A Barragem de Oiticica, localizada na região do Seridó do Rio Grande do Norte, ultrapassou neste domingo (26), a marca de 500 milhões de metros cúbicos de água armazenados. De acordo com o Instituto de Gestão de Águas do RN (Igarn), o reservatório soma 504.656.782 m³, equivalente a 67,96% da capacidade total.
O volume acumulado é resultado das chuvas registradas na bacia hidrográfica Piancó-Piranhas-Açu. Dados do Igarn apontam que, entre os dias 17 e 25 de abril, a barragem recebeu uma média diária de 8,5 milhões de metros cúbicos de água.
Com o aumento do nível do reservatório e a pavimentação da estrada de acesso à comunidade Barra de Santana, o local passou a atrair visitantes, principalmente nos fins de semana. A movimentação tem impulsionado atividades comerciais na região.
Além do reservatório, com capacidade total de 742,6 milhões de metros cúbicos, o Complexo Hidrossocial Oiticica inclui a comunidade Nova Barra de Santana, com sistema de saneamento e tratamento de esgoto, três agrovilas destinadas a produtores rurais, rede de energia elétrica e cerca de 128 quilômetros de estradas de acesso.
A barragem integra o Sistema Adutor do Seridó, que está em fase final de construção e tem previsão de atender até 2 milhões de pessoas. O projeto faz parte das ações voltadas à segurança hídrica no estado.
Desde agosto do ano passado, Oiticica também passou a receber águas da transposição do Rio São Francisco. Segundo dados oficiais, foram 78 milhões de metros cúbicos em 2025 e 28 milhões em 2026, até o momento.
O projeto de construção de uma barragem na região existe desde 1952, mas as obras de Oiticica foram iniciadas em junho de 2013.
A exigência de exame toxicológico para candidatos à primeira habilitação nas categorias A e B foi aprovada por 86% dos entrevistados em uma pesquisa de opinião encomendada pela Associação Brasileira de Toxicologia (ABTox).Pesquisa indica apoio ao exame toxicológico para tirar CNH A e B – Agora RNPesquisa indica apoio ao exame toxicológico para tirar CNH A e B – Agora RN
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Ipsos-Ipec, e teve os resultados divulgados na última sexta-feira (24). Foram ouvidas 2 mil pessoas em 129 municípios do país.
O exame para as categorias A e B foi incluído no Código de Trânsito Brasileiro pela Lei nº 15.153/2025, em vigor desde dezembro do ano passado. Segundo o Ministério dos Transportes, a implementação da exigência está em fase de estudo.
A Carteira Nacional de Habilitação de categoria A é exigida para conduzir motocicletas, motonetas e ciclomotores, enquanto a categoria B inclui automóveis, utilitários e caminhonetes.
O exame toxicológico já era exigido desde 2015 para motoristas profissionais que conduzem veículos das categorias C (caminhões), D (ônibus e vans) e E (veículos com reboque).
Resultados Ao menos oito em cada dez entrevistados se declararam favoráveis ao exame em todas as regiões do país. A proporção se mantém quando analisado o gênero e a escolaridade dos entrevistados.
Percentual de entrevistados a favor do exame toxicológico:
Norte e Centro-Oeste: 88%; Nordeste: 87%; Sudeste e Sul: 84%; capitais: 87%; periferias: 86%; municípios com menos de 500 mil habitantes: 86%; municípios com mais de 500 mil habitantes: 87%; mulheres: 87%; homens: 85%; ensino superior: 91%; ensino médio: 88%; ensino fundamental: 81%. Por idade, as faixas com índices mais altos de aprovação são as de 25 a 34 anos (88%) e de 35 a 44 anos (87%). Entre os homens de 16 a 24 anos e acima de 45 anos, o índice positivo é de 85%.
A pesquisa indica ainda que, para 68% dos entrevistados, a aplicação do exame toxicológico para a obtenção da CNH nas categorias A e B contribui para o combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado.
Já 69% acreditam que contribui para reduzir a violência doméstica provocada pelo consumo de álcool e outras drogas.
Congresso Nacional A Lei 15.153/2025 foi aprovada em 26 de junho do ano passado no Congresso Nacional, com apoio de parlamentares da base governista e da oposição.
No dia seguinte, a medida foi vetada pela Casa Civil, mas o veto acabou derrubado no dia 4 de dezembro pelo Congresso.
