Os medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, e de retatrutida, de todas as marcas e lotes, tiveram sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e uso proibidos pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa) nesta quarta-feira (21). Esses produtos são popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.
Segundo a agência, esses medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e são vendidos – em perfis no Instagram – “sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”.
A Anvisa diz também em seu comunicado que, por serem irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”, e que por isso essas canetas emagrecedoras não podem ser usadas “em nenhuma hipótese”.
A resolução sobre a proibição foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta.
A Polícia Militar de Currais Novos, por meio do 13º Batalhão, prendeu em flagrante, na manhã desta quarta-feira, um homem acusado de violência doméstica e familiar contra a mulher.
De acordo com informações repassadas pela PM, a ocorrência foi atendida pela Rádio Patrulha após a vítima acionar o Centro de Operações informando que seu ex-companheiro havia invadido sua residência, motivado por não aceitar o término do relacionamento.
No local, o suspeito destruiu o aparelho celular da vítima, caracterizando violência patrimonial e psicológica. A guarnição realizou a abordagem, conteve o indivíduo e o conduziu imediatamente à Delegacia de Polícia Civil de plantão para a adoção das medidas legais.
O tenente Irón, do 13º Batalhão da Polícia Militar, afirmou que esta foi a ocorrência de maior relevância registrada entre ontem e hoje no município.
“A Polícia Militar foi acionada pela vítima após o ex-companheiro invadir a residência e destruir seu celular. Diante dos fatos, o indivíduo foi conduzido em flagrante à delegacia”, destacou o oficial.
O tenente também reforçou que a violência doméstica não ocorre apenas de forma física, podendo se manifestar por meio de agressões psicológicas, morais e patrimoniais.
Segundo a Polícia Militar, Currais Novos conta com uma rede integrada de proteção às mulheres, formada pela PM, Polícia Civil, Ministério Público, Defensoria Pública, assistência social e setor de saúde, garantindo acompanhamento às vítimas que possuem medidas protetivas deferidas pela Justiça.
O suspeito permaneceu preso e ficou à disposição da Justiça.
A Polícia Militar reforça que casos de violência doméstica devem ser denunciados imediatamente pelo telefone 190 ou por meio dos canais oficiais de proteção à mulher.
Segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Justiça, o Brasil tem 66 mil e 097 novos processos abertos por erros cirúrgicos até 30 de novembro de 2025. Os novos processos são relacionados a cirurgias gerais, tanto as de urgência, quanto eletivas.
Parte deles foram procedimentos realizados na pessoa errada, no local errado ou envolvem falhas, como a retenção não intencional de materiais no corpo de pacientes depois das cirurgias. Outros dados do levantamento mostram que, no mesmo período de 2025, foram 91.391 processos por danos materiais e morais relacionados à prestação de serviços de saúde. 70.276 dizem respeito à rede privada e 21.115 envolvem sistema público de saúde.
Os números dos dois tipos de processos também são altos no estado de São Paulo, que possui a maior rede hospitalar do país. Foram abertos 5.021 novos processos por erros cirúrgicos até 30 de novembro de 2025, e 10.592 ações por danos morais e materiais relacionados a serviços de saúde prestados.
A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANDP), a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom) e o Ministério Público Federal (MPF) fizeram uma série de recomendações à empresa controladora da plataforma digital X para que a ferramenta de inteligência artificial da plataforma, o Grok, não seja usada indevidamente para a geração e circulação de conteúdos sexualizados indevidos.
Segundo o documento divulgado nessa terça-feira (20), entre as recomendações está a criação, no prazo máximo de 30 dias, de procedimentos técnicos e operacionais para identificar, revisar e remover conteúdos desse tipo que ainda estejam disponíveis no X, quando gerados pelo Grok a partir de comandos feitos por usuários.
As instituições pedem também a suspensão imediata das contas envolvidas na produção de imagens sexuais ou erotizadas, tanto de crianças e adolescentes quanto de maiores de idade, sem sua autorização, feitas com o Grok.
Também foi recomendada a implementação de mecanismo “transparente, acessível e eficaz para que titulares de dados possam exercer seus direitos”, incluindo o envio de denúncias sobre uso irregular, abusivo ou ilegal de dados pessoais, especialmente nos casos de criação de conteúdos sintéticos sexualizados ou erotizados sem consentimento, assegurando resposta adequada e em prazo razoável.
