O potiguar Marcelo Alves foi eliminado do Big Brother Brasil 26. O currais-novense saiu com 68,56%. Ele disputou o paredão com Solange Couto e Samira. A eliminação ocorreu na noite desta terça-feira (17).
Marcelo foi indicado ao paredão pelo líder Jonas, que era seu rival no jogo. Durante o reality, ele ficou conhecido como “Marcelinho”. O médico tem 31 anos de idade e é natural de Currais Novos, na região Seridó do Rio Grande do Norte.
Marcelinho se formou em Medicina, na Bolívia. Depois de formado, ele voltou para sua cidade natal, Currais Novos, onde revalidou seu diploma. Atualmente, faz pós-graduação em pediatria.
Durante o discurso de eliminação, Tadeu Schmidt fez uma comparação com o Carnaval e afirmou que, em toda edição, sempre há quem se destaque.
“Tem que se destacar. Como explicar para quem está assistindo à TV: eu sou aquele ali, no meio da ala. O desfile é inesquecível para cada integrante da escola, mas qual é inesquecível para o público. Você estava com disposição para sambar, mas esperava alguém te chamar para a avenida […] O Carnaval acabou pra você, Marcelinho”.
Eliminação
Marcelinho saiu com 68,56% dos votos. No voto único ele recebeu 69,85%; e no voto da torcida foi 65,56%.
Com o fim do Carnaval, muitos foliões enfrentam sintomas de ressaca como dor de cabeça, náusea e fadiga. Os sinais costumam surgir entre seis e oito horas após o excesso de álcool e podem permanecer por até 20 horas.
Entre as bebidas mais consumidas estão cerveja, catuaba e caipirinha. Das três, a cerveja tem pouco mais de 100 calorias por lata. Ainda assim, todas podem provocar mal-estar no dia seguinte.
O álcool age no corpo como toxina. Por ser diurético, aumenta a produção de urina e causa desidratação. Também irrita o revestimento do estômago, provocando enjoo, e dilata vasos sanguíneos, o que contribui para dor de cabeça. Há ainda reação inflamatória no sistema imunológico e queda de açúcar no sangue, deixando o corpo trêmulo e debilitado.
Entre os sintomas mais comuns estão mal-estar geral, dor de cabeça, fadiga, náusea, boca seca, sede, falta de apetite e alterações mentais e neurológicas, como dificuldade de concentração e déficit cognitivo.
A intensidade da ressaca também varia conforme a bebida. Opções com grande quantidade de impurezas tóxicas — como metanol, óleos fúseis, álcoois superiores e aldeídos — provocam efeitos mais fortes. Entre elas estão bourbon, uísque e tequila.
A hidratação é apontada como principal medida preventiva. A orientação é beber um copo de água para cada copo de bebida alcoólica e continuar ingerindo água após o consumo.
Como aliviar os sintomