O Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 21, pela liquidação extrajudicial da Will Financeira, ligada ao Banco Master. Segundo a autarquia, a medida considerou o “comprometimento da situação econômico-financeira da instituição”.
O Master foi liquidado pelo BC em novembro do ano passado, menos de um dia após o Grupo Fictor ter indicado o interesse em comprar a instituição. Na época, o BC também decidiu aplicar o regime de administração temporária especial (Raet) sobre algumas empresas ligadas ao banco. Nesse regime, as atividades da instituição não são suspensas nem interrompidas, como aconteceu com a Will Financeira.
O BC nomeou o liquidante do Banco Master, Eduardo Bianchini, como liquidante também da Will Financeira. A autarquia decretou ainda a indisponibilidade de bens dos controladores da empresa.
A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), tenta emplacar o nome do secretário da Fazenda, Cadu Xavier, para um mandato tampão para governar o estado até janeiro de 2027.
O esperado era que o vice de Fátima, Walter Alves (MDB), assumisse o posto quando a governadora saísse para disputar uma vaga ao Senado Federal. Por imposição da lei, ela não pode ficar no cargo após abril se for candidata.
Fátima foi comunicada nessa segunda-feira (19) por Walter Alves, no entanto, que ele não irá assumir o posto quando isso acontecer, e que o MDB no estado deve se alinhar à Federação União Progressista.
Lideranças nacionais do PT pontuam que é preciso construir uma saída com a governadora, a partir do entendimento da correlação de forças na Assembleia do Estado. É o Legislativo que definirá quem ocupará a cadeira provisoriamente até que o governador eleito em outubro tome posse.
O PT enfrenta dificuldades no Rio Grande do Norte, desde as últimas eleições. Hoje, o partido só tem um deputado federal eleito pelo estado. Os espaços têm sido preenchidos por parlamentares alinhados a centro-direita e ao bolsonarismo.
No cenário da pesquisa Real Time Big Data de dezembro, o prefeito de Mossoró (RN), Alysson Bezerra (União), e o senador Rogério Marinho (PL-RN) lideram as pesquisas ao governo do Rio Grande do Norte em 2026.
Depois de se reunir nesta terça-feira (20), em Natal, com o senador Styvenson Valentim (PSDB) e o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos), o senador Rogério Marinho (PL) deverá anunciar, em coletiva de imprensa marcada para a manhã desta quarta-feira (21), quais serão os próximos passos do grupo para as eleições, com a possível revelação do nome que será indicado para concorrer ao Governo do Rio Grande do Norte. Caso o nome de Marinho seja retirado da disputa para assumir a coordenação da campanha presidencial em nível nacional, as apostas se voltam para Styvenson ou Álvaro.
A coletiva ocorrerá na sede do Partido Liberal (PL) no Rio Grande do Norte, a partir das 10h, e foi comunicada à imprensa na tarde de ontem pelo próprio Rogério Marinho. O encontro também deverá confirmar a desistência de sua candidatura ao governo estadual. Após a publicação de um vídeo em suas redes sociais, no qual destaca que “lealdade não prescreve”, em referência à aliança com o ex-presidente Jair Bolsonaro, Marinho alimentou especulações de que não disputará as eleições, como vinha sendo ventilado. “Gratidão e lealdade não prescrevem. Precisamos colocar o Brasil acima de projetos pessoais, como nos mostrou Bolsonaro. Agora, é hora de unir esforços para derrotar o projeto de poder de Lula e PT, seguindo a decisão do PR Jair Bolsonaro e elegendo Flávio Bolsonaro Presidente da República!”, escreveu.
A mensagem teria sido confirmada por ele aos aliados potiguares devido a um apelo do ex-presidente Jair Bolsonaro para assumir a coordenação da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), papel que o colocaria no centro das articulações nacionais da direita. No mesmo vídeo, Rogério Marinho afirmou: “A forma excepcional que o presidente se encontra, que é o nosso maior líder, Bolsonaro, leva a atitude que ele tomou e que, na nossa opinião, unifica o campo da direita e agora nós vamos buscar atrair o centro e o centro-direita. Mas a direita, representada pelo Partido Liberal, está unificada em torno do nome do senador Flávio Bolsonaro. Na hora em que o principal representante do nosso partido tomou essa decisão, todos nós estaremos juntos”.