As recomendações foram elaboradas diante de denúncias de usuários que apontaram a geração de conteúdos sintéticos de caráter sexualizado a partir de imagens de pessoas reais.
Também foram tomados como base reportagens veiculadas na imprensa nacional e internacional e por testes realizados pelas instituições, que apontam o uso da ferramenta ilegalmente por usuários para a produção de deepfakes, técnica de inteligência artificial que cria imagens falsas a partir de pessoas reais. Esses conteúdos têm caráter sexualizado, erótico e com conotação pornográfica, envolvendo mulheres, crianças e adolescentes reais.
As instituições alertam que esse tipo de conteúdo pode impactar tanto a proteção de dados pessoais, quanto as relações de consumo, a dignidade da pessoa humana e outros direitos difusos, coletivos e individuais indisponíveis, em especial de mulheres, crianças e adolescentes.
“Entre as recomendações conjuntas, está a de que sejam implementadas, de forma imediata, medidas destinadas a impedir que o Grok gere novas imagens, novos vídeos ou novos arquivos de áudio que representem crianças e adolescentes em contextos sexualizados ou erotizados”, argumentam as instituições.
As recomendações também buscam impedir a geração de conteúdos que representem pessoas naturais maiores de idade identificadas ou identificáveis, em contextos sexualizados ou erotizados, sem sua autorização.
De acordo com o documento, apesar de o artigo 19 do Marco Civil da Internet prever que provedores de aplicação da internet não seriam responsáveis pelo conteúdo danoso publicado por terceiros, salvo após decisão judicial, a retirada deve ser executada.
Isso porque as deepfakes sexualizadas não são produzidas exclusivamente por terceiros, mas sim por meio de uma interação entre usuários e a ferramenta de inteligência artificial criada e disponibilizada amplamente pelo X, “o que o torna, portanto, coautor de tais conteúdos, e não seu mero intermediador”, diz o texto.
O documento destaca ainda que, recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a parcial inconstitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet, precisamente por entender que ele “não oferece proteção suficiente a direitos constitucionais relevantes”.
No julgamento, a Corte fixou que os provedores de aplicação da internet teriam especial dever de cuidado, de adotar todas as providências necessárias para evitar a circulação massiva de crimes especialmente graves, como os praticados contra as mulheres em razão da condição do sexo feminino, inclusive conteúdos que propagam ódio contra elas.
As instituições lembram ainda que a própria política de autorregulação do X relacionada à nudez não consensual proíbe a publicação e o compartilhamento de imagens ou vídeos explícitos que tenham sido produzidos ou compartilhados sem o consentimento das pessoas envolvidas.
A plataforma também veda a produção, manipulação e disseminação de imagens de terceiros com conteúdo sexual ou erotizado, em contextos envolvendo o Grok, o que torna “insustentável, também sob esse prisma, a disponibilização de uma ferramenta de inteligência artificial, sem filtros rigorosos, que favoreça condutas como essas”.
Caso as recomendações não sejam acatadas ou sejam implementadas de modo insuficiente para amenizar os riscos identificados, outras medidas poderão ser consideradas e adotadas pelas três instituições. Essas medidas poderão ser adotadas em sede administrativa e em sede judicial, para garantir a proteção adequada dos cidadãos e cidadãs do país, especialmente de mulheres, crianças e adolescentes.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), reafirmou nesta quarta-feira 21 que seguirá na disputa pela Presidência da República em 2026, mesmo após o avanço da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A declaração indica que, neste momento, a direita deve chegar ao primeiro turno com mais de um nome.
A pré-candidatura de Caiado foi lançada em abril de 2025, o que o colocou como o primeiro nome do campo a se anunciar oficialmente para a corrida presidencial. Questionado sobre a permanência na disputa após o anúncio de Flávio Bolsonaro, o governador respondeu: “Lógico”.
Flávio Bolsonaro lançou sua pré-candidatura em 5 de dezembro. Pesquisas eleitorais apontam o senador, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), como um dos principais nomes da direita na disputa presidencial.
Após participar de um evento do Consórcio Brasil nesta manhã, Caiado afirmou que conversou na última segunda-feira 19 com o presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, e com Flávio Bolsonaro. Segundo o governador, o diálogo reforçou a avaliação de que o cenário permanece indefinido e que a presença de múltiplas pré-candidaturas é comum nesta fase.
