Uma transmissão ao vivo realizada em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel, em Mossoró, terminou em violência na noite desta segunda-feira 15. O vereador e pré-candidato a deputado federal Cabo Deyvison (PL) foi baleado durante um atentado a tiros e precisou ser socorrido. O cinegrafista que o acompanhava, identificado como Diego de Oliveira Morais, foi atingido pelos disparos e morreu no local.
O ataque aconteceu enquanto o parlamentar realizava uma live na zona leste do município. Cabo Deyvison foi atingido nas pernas, recebeu os primeiros atendimentos na própria UPA e, em seguida, foi transferido para o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).
Na saída da unidade de saúde para o hospital, o vereador demonstrou indignação (vídeo abaixo) e direcionou declarações a possíveis adversários ligados à política e ao crime. Policial militar de formação, ele atua no primeiro mandato na Câmara Municipal de Mossoró e tornou-se conhecido por denúncias envolvendo a gestão pública e organizações criminosas.
Segundo informações divulgadas, o parlamentar costumava utilizar colete à prova de balas, mas não estava com o equipamento de proteção no momento do atentado.
Diego de Oliveira Morais, que trabalhava na produção das transmissões do vereador, foi atingido pelos disparos e morreu antes da chegada do socorro.
Primeiro mandato Eleito vereador de Mossoró em 2024 com 1.766 votos, Deyvison Thales Martins do Nascimento, conhecido como Cabo Deyvison, ingressou na Câmara Municipal pelo MDB. Em março deste ano, deixou a legenda e filiou-se ao PL com o objetivo de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026.
Desde a mudança partidária, o vereador passou a enfrentar uma disputa judicial relacionada ao mandato. O MDB ingressou com ação questionando sua permanência no cargo após a desfiliação. Cabo Deyvison afirma ser alvo de perseguição política e busca na Justiça manter o mandato parlamentar.
As circunstâncias do atentado e a motivação do crime deverão ser investigadas pelas autoridades policiais.
A pauta de votação da Assembleia Legislativa contempla 25 propostas na sessão ordinária na manhã desta terça-feira (16), porém, o debate mais caloroso deve ficar por conta da apreciação do veto da governadora Fátima Bezerra (PT) ao projeto de lei que garante repasse automático de recursos do ICMS e IPVA aos municípios do Rio Grande do Norte.
O presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), José Augusto Rego, confirma que está mobilizando o comparecimento de prefeitos à Assembleia, para que pleiteiem a derrubada do veto governamental ao projeto, que em 10 de dezembro do ano passado foi aprovado à unanimidade pelos 22 deputados presentes à sessão daquele dia.
José Augusto Rego disse que, inicialmente, estava entrando em contato com “aqueles prefeitos de municípios situados mais perto de Natal, para que possam ir ao plenário”, no entanto, “tem certeza que todos os deputados que votaram a favor do projeto”, vão votar contra o veto da chefe do Executivo, “porque é uma conquista municipalista, independentemente de posição política partidária”.
Por essa razão, José A. Rego, que é prefeito de Portalegre, na região Oeste, acha que a pré-campanha de deputados, que são candidatos à reeleição, não vai atrapalhar o processo de discussão do veto: “O embate eleitoral é uma questão secundária. Esse projeto foi aprovado por unanimidade dos deputados, que entenderam a importância, a legalidade da aprovação desse projeto, que foi vetado pelo governo do Estado alegando uma inconstitucionalidade”.
Rego explicou que depois do veto da governadora, “a gente vinha trabalhando um projeto alternativo, que por sinal, na semana passada foi encaminhado ao governo, para que fosse enviado à Assembleia, mas acredito que com essa demora, foi aprovada a derrubada do veto em duas comissões”.
“O importante, é isso que nós queremos, que essa solução seja definitiva, esperando que, caso a Assembleia derrube o veto, que o governo acate essa derrubada do veto, que é é uma conquista importante para o municipalismo”.
O dirigente da Femurn disse, ainda, que a instituição “sempre procurou o diálogo permanentemente, de maneira republicana e democrática, mas como com essa demora entendemos que a Assembleia resolveu pautar e caso seja derrubada do veto, todos nós prefeitos e prefeitas aplaudimos essa posição”.
O prefeito de Acari, Fernando Antonio Bezerra, o “Fernandinho” também disse que a presidência da Femurn “está acompanhando diretamente o assunto” e tem, inclusive, “tentado construir alternativas operacionais razoáveis para a efetividade da medida”.
“Nosso principal desejo: que o veto seja derrubado e que os repasses para os Municípios atendam a legalidade, celeridade (de forma desburocratizada) e transparência”, disse “Fernandinho”.