A Lei, sem o veto, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União em 10 de dezembro de 2025, com vigência imediata.
Por meio dela, a exigência do exame para se habilitar às categorias A e B foi incluída no Parágrafo 10 do Artigo 148-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Apesar disso, o então Ministro dos Transportes, Renan Filho, declarou que a exigência do exame ainda precisava de regulamentação.
Para a ABTox, essa lei não carece de regulamentação suplementar, “uma vez que está plenamente regulada pela Resolução 923 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), sendo sua aplicação semelhante àquela já praticada para as categorias de motoristas profissionais”.
Ministério dos Transportes Em nota enviada à Agência Brasil, o Ministério dos Transportes informou, por meio de sua assessoria especial de comunicação, que a exigência de exame toxicológico está em fase de avaliação no âmbito da Câmara Temática de Saúde para o Trânsito (CTST).
“A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) conduz análise dos impactos regulatórios e das adequações necessárias à implementação da medida. Entre os pontos avaliados estão o impacto ao cidadão, a capacidade da rede laboratorial para atendimento da demanda, os fluxos do processo de habilitação, possíveis reflexos na segurança viária e a integração aos sistemas existentes”.
O ministério acrescentou que, na última reunião da CTST, realizada em 1º de abril deste ano, foram designados relatores de diferentes áreas de atuação. Eles trabalham com prazo de até 90 dias para apresentar subsídios técnicos que apoiarão a tomada de decisão.
Após a conclusão dessa etapa, o ministério afirma que a Senatran terá condições de avaliar o impacto regulatório e propor eventual regulamentação, em conformidade com a legislação vigente.
Até que os estudos sejam finalizados e ocorra a publicação de norma complementar pelo Contran, permanece a orientação aos Detrans estaduais para que não seja exigido o exame toxicológico na primeira habilitação das categorias A e B.
De acordo com o ministério, a medida “busca assegurar a padronização nacional dos procedimentos, a adequada preparação dos sistemas e a segurança jurídica na aplicação da norma”.
Associação Brasileira de Toxicologia O fundador da ABTox e presidente do Instituto de Tecnologias para o Trânsito Seguro (ITTS), Marcio Liberbaum, lembrou que o exame toxicológico para as categorias C, D e E foi criado em 2015, mas sua aplicação plena começou somente em 2017, derrubando em torno de 17 liminares contrárias à medida.
Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou que, na época, os motoristas profissionais das categorias C, D e E representavam 4% da frota viária em circulação e participavam de 53% dos acidentes com morte nas estradas.
“Então, era evidente que alguma coisa estava errada. A gente viu que era droga e nas pesquisas feitas junto à opinião pública, a gente confirmou isso”.
Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostram que, em 2017, houve queda de 34% nos acidentes com caminhões, de 45% nos acidentes com ônibus e de 54% dos acidentes fatais nas rodovias interestaduais.
A associação defende ainda que a medida evitou uma perda estimada de R$ 74 bilhões ao Produto Interno Bruto, valor associado a afastamentos e sinistralidades envolvendo motoristas sob efeito de drogas.
Liberbaum explicou que o exame não tem tolerância zero, como a Lei Seca, e é capaz de apontar se o candidato à CNH acumulou, nos últimos seis meses, 500 picogramas de cocaína. Um picograma é uma unidade de medida de massa extremamente pequena, utilizada em contextos científicos de alta precisão, como para detectar traços minúsculos de substâncias toxicológicas e em testes antidoping.
“Aí, ele está inviabilizado. Perdeu o equilíbrio, a capacidade reativa de reflexo, perdeu o centro de orientação, esse cara não pode dirigir mais”, defendeu ele.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) intensificaram, nas últimas semanas, uma disputa judicial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em meio à pré-campanha presidencial de 2026. Um levantamento da CNN Brasil com dados da Corte aponta que a equipe de Lula moveu ao menos nove ações contra o senador, enquanto a defesa de Flávio ingressou com pelo menos oito processos contra o presidente no mesmo período.
A escalada de ações ocorre em ritmo acelerado e reflete o acirramento político entre os dois pré-candidatos, que lideram pesquisas de intenção de voto. Considerando também representações contra outros atores políticos e partidos, ambos já acumulam cerca de 50 processos no TSE.
