Microempresas e empresas de pequeno porte que pretendem ingressar ou retornar ao Simples Nacional em 2027 devem ficar atentas aos novos prazos definidos pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN). A opção pelo regime poderá ser feita entre 1º de setembro e 15 de outubro de 2026, conforme a Resolução CGSN nº 194, publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (28).
A medida também estabelece prazos para empresas que já são optantes pelo Simples Nacional e pretendem escolher o regime regular de recolhimento do IBS e da CBS, tributos relacionados à reforma tributária. Nesse caso, a opção poderá ser feita até 30 de outubro de 2026. Os dois procedimentos são diferentes e não devem ser confundidos.
Opção pelo Simples Nacional
As empresas que desejam ingressar ou retornar ao Simples Nacional em 2027 poderão apresentar a solicitação entre 1º de setembro e 15 de outubro de 2026. Se aprovada, a opção terá validade a partir de 1º de janeiro de 2027.
Caso o pedido seja indeferido inicialmente por causa de débitos ou outras pendências que impeçam o enquadramento, a empresa terá até 30 de outubro de 2026 para regularizar a situação.
O prazo de regularização é fixo e vale para todas as empresas, independentemente da data em que o contribuinte tomar conhecimento do indeferimento. Por isso, pedidos feitos próximos ao fim do período de opção terão menos tempo disponível para a correção das pendências.
Também será possível cancelar a solicitação. O contribuinte poderá desistir da opção entre 3 de novembro e 20 de dezembro de 2026.
Regime regular do IBS e da CBS
O segundo procedimento é destinado às empresas que já estão no Simples Nacional e desejam recolher o IBS e a CBS pelo regime regular.
Nesse caso, o prazo para fazer a opção vai de 1º de setembro a 30 de outubro de 2026. A escolha é diferente da opção pelo Simples Nacional e deve ser avaliada separadamente pela empresa.
Confira os prazos
Opção pelo Simples Nacional em 2027: de 1º de setembro a 15 de outubro de 2026;
Regularização de pendências para ingresso no Simples: até 30 de outubro de 2026;
Opção pelo regime regular do IBS e da CBS: de 1º de setembro a 30 de outubro de 2026;
Cancelamento das opções: de 3 de novembro a 20 de dezembro de 2026.
A orientação é que as empresas acompanhem os procedimentos e eventuais pendências antes do fim dos prazos. As informações e orientações podem ser consultadas nos canais oficiais da Receita Federal e do Portal do Simples Nacional.
Na manhã desta terça-feira (29), o prefeito Lucas Galvão, assinou a ordem de serviço para o início das obras de pavimentação asfáltica, de trechos estratégicos, que fazem a ligação entre importantes avenidas e ruas do Centro da cidade de Currais Novos.
Ao todo, serão 4.200,95m² de vias que receberão pavimentação asfáltica. A obra está dividida em três trechos: • Trecho 01: Rua Vereador Tomaz Pinheiro, no segmento entre a Rua Lula Gomes e a Rua João Pessoa, incluindo a Rua João Pessoa, com área de 1.205,17 m²; • Trecho 02: Rua João Alfredo, no segmento entre a Avenida Sílvio Bezerra e a Rua Dona Germana, com área de 439,84 m²; • Trecho 03: Rua João Alfredo, no segmento entre a Avenida Sílvio Bezerra e a Avenida Coronel José Bezerra, com área de 2.555,94 m².
De acordo com o prefeito Lucas Galvão, a definição dos trechos levou em consideração a importância dessas vias para a mobilidade e o deslocamento no Centro da cidade.
“ Esses trechos são importantes ligações entre algumas das principais vias do Centro de Currais Novos e, com a pavimentação asfáltica, teremos melhores condições de tráfego para todos que utilizam essas ruas ”, destacou o prefeito.
A pavimentação desses trechos faz parte dos investimentos da Prefeitura de Currais Novos para melhorar a infraestrutura urbana, garantindo vias mais adequadas e acessíveis para a população.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) classificou na segunda-feira, 28, como a “maior fake news dessa campanha” a informação de que apoiaria a retirada do título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. Durante agenda na região do Brás, em São Paulo, o senador acusou aliados do seu principal rival na disputa, o presidente Lula (PT), de terem impulsionado a informação falsa.
Em meio ao percurso, o presidenciável recebeu de uma eleitora uma pequena imagem da santa e a ergueu diante dos apoiadores. Flávio afirmou que um comunicado da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) confirmava que a história era falsa. A nota da organização, porém, foi divulgada principalmente para rebater uma acusação feita pelo próprio candidato no domingo, 27, de que “gente de dentro” da Conferência teria ajudado o PT a disseminar a desinformação.