Autor do projeto, o deputado estadual Gustavo Carvalho (PL) defende “a necessidade dos municípios terem seus recursos preservados de acordo com o pagamento que é feito pelo contribuinte”.
Por ocasião da análise da proposta na Comissão de Finanças e Fiscalização, o deputado estadual Coronel Azevedo (PL) afirmou na quarta-feira (10), que o governo “já se apropria de forma indébita dos consignados e começa também a se apropriar indebitamente dos recursos do bolo tributário dos municípios. Qual é a necessidade que tem o governo de usar esses recursos se não sabe administrar os recursos que tem?” Responsável por relatar a matéria na Comissão de Administração, Serviços Públicos, Trabalho e Segurança Pública, o deputado estadual Taveira Júnior (PSDB) disse que não entendia o porquê do veto, “já que o projeto facilita muito em ver o que é do governo do Estado, que é do governo federal e que é dos municípios”, mas o governo do Estado “segura os recursos para resolver os seus problemas, repassando com dez, 15 e até 20 dias de atraso, deixando os municípios em situação difícil”.
O veto Em resumo, o Executivo justificou no veto encaminhado à Assembleia em 31 de março, que a proposição embora parcialmente alinhada à legislação federal, “extrapola o espaço de conformação normativa conferida aos Estados, ao inovar em matéria já disciplinada por lei complemente federal de observância obrigatória”. Segundo o governo, o projeto “institui modelo rígido de fluxo financeiro, com criação de agente centralizador de arrecadação, exigência de trânsito diário dos recursos, imposição de saldo zero diário em conta centralizadora e vedação absoluta de qualquer trânsito temporário por conta da titularidade do Estado”.
A nova lei da CNH, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em junho de 2026, alterou as regras de renovação para motoristas com 50 anos ou mais.
Pelas novas regras, condutores entre 50 e 70 anos terão a CNH válida por cinco anos. Já para quem tem mais de 70 anos, a renovação deverá ser feita a cada três anos, com exame médico presencial obrigatório.
A legislação também criou a renovação automática para motoristas cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), que reúne quem não cometeu infrações com pontuação nos últimos 12 meses. O benefício, porém, poderá ser utilizado apenas uma vez por condutores acima de 50 anos.
Ficam fora da renovação automática motoristas com mais de 70 anos, condutores com indícios de doenças que possam comprometer a direção e aqueles que tenham cometido infrações sujeitas à pontuação no período exigido.
A lei mantém a obrigatoriedade dos exames de aptidão física e mental, realizados por profissionais credenciados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). A avaliação psicológica continua exigida para motoristas profissionais e para quem busca a primeira habilitação.
Antes mesmo do início oficial da campanha de 2026, o Rio Grande do Norte já registra dois movimentos que chamam atenção: a disparada no número de pesquisas eleitorais e o avanço da judicialização envolvendo esses levantamentos.
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que o RN mais que dobrou o número de pesquisas registradas nos cinco primeiros meses de 2026, em comparação com o mesmo período de 2022. Ao mesmo tempo, partidos políticos intensificaram a disputa nos tribunais para contestar resultados, metodologias e registros dos levantamentos.
Entre janeiro e maio de 2022, o estado teve 13 pesquisas registradas. No mesmo intervalo de 2026, o número saltou para 33, um crescimento de 153,85%. O avanço coloca o RN entre os estados nordestinos que mais ampliaram a realização de pesquisas na fase pré-eleitoral, atrás apenas da Paraíba, que registrou 32 pesquisas neste intervalo de tempo.
Entre os demais estados do Nordeste, Sergipe registrou crescimento de 150%, passando de 10 para 25 pesquisas. O Ceará saiu de sete para 20 levantamentos, alta de 185,71%. Pernambuco avançou de 12 para 17 pesquisas, enquanto Alagoas passou de seis para oito registros. A Bahia manteve estabilidade, repetindo os 12 levantamentos observados em 2022. Já o Maranhão foi o único estado analisado a apresentar redução, caindo de 24 para 17 pesquisas.
Judicialização ganha força O cenário potiguar também chama atenção pelo avanço da judicialização em torno dos resultados apresentados pelas pesquisas eleitorais. Um levantamento realizado pelo NOVO Notícias junto ao Tribunal Regional Eleitoral do RN (TRE-RN) aponta que, entre janeiro e os primeiros 10 dias de junho deste ano, pelo menos 20 processos foram protocolados questionando pesquisas eleitorais divulgadas no estado.
As ações envolvem pedidos de suspensão de divulgação, questionamentos metodológicos, impugnações de registros e acesso aos dados utilizados pelos institutos. Isso tende a fazer com que a Justiça Eleitoral se torne um dos principais espaços de disputa da pré-campanha potiguar.