As ações são, em sua maioria, relacionadas a alegações de propaganda eleitoral antecipada — positiva ou negativa —, com pedidos de retirada de conteúdos de redes sociais e concessão de direito de resposta. A equipe jurídica de Lula é liderada pelo advogado Angelo Ferraro, enquanto a defesa de Flávio Bolsonaro tem à frente a ex-ministra do TSE Maria Claudia Bucchianeri.
Entre os casos mais recentes, a pré-campanha de Lula solicitou ao TSE a remoção de uma publicação de Flávio Bolsonaro, além de direito de resposta. Segundo a representação, o senador teria divulgado um vídeo com trechos editados de uma fala do presidente, gerando “desordem informacional” e induzindo a conclusões consideradas falsas. No conteúdo, Lula aparece dizendo que quem busca a Presidência para enriquecer “se proponha a roubar”, seguido de manchetes que sugeririam irregularidades atribuídas ao presidente no passado.
De acordo com a defesa de Lula, o trecho foi retirado de contexto. A peça afirma que, na fala original, o presidente defendia que o exercício de função pública não deve visar enriquecimento pessoal e que eventuais ilícitos devem ser alvo de investigação rigorosa.
Por outro lado, a equipe de Flávio Bolsonaro também acionou o TSE recentemente para pedir a remoção de um vídeo divulgado pelo PT, que associaria o senador ao caso do Banco Master. A defesa argumenta que o conteúdo foi impulsionado nas redes sociais ao menos 14 vezes, o que, segundo a legislação eleitoral, é vedado quando se trata de propaganda negativa.
Na ação, os advogados do senador sustentam que o objetivo do material seria “desabonar a imagem” de Flávio Bolsonaro perante o eleitorado e influenciar de forma antecipada o processo eleitoral.
O aumento das disputas judiciais no TSE evidencia o ambiente de pré-campanha já em curso e antecipa o tom de confronto que deve marcar a corrida presidencial de 2026.
O STM (Superior Tribunal Militar) atendeu ao pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e autorizou, nesta quarta-feira (22), a realização de diligências no processo que analisa a eventual perda do posto e da patente de capitão militar.
A corte intimou a Marinha, o Exército, a Força Aérea e o Ministério da Defesa a fornecerem as informações solicitadas. Caso os documentos não sejam localizados, deverá ser apresentada certidão negativa.
“A decisão destacou que os elementos solicitados podem contribuir para a avaliação das condições éticas e morais do oficial, aspecto central nesse tipo de julgamento”, informou a Corte.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado em setembro. Após a condenação, o Ministério Público Militar (MPM) pediu a perda da patente do ex-presidente e de outros quatro oficiais generais envolvidos no caso.
“Ao analisar o pedido, o relator do caso, ministro Carlos Vuyk de Aquino, entendeu que a solicitação encontra respaldo no Regimento Interno do STM, que assegura à defesa o direito de produzir provas documentais”, informou a decisão.
Entre os documentos, a defesa poderá solicitar prontuário funcional, histórico disciplinar, avaliações de desempenho, registros de condecorações e informações sobre a conduta após a passagem para a reserva.
Pela legislação, oficiais condenados a penas superiores a dois anos podem ser submetidos a esse tipo de avaliação, que pode resultar na perda do posto e da patente, caso seja reconhecida incompatibilidade com os valores da carreira militar.
Com a decisão, o processo entra na fase de coleta de provas. Após o retorno das informações, a defesa ainda poderá se manifestar antes do prosseguimento do julgamento.
Uma pesquisa do Datafolha apontou para o aumento das dificuldades financeiras das famílias no Brasil. Ao todo, 56% dos entrevistados afirmaram que a renda familiar é insuficiente para arcar com as despesas mensais, enquanto 36% disseram que o salário é “exatamente o que precisam para viver”. Apenas 6% responderam que a renda é “mais do que suficiente”.
Atualmente, o salário mínimo está em R$ 1.621. Dos que ganham até 2 vezes o valor, 73% disseram que veem a renda como insuficiente. Já para aqueles que recebem de 2 a 5 salário mínimos, 49% afirmaram que a renda não é suficiente para pagar as despesas, percentual que cai para 32% em relação aos que ganham mais de 5 salários.
