Queiroz (Progressistas), encerrou o fim de semana com novas demonstrações de fortalecimento de sua base política no interior do Rio Grande do Norte. No domingo (9), o parlamentar esteve em Florânia e Campo Redondo, onde recebeu novos apoios e participou de encontros com lideranças, empresários e moradores. A agenda integra um movimento de ampliação de sua base para a disputa em busca de seu 10º mandato na Assembleia Legislativa, após o parlamentar também ter cumprido, no sábado (8), agenda em Lagoa Nova, onde reuniu um grupo de lideranças locais em torno de sua pré-candidatura.
Em Florânia, Nelter recebeu o apoio do ex-vereador e professor João Maria e do vereador Jan de Luiza, que declararam adesão à sua pré-candidatura à reeleição. O encontro também reuniu o vereador Vareda Toscano, o ex-vereador Bebé e o prefeito Galo, além de importantes lideranças de Tenente Laurentino Cruz, como o ex-prefeito Joarimar, o prefeito Inácio Macedo, o vice-prefeito Rafael de Joarimar e o presidente da Câmara Municipal, vereador Manoel Pinto.
Para Nelter, a presença de diferentes lideranças no encontro demonstra a construção de uma frente política baseada no diálogo e no reconhecimento de sua atuação parlamentar. “Fico muito feliz em reencontrar tantos amigos e, principalmente, em receber novos apoios à nossa caminhada. Vamos continuar ouvindo as pessoas, conversando com as lideranças e construindo nosso projeto junto com o povo”, afirmou.
Também no domingo, o deputado esteve em Campo Redondo, onde participou de um encontro com empresários, lideranças comunitárias e moradores do Conjunto Margarida Procópio. A agenda reuniu representantes do setor produtivo e da comunidade, entre eles os empresários Damião, Emanuel, Clara, Neto e Vitória, além de familiares e diversos moradores do município, que manifestaram apoio ao projeto político de Nelter Queiroz.
Durante o encontro, o empresário Damião destacou a importância de Campo Redondo contar com um representante experiente na Assembleia Legislativa e deu as boas-vindas ao parlamentar. Nelter relembrou sua trajetória política e sua atuação em defesa dos municípios potiguares, além da histórica parceria mantida com o deputado estadual Vivaldo Costa, que possui forte ligação política com Campo Redondo. “Nosso mandato sempre teve as portas abertas para os municípios. É ouvindo diretamente a população que conseguimos entender as prioridades e buscar soluções. Campo Redondo pode contar conosco”, destacou.
BASE EM EXPANSÃO
As novas adesões em Florânia e Campo Redondo reforçam o processo de expansão da base política de Nelter Queiroz para as eleições de 2026. O parlamentar, que busca chegar ao 10º mandato consecutivo, vem intensificando a presença nos municípios e ampliando o diálogo com prefeitos, vereadores, ex-gestores, empresários e lideranças comunitárias.
A movimentação no fim de semana, que também incluiu Lagoa Nova, evidencia a estratégia de Nelter de fortalecer alianças regionais e consolidar uma base cada vez mais ampla para a disputa proporcional de 2026.