Os registros do TRE-RN mostram que o Republicanos lidera o número de ações ajuizadas, com nove processos. Em seguida aparecem o União Brasil, com cinco representações, e o PSD, com três.
Do outro lado, os institutos de pesquisa também passaram a conviver com um aumento das contestações. O PNH Pesquisa aparece como o instituto mais acionado judicialmente, figurando em seis processos. O Instituto Veritá foi alvo de três ações. Datavero e Seta aparecem em seguida, com duas contestações cada.
Os processos identificados no levantamento mostram que algumas disputas resultaram em liminares que suspenderam temporariamente pesquisas. Em outros casos, os levantamentos foram liberados após análise do mérito. Também há situações em que a Justiça determinou a retirada de conteúdos divulgados em redes sociais e aplicativos de mensagens por ausência de registro eleitoral ou descumprimento das exigências legais.
Além da tentativa de barrar divulgações, partidos passaram a buscar acesso a bancos de dados e sistemas internos dos institutos para verificar informações utilizadas na elaboração das pesquisas.
O movimento indica maior fiscalização sobre os levantamentos e evidencia o peso desses números nas estratégias dos grupos que disputarão as eleições de 2026.
Resultados que alimentam o debate A multiplicação dos levantamentos também tem produzido situações que ampliam o debate sobre metodologia e credibilidade das pesquisas. No dia 29 de maio, por exemplo, três institutos divulgaram levantamentos para o Governo do RN com resultados bastante distintos.
Enquanto uma pesquisa apontou o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), na liderança, outra indicou o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), à frente da disputa. Já um terceiro levantamento colocou o secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier (PT), na primeira posição.
A divergência entre os resultados repercutiu no meio político e nas redes sociais, reforçando discussões sobre critérios metodológicos, margem de erro e interpretação dos dados eleitorais.
Institutos pedem mais rigor Em meio ao aumento das disputas judiciais, a Associação dos Institutos de Pesquisas do Estado (Assinp/RN) divulgou nota pública defendendo o fortalecimento dos critérios técnicos e a ampliação da fiscalização eleitoral.
A entidade afirma que tem acompanhado o crescimento de práticas que considera prejudiciais à credibilidade das pesquisas científicas, citando a divulgação de levantamentos sem observância dos requisitos metodológicos e legais exigidos pela legislação eleitoral.
Segundo a Assinp/RN, pesquisas confiáveis exigem transparência na metodologia, definição clara da amostra, divulgação da margem de erro e registro formal junto à Justiça Eleitoral. A entidade também defendeu maior rigor na fiscalização e punição de eventuais irregularidades para preservar a confiança da população nos levantamentos de opinião pública.
Para o sociólogo Daniel Menezes, professor da Universidade Federal do RN (UFRN) e estudioso da área de comportamento eleitoral, o quadro observado atualmente representa um fenômeno relativamente novo no processo político brasileiro.
Segundo ele, candidatos e grupos políticos passaram a recorrer ao Judiciário com mais frequência quando não concordam com os resultados apresentados pelas pesquisas.
Na avaliação do pesquisador, o crescimento desse movimento exige uma atuação mais integrada entre tribunais eleitorais e órgãos de fiscalização, além da construção de critérios mais uniformes para análise dos registros e metodologias utilizadas pelos institutos.
Para Menezes, a falta de entendimento padronizado sobre exigências técnicas pode gerar interpretações diferentes entre magistrados e aumentar a insegurança jurídica em torno dos levantamentos.
Com a campanha se aproximando Com a aproximação das convenções partidárias e o avanço da pré-campanha, a expectativa é de aumento tanto no número de pesquisas registradas quanto nas disputas judiciais envolvendo esses levantamentos.
A tendência é que os levantamentos continuem influenciando estratégias políticas, narrativas de campanha e posicionamentos partidários muito antes da abertura oficial do período eleitoral.
BOX – Pesquisas e disputas no RN 33 pesquisas registradas entre janeiro e maio de 2026 Crescimento de 153,85% em relação a 2022 20 ações judiciais envolvendo pesquisas em 2026 Republicanos lidera o número de representações: 9 União Brasil aparece em seguida: 5 ações PNH Pesquisa é o instituto mais contestado: 6 processos Instituto Veritá aparece em 3 ações judiciais Maranhão foi o único estado do Nordeste a registrar queda no número de pesquisas
A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começa a julgar nesta terça-feira (16) a ação penal contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), acusado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de coação no curso do processo.
A sessão terá início às 14h com a leitura do relatório do caso pelo ministro Alexandre de Moraes. Em seguida, a PGR terá uma hora para defender os argumentos a favor da condenação do ex-deputado.