Em meio ao cenário, 45% dos participantes disseram ter buscado formas de complementar a renda nos últimos meses. Essa busca é maior entre aqueles com mais escolaridade. Segundo o levantamento, isso acontece porque, entre aqueles com ensino fundamental, há menos pessoas trabalhando ou em busca de trabalho, já que nesse grupo há um número expressivo de aposentados e donas de casa.
Os dados mostram ainda que 4 em cada 10 dos entrevistados pela pesquisa relataram alguma redução da renda familiar nos últimos meses, o que pode ser explicado pela sensação de aperto financeiro. Esse cenário se concentrou principalmente entre os brasileiros de 35 a 44 anos, com quase metade (49%) relatando redução da renda familiar nos últimos meses. Os que menos tiveram mudança foram jovens de 16 a 24 anos.
A pesquisa Datafolha entrevistou 2.002 pessoas de 16 anos ou mais em 117 municípios do Brasil nos dias 8 e 9 de abril de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.
Endividamento recorde
O número de brasileiros com dívidas a pagar registrou recorde em março de 2026, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). No mês, 80,4% das famílias estavam endividadas – maior patamar desde 2010, início da série histórica da pesquisa.
O novo recorde ocorre em meio à guerra no Oriente Médio, que vem impulsionando o aumento do preço do petróleo. Somado aos juros altos (Selic), a alta dos preços do diesel e combustíveis em geral tem gerado incerteza inflacionária, reduzindo o poder de compra e forçando o uso de crédito para despesas básicas.
Conforme a pesquisa, o avanço do endividamento foi impulsionado pelas famílias de maior renda (acima de 5 salários mínimos), que preferem utilizar o crédito como estratégia para manter o padrão de consumo sem desmobilizar capital próprio. Para aqueles que ganham mais de 10 salários mínimos, o índice chegou a 69,9% em março. Entre as principais modalidades de dívidas estão: cartão de crédito, carnês e crédito pessoal.
Projeto de lei 3.574/2024, de autoria do ex-deputado Gilvan Máximo, endurece da Lei Seca. Se aprovada, a medida tratará punições mais duras para motoristas que causarem acidentes graves, principalmente em duas situações, como visto na integra do texto:
1 – se a vítima vier a óbito, serão aplicadas as penalidades de multa (cem vezes) e de suspensão do direito de dirigir por 10 anos. 2 – se a vítima ficar inválida permanentemente, serão aplicadas as penalidades de multa (cinquenta vezes) e de suspensão do direito de dirigir por cinco anos. Para ambos os casos, está previsto que as despesas médicas da vítima sejam de responsabilidade da pessoa na condução do veículo, além do pagamento de indenização de até dez vezes o valor da multa por infração gravíssima.
Vale ressaltar que o valor da multa atualmente é de R$ 293,47. Sendo assim, em caso de fatalidade, a pessoa responsável deverá pagar o valor de R$ 29.347,00, já a indenização poderá chegar a R$ 14.673,50.
A justificativa se baseia na alta quantidade de acidentes cujos responsáveis estavam embriagados. “O número de mortes nas ruas e rodovias no Brasil supera aqueles registrados nos recentes conflitos armados e pandemias. E a impressão que se tem é a de que isso não causa qualquer espanto aos governantes e à população em geral.” – afirma o texto oficial.
A proposta, no momento, aguarda parecer do relator, deputado Marcos Tavares, na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados do Brasil. O conteúdo ainda precisará ser discutido e votado pelo colegiado, podendo receber ajustes antes de avançar para outras comissões ou, dependendo do caso, seguir diretamente para análise em plenário; se aprovado na Casa, o projeto é então encaminhado ao Senado Federal do Brasil, onde passa por nova tramitação antes de eventual sanção ou veto presidencial.
A equipe Afra Vôlei CCT Originales Aero Clube de Currais Novos brilhou na Copa Executive de Voleibol, realizada em Parelhas, mostrando força e talento em diferentes categorias.
No Sub-19, o time fez história ao levantar a taça de campeão em uma final emocionante contra a tradicional equipe de Mossoró. A vitória veio por 2 sets a 1, com parciais de 23×25, 25×22 e 15×13, em um jogo marcado pela garra e pela superação das atletas currais-novenses.
Já no Sub-13, o Afra Vôlei também mostrou competitividade e conquistou o 3º lugar, reforçando o trabalho sólido das categorias de base e o futuro promissor do voleibol da região.