“Olha, conversamos e com a ciência, com a certeza daquilo que acabei de dizer, ou seja, várias candidaturas estão postas. Tá certo? Tem a candidatura dele, tem a candidatura do Zema, tem a candidatura do Ratinho, tem a minha candidatura e tem outras que poderão surgir”, afirmou Caiado, ao relatar a conversa com o senador.
Nos bastidores, lideranças partidárias avaliam que a manutenção de diferentes nomes no primeiro turno permite medir desempenho eleitoral, alcance regional e discurso, antes de uma eventual unificação. Os governadores Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Ratinho Júnior (PSD), do Paraná, também são citados como alternativas, enquanto Flávio Bolsonaro concentra o eleitorado mais alinhado ao bolsonarismo.
Caiado afirmou ainda que a existência de vários pré-candidatos não representa, necessariamente, uma divisão da direita e que o quadro eleitoral ainda está em formação.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou, nesta quarta-feira 25, que o fim da escala de seis dias de trabalho por um de folga (6×1) no Brasil deve levar ao aumento da produtividade da economia do país. Em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, do Canal Gov, ele defendeu a redução de jornada para os trabalhadores e deu exemplos de empresas que já adotaram novos regimes de trabalho.Fim da escala 6×1 deve aumentar produtividade, diz Boulos – Agora RNFim da escala 6×1 deve aumentar produtividade, diz Boulos – Agora RN
Segundo Boulos, um estudo da Fundação Getulio Vargas, em 2024, envolvendo 19 empresas que reduziram a jornada de trabalho apontou aumento de receita de 72% delas e de cumprimento de prazos em 44%. “Estão reduzindo mesmo sem a legislação”, destacou.
“E por que aumenta a produtividade? Com seis dias de trabalho, um de descanso – e às vezes esse um, principalmente para as mulheres, é para fazer serviço de cuidado em casa – quando essa pessoa chega ao trabalho, ela já está cansada. Quando esse trabalhador ou trabalhadora está mais descansado, o resultado é que ele vai trabalhar melhor. Então, o que a gente sustenta é baseado em dados”, afirmou.
O ministro contou ainda que a empresa Microsoft, no Japão, adotou a escala 4 por 3 e teve aumentou de 40% na produtividade individual do trabalhador. Boulos também deu exemplo de outros países.
“A Islândia em 2023 reduziu para 35 horas [semanais], com jornada 4 por 3. Sabe o que aconteceu? A economia da Islândia cresceu 5% e a produtividade do trabalho aumentou 1,5%. Nos Estados Unidos, houve uma redução média de 35 minutos de trabalho por dia nos últimos três anos. Não foi uma lei, isso aconteceu pela própria dinâmica do mercado e aumentou em média 2% da produtividade”, disse.
Segundo Boulos, a baixa produtividade da economia é um dos argumentos de quem é contra a mudança na escala de trabalho.
“Se a produtividade é baixa e você não quer deixar um tempo para o trabalhador fazer um curso de qualificação, como é que vai aumentar a produtividade?”, questionou.
“Aliás, uma parte importante de uma produtividade menor que a média no Brasil não é responsabilidade do trabalhador, é do setor privado que não investe em inovação e tecnologia. Quase todo o investimento em inovação, tecnologia e pesquisa no Brasil é do setor público. O setor privado brasileiro é um dos que menos investe, proporcionalmente aos países no mesmo patamar”, argumentou.
A proposta defendida pelo governo é a redução das atuais 44 horas semanais de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário, em um regime de, no máximo, cinco dias de trabalho por dois de folga (6×1). A medida deve incluir ainda um período de transição e compensações para micro e pequenas empresas.
“Essa é a proposta que está sendo desenhada para todos os setores da economia no Brasil, por uma questão de dignidade dos trabalhadores”, disse Boulos, destacando que há um avanço na discussão com o Congresso para que o tema seja votado ainda neste semestre.
Em fevereiro do ano passado, foi protocolada na Câmara dos Deputados a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 8/2025 que acaba com a escala 6×1. A PEC estabelece a jornada de trabalho de, no máximo, 36 horas semanais e 4 dias de trabalho por semana, mas há outras propostas no Congresso que tratam da redução de jornada.