Sonho
Já o senador Styvenson Valentim confirmou, em vídeo divulgado nas redes sociais, que participaria de reunião com Rogério Marinho e Álvaro Dias e admitiu, de forma indireta, que pode voltar a disputar o Governo do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026, caso haja convergência dentro do grupo político que o acompanha. Em discurso marcado por tom de autocrítica e apelo direto à população, o parlamentar relembrou a candidatura isolada em 2022 e afirmou que reconheceu erros, dizendo ter aprendido com o resultado do pleito. “E eu sei que hoje não é fácil as conversas que eu preciso ter, que eu preciso ouvir. O sonho de ter um estado melhor, todo político tem, mas aí meu filho, ainda faltam alguns requisitos pra que a gente possa executar e chegar aonde a gente quer. Sozinho a gente não vai chegar a lugar nenhum”, afirmou.
Segundo Styvenson, a experiência serviu de aprendizado político e pessoal. Ele destacou que, apesar de manter suas convicções e o discurso de independência, compreendeu que projetos majoritários exigem diálogo, alianças e construção coletiva. “Eu entendi o recado, assumi meus erros e aprendi com tudo isso”, disse.
O senador também ressaltou que, embora esteja disposto a conversar com lideranças políticas e ampliar articulações, sua principal base continua sendo a população. “Meu bloco, meu grupo, sempre foi você, sempre foi a população. Por mais que eu converse com A ou B, é você que realmente me interessa”, afirmou.
Sem confirmar oficialmente uma pré-candidatura, Styvenson deixou claro que qualquer decisão passará pelo reconhecimento de sua trajetória política e pelo apoio popular que construiu ao longo dos anos. “Não vou entregar isso de mão beijada a ninguém que não fez o que eu fiz para ter o apoio que tenho hoje”, completou.
Mudança
O movimento ocorre em meio à reconfiguração do cenário político estadual após o vice-governador Walter Alves (MDB) anunciar que não irá assumir o Executivo estadual em caso de uma eventual renúncia da governadora Fátima Bezerra (PT), pré-candidata ao Senado.
Walter confirmou que será candidato a deputado estadual em 2026 e reafirmou apoio à reeleição do presidente Lula (PT), alinhado ao presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, e ao presidente nacional do PT, Edinho Silva. No entanto, deixou claro que, no plano estadual, o MDB deverá caminhar ao lado dos partidos da Federação União Progressista (União Brasil e PP) e do PSD, que defendem a pré-candidatura do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), ao Governo do Rio Grande do Norte.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin interrompeu as férias para tentar apagar o incêndio causado na imagem da Corte a partir das investigações sobre as fraudes do Banco Master. A tática escolhida obedece ao estilo Fachin. Nas conversas com ministros do tribunal, ele tem sido incisivo, mas evita bater de frente com os colegas
Para evitar mal estar, o presidente não comentou com os ministros a forma pouco usual que Dias Toffoli adotou na condução do caso. Em vez disso, pediu atenção para a necessidade da aprovação de um código de conduta para o Supremo neste momento. Nas últimas duas semanas, Fachin procurou todos os ministros para falar sobre o assunto.
Segundo um dos ministros, o presidente já contabiliza cinco dos dez votos a favor da proposta. Além do próprio voto, ele teria o apoio de Cármen Lúcia, Kássio Nunes Marques, André Mendonça e Luiz Fux. Por outro lado, Fachin teria em conta que Toffoli, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes não votariam em prol da causa.
Nos bastidores, as posições de Flavio Dino e Cristiano Zanin ainda seriam desconhecidas. Por isso, Fachin prioriza conversas com os dois. Nesta terça-feira, 20, o presidente do Supremo viajou até São Luís (MA), onde Dino está com a família, para conversar com o colega.
O presidente ouviu de um dos ministros com quem conversou a sugestão de votar o código de conduta em uma sessão no plenário, com transmissão da TV Justiça.