Com esses resultados, o Afra Vôlei CCT Originales Aero Clube reafirma sua posição como uma das principais forças do esporte no Seridó, levando o nome de Currais Novos ao pódio e inspirando novos talentos a seguirem no caminho do voleibol.
Ao se despedir da Polícia Civil após 21 anos o Delegado Dr. Antônio Pinto compartilhou, em suas redes sociais, reflexões marcadas por gratidão e emoção. Em meio ao clima de despedida, ele preferiu destacar sentimentos como paz, amor, empatia e prosperidade, fazendo um balanço pessoal de sua trajetória.
Entre os diversos locais por onde passou, um ganhou destaque especial: Currais Novos. Segundo o delegado, a cidade foi “amor à primeira vista”, mesmo tendo chegado inicialmente sem grandes expectativas, após uma transferência inesperada.
Ele relembra que, durante o deslocamento até a cidade, viveu um momento marcante ao passar por Santuário de Santa Rita de Cássia, onde fez uma parada simbólica. “Entreguei essa nova missão e segui”, relatou. Já próximo ao destino, a paisagem do Pico do Totoró anunciou sua chegada à região do Seridó.
Ao assumir suas funções, encontrou uma realidade desafiadora, mas destaca que foi o acolhimento da população que fez a diferença. “O calor humano logo me convenceu que eu era um deles”, afirmou. A partir disso, buscou aproximar a delegacia da comunidade, promovendo uma atuação mais integrada.
Um dos marcos de sua passagem foi a construção de uma relação harmoniosa entre a Polícia Civil e a Polícia Militar. Ele relembra o diálogo inicial com o então capitão Moacir, reforçando a importância da união entre as forças de segurança. Dessa parceria, segundo ele, nasceram diversas operações bem-sucedidas em benefício da população.
O delegado também recordou com carinho figuras marcantes da cidade, como a Irmã Ananilia, conhecida pelo trabalho social de acolhimento aos mais necessitados. Episódios como esses, segundo ele, reforçam o espírito solidário que encontrou em Currais Novos.
Em tom poético, Antônio Pinto destacou o quanto a cidade marcou sua vida. “Carrego Currais Novos no coração”, escreveu, citando o pensador Khalil Gibran para traduzir seu sentimento de pertencimento.
A aposentadoria encerra um ciclo importante, mas deixa registrada uma relação duradoura com Currais Novos, cidade que, segundo ele, se tornou parte de sua própria história.
A pré-candidatura de Nina Souza segue ganhando musculatura no interior do Rio Grande do Norte. Desta vez, a liderança recebeu o apoio dos ex-prefeitos de Canguaretama, Wilson e Wellison, duas importantes referências políticas do município e da região Agreste.
O gesto fortalece o palanque de Nina em uma área estratégica do estado, ampliando sua presença política em Canguaretama e consolidando alianças que podem repercutir em toda a região.
Reconhecidos pela atuação administrativa e influência política local, os dois ex-prefeitos chegam para somar ao projeto liderado por Nina Souza, que vem intensificando diálogos e construindo apoios em diferentes municípios potiguares.
Policiais do 13º BPM foram reconhecidos com a distinção de “Policial Padrão”, em virtude do elevado grau de profissionalismo, dedicação e compromisso com a segurança pública, evidenciados pelos relevantes serviços prestados à sociedade. A solenidade para entrega dos diplomas aconteceu na manhã de hoje, no Quartel do Comando Geral, em Natal.
O reconhecimento institucional valoriza o empenho diário dos militares, fortalecendo a motivação da tropa e destacando a importância de uma atuação responsável, ética e eficiente no cumprimento da missão de servir e proteger.
O Tenente-Coronel Mycael, comandante do 13º BPM, parabeniza os policiais agraciados e ressalta que o reconhecimento é reflexo do comprometimento e da excelência demonstrados no exercício da função, contribuindo diretamente para a promoção da ordem e da segurança pública.
A Polícia Militar atendeu, neste sábado (25), duas ocorrências de violência doméstica nas cidades de Currais Novos e Lagoa Nova, que resultaram na prisão em flagrante dos acusados.