Flávio Bolsonaro durante caminhada no Brás, em São Paulo. Foto: Vittor Sales/Divulgação PL “Foi muito boa a nota, ela é esclarecedora, porque confirma que essa questão de Nossa Senhora Aparecida, ela deixar de ser a padroeira do Brasil, era uma grande mentira”, disse Flávio. O candidato voltou a acusar integrantes lulistas de espalharem a informação e citou nominalmente a primeira-dama Janja da Silva e a candidata ao Senado por São Paulo Simone Tebet (PSB).
“Ela foi compartilhada pela Janja, foi compartilhada pela Simone Tebet aqui em São Paulo, foi compartilhada por toda a esquerda para tentar desgastar. Só que o efeito foi o contrário”, disse.
A informação que circulou nas redes associava Flávio a uma proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. O episódio resgatou um projeto apresentado em 2007 pelo então deputado Victorio Galli e arquivado no ano seguinte. Publicações passaram a atribuir a Flávio a intenção de retomar a iniciativa caso fosse eleito.
Durante a agenda, Flávio também voltou a atacar Lula pela política para as bets. Questionado sobre a medida provisória assinada pelo petista que proibiu a atividade no País, o candidato repetiu a expressão “pai do Tigrinho” para se referir ao petista e afirmou que o governo criou insegurança jurídica ao vetar agora uma atividade regulamentada durante a atual gestão.
“Eu fiz o exame de DNA ontem para ver quem era o pai do Tigrinho. Deu Lula. Lula, o pai do Tigrinho”, afirmou Flávio. O senador disse ainda que o PL votou contra os cassinos online e acusou o adversário de agir por “desespero” na reta final da campanha.+
Agenda de corpo a corpo A seis dias do primeiro turno, Flávio afirmou que pretende manter uma agenda de corpo a corpo com os eleitores. O senador voltou a pedir a aqueles que cogitam apoiá-lo apenas numa eventual segunda rodada que antecipem o voto para 4 de outubro.
“Aqueles que ainda estão considerando votar em Flávio Bolsonaro só no segundo turno, já pensarem e darem uma oportunidade de votar já no primeiro turno”, pediu.
Ao lado dele, o governador de São Paulo e candidato à reeleição Tarcísio de Freitas (Republicanos) defendeu a mesma estratégia para os últimos dias de campanha. “Vai estar corpo a corpo, vai fazer o corpo a corpo, é convencer”, disse. Tarcísio acompanhou Flávio na passagem pelo Brás e pelo Mercado Municipal, ao lado do prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB).
A tentativa de concentrar o voto da direita também apareceu na reação à desistência de Ricardo Salles (Novo) da disputa pelo Senado por São Paulo. Salles anunciou nesta segunda-feira que deixou a corrida e passou a apoiar Guilherme Derrite(PP) e André do Prado(PL), candidatos respaldados por Tarcísio.
Flávio elogiou a decisão e disse esperar movimentos semelhantes em outros Estados. “Ele ajuda demais o Tarcísio e ajuda também na Presidência. E eu espero que esse gesto dele seja replicado também em outros locais”, afirmou.
Tarcísio defendeu que a direita evite a fragmentação. Segundo o governador, a retirada de Salles permitiu unir o grupo em São Paulo. “A gente precisava não dividir, mas somar”, disse. Flávio ainda voltou a desafiar Lula a participar do próximo debate presidencial da TV Globo. “Eu vou estar no debate da Globo e eu espero que o Lula vá para o debate da Globo. É com ele que eu quero debater”, afirmou.
A seis dias de mais uma eleição presidencial, um levantamento sobre o comportamento das urnas brasileiras nas últimas décadas mostra que o Rio Grande do Norte esteve quase sempre alinhado ao resultado nacional das disputas presidenciais realizadas desde 1989. Em oito dos nove pleitos, o candidato a presidente mais votado no RN foi também o vencedor. A exceção foi 2018, quando Jair Bolsonaro venceu nacionalmente, mas Fernando Haddad foi o mais votado no segundo turno no Estado. O número, porém, não significa que o eleitorado potiguar tenha mantido uma preferência política constante. O indicador mede apenas a frequência com que o mais votado no Estado coincidiu com o vencedor da eleição nacional.
O percentual coloca o Rio Grande do Norte na faixa de maior coincidência entre os estados brasileiros, atrás apenas de Amazonas e Minas Gerais, que registraram 100%, e no mesmo patamar de outros nove estados que também chegaram a 89%. No Nordeste, o RN está entre os seis estados com esse índice, ao lado de Bahia, Maranhão, Paraíba, Piauí e Sergipe.