Normalmente, procedimentos administrativos são definidos em uma sessão aberta, mas fora do plenário e sem a transmissão do canal.
A outra opção seria votar em uma sessão virtual, sem discussão pública entre os ministros. Levar o caso ao plenário implicaria em expor ao público quem são os ministros contrários à proposta, o que poderia facilitar a aprovação dela.
A ideia de Fachin é primeiro elaborar um texto e, depois, submetê-lo a votação. Portanto, é pouco provável que o código seja votado assim que terminar o recesso, em fevereiro, para que as negociações com ministros possam ser concluídas.
Brasília (DF), 07/12/2025 – O Levante Mulheres Vivas realiza ato na área central de Brasília para denunciar o feminicídio e todas as formas de violência contra mulheres.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Brasil atingiu, em 2025, o maior número de feminicídios desde que o crime passou a ser tipificado na legislação penal, em 2015. No ano passado, ao menos 1.470 mulheres foram assassinadas no País em contextos de violência doméstica, familiar ou motivados por misoginia, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O total supera os 1.459 registros de 2024 e representa o recorde da última década.
Os números ainda são parciais e devem aumentar, já que Alagoas, Paraíba, Pernambuco e São Paulo não haviam enviado, até a consolidação do levantamento, os dados referentes ao mês de dezembro. Mesmo assim, o volume registrado em 2025 equivale a uma média de quatro feminicídios por dia em todo o território nacional.
Desde a criação da Lei do Feminicídio, em março de 2015, o Brasil soma 13.448 mulheres assassinadas em crimes classificados por razões de gênero. O levantamento aponta que 15 estados apresentaram crescimento no número de casos entre 2024 e 2025, com as maiores altas percentuais concentradas nas regiões Norte e Nordeste. Em contrapartida, 11 estados registraram redução nas ocorrências ao longo do último ano.
No Rio Grande do Norte, foram 19 feminicídios em 2024 e outros 19 crimes no ano passado.
A legislação que tipificou o feminicídio alterou o Código Penal para enquadrar assassinatos de mulheres ocorridos em contextos de violência doméstica, familiar ou por discriminação de gênero. Em 2024, a lei foi novamente modificada, e o feminicídio deixou de ser uma qualificadora do homicídio para se tornar um crime autônomo, com penas que variam de 20 a 40 anos de prisão.
Com a inclusão de agravantes, a punição pode chegar a até 60 anos de reclusão, tornando o feminicídio o crime com a maior pena prevista atualmente no ordenamento jurídico brasileiro. As mudanças fazem parte do chamado Pacote Antifeminicídio, que também promoveu alterações na Lei Maria da Penha, no Código de Processo Penal, na Lei de Execução Penal e na Lei dos Crimes Hediondos.
Entre as medidas adotadas estão o aumento das penas para crimes cometidos contra mulheres por razões de gênero, a perda automática de cargos públicos ou mandatos eletivos após condenação, restrições a benefícios no sistema prisional e prioridade na tramitação de processos judiciais que envolvam violência contra a mulher.
Em janeiro deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou uma lei que institui o dia 17 de outubro como data nacional de luto e memória às mulheres vítimas de feminicídio. A escolha remete ao caso de Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, assassinada em 2008 pelo ex-namorado após mais de 100 horas mantida em cárcere privado, em Santo André (SP).
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou nesta semana 12 minutas com propostas de alterações nas regras para as Eleições 2026. As mudanças tratam de calendário eleitoral, manifestações na pré-campanha, pesquisas eleitorais, critérios para distribuição de recursos eleitorais e responsabilidade pela remoção de conteúdos digitais com ataques ao processo eleitoral, entre outros temas.
Desde segunda-feira (19), qualquer cidadão ou entidade que queira opinar sobre as regras para as Eleições 2026 pode usar um formulário eletrônico para enviar contribuições. As sugestões serão recebidas até 30 de janeiro.
Terminado o prazo, o TSE deverá selecionar as melhores propostas para serem apresentadas em uma série de audiências públicas marcadas entre os dias 3 e 5 de fevereiro. Pela Lei das Eleições, o plenário do TSE tem até 5 de março do ano eleitoral para debater e aprovar todas as normas.
Conforme determinado pela Constituição, o primeiro turno das Eleições 2026 ocorrerá em 3 de outubro, primeiro domingo do mês, e o segundo turno, em 31 de outubro, último domingo. Neste ano, os eleitores devem votar para presidente, governador e senador, além de deputados federal, estadual e distrital.
Redes sociais e IA Como de praxe, as minutas de resolução eleitoral foram assinadas pelo vice-presidente do TSE, posto atualmente ocupado pelo ministro Nunes Marques.
Entre as principais sugestões está o aumento da responsabilidade das plataformas de redes sociais por conteúdos que promovam ataques ao processo eleitoral. O ministro propôs que as empresas provedoras sejam obrigadas a retirar do ar as publicações mesmo sem autorização judicial.
Pela regra vigente, que valeu para as últimas eleições municipais, os provedores de serviços de redes sociais somente poderiam ser responsabilizados caso descumprissem alguma decisão judicial. Nunes Marques propôs aumentar o rigor contra esse tipo de conteúdo.
O ministro, contudo, deixou inalteradas as regras sobre a utilização de inteligência artificial durante a campanha. Em 2024, o TSE aprovou uma série de normas para o uso de IA na propaganda eleitoral, incluindo a vedação do chamado deep fake ─ conteúdo fabricado em formato de áudio, vídeo ou combinação de ambos e que tenha sido gerado ou manipulado digitalmente para criar, substituir ou alterar imagem ou voz de pessoa viva, falecida ou fictícia.
Pré-campanha O ministro também incluiu novas exceções para o comportamento de candidatos na pré-campanha. Ele propôs, por exemplo, liberar as lives em perfis nas redes sociais de pré-candidatos não configura campanha antecipada, embora deixando claro que as transmissões ao vivo não podem ter pedido de votos ou menção à própria candidatura.
Ele também propôs regras mais claras para isentar pessoas naturais por críticas feitas à administração pública atual, mesmo se feita com a contratação de impulsionamento na internet, “desde que ausentes elementos relacionados à disputa eleitoral”, escreveu o ministro.
A proposta assinada por Nunes Marques libera as manifestações espontâneas “em ambientes universitários, escolares, comunitários ou de movimentos sociais, respondendo os responsáveis por eventuais abusos nos termos da lei”. A exceção seria válida somente se a presença do pré-candidato no local ou o evento não tiverem sido financiados, direta ou indiretamente, por pré-candidatas, pré-candidatos, partidos ou federações.
Em relação ao financiamento de campanha, Nunes Marques sugeriu, por exemplo, que os partidos possam alterar os critérios de distribuição dos recursos até o 30 de agosto, desde que a mudança seja justificada. Tais critérios devem ser aprovados pela maioria do diretório nacional das siglas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou, nesta terça-feira (20/1), o convite para que o líder brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), integre o Conselho de Paz para Gaza.
O republicano afirmou gostar de Lula e disse que o brasileiro terá “grande papel” no conselho.
“Eu convidei. Eu gosto dele. Lula terá um grande papel no Conselho de Paz de Gaza”, declarou Trump.
Ainda durante a coletiva, o norte-americano declarou que o recém-formado conselho “poderia” substituir a Organização das Nações Unidas (ONU).
“A ONU simplesmente não tem sido muito útil. Sou um grande fã do potencial da ONU, mas ela nunca esteve à altura desse potencial”, disse Trump. “A ONU deveria ter resolvido todas as guerras que eu encerrei. Eu nunca recorri a eles, nunca sequer pensei em recorrer.”
Lula analisa convite
O governo brasileiro confirmou o recebimento do convite na última sexta-feira (16/1), mas pondera que Lula ainda não tomou uma decisão.
Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, o presidente prefere avaliar cuidadosamente as condições geopolíticas, diplomáticas e financeiras envolvidas antes de aceitar integrar o grupo.
O tema foi discutido em reunião entre Lula e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, na manhã de segunda-feira (19/1), no Palácio do Planalto.
O Metrópoles apurou que a equipe do presidente analisa o documento minuciosamente e que não há prazo definido para o envio de uma resposta ao governo norte-americano.