Em Currais Novos, a guarnição foi acionada para atender uma denúncia de agressão. Ao chegar ao local, os policiais constataram que a vítima havia fugido da residência por medo do agressor. Duas testemunhas permaneceram no imóvel e relataram as agressões, confirmando a veracidade dos fatos. Após diligências, a equipe conseguiu localizar a vítima, que foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil, onde formalizou a representação. Com base nas informações colhidas, o suspeito foi preso em flagrante e ficou à disposição da Justiça.
Já em Lagoa Nova, a ocorrência foi registrada por volta das 17h. A vítima denunciou que vinha sofrendo constantes ameaças de morte por parte do companheiro, ameaças essas que também se estendiam aos seus filhos, menores de idade. Ao chegar ao local, os policiais não encontraram o suspeito, que havia fugido. No entanto, após buscas na região, ele retornou à residência e foi imediatamente detido pela guarnição, sendo conduzido à delegacia e autuado em flagrante delito.
De acordo com o comandante do 13º BPM, Tenente-Coronel Mycael, a rápida resposta das equipes foi decisiva para garantir a segurança das vítimas e a responsabilização dos envolvidos. Ele destacou ainda o compromisso contínuo da corporação no enfrentamento à violência doméstica, ressaltando a importância das denúncias para coibir esse tipo de crime e proteger famílias.
Na tarde deste sábado, 25 de abril de 2026, foi realizado, em Currais Novos, o sexto encontro do Hospital Padre João Maria (HPJM). O evento reuniu médicos, diretores e funcionários que fizeram parte da história da instituição, em um momento marcado por reencontros e homenagens.
Durante o encontro, nomes como Dr. Mozar, Dr. Marco Antônio, Dr. Mário, Dr. Eugênio e Dr. Eduardo destacaram, em suas falas, a importância e o legado de Dr. Eldio. A emoção tomou conta das lembranças compartilhadas ao longo da programação.
Também estiveram presentes antigos colaboradores, como Dona Lourdes de Vigovina, Bobó e Maria Miranda, entre outros, que contribuíram significativamente para a trajetória do hospital.
O Hospital Padre João Maria foi fundado por Monsenhor Paulo Herôncio e teve, por muitos anos, a presidência de Monsenhor Ausônio, consolidando-se como uma das instituições mais importantes da área da saúde na região.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) voltou a trocar críticas públicas com integrantes do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Desta vez, o embate envolveu o vereador Jair Renan Bolsonaro.
A discussão começou após críticas de um perfil de direita sobre a atuação de Nikolas na campanha do senador Flávio Bolsonaro. O perfil ironizou o deputado por mudanças em seus vídeos e por suposto alinhamento político em Minas Gerais.
Troca de ataques nas redes
Em resposta, Nikolas reagiu de forma dura e, em seguida, passou a atacar diretamente os críticos. Após uma provocação de Jair Renan, o deputado publicou que, mesmo somando a capacidade cognitiva dos críticos, não chegaria à de “uma toupeira cega”.
Logo depois, Jair Renan rebateu com publicações de aliados, que acusaram Nikolas de ter se afastado da família Bolsonaro e de buscar projeção política.
Contexto do embate
Como explicou o jornal Folha de S.Paulo, o episódio ocorre em meio a críticas recorrentes sobre o baixo engajamento de Nikolas na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. Levantamento citado na reportagem aponta que o deputado mencionou o senador em poucas publicações recentes nas redes sociais.
Assim, o conflito evidencia divergências dentro do próprio campo político, com trocas públicas de acusações e disputas por alinhamento eleitoral.
O governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (24) a ampliação dos métodos de execução de presos federais condenados à morte, incluindo o uso de pelotão de fuzilamento, além da retomada das injeções letais. Também passam a ser considerados procedimentos como asfixia por gás e eletrocussão.
A medida foi divulgada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que afirma cumprir uma diretriz do presidente Donald Trump para acelerar e ampliar a aplicação da pena capital no país. Segundo o órgão, a atualização busca garantir a execução das sentenças mesmo diante da escassez de medicamentos utilizados na injeção letal.
Na prática, o documento funciona como orientação geral, já que a pena de morte nos EUA é descentralizada. O governo federal só pode realizar execuções em estados que autorizam a prática e deve seguir as regras locais. Atualmente, cinco estados permitem o fuzilamento como método: Idaho, Mississippi, Oklahoma, Carolina do Sul e Utah.
A injeção letal, prevista no Código Penal americano, havia sido suspensa em diversos estados durante a gestão do ex-presidente Joe Biden, após estudos indicarem a possibilidade de dor e sofrimento excessivos. No novo posicionamento, o Departamento de Justiça classificou essa avaliação como “profundamente falha”.
De acordo com o comunicado oficial, a ampliação dos métodos é considerada essencial para garantir a execução de penas em crimes classificados como graves, além de oferecer uma resposta às famílias das vítimas.
Entre os métodos adicionais que poderão ser adotados estão o pelotão de fuzilamento, a asfixia com gás nitrogênio e a eletrocussão. A orientação foi reforçada pelo procurador-geral Todd Blanche, que determinou ao sistema prisional federal a inclusão de alternativas já previstas em legislações estaduais.
Casos recentes evidenciam a diversidade de práticas no país. Em 2025, um preso foi executado por fuzilamento na Carolina do Sul devido à falta de substâncias para a injeção letal. Já em 2024, o Alabama adotou pela primeira vez a execução por asfixia com nitrogênio — método que gerou críticas internacionais. A Organização das Nações Unidas apontou que o procedimento pode causar sofrimento excessivo e ser equiparado à tortura.
Com a nova diretriz, o governo busca assegurar que execuções possam ser realizadas mesmo diante de limitações logísticas, respeitando os parâmetros legais de cada estado.
Plataformas online de predição tiveram o bloqueio determinado nesta sexta-feira (24) pelo Ministério da Fazenda. Segundo o ministro, Dario Durigan, pelo menos 27 plataformas de mercado preditivo já foram tiradas do ar pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Por meio desses serviços online, usuários arriscam dinheiro em previsões sobre entretenimento, temas políticos, culturais ou sociais. Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, o governo federal explicou que o serviço não está previsto na legislação e é ilegal.
“A gente tem acompanhado a evolução desse setor no Brasil, que sofreu um espaço de anarquia, porque não teve regra, não teve nenhum acompanhamento, de 2018 a 2022”, afirmou o ministro da Fazenda.
“De modo que a conclusão à que chega o Ministério da Fazenda, em conjunto com os demais ministérios do governo do presidente Lula, é que os mercados de predição não são legais, não são regulares no Brasil”.
A ordem de bloqueio foi feita com base em uma resolução aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que busca fechar uma brecha regulatória e definir regras mais claras para esse tipo de atividade.
Dario Durigan apontou que a decisão cumpre o objetivo de proteger a poupança popular e evitar maior endividamento da população.
“No momento em que a gente faz um esforço para diminuir o nível de dívida das famílias brasileiras, das pequenas empresas, dos agricultores rurais, dos estudantes, a gente também previne, a partir do anúncio que o presidente vai fazer sobre o programa de endividamento, que as pessoas não tomem dívida nova, por exemplo, nesse tipo de mercado, que é uma dívida ruim, que prejudica a esperança e a qualidade de vida das pessoas”.
O que é mercado preditivo? O mercado preditivo funciona como uma espécie de “bolsa de apostas” sobre eventos futuros. Nele, as pessoas compram e vendem contratos financeiros baseados em perguntas simples como “Vai acontecer ou não?”.
Se o evento acontecer, quem apostou ganha dinheiro. Se não acontecer, perde. Esses contratos são chamados de derivativos no jargão do mercado financeiro.
“A gente não vai ter aqui previsão de chuva, morte de uma determinada celebridade, como possibilidade de ser encarado como derivativo regular no Brasil”, exemplificou o ministro.
Segundo ele, a legislação brasileira que regulamenta o mercado de apostas só permite a apostas em eventos esportivos reais e jogos online com regras definidas.
Como essas plataformas de mercado preditivo não se adequavam à lei sobre apostas online, elas operavam no mercado financeiro com a venda destes derivativos, sem lastro financeiro, e agora passam a ser proibidas, segundo a resolução do CMN.
“A medida tem como objetivo evitar a consolidação de um novo mercado de apostas, o chamado mercado de predição, para evitar que ele se consolide sem controle. Do nosso ponto de vista, se isso acontecesse, provocaria riscos enormes para a população brasileira”, destacou a ministra chefe da Casa Civil, Miriam Belchior.
Confira a lista de plataformas de mercado preditivo bloqueadas