O levantamento foi elaborado pelo projeto digital “Brasil em Mapas”, que analisa dados e divulga informações estatísticas, históricas, demográficas e eleitorais do país por meio de representações visuais e cartográficas. A pesquisa considera as eleições presidenciais realizadas entre 1989 e 2022 e, quando houve segundo turno, utiliza o resultado dessa etapa para definir se o desempenho do Estado coincidiu com o vencedor nacional.
Em 1994 e 1998, quando a eleição foi decidida no primeiro turno, é considerado o resultado daquela votação. Os resultados não seguem a mesma lógica e nem indicam uma relação direta com a vitória. Partidos, candidatos e posições políticas mudaram ao longo dos anos, assim como o comportamento do eleitorado.
A trajetória do RN acompanhou quase sempre o vencedor nacional. Na primeira eleição presidencial direta após o período da ditadura militar, Fernando Collor venceu nacionalmente e também foi o candidato mais votado no Rio Grande do Norte. No segundo turno daquele ano, Collor recebeu 52,59% dos votos válidos no Estado, contra 47,41% de Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 1994 e 1998, Fernando Henrique Cardoso venceu as duas eleições já no primeiro turno e também foi o mais votado no RN com 64,29% e 50,71, respectivamente. Em 2002 e 2006, o Estado acompanhou Luiz Inácio Lula da Silva (58,6% e 60,16%). O mesmo ocorreu com Dilma Rousseff em 2010 (59,54%) e 2014 (77,28%).
Em 2018, entretanto, houve a quebra do padrão. Jair Bolsonaro foi eleito presidente no segundo turno, mas no Rio Grande do Norte o candidato mais votado foi Fernando Haddad, que obteve 63,41% dos votos válidos no segundo turno, enquanto Bolsonaro ficou com 36,59%.
Quatro anos depois, o alinhamento voltou a ocorrer. Em 2022, Lula venceu a eleição nacional no segundo turno e também foi o candidato mais votado no Rio Grande do Norte (65,10%). Assim, a sequência potiguar não corresponde a uma mesma corrente política ao longo do período. O Estado acompanhou Collor, FHC, Lula, Dilma e, posteriormente, voltou a acompanhar Lula, em eleições marcadas por disputas e contextos políticos diferentes.
RN está acima da média do Nordeste O índice de 89% também coloca o Rio Grande do Norte acima da média regional apresentada pelo levantamento. Considerando os nove estados nordestinos, a coincidência média é de aproximadamente 85%. Seis estados — Bahia, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe — registraram 89%, o equivalente a oito das nove eleições. Alagoas, Ceará e Pernambuco ficaram em 78%, correspondentes a sete coincidências em nove disputas.
O Nordeste, portanto, apresenta o maior percentual médio entre as cinco grandes regiões brasileiras, com 85%.
O Norte aparece com 80%, seguido pelo Sudeste, com 73%; Centro-Oeste, com 59%; e Sul, com 45%. No conjunto do país, Minas Gerais e Amazonas são os dois únicos estados que aparecem com 100% no levantamento. Nos nove pleitos analisados, o candidato mais votado em cada um deles também foi o vencedor nacional. Logo abaixo estão nove estados na faixa de 89%, entre eles o Rio Grande do Norte. Na outra ponta está o Rio Grande do Sul. O Estado coincidiu com o resultado nacional em apenas duas das nove eleições, ou 22%.
A comparação precisa ser feita com uma ressalva: 89% não é uma medida de força eleitoral, fidelidade partidária ou capacidade de um Estado de “decidir” uma eleição. O indicador também não considera o tamanho do eleitorado. Cada unidade da Federação entra na comparação como uma observação: oito coincidências em nove eleições produzem os mesmos 89% para o Rio Grande do Norte que para qualquer outro estado com a mesma trajetória, independentemente da quantidade de eleitores.
O levantamento ganha interesse adicional porque o país se aproxima de uma nova eleição presidencial. O primeiro turno de 2026 está marcado para 4 de outubro, e eventual segundo turno ocorrerá em 25 de outubro, conforme o calendário oficial do TSE. Mais de 158,7 milhões de eleitoras e eleitores estão aptos a votar neste ano, segundo os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral.
O primeiro turno das Eleições 2026 será realizado no próximo domingo 4. No Rio Grande do Norte, assim como no restante do País, as seções eleitorais funcionarão das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Quem estiver na fila às 17h ainda poderá votar.
Os eleitores potiguares farão seis escolhas na urna: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. Um eventual segundo turno ocorrerá em 25 de outubro e será restrito às disputas para presidente e governador.