Juros O projeto sofre resistência de setores empresariais que também alegam que a medida levaria ao aumento dos custos operacionais das empresas com a contratação de mais trabalhadores. Para Boulos, há um super dimensionamento do custo da redução de escala de trabalho, mas que para os pequenos será discutido um modelo de adaptação.
O ministro da Secretaria-Geral criticou os juros altos no Brasil e afirmou que isso pressiona mais o setor produtivo.
“Muitas vezes, esses pequenos negócios estão endividados por essa taxa de juro escorchante [abusiva], de agiotagem, que a gente tem no Brasil”, afirmou.
Uns dos instrumentos para controlar a inflação é a taxa básica de juros (a Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.
Mesmo com o recuo dos preços, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio de 2024, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho do ano passado, sendo mantida nesse nível desde então.
“Já passou da hora de reduzir essa taxa de juros, porque 15% de juros nenhum trabalhador aguenta e nenhum empresário aguenta. Como é que você vai aumentar o investimento? Como é que você vai arrumar capital de giro com esse custo do dinheiro? Não tem o menor cabimento. Então, parte do problema que vai aliviar os pequenos, os médios e, nesse caso, até os grandes empresários do Brasil é a redução da taxa de juros escorchante e injustificável”, argumentou.
A próxima reunião do Copom ocorre em 27 e 28 de janeiro. Em comunicado, na última reunião em dezembro, o colegiado não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. O BC informou que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia da instituição é manter a Selic neste patamar por bastante tempo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou o uso da força em sua tentativa de controlar a Groenlândia, nesta quarta-feira (21), mas afirmou em um discurso em Davos que nenhum outro país pode garantir a segurança do território dinamarquês.
“As pessoas pensaram que eu usaria a força, mas eu não preciso usar a força”, declarou Trump na reunião anual do Fórum Econômico Mundial, na Suíça. “Eu não quero usar a força. Eu não usarei a força.”
Trump fez os comentários em um discurso econômico que foi ofuscado pelo desgaste das relações transatlânticas e pelas tensões com a Europa devido à sua pressão para adquirir a Groenlândia.
Ele minimizou a questão, chamando-a de um “pedido pequeno” por um “pedaço de gelo” e afirmando que a aquisição não representaria uma ameaça à aliança da Otan, que inclui a Dinamarca e os Estados Unidos.
“Nenhuma nação ou grupo de nações está em posição de garantir a segurança da Groenlândia, a não ser os Estados Unidos”, afirmou ele, acrescentando: “Estou buscando negociações imediatas para discutir novamente a aquisição da Groenlândia pelos Estados Unidos.”
Trump, que completou na terça-feira (20) um primeiro ano turbulento no cargo, deverá ofuscar a agenda do Fórum Econômico Mundial, onde as elites globais debatem tendências econômicas e políticas.
Líderes da Otan alertaram que a estratégia de Trump para a Groenlândia pode desestabilizar a aliança.
Os líderes da Dinamarca e da Groenlândia propuseram diversas maneiras de aumentar a presença dos EUA no território insular estratégico, que abriga 57 mil pessoas.
“Queremos um pedaço de gelo para a proteção mundial, e eles não vão dar”, disse Trump em seu discurso para um plenário lotado de líderes empresariais e políticos.
O senador Styvenson Valentim (PSDB) confirmou nesta quarta-feira 21 que será candidato à reeleição em 2026 e que apoiará o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos) na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. No mesmo anúncio, porém, o parlamentar adiantou que a aliança poderá ser desfeita em 2030 caso Álvaro, se eleito agora, não cumpra metas administrativas no governo.
“Álvaro sabe e já foi conversado com ele. Ele vai ter que cumprir as metas, com o objetivo de tirar o nosso estado do buraco. Se não cumprir as regras, daqui a quatro anos eu sou candidato. Porque tem que ter alguém com colhões para fazer, pô. Mas ele vai se comprometer. E todos vão observar. Acabou a época de promessa, viu, gente? Acabou a época de enganar as pessoas”, afirmou Styvenson.
A declaração de Styvenson Valentim aconteceu durante um evento na sede do PL-RN no qual o senador Rogério Marinho (PL) retirou sua pré-candidatura a governador e anunciou Álvaro como candidato pelo grupo político na disputa estadual.