Depois, será a vez dos advogados de Eduardo se manifestarem. Realizada pela DPU (Defensoria Pública da União), a defesa terá também uma hora para a sustentação oral.
Só então terá início a votação. A Primeira Turma é hoje composta por apenas quatro ministros: Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino.
Eduardo responde à acusação de ter atuado junto a autoridades e parlamentares dos Estados Unidos para pressionar o governo americano a adotar medidas contra ministros do STF e contra o próprio Brasil.
Segundo a denúncia apresentada pela PGR, o objetivo seria constranger integrantes da Corte e interferir nas investigações relacionadas aos atos antidemocráticos e à tentativa de golpe de Estado por meio da articulação de sanções internacionais, entre elas a Lei Magnitsky.
A defesa, por sua vez, afirma que as manifestações do parlamentar estão protegidas pela liberdade de expressão e pela atuação política exercida no exterior.
Desde o início do processo, Eduardo vem ignorando a tramitação da ação. Residente nos Estados Unidos desde o ano passado, o ex-deputado não contratou advogado para o caso, fazendo com que a DPU assumisse o processo.
Ele também deixou de comparecer ao interrogatório por videoconferência do STF, evento normalmente utilizado para autodefesa do réu.
Na última semana, a DPU tentou adiar a análise do caso e levantou dúvidas sobre a composição do colegiado responsável pelo julgamento.
O requerimento foi pela convocação de um ministro de outra turma para completar o quórum do colegiado. O órgão argumenta que a vaga aberta no colegiado desde a saída do ministro Luiz Fux prejudica o julgamento e abre margem para um empate na votação.
Ao analisar o pedido, Moraes afirmou que a jurisprudência do STF é firme no sentido de que a ausência de um integrante da turma não impede o julgamento de ocorrer. O quórum mínimo, segundo o regimento, é de três ministros.
Moraes disse ainda que um integrante a menos na turma não oferece nenhum prejuízo à defesa, já que o empate em casos criminais faz prevalecer a decisão mais favorável ao réu.
Celebrando seus 30 anos de história, o Forrónovos deu espaço para dois ex-quadrilheiros brilharem e levarem informação, alegria e emoção ao público.
Duije e Carla Iara abrilhantaram o evento com sua irreverência, comunicação e animação. Ambos, ex-integrantes de quadrilhas juninas, fizeram a plateia interagir, vibrar, rir e participar ainda mais da festa, tudo com muita naturalidade e profissionalismo.
Os dois conseguiram estar em sintonia com os comunicadores Kézia e Sérgio, que neste ano receberam uma merecida homenagem pelos seus 15 anos de dedicação ao ofício, dentro dos 30 anos de história do Forrónovos.
Parabéns à Prefeitura Municipal de Currais Novos pela realização do evento e, em nome de Adriano Nunes, secretário de Cultura, e Carlos Medeiros, coordenador do Forrónovos, pelo olhar sensível de abrir espaço para aqueles que um dia dançaram e abrilhantaram esse festival e que, hoje, de uma forma diferente, continuam fazendo a diferença e contribuindo para que o Forrónovos siga encantando e emocionando o público.
Há 20 anos, quando poucos acreditavam que o jiu-jítsu poderia transformar vidas no Seridó, um homem decidiu sonhar.
Esse homem era Wanderson Marcelo.
Sem estrutura, sem grandes patrocinadores e enfrentando todas as dificuldades que quem empreende conhece, ele abriu as portas de uma escola que não ensinaria apenas golpes. Ela ensinaria disciplina, respeito, caráter e superação.
Assim nasceu a WGT.
O que começou como um sonho de um guerreiro se transformou em uma família que atravessou gerações.
Durante essa caminhada, Wanderson nunca esteve sozinho.
Ao seu lado estavam seus irmãos, Uallison e Uemerson, companheiros de batalha que dividiram os momentos difíceis, as vitórias, as viagens, os campeonatos e a missão de levar o nome da WGT cada vez mais longe.
Foram anos de união verdadeira.
Anos em que os três irmãos mostraram que uma equipe forte não é construída apenas por medalhas, mas por lealdade.
Enquanto muitos viam apenas uma academia, eles construíam um legado.
O tatame virou segunda casa.
Ali, Wanderson criou seus filhos, viu crianças se tornarem adultos, formou atletas, professores, campeões e, principalmente, cidadãos.
A WGT cresceu, abriu caminhos para novas filiais e levou o nome de Currais Novos para competições importantes dentro e fora do estado. A equipe acumulou títulos e resultados expressivos ao longo dos anos, com destaque para conquistas de atletas e do próprio professor Wanderson em competições de alto nível.
Mas o maior troféu nunca foi o ouro.