Entre os principais pontos em estudo estão:
a composição do grupo e os países que tendem a aderir ao conselho;
o posicionamento diplomático e político desses países em relação ao conflito na Faixa de Gaza;
os impactos orçamentários e eventuais obrigações financeiras decorrentes das decisões do colegiado;
os objetivos centrais do conselho, especialmente no que diz respeito à transição política, à segurança e à reconstrução do território;
a necessidade de articulação prévia com nações influentes no tema, para sustentar politicamente as medidas que venham a ser adotadas.
Conselho da Paz em Gaza
O Conselho da Paz, anunciado por Trump na última semana, prevê a participação de cerca de 60 países, com mandato inicial de três anos.
O documento assinado pelo republicano estabelece que haverá um grupo de membros permanentes — condição que exige o pagamento de uma taxa de US$ 1 bilhão ao fundo do conselho ainda no primeiro ano de funcionamento.
Além de Lula, foram convidados outros chefes de Estado. Apesar dos convites enviados por Donald Trump, líderes mundiais têm demonstrado cautela em relação ao novo órgão.
Muitos permanecem em dúvida sobre seu papel e legitimidade, enquanto alguns, como Emmanuel Macron, já descartaram participar, citando questionamentos sobre o escopo das atividades.
A criação do conselho faz parte da segunda fase do plano de 20 pontos apresentado pelo norte-americano para encerrar o conflito na Faixa de Gaza, com foco na desmilitarização e na reconstrução do território.
Também integram o colegiado, na condição de membros-fundadores, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair. Foram oficializados ainda o enviado especial de Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e o genro do presidente norte-americano, Jared Kushner.
O deputado estadual Hermano Morais afirmou, em entrevista para a 98 FM Natal nesta terça-feira (20), que aceitou os convites do MDB para se filiar ao partido e ser o vice da chapa majoritária com o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), nas eleições para 2026.
De acordo com o parlamentar, o convite foi realizado em uma reunião realizada com o presidente do MDB e vice-governador do Estado, Walter Alves, e fazia parte de tratativas que ocorriam há meses. O encontro entre ambos ocorreu na segunda-feira (19). Morais destacou que a decisão foi consolidada após uma conversa com o presidente do PV (seu partido atual), Rivaldo Fernandes.
“Nós aceitamos o convite de Walter Alves durante essa conversa que nós tivemos, que concluímos na última segunda-feira (19), e foi feito o convite para compor a chapa majoritária, já que o MDB já se definiu pelo apoio à candidatura (do grupo de Allyson)”, disse.
Hermano relatou que, para a consolidação da chapa, ainda será necessário o cumprimento de outras etapas dentro das articulações, como a mudança de partido. Ele pontuou que a chapa será oficialmente confirmada “no momento certo”.
“Eu gosto do desafio e acho que eu dei minha contribuição no Legislativo, no Ministério do Natal, no Legislativo Estadual, e eu quero dar minha contribuição também no Executivo Estadual. Nós vamos ainda cumprir algumas etapas, como a mudança de partido, né, deve acontecer até março. No momento certo, a chapa será oficialmente apresentada”, declarou.
O deputado ressaltou ainda que o anúncio da candidatura de Allyson se faz necessário.
“Antes disso, né, haverá o pronunciamento do prefeito Alisson Bezerra de Motorola, como pré-candidato ao governo do estado. Então, vamos aguardar o cumprimento dessas etapas. Mas eu diria que nós já temos um entendimento nesse sentido. Estamos juntos nessa chapa, para, se Deus quiser, criar um momento novo para o Rio Grande do Norte”, concluiu.
SCA SÃO PAULO 01/04/2016 – PORTAL ESTADÃO – BLOGUEIROS – Fotos do vloggers PC Siqueira (NA FOTO) e Gus Lanzetta, novos blogueiros da casa.FOTO SERGIO CASTRO/ESTADÃO.
A Polícia Civil de São Paulo realiza nesta terça-feira (20) a reconstituição da morte do influenciador digital PC Siqueira. A ação acontece após o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) pedir a reabertura das investigações do caso a pedido do Ministério Público.
O influenciador foi encontrado sem vida no seu apartamento no dia 27 de dezembro de 2023. O caso era investigado como suicídio. A família de PC Siqueira alega que se trata de um homicídio e nega a possibilidade de o youtuber ter tirado a própria vida.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que o 11º Distrito Policial de Santo Amaro apura o caso e que os detalhes da investigação serão preservados para garantir a autonomia policial no caso.
O TJSP ressalta que o inquérito policial tramita em segredo de justiça.
A presidente interina da Venezuela , Delcy Rodríguez, afirmou nesta terça-feira (20) que o país recebeu US$ 300 milhões com a venda de petróleo. Essa é a primeira parcela do acordo de fornecimento de 50 milhões de barris de petróleo anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, a Caracas, após a prisão do presidente Nicolás Maduro no início deste mês.
“Hoje, temos o prazer de informar que recebemos os fundos provenientes da venda de petróleo. Os primeiros US$ 500 milhões já foram recebidos, seguidos por US$ 300 milhões. Esses recursos serão utilizados para cobrir e financiar a renda de nossos trabalhadores, proteger o poder de compra dos trabalhadores venezuelanos, protegê-los da inflação e do impacto negativo das flutuações cambiais. Esses fluxos iniciais serão utilizados e aplicados por meio do mercado cambial da Venezuela, do Banco Nacional e do Banco Central da Venezuela, justamente para consolidar e estabilizar o mercado e proteger a renda e o poder de compra de nossos trabalhadores.”
Trump afirmou separadamente que seu país havia retirado 50 milhões de barris da Venezuela e estava vendendo parte deles no mercado aberto, embora os registros de embarque mostrem que esse volume ainda não foi exportado.
A Reuters informou na semana passada que quatro bancos venezuelanos foram notificados pelo governo do país de que dividiram US$ 300 milhões em receitas petrolíferas depositadas em uma conta no Catar, permitindo-lhes vender dólares para empresas venezuelanas que precisam de moeda estrangeira para pagar por materiais.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para a próxima segunda-feira (26) e terça-feira (27) a realização de novos depoimentos no inquérito que investiga o Banco Master.
Na mesma decisão desta terça-feira (20), o magistrado autorizou o acesso das defesas aos autos da investigação, garantindo que advogados já credenciados possam consultar o material do processo.
Toffoli determinou ainda que a Secretaria Judiciária do STF reserve sala e servidores para as audiências e que a autoridade policial encaminhe o link de acesso às oitivas para a intimação dos investigados e de seus advogados.
A medida atende a pedido da Polícia Federal (PF), que encaminhou ao Supremo um novo cronograma de oitivas. Conforme apurou o SBT News, a PF pretende ouvir oito investigados nesta fase.
Inicialmente, a corporação havia solicitado seis dias para os depoimentos, mas Toffoli autorizou que as audiências ocorram em apenas dois dias, o que levou à reformulação do calendário e ao cancelamento de oitivas previamente marcadas.
Entre os nomes que devem prestar depoimento estão:
Augusto Ferreira Lima, ex-CEO e sócio do Banco Master;
Dário Oswaldo Garcia Junior, diretor de Finanças e Controladoria do Banco de Brasília (BRB) à época dos fatos investigados; e
André Felipe de Oliveira Seixas Maia, ex-funcionário do Banco Master e diretor da Tirreno, apontada pela investigação como empresa de fachada.
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, não serão ouvidos novamente neste momento, pois já prestaram depoimento no fim do ano passado.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou, nesta terça-feira (20), a visita do senador Rogério Marinho (PL-RN).
Os advogados de Bolsonaro solicitam que a visita seja realizada já na próxima segunda-feira (26), uma vez que o senador será submetido a uma cirurgia de hérnia após essa data.
Entretanto, as visitas ao ex-presidente só são permitidas às quartas e quintas-feiras. Caberá ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federla), decidir se aceita ou não o pedido da defesa.
Caso o ministro negue o dia da visita, os advogados pedem que o encontro com Marinho ocorra no dia 30 de janeiro.
Nesta terça, Moraes autorizou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visite o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Papudinha. O encontro ocorrerá na quinta-feira (22), entre 8h e 10h.