O Agora RN reúne notícias, pesquisas e perfis de candidatos no especial Eleições 2026. A seguir, confira as principais informações para se preparar antes de sair de casa.
Data, horário e ordem de votação A votação começa às 8h e termina às 17h. O horário é o mesmo em todo o território nacional, conforme regra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A urna apresentará os cargos nesta ordem:
Deputado federal: quatro dígitos; Deputado estadual: cinco dígitos; Senador — primeira vaga: três dígitos; Senador — segunda vaga: três dígitos; Governador: dois dígitos; Presidente da República: dois dígitos. Como há duas vagas para o Senado, o eleitor deverá escolher dois candidatos diferentes. Se repetir o mesmo número nas duas etapas, o segundo voto será anulado. É permitido levar uma colinha de papel com os números dos candidatos. O TSE também mantém um simulador de votação para quem quiser treinar a sequência antes do domingo.
Documento, título e local de votação Para votar, é necessário apresentar um documento oficial com foto. São aceitos RG, identidade social, passaporte, carteira profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, Carteira de Trabalho física e Carteira Nacional de Habilitação. Documentos vencidos podem ser usados desde que permitam identificar o eleitor.
O título eleitoral impresso não é obrigatório. O e-Título pode servir como documento de identificação quando apresentar fotografia. Quem estiver com o cadastro biométrico sem foto no aplicativo deverá levar outro documento oficial com foto. Certidão de nascimento, certidão de casamento e Carteira de Trabalho Digital não são aceitas para identificação na seção.
O local e a seção de votação podem ser consultados no Autoatendimento Eleitoral do TSE ou no aplicativo e-Título. A recomendação é fazer a consulta antes de domingo, especialmente para quem mudou de endereço ou teve a seção remanejada.
Celular deve ficar fora da cabine Antes de entrar na cabine, o eleitor deverá desligar o celular e deixá-lo no local indicado pela mesa receptora. A proibição também vale para câmeras, filmadoras e outros aparelhos capazes de registrar ou transmitir o voto. Quem se recusar a entregar o equipamento não poderá votar naquele momento.
A manifestação individual e silenciosa de preferência por candidato ou partido é permitida, por exemplo, com bandeira, broche, adesivo ou camiseta. Aglomeração de pessoas com roupas ou instrumentos de propaganda, boca de urna, distribuição de material e tentativa de convencer eleitores são proibidas.
O voto é obrigatório para pessoas alfabetizadas com idade entre 18 e 69 anos. É facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas com 70 anos ou mais e analfabetos. Quem estiver fora do domicílio eleitoral poderá justificar a ausência pelo e-Título, nos locais indicados pela Justiça Eleitoral ou posteriormente, dentro do prazo legal.
As regras completas estão reunidas no Manual do Eleitor do TSE e no Guia do Eleitor do TRE-RN.
A Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN) realizou uma reunião de alinhamento nesta segunda-feira (28), em Mossoró, para definir as estratégias de segurança da Operação Eleições 2026. O encontro reuniu integrantes dos comandos responsáveis pelo policiamento em diferentes regiões do estado e teve como foco a organização das ações durante o período eleitoral.
Durante a reunião, foram discutidos o planejamento da operação, a atuação das equipes e a integração entre as unidades da PMRN. A operação contará com policiais nos 167 municípios do Rio Grande do Norte, com ações voltadas à segurança durante a votação e o processo eleitoral.
A Operação Eleições 2026 começa no dia 3 de outubro e está prevista para terminar no dia 5. A PMRN estima o emprego de 6.971 policiais militares em cada dia da operação. Participaram do encontro o comandante-geral da corporação, coronel Alarico, o secretário adjunto da Casa Civil, Ivanilson, o diretor de Saúde da PMRN, coronel Demócrito, além de comandantes e oficiais das unidades envolvidas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nomeou, na última segunda-feira (28), o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) ao cargo de ministro do TCU (Tribunal de Contas da União).
A indicação foi aprovada no começo deste mês pelo Senado Federal por 63 votos a favor e quatro contra, e na Câmara dos Deputados por 404 votos a favor e 61 contrários.
A facilidade na aprovação do parlamentar teve muito a ver com o apoio recebido do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O processo de votação da indicação chegou a ser acelerado. Pacheco deveria ser sabatinado pela CAE (Comissão de Assuntos Sociais) para que a indicação fosse ao plenário, mas houve requerimento para a urgência da indicação. Alcolumbre celebrou o consenso entre os parlamentares.