O ex-prefeito de Natal Álvaro Dias fez suas primeiras declarações públicas como pré-candidato do grupo de direita ao Governo do Rio Grande do Norte. Em discurso, ele afirmou que, se vencer as eleições, trabalhará para promover mudanças no Estado e pediu que o eleitorado o cobre por resultados.
“Vencendo as eleições, podem esperar e me cobrar que nós vamos fazer o possível e usar toda a inteligência que Deus me deu para mudar o Rio Grande do Norte”, disse Álvaro.
Na mesma fala, o ex-prefeito também ressaltou a parceria com o senador Rogério Marinho, apontando que pretende dividir a condução política do projeto com o aliado. “Rogério, você vai realizar seu sonho. Nós vamos governar a quatro mãos, o Rio Grande do Norte”, afirmou.
Aliança e sinalização de comando
As declarações reforçam o desenho político apresentado no evento do PL, em que Álvaro foi colocado como o nome do grupo para a disputa ao Executivo estadual. Ao destacar uma gestão “a quatro mãos”, Álvaro sinaliza que a eventual administração teria Rogério Marinho como figura central na articulação e nas decisões estratégicas, projetando um governo com forte participação do senador.
Discurso de compromisso e cobrança pública
Ao pedir que a população “cobre” e ao prometer empregar “toda a inteligência” para mudar o Estado, Álvaro busca marcar um tom de compromisso com entregas e resultados. A fala ocorre em meio ao movimento de consolidação do grupo, após reuniões entre Álvaro, Rogério Marinho e Styvenson Valentim, que também tem condicionado seu apoio ao cumprimento de metas previamente estabelecidas.
Na manhã desta quarta-feira (21), a Prefeitura de Currais Novos, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Urbanos, realizou a entrega oficial das ruas Antônio Ferreira e Rua Sargento Geraldo Lima de Araújo, no bairro JK; e da Rua Reginaldo Carneiro, no bairro José Dantas. As obras representam mais um avanço na melhoria da mobilidade urbana e da qualidade de vida dos moradores da região.
O Prefeito Lucas Galvão esteve acompanhado da vereadora Leilza, representando a Câmara de Vereadores do município. As obras fazem parte do programa Avança Currais, idealizado durante a gestão do ex-prefeito Odon Jr., que deixou como legado um amplo conjunto de investimentos em infraestrutura urbana, voltados à modernização da cidade e ao fortalecimento dos bairros.
A Prefeitura de Currais Novos segue dando continuidade a esse planejamento, reafirmando o compromisso com políticas públicas que promovem desenvolvimento urbano, dignidade e bem-estar para a população, por meio de ações estruturantes que transformam o cotidiano dos currais-novenses.
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL a Presidência da República, deverá ser uma das atrações da reunião da direita que vai anunciar o nome do candidato ao governador do grupo. O evento está marcado para esta quarta-feira (21), na sede do PL.
A apuração da 96 FM é que Flávio Bolsonaro deverá participar na forma de “mensagem gravada”, transmitida durante o evento, para reforçar o perfil de união do grupo encabeçado por Rogério Marinho, Styvenson Valentim e Álvaro Dias. Ao mesmo tempo, vai fazer um apelo para que Rogério Marinho não seja o candidato ao Governo do RN, para ajudá-lo na disputa nacional.
Apuração prévia aponta que Rogério Marinho, que era o nome do partido, mas abriu mão, justamente, para coordenar a campanha nacional da candidatura de Flávio Bolsonaro. Styvenson estaria confirmado na reeleição para o Senado e Álvaro Dias, o nome para o Governo.
O ex-prefeito de Natal Álvaro Dias será o candidato do campo da direita na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. A definição ocorreu após uma reunião entre Álvaro e os senadores Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (PSDB), que consolidou o entendimento em torno de um nome único para liderar o projeto político do grupo no pleito estadual.
A informação, divulgada em forma de especulação já na terça-feira (20), está sendo consolidada na coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (21), na sede do próprio PL em Natal. Além de Styvenson, Álvaro e Rogério, o evento conta com a participação de vários nomes do PL e também do prefeito de Natal, Paulinho Freire, do União Brasil.