O maior troféu sempre foram as vidas transformadas.
Cada faixa conquistada, cada aluno que venceu a timidez, cada criança que encontrou um propósito. Cada família que encontrou na WGT um lugar para pertencer.
Desde 2006, a WGT vem escrevendo sua história e expandindo sua presença pelo Rio Grande do Norte, mantendo viva a missão de formar campeões dentro e fora dos tatames.
Hoje, ao completar 20 anos, a WGT não celebra apenas uma data.
Celebra milhares de treinos, milhares de quedas, milhares de recomeços.
Celebra uma história construída por suor, fé e perseverança. Uma história que começou com um homem acreditando em um sonho. E que hoje continua através de cada aluno que veste o kimono da WGT. Porque equipes nascem todos os dias. Mas legados são construídos ao longo de décadas. 20 anos de WGT. 20 anos formando guerreiros. 20 anos honrando a família. 20 anos transformando vidas através do jiu-jítsu. E essa história ainda está apenas começando.
Neste 15 de junho, completam-se 9 anos da morte de Wilma de Faria, uma das maiores lideranças políticas da história do Rio Grande do Norte.
Natural de Mossoró, Wilma construiu uma trajetória marcada pelo pioneirismo e pela dedicação à vida pública. Foi vereadora, deputada federal, prefeita de Natal e entrou para a história ao se tornar a primeira mulher eleita governadora do Rio Grande do Norte, governando o estado por dois mandatos consecutivos entre 2003 e 2010.
Conhecida como a “Guerreira”, destacou-se pela forte presença política e pela defesa de projetos voltados ao desenvolvimento do estado. Sua atuação deixou marcas na administração pública e consolidou seu nome como uma das figuras mais influentes da política potiguar.
Wilma de Faria faleceu em 15 de junho de 2017, aos 72 anos, em Natal. Nove anos depois, seu legado continua vivo na memória dos potiguares, sendo lembrada pela sua história de luta, liderança e contribuição ao Rio Grande do Norte.
Como parte das homenagens pelos nove anos de sua partida, familiares, amigos e admiradores participarão nesta terça-feira (16) de uma missa em sua memória. A celebração acontecerá às 19h, na Igreja Matriz de Sant’Ana, no bairro de Capim Macio, em Natal.
O deputado estadual Nelter Queiroz (Progressistas) apresentou projeto de lei complementar, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, propondo a ampliação de 10% para 20% do percentual mínimo de vagas reservadas às pessoas com deficiência nos concursos públicos estaduais. A medida altera o artigo 12 da Lei Complementar nº 122/1994 e busca fortalecer as políticas de inclusão e acessibilidade no serviço público potiguar.
A proposta estabelece que, em cada concurso público realizado pelo Estado, pelo menos 20% das vagas sejam destinadas às pessoas com deficiência, dobrando o percentual atualmente garantido pela legislação estadual. Segundo o parlamentar, a iniciativa representa um avanço necessário para assegurar maior participação desse segmento nos quadros da administração pública e promover a igualdade de oportunidades.
De acordo com dados do Censo Demográfico 2022, divulgados pelo IBGE em 2025, o Rio Grande do Norte possui cerca de 285,3 mil pessoas com algum tipo de deficiência, o equivalente a 8,8% da população estadual. O índice coloca o estado entre os cinco com maior proporção de pessoas com deficiência do país e acima da média nacional, que é de 7,3%.
Para Nelter Queiroz, a legislação potiguar precisa acompanhar a realidade social e avançar na garantia de direitos. “Estamos falando de inclusão, dignidade e oportunidades. O serviço público deve refletir a diversidade da sociedade e assegurar que as pessoas com deficiência tenham condições reais de acesso aos cargos públicos. Nosso objetivo é fortalecer uma política que promova justiça social e igualdade de oportunidades para todos”, defendeu o deputado.
Nelter Queiroz destaca ainda que a Constituição Federal assegura a reserva de vagas para pessoas com deficiência em concursos públicos e que estados e municípios podem ampliar mecanismos de inclusão. O parlamentar cita ainda experiências exitosas em outras unidades da federação, como o Distrito Federal, que já adota o percentual de 20% para esse público.
“Caso aprovado, o projeto colocará o Rio Grande do Norte entre os estados brasileiros com legislação mais avançada na promoção da inclusão de pessoas com deficiência no serviço público, reforçando os compromissos assumidos pelo Brasil por meio da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que possui status constitucional no ordenamento jurídico nacional”, frisou.
A Liga Norte Riograndense Contra o Câncer realiza, nos dias 8 e 9 de julho, em Caicó, a 7ª Jornada de Oncologia do Seridó. O evento integra as comemorações pelos 20 anos do Hospital de Oncologia do Seridó (HOS), unidade que marcou o início da estratégia de interiorização da assistência oncológica da instituição no Rio Grande do Norte.
A Jornada é uma convocação para profissionais da saúde, estudantes, pesquisadores e gestores públicos que desejam somar forças em torno do fortalecimento da assistência oncológica no interior do estado. Ao longo dos dois dias de programação, especialistas irão debater temas como o cenário da oncologia no Rio Grande do Norte, estratégias para ampliação do acesso ao diagnóstico e tratamento, diagnóstico precoce, cobertura vacinal contra o HPV, fortalecimento das redes de cuidado e qualificação da assistência prestada à população.
Para o diretor do Instituto de Ensino, Pesquisa e Inovação da Liga Norte Riograndense Contra o Câncer (IEPI), Edilmar Moura, a Jornada representa um importante instrumento de fortalecimento da saúde regional. “O câncer não respeita fronteiras geográficas e a nossa responsabilidade institucional também não pode ser limitada a Natal. Quando levamos educação continuada, práticas baseadas em evidências e conexão com especialistas para o interior do estado, estamos fortalecendo toda a rede de atenção oncológica — do diagnóstico ao tratamento, da gestão à assistência direta ao paciente. Esta jornada é um passo concreto na construção de um sistema de saúde mais justo e mais competente para combater o câncer onde quer que ele esteja”, destaca.
Entre os temas que serão debatidos estão o cenário da oncologia no Rio Grande do Norte, estratégias para ampliação do acesso aos serviços especializados, fortalecimento das parcerias entre municípios e instituições de saúde, além dos desafios relacionados à cobertura vacinal contra o HPV, uma das principais ferramentas de prevenção de diversos tipos de câncer.
A Jornada também contará com minicursos voltados à capacitação prática de profissionais da saúde. Entre eles, destaca-se a formação direcionada aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), focada na identificação precoce de sinais suspeitos de câncer e no encaminhamento adequado dos pacientes para investigação diagnóstica. A programação inclui ainda discussões sobre manejo da polifarmácia em pacientes crônicos e o papel da equipe multiprofissional na jornada do paciente oncológico.
As inscrições estão abertas e podem ser realizadas por meio do site oficial do evento. A programação contempla ainda a realização da I Mostra de Oncologia e Atenção Primária à Saúde, destinada à apresentação de trabalhos científicos desenvolvidos por profissionais, estudantes, docentes e pesquisadores da área.
Além das atividades científicas, as comemorações pelos 20 anos do Hospital de Oncologia do Seridó contarão com uma importante ação de mobilização social. A programação inclui o 1º Jantar Beneficente “As Vozes que Curam”, evento solidário que reunirá colaboradores, parceiros, profissionais de saúde e a sociedade seridoense em apoio à causa do combate ao câncer. A noite contará com pocket shows dos artistas Rodolfo Lopes, Tetê Pessoa e Edyr Vaqueiro, que doaram integralmente seus cachês para a iniciativa, reforçando o compromisso coletivo com a sustentabilidade da assistência oncológica na região.
Duas décadas transformando a oncologia no Seridó
Inaugurado em 2006, o Hospital de Oncologia do Seridó foi a primeira unidade da Liga Norte Riograndense Contra o Câncer fora da capital. Instalado na antiga Maternidade Mãe Quininha, em Caicó, o hospital nasceu com o propósito de aproximar o tratamento oncológico dos pacientes do interior, reduzindo deslocamentos e ampliando o acesso a serviços especializados.
Ao longo de duas décadas, a unidade consolidou-se como referência regional em assistência oncológica, contribuindo para que milhares de pacientes pudessem realizar consultas, exames e tratamentos mais próximos de suas cidades de origem.
“Ao longo dessas duas décadas, a unidade de Caicó fez diferença na vida de milhares de pacientes e de profissionais que construíram essa trajetória. Mas o impacto foi além da assistência. A Liga Norte Riograndense Contra o Câncer levou para o Seridó ensino, pesquisa, formação de profissionais, campanhas de prevenção e diagnóstico precoce, ampliando o acesso ao conhecimento e fortalecendo a oncologia em toda a região”, afirma a diretora-geral executiva da Liga Norte Riograndense Contra o Câncer, Karla Emerenciano.
O Hospital de Oncologia do Seridó representa o primeiro passo de uma estratégia que continua transformando a assistência especializada no interior do estado. Atualmente, a Liga Norte Riograndense Contra o Câncer conta também com o Centro de Diagnóstico e Ensino do Seridó, em Currais Novos, e com o recém-inaugurado Centro de Diagnóstico e Ensino do Vale do Açu, em Assú. Além disso, a instituição avança na implantação de uma nova unidade em Parnamirim.
Para o presidente do Conselho de Administração da Liga Norte Riograndense Contra o Câncer, Roberto Sales, os 20 anos do HOS simbolizam uma trajetória construída com propósito e compromisso social. “Os 20 anos do Hospital de Oncologia do Seridó representam não apenas uma história de conquistas, mas também uma oportunidade de reunir ciência, assistência e solidariedade em torno de uma mesma causa: ampliar o acesso à saúde e fortalecer o cuidado oncológico para toda a população potiguar”, conclui.
Um cavalo morreu durante uma vaquejada realizada no último sábado (13), em Caicó, na região Seridó do Rio Grande do Norte. O animal passou mal e caiu repentinamente na pista de competição diante de vaqueiros e do público que acompanhava o evento.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o cavalo desaba. O vaqueiro ainda tentou prestar socorro, mas o animal não resistiu. A cena causou forte comoção entre participantes e espectadores.
A causa da morte ainda não foi oficialmente confirmada. Informações preliminares apontam para a possibilidade de um infarto, mas o caso ainda aguarda esclarecimentos.
Para artistas do mundo gospel, o conceito de viralizar nas redes sociais com uma música não é comum. Mesmo sem os números de um hit secular, Julliany Souza conseguiu esse feito com “Ah, Jesus”, canção que está no top 50 do Spotify e colocou a artista entre as mais ouvidas do país na última semana, à frente de nomes como Thiaguinho, Ludmilla, Luísa Sonza na plataforma de streaming.
O sucesso de Julliany costuma estar presente, para além de vídeos cristãos, em conteúdos motivacionais de temas variados, que mostram imagens de mazelas sociais ou superação individual.
Parte da explicação para o sucesso está na letra que, mesmo com o foco cristão, tem mensagem universal de perdão. Sabe aquela coisa de “Jesus deu a outra face”?
“A outra face eu não dei / Só o meu ego escutei / Até amei os meus amigos /Mas meus inimigos odiei”, diz um trecho da canção.
Ao g1, a cantora explica que ainda se assusta com a repercussão e os números do seu trabalho. Porém, ela já acreditava no potencial de “furar bolhas”.
“A mensagem abordada por essa música toca em uma necessidade real do ser humano nos seus relacionamentos interpessoais: a importância de procurar amar mais o próximo. Por isso, ela acabou se encaixando em muitos temas atuais.”
“Tenho acompanhado algumas coisas, mas, para resumir, ela foi muito além da minha voz, do alcance das minhas redes sociais ou do meu próprio segmento. Só consigo entender isso como um propósito de Deus para o Brasil.” Um dos compositores de “Ah Jesus” é Leo Brandão, marido de Julliany. Ela conta que seu lar é muito musical. Até seus filhos de 10 meses de idade, os gêmeos José e Maria, estão passando por uma espécie de introdução a arte.
A cantora explica que, ao ser apresentada à composição, chorou bastante pela força da mensagem.
Com relação aos números alcançados em menos de um mês de lançamento, ela conta que acaba ficando alheia a esse processo pois essa dinâmica fica distante do universo gospel.
“Sem nenhuma demagogia, não sou uma pessoa ligada aos números. Obviamente, fico muito feliz em ver o alcance de tudo isso. Confesso que o temor no meu coração aumenta, assim como a responsabilidade. É uma responsabilidade muito grande.”
“Entendo que não é sobre mim, mas sobre a mensagem que está sendo transmitida. Eu só consigo me alegrar em Deus e sentir o peso de falar para uma geração que acaba olhando para mim e buscando aprender mais de Cristo.”
Julliany Souza: da Casa Worship para vida de influencer Aos 28 anos, Julliany é um dos grandes nomes do gospel, tendo em 2025 concorrido ao Grammy Latino na categoria de melhor álbum cristão com “A Maior Hora”. O vencedor foi “Memóri4s (Ao Vivo)”, de Eli Soares.
Nascida numa filha de músicos, ela começou na música ainda na infância, em Goiânia – sua cidade natal. Entre 2018 e 2022, ela integrou o grupo Casa Worship, sendo uma das vocalistas
Em 2021, em meio à pandemia de COVID-19, ela experimentou um sucesso parecido com “Ah, Jesus”. Com um “empurrãozinho” da influenciadora Maíra Cardi, a canção “A Casa É Sua” foi um sucesso no YouTube e no Instagram.
“Vimos o quanto as pessoas estão sedentas por palavras de esperança, de amor. Vimos o quanto as pessoas estão vazias disso. E a gente acredita que de uma certa forma isso tem impulsionado nosso trabalho”, disse Julliany ao g1 à época, relembrando o sucesso durante a pandemia.
O Casa Worship era um grupo de músicas de adoração, com composições que falam bastante de Deus, mas com mensagens que, mesmo que de forma lateral, são universais.
Os integrantes também tinham um comportamento que dialogava com o público jovem, seja no linguajar digital, na maneira de se vestir e até no som. A banda tinha um som inspirado no Coldplay.
Muito mais próxima do pop do que do rock da banda liderada por Chris Martin, Julliany manteve na sua carreira solo os outros elementos de diálogo com a juventude. E ainda adicionou um outro fator que gera identificação para além do mundo gospel: a relação dela com as redes.
Julliany é uma espécie de influenciadora digital. Em seu Instagram com mais de 2 milhões de seguidores ela compartilha seu dia a dia, principalmente como mãe.
“Tento usar as ferramentas digitais para mostrar que a vida não é perfeita, mas que é possível se achegar a Deus de maneira prática no dia a dia. Fico muito feliz com esse alcance e percebo que, mostrando essa vida real, as pessoas se identificam mais com as canções.”
O deputado estadual Luiz Eduardo esteve em São Paulo cumprindo agenda voltada ao fortalecimento do turismo potiguar. Durante reunião com a diretoria da Decolar, foram discutidas novas estratégias para ampliar a divulgação dos destinos turísticos do Rio Grande do Norte nos principais mercados emissores de turistas do país.
Ao lado de Taís Ballestero e Jonathan Wommer, o parlamentar destacou a importância de fortalecer a presença do estado em plataformas de alcance nacional e internacional, contribuindo para atrair mais visitantes e impulsionar a economia potiguar.
Segundo Luiz Eduardo, investir na promoção turística significa gerar emprego, renda e novas oportunidades para os municípios que têm no turismo uma de suas principais vocações econômicas.
“Precisamos valorizar as potencialidades do Rio Grande do Norte e ampliar cada vez mais sua visibilidade junto aos turistas. Turismo forte é sinônimo de desenvolvimento para o nosso estado”, ressaltou.
A agenda em São Paulo integra uma série de ações voltadas à promoção do RN e ao fortalecimento do setor turístico, considerado estratégico para o crescimento econômico do estado.
O Ministério da Saúde passará a inserir, no Sistema Único de Saúde (SUS), o tratamento combinado de venetoclax com azacitidina para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada.
A combinação dos medicamentos é indicada a pacientes que, por condições clínicas, não são elegíveis ao tratamento padrão com quimioterapia intensiva, sendo mais uma alternativa de terapia para esse público.
De acordo com Portaria nº 30/2026, publicada nesta segunda-feira (15), a nova opção será disponibilizada na rede pública de saúde em 180 dias, conforme prevê norma federal que regula a incorporação de tecnologias no SUS.
A medida segue recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e está alinhada ao Protocolo Clínico do Ministério da Saúde.
O relatório técnico que embasou a decisão ficará disponível para consulta pública no portal da Conitec.
Leucemia Segundo o Ministério da Saúde, a leucemia é um tipo de câncer sanguíneo originado na medula óssea, tecido responsável por produzir glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas. Quando há alguma mutação genética, esses componentes podem se transformar em células cancerígenas.
Na forma aguda, a doença se torna ainda mais fatal se não tratada de forma precoce. O diagnóstico nos primeiros estágios e o encaminhamento especializado são essenciais para bons resultados do tratamento.
Essa é a forma mais comum da leucemia aguda em adultos e atinge, principalmente, pacientes idosos.
Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (15) mostra que para 42%, o senador Flávio Bolsonaro(PL-RJ) tem mais culpa pelo novo tarifaço dos Estados Unidos sobre o Brasil do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No início deste mês, o USTR(Representante Comercial dos Estados Unidos) propôs que Washington taxe produtos brasileiro em em 25%.
Os eleitores ouvidos pelo levantamento entendem que “a aproximação entre a família Bolsonaro e o governo dos Estados Unidos gerou essa nova tarifa apenas para punir” o governo Lula.
Já para 39%, Lula é mais culpado pelo tarifaço do que Flávio. A justificativa é que “a falta de um bom relacionamento do presidente brasileiro com o governo dos EUA gerou essa nova tarifa”.
Para 11% dos entrevistados, o tarifaço não é culpa de nenhum dos dois. Eles entendem que “o governo dos Estados Unidos discute aplicar essa nova tarifa por interesses próprios”.
Não sabem ou não responderam representam 8% dos entrevistados.
Metodologia
A pesquisa Nexus/BTG entrevistou 2.017 pessoas, entre os dias 12 e 14 de junho, em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%.
O levantamento foi contratado pelo Banco BTG Pactual e está registrado no TSE(Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06645/2026.