O deputado estadual Francisco do PT participou, nesta terça-feira (20), ao lado da governadora Fátima Bezerra, de uma agenda institucional no município de Parelhas, iniciando com a entrega da revitalização da Barragem Boqueirão, feita pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH), num investimento de mais de 1 milhão e 200 mil reais.
Na obra foram feitas limpeza, recuperação de paredes e comporta, entre outras ações. Desde que a barragem foi construída há 38 anos, ainda não havia passado por uma reforma dessa proporção.
Na mesma ocasião, a governadora assinou a ordem de serviço para a retomada da obra de reforma da Escola Estadual Maria Terceira.
Após os atos administrativos, o deputado Francisco e a governadora Fátima Bezerra participaram da procissão de encerramento da Festa de São Sebastião.
O momento reuniu diversas lideranças políticas, religiosas e comunitárias, além da população local.
Entre as lideranças presentes estiveram também o secretário estadual de Fazenda, Cadu Xavier; o secretário de Recursos Hídricos, Paulo Varela; os prefeitos Lucas Galvão ( Currais Novos), Kelyton Dantas (Carnaúba dos Dantas) e Cletson (Equador), além da vice prefeita de Florânia, Loba e do ex-prefeito de Currais Novos, Odon Jr e o empresário Antônio Linhares.
O tabuleiro político do Rio Grande do Norte já se movimenta e alguns nomes surgem como possíveis candidatos ao Governo do Estado em 2026. Nos bastidores, três figuras ganham destaque por articulação, trajetória recente e densidade eleitoral.
**Cadu Xavier (PT)** Ligado ao núcleo do Governo Fátima Bezerra, Cadu é visto como nome de confiança da governadora e possível herdeiro do projeto petista, caso ela dispute o Senado. Com perfil técnico e atuação estratégica na gestão, o desafio será ampliar o reconhecimento popular e transformar capital administrativo em viabilidade eleitoral.
**Allyson Bezerra (União Brasil)** Prefeito reeleito de Mossoró com ampla vantagem, Allyson construiu imagem de gestor jovem, boa aprovação e forte presença digital. O peso político de Mossoró, segundo maior colégio eleitoral do RN, é seu principal trunfo. O teste será romper a barreira regional e se firmar como liderança estadual.
**Álvaro Dias (republicanos)** Ex-prefeito de Natal, Álvaro mantém influência política e experiência administrativa. Seu nome agrada setores conservadores e de centro, mas depende de alianças mais amplas para ganhar força em todo o estado.
**Cenário em aberto** A sucessão de 2026 ainda está indefinida e novos nomes podem surgir conforme alianças nacionais, desempenho do governo estadual e cenário econômico. O eleitor potiguar começa a observar quem está disposto a enfrentar os desafios financeiros, administrativos e sociais do RN.
O Portal Juninho Brito seguirá acompanhando os bastidores e movimentos da sucessão estadual.
A Prefeitura de Bodó, por meio da gestão do prefeito Horison, segue avançando com ações importantes voltadas à segurança hídrica e ao fortalecimento da zona rural do município. Um dos principais destaques da administração é o trabalho contínuo de construção, reforma e limpeza de açudes e barreiros, fundamentais para garantir o abastecimento de água às comunidades rurais.
Até o momento, já foram executados 41 serviços, beneficiando diretamente as comunidades de Gameleira, Riachão, Catarino, Cachoeira dos André e Comunidade do Comum. As intervenções ampliam a capacidade de armazenamento de água, melhoram o aproveitamento das chuvas e asseguram melhores condições para a produção agrícola e a criação de animais.
O projeto tem como objetivo alcançar toda a zona rural de Bodó, promovendo mais dignidade às famílias que vivem no campo e reduzindo os impactos da estiagem. Além de fortalecer o abastecimento hídrico, as obras representam compromisso, planejamento, segurança e mais qualidade de vida para a população. O prefeito Horison reafirma seu compromisso com o desenvolvimento e o bem-estar do povo bodóense. A gestão municipal seguirá investindo em obras que geram resultados duradouros e fortalecem a agricultura local.