O QUE MAIS A COLETIVA CONFIRMOU
– Nina Souza, vereadora licenciada e secretária municipal de assistência social, será candidata a deputada federal pelo PL;
– Styvenson Valentim vai para disputa pela reeleição;
– Rogério Marinho vai fazer a coordenação da candidatura nacional de Flávio Bolsonaro à Presidência da República;
A confirmação de Álvaro Dias ganhou força depois que o senador Rogério Marinho, que vinha sendo apontado como pré-candidato ao Executivo potiguar, abriu mão da disputa. A decisão está relacionada ao convite para que Marinho atue como um dos nomes da coordenação da campanha nacional de Flávio Bolsonaro, o que teria alterado o desenho estratégico do grupo para 2026. O próprio Flávio, inclusive, divulgou um vídeo fazendo um “apelo” para que Rogério esteja com ele na disputa nacional.
Com a mudança, Álvaro passa a ocupar o espaço de “cabeça de chapa” na construção eleitoral da direita no Estado. Styvenson vai para a reeleição no Senado, justificado por essa ser a “vontade do povo”, uma vez que ele é líder absoluto das pesquisas de intenção de voto até o momento.
Reunião selou o entendimento do grupo
A reunião entre Álvaro Dias, Rogério Marinho e Styvenson Valentim foi tratada como decisiva para a escolha do nome que representará o bloco no Rio Grande do Norte. A movimentação ocorre em um cenário em que os principais grupos políticos do Estado antecipam definições de candidatura e buscam reduzir disputas internas para fortalecer a competitividade eleitoral.
Nos bastidores, a avaliação é de que a candidatura de Álvaro reúne condições de ampliar o diálogo com diferentes segmentos e de manter a coesão do campo conservador, ao mesmo tempo em que Rogério e Styvenson asseguram musculatura política ao projeto — tanto pela capilaridade partidária quanto pelo alcance de suas bases eleitorais.
Rogério Marinho vinha sendo citado como nome natural do grupo para o governo, mas a entrada em cena de um papel nacional — na coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro — levou à reconfiguração. A leitura entre aliados é a de que a presença de Marinho em um núcleo nacional pode garantir visibilidade, articulação e recursos políticos para o palanque potiguar, sem a necessidade de ele encabeçar a chapa estadual.
Currais Novos vai ganhar em breve mais uma opção gastronômica de destaque. A Xelita Burger anunciou a chegada da sua segunda unidade, que levará o nome de Xelita Prime, com inauguração prevista para o final do mês de fevereiro.
O novo espaço será instalado na Rua VPA 30, no Centro da cidade, ampliando a presença da marca e oferecendo ainda mais comodidade aos clientes.
A Xelita Prime chega com um conceito diferenciado, reunindo pizzaria, pratos e hamburgueria em um só local, prometendo variedade no cardápio, ambiente moderno e a mesma qualidade já conhecida pelos clientes da primeira unidade.
O Povoado São Sebastião, na zona rural de Currais Novos, será palco de mais uma grande celebração da cultura nordestina com a realização do Festival de Violeiros, que acontece na sexta-feira, 23 de janeiro, a partir das 20h.
O evento contará com apresentações dos violeiros Zé Omar e Lenildo Ribeiro, dois nomes que representam a tradição da música raiz e da cantoria popular, prometendo uma noite marcada por poesia, identidade cultural e valorização da viola nordestina.
Além das apresentações musicais, a programação cultural tem início um dia antes. Na quinta-feira, 22 de janeiro, será realizada a Oficina de Literatura de Cordel, ministrada pelo poeta Léo Medeiros.
A oficina acontece no Povoado São Sebastião, a partir das 16h, e tem como objetivo fortalecer a cultura popular, incentivar a leitura, a escrita e preservar uma das expressões artísticas mais importantes do Nordeste.
O Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 21, pela liquidação extrajudicial da Will Financeira, ligada ao Banco Master. Segundo a autarquia, a medida considerou o “comprometimento da situação econômico-financeira da instituição”.
O Master foi liquidado pelo BC em novembro do ano passado, menos de um dia após o Grupo Fictor ter indicado o interesse em comprar a instituição. Na época, o BC também decidiu aplicar o regime de administração temporária especial (Raet) sobre algumas empresas ligadas ao banco. Nesse regime, as atividades da instituição não são suspensas nem interrompidas, como aconteceu com a Will Financeira.
O BC nomeou o liquidante do Banco Master, Eduardo Bianchini, como liquidante também da Will Financeira. A autarquia decretou ainda a indisponibilidade de bens dos controladores da empresa.