Pacheco, que exerce o seu primeiro mandato no Senado e presidiu a Casa entre 2021 e 2024, vai assumir a cadeira do ex-ministro do TCU Bruno Dantas, que renunciou ao cargo no fim de agosto.
Anteriormente, Lula queria que Pacheco disputasse o governo de Minas Gerais, mas o senador recusou a proposta. Após dizer não ao pedido de Lula para disputar o governo de Minas Gerais, Pacheco chegou a sinalizar a saída da vida pública.
Dos nove integrantes do TCU, três são indicados pelo Senado e três pela Câmara dos Deputados. Outros três são indicados pela Presidência da República, com o aval do Senado, sendo duas das vagas a partir de nomes da carreira de auditores do TCU e de integrantes do Ministério Público de Contas.
A menos de uma semana da eleição, a candidatura de Allyson Bezerra (União Brasil) ao Governo do Rio Grande do Norte ganhou destaque na cobertura nacional. Nesta segunda-feira (28), a GloboNews incluiu o candidato potiguar na lista de nomes que, segundo as pesquisas, têm chances reais de liquidar a disputa já no dia 4 de outubro, sem necessidade de segundo turno.
Na análise do cenário eleitoral nos estados, a emissora citou os casos em que o líder das pesquisas se aproxima da soma de todos os adversários juntos, condição necessária para alcançar os 50% mais um dos votos válidos. Allyson foi mencionado ao lado de nomes de peso como Eduardo Paes (PSD), no Rio de Janeiro, Cleitinho (Republicanos), em Minas Gerais, e Daniel Vilela (MDB), em Goiás.
O reconhecimento em rede nacional reforça o que as pesquisas vêm mostrando no estado ao longo da campanha. Ex-prefeito de Mossoró, Allyson chega à semana decisiva consolidado na liderança e com a possibilidade concreta de encerrar a eleição na primeira rodada.
Para quem acompanha a política potiguar, o destaque dado pela GloboNews é emblemático. A disputa no RN deixou de ser tratada como uma eleição regional e passou a ser acompanhada de perto pelo país. Allyson é o retrato de um candidato que construiu sua força fora do eixo tradicional de poder do estado e hoje chega à reta final reconhecido por uma das maiores emissoras de notícias do Brasil.
A eleição acontece no próximo domingo, 4 de outubro.
A Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte determinou a retirada de uma publicação feita pela campanha de Cadu Xavier contra o candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra. O caso envolve um vídeo publicado nas redes sociais que utilizava trechos de uma gravação de um empresário para fazer referência ao candidato adversário.
Segundo a decisão, o conteúdo foi apresentado de forma descontextualizada. O entendimento da Justiça é de que a fala utilizada na peça não mencionava Allyson e que a edição utilizada na propaganda poderia levar o eleitor a associar diretamente as declarações ao candidato.
O processo também foi analisado sob as regras eleitorais que tratam da divulgação de conteúdo manipulado ou descontextualizado. A Justiça determinou a remoção do material e estabeleceu multa em caso de nova publicação, conforme os termos da decisão. A Procuradoria Regional Eleitoral também se manifestou sobre o caso, apontando que a forma como o conteúdo foi apresentado poderia induzir o eleitorado a uma interpretação equivocada.
A decisão ocorre em meio à disputa eleitoral pelo Governo do Rio Grande do Norte, marcada por sucessivos questionamentos judiciais envolvendo propagandas e conteúdos divulgados pelas campanhas de Cadu Xavier e Allyson Bezerra.
Um encontro cheio de sensibilidade marcou a passagem de Allyson Bezerra por Caicó neste domingo (27). Gil, comunicadora da Rádio Povo de Caicó e pessoa com deficiência visual, aproximou-se do candidato ao Governo do Rio Grande do Norte e tocou seu rosto com as mãos para conhecê-lo.
A emoção tomou conta do momento. Depois de reconhecer Allyson pelo toque, Gil falou ao ouvido do candidato, que também ficou emocionado com o gesto de carinho. Por alguns instantes, em meio à movimentação política, os dois protagonizaram uma cena de afeto, acolhimento e conexão humana.
O encontro foi registrado em vídeo e compartilhado por Allyson nas redes sociais. Ao publicar as imagens, ele resumiu o sentimento daquele instante: “Quando é de verdade, a gente sente”.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) negou ter ajudado o PT a divulgar a informação falsa de que Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A entidade publicou uma nota no domingo 27, depois que Flávio acusou pessoas de dentro da conferência de participar da circulação do boato.
“A mentira não se combate com outra mentira”, afirmou a CNBB. Segundo a entidade, atribuir a ela participação na produção ou divulgação de desinformação sem apresentar fatos ou provas atinge a instituição. A conferência também declarou que não integra a estrutura de partidos nem de candidaturas.
Flávio fez a acusação durante um ato de campanha em Goiânia. O senador afirmou que não existe proposta de sua parte para alterar o título da santa e classificou a informação que o associa a essa intenção como falsa. Ao responsabilizar pessoas ligadas à CNBB, ele não apresentou provas.
A nota da CNBB afirma que suas manifestações sobre as eleições decorrem de sua atuação pastoral e de princípios expressos em documentos da entidade. A conferência disse repudiar informações falsas independentemente de quem seja beneficiado ou prejudicado por elas.
O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) também comentou o episódio nesta segunda-feira 28. Em publicação nas redes sociais, pediu que Flávio respeite as religiões e a fé dos brasileiros.
Entenda a polêmica A discussão começou após a circulação de publicações que associavam Flávio Bolsonaro a uma suposta proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. O candidato negou ter esse plano. Um projeto de lei com esse objetivo havia sido apresentado em 2007 e arquivado no ano seguinte, sem participação atribuída a Flávio na proposta.
No domingo 27, Flávio afirmou que pessoas de dentro da CNBB teriam ajudado o PT a espalhar a informação falsa, sem apresentar provas. A entidade respondeu em nota que não participou da produção ou divulgação de desinformação eleitoral e que não integra a estrutura de partidos ou candidaturas.
Confira a nota na íntegra Diante de informações e manifestações que circulam nas redes sociais envolvendo o nome da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), esclarecemos:
A CNBB não produziu, autorizou ou participou da elaboração ou divulgação de informações falsas relacionadas ao atual processo eleitoral.
A Conferência repudia a produção e a utilização de informações falsas, independentemente de sua origem ou de quem possam beneficiar ou prejudicar.
A CNBB não integra qualquer estrutura político-partidária, de partido ou candidatura. Suas manifestações sobre as eleições decorrem de sua missão pastoral e de princípios públicos expressos em seus documentos, orientados pela dignidade humana, pelo bem comum, pela democracia e pela liberdade de consciência.
Atribuir à CNBB participação em estruturas de produção ou disseminação de desinformação, sem fatos e provas que sustentem tal afirmação, atinge injustamente a instituição e não contribui para a serenidade e a responsabilidade que devem caracterizar o processo eleitoral. A mentira não se combate com outra mentira.
CNBB reafirma seu compromisso com a verdade, o diálogo e a paz.
Brasília – DF, 27 de setembro de 2026
Assessoria de Comunicação Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB
A Polícia Civil de Nova Cruz recapturou, na tarde desta segunda-feira (28), Josivan Fernando Gomes da Silva, um dos sete internos que fugiram da Cadeia Pública de Nova Cruz, no Agreste do Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada pela Secretaria de Administração Penitenciária do RN (Seap).
De acordo com as informações divulgadas pelas autoridades, Josivan foi localizado durante as diligências realizadas pelas equipes de segurança após a fuga. A Polícia Civil de Nova Cruz participou das buscas e conseguiu encontrar o interno, que foi novamente detido e deverá ser encaminhado para o sistema prisional.
A fuga ocorreu durante o período de banho de sol na unidade prisional. A movimentação dos internos foi identificada pelo sistema de videomonitoramento da cadeia, o que permitiu o acionamento das forças de segurança e o início das buscas pelos fugitivos.
Josivan é o segundo dos sete internos que deixaram a unidade a ser recapturado. O primeiro fugitivo foi localizado ainda durante a fuga, quando tentava pular a muralha da cadeia. Com a recaptura de Josivan, cinco internos permanecem foragidos.
As forças de segurança continuam realizando diligências na região para localizar os demais presos. A orientação é que informações sobre o paradeiro dos fugitivos sejam repassadas às autoridades.
A fuga dos sete internos aconteceu na Cadeia Pública de Nova Cruz durante o banho de sol. Após perceberem a movimentação, as equipes de segurança iniciaram uma operação para localizar os presos. Desde então, dois deles já foram recapturados, enquanto as buscas pelos outros cinco continuam.
As circunstâncias que permitiram a fuga também deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis pela unidade prisional.
O sistema prisional do Rio Grande do Norte registrou pelo menos sete episódios de fuga envolvendo 27 detentos ao longo de 2026, segundo levantamento da TRIBUNA DO NORTE, conforme informações divulgadas durante o ano pela Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap). As ocorrências foram registradas entre maio e setembro e atingiram unidades em Nísia Floresta, Mossoró e Nova Cruz. Do total de fugitivos, 14 foram recapturados, enquanto 13 permanecem foragidos, segundo os dados mais recentes disponíveis sobre cada ocorrência.
O episódio mais recente ocorreu nesta segunda-feira (28), quando sete internos fugiram da Cadeia Pública de Nova Cruz, no Agreste potiguar. Um deles foi capturado no momento em que pulava a muralha, enquanto outro foi recapturado ao longo da tarde. Com isso, cinco permanecem foragidos, conforme a Seap. A fuga ocorreu durante o banho de sol e foi identificada pelo sistema de videomonitoramento.
A ocorrência amplia uma sequência registrada principalmente nos últimos dois meses. Dos sete episódios contabilizados no ano, cinco ocorreram entre 31 de julho e 28 de setembro, envolvendo 21 detentos.
O maior caso foi registrado em 31 de julho, na Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, que integra o Complexo Penal de Alcaçuz, em Nísia Floresta. Na ocasião, 13 internos deixaram uma cela e dois foram recapturados ainda na área interna da unidade. Onze conseguiram efetivamente fugir. Segundo a Polícia Penal, as câmeras de vigilância registraram os presos acessando a área externa.
Dos 11 fugitivos, seis haviam sido recapturados e cinco continuavam foragidos até 22 de setembro, quando houve a última atualização da ocorrência pela Seap.
Alcaçuz concentra ocorrências
O Complexo Penal de Alcaçuz aparece com destaque no levantamento. Em 2 de maio, cinco presos escaparam da Penitenciária Estadual de Alcaçuz depois de danificarem uma cela na área de triagem do Pavilhão 1. Na época, a Seap informou que a ocorrência aconteceu durante o período de chuvas intensas no Estado. Todos os cinco fugitivos foram posteriormente recapturados. O último deles foi localizado em 25 de setembro.
Em 8 de setembro, outro detento conseguiu deixar a mesma penitenciária. Segundo a Seap, a suspeita era de que ele tivesse utilizado uma obra de ampliação do módulo de saúde como rota de fuga e transposto duas linhas de concertina sobre a muralha. Até a atualização considerada neste levantamento, ele não havia sido recapturado.
Somados os episódios de maio, julho e setembro, 17 presos conseguiram escapar de unidades que integram o Complexo Penal de Alcaçuz.
Outro episódio relacionado à Rogério Coutinho ocorreu em 3 de setembro, mas fora da penitenciária. Um detento de 27 anos escapou da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São José de Mipibu, onde estava internado com possível quadro psicótico. Segundo a Polícia Penal, ele estava sob escolta. O preso foi posteriormente recapturado, no dia 7 de setembro.
Enquanto isso, o Complexo Penal Agrícola Doutor Mário Negócio, em Mossoró, no Oeste potiguar, registrou dois episódios em 2026. O primeiro ocorreu em 16 de junho, quando um preso que realizava um serviço de soldagem na área externa da unidade conseguiu fugir enquanto estava sob supervisão policial. Ele ainda não havia sido recapturado, conforme a última atualização da Seap.
A segunda ocorrência aconteceu em 11 de setembro. Na ocasião, um detento que trabalhava em uma obra dentro do complexo conseguiu escapar após pedir para ir ao banheiro. Segundo a Seap, ele era classificado e estava apto a realizar atividades laborais. Neste caso, o fugitivo foi recapturado no dia seguinte.
Setembro concentra quatro episódios
Com os casos de São José de Mipibu, Alcaçuz, Mossoró e Nova Cruz, setembro concentra quatro dos sete episódios registrados no ano, envolvendo dez detentos. Desses, quatro foram recapturados e seis permanecem foragidos, conforme as informações mais recentes disponíveis.
O levantamento considera como fuga efetiva os casos em que o preso conseguiu deixar a unidade ou escapar da custódia do sistema penitenciário. Dessa forma, não entram na soma tentativas frustradas ou preparações para fuga identificadas antes que os internos conseguissem sair.
Mudança de comando na Seap
A sequência de fugas no sistema penitenciário potiguar também atravessou uma mudança no comando da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap). Em 9 de setembro, o Governo do Estado anunciou as saídas do então secretário Helton Edi Xavier e da secretária-adjunta Arméli Brennand. As exonerações, formalizadas no Diário Oficial do Estado no dia seguinte, ocorreram em meio a uma crise na gestão da pasta, após episódios de fuga no Complexo Penal de Alcaçuz e a repercussão de um vídeo envolvendo a então adjunta e um detento.
Com as exonerações, o secretário estadual de Segurança Pública e da Defesa Social, Coronel Araújo, assumiu interinamente a Seap. Dois dias depois do anúncio das mudanças, em 11 de setembro, o Governo escolheu o coronel da reserva da Polícia Militar Raimundo Aribaldo Mendes de Souza para comandar a Administração Penitenciária.
Quando as exonerações foram anunciadas, em 9 de setembro, o levantamento da TRIBUNA DO NORTE já contabilizava cinco episódios de fuga no ano, envolvendo 19 detentos. A sequência continuou durante o período de transição. No próprio dia 11 de setembro, quando Aribaldo foi anunciado como novo secretário, um detento fugiu do Complexo Penal Agrícola Mário Negócio, em Mossoró.
Relatório aponta problemas em Alcaçuz
A sequência de ocorrências acontece em meio a relatos sobre dificuldades estruturais e de efetivo no sistema penitenciário. Relatório da própria administração da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, referente a agosto e obtido pela TRIBUNA DO NORTE, apontou efetivo abaixo do considerado necessário, postos de vigilância desativados, problemas em câmeras e riscos relacionados às atividades de presos fora dos pavilhões.
O documento chegou a registrar, em um dos setores, a proporção de um policial penal para 315 presos. Também relatou que cerca de 90 internos classificados para atividades laborais deixam diariamente os pavilhões para trabalhar nas oficinas e que a falta de vigilância adequada nessas áreas representava “alto risco de fuga”.
Em resposta à TRIBUNA DO NORTE, a Seap informou que não comenta questões relacionadas à segurança das unidades prisionais, mas afirmou que a Penitenciária Estadual de Alcaçuz “se mantém sob controle, com segurança e disciplina”.
Confira as fugas registradas em 2026, conforme levantamento da TRIBUNA DO NORTE:
2 de maio: 5 presos – Penitenciária Estadual de Alcaçuz – todos recapturados;
16 de junho: 1 preso – Complexo Penal Agrícola Doutor Mário Negócio – foragido;
31 de julho: 11 presos – Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga – 6 recapturados e 5 foragidos;
3 de setembro: 1 preso da Rogério Coutinho Madruga durante atendimento na UPA de São José de Mipibu – recapturado;
8 de setembro: 1 preso – Penitenciária Estadual de Alcaçuz – foragido;
11 de setembro: 1 preso – Complexo Penal Agrícola Doutor Mário Negócio – recapturado;
28 de setembro: 7 presos – Cadeia Pública de Nova Cruz – 2 recapturados e 5 foragidos.
A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) pediram nesta segunda-feira (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão da medida provisória que proibiu a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa, as chamadas bets, em todo o país. A MP foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sexta-feira (25), e as plataformas já estão impedidas de receber novas apostas.
As entidades argumentam que a medida foi adotada de forma abrupta e provocou prejuízos para empresas que investiram no setor com base no marco regulatório aprovado pelo Congresso e sancionado em 2023. Na ação, também alegam que não houve demonstração de urgência que justificasse a edição de uma MP, apontando possível desvio de finalidade. Os pedidos foram apresentados ao ministro Luiz Fux, relator de ações que já tramitam no STF sobre a legislação das apostas.
Fux deverá decidir se analisa o pedido individualmente, com posterior submissão ao plenário, ou se encaminha o caso diretamente para julgamento pelos demais ministros. A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu prazo de pelo menos 72 horas para apresentar manifestação antes de uma eventual decisão. A MP tem validade inicial de 60 dias, prorrogáveis por mais 60, e precisa ser aprovada pelo Congresso nesse período para continuar em vigor.
A 7ª Cavalgada de São Francisco foi realizada com sucesso neste domingo, em Lagoa Nova, reunindo cavaleiros, amazonas, famílias e devotos em mais um momento especial da programação dedicada ao padroeiro do município.
A cavalgada já conquistou seu espaço dentro da Festa de São Francisco ao unir dois elementos muito presentes na identidade do povo lagoanovense: a devoção ao padroeiro e a tradição do homem e da mulher nordestina.
Durante o percurso, a presença dos participantes e do público reforçou a força de um evento que chega à sua sétima edição mantendo viva uma tradição construída ao longo dos anos e fortalecida pela participação popular.
Mais do que reunir cavalos e cavaleiros, a Cavalgada de São Francisco leva a fé para as ruas e celebra costumes que atravessam gerações. Um encontro de devoção, cultura e pertencimento que integra uma das festas mais importantes do calendário de Lagoa Nova.
A realização de mais uma edição bem-sucedida reforça a importância da Cavalgada dentro da programação e mantém viva a expectativa para os próximos momentos da Festa de São Francisco, que segue até o dia 4 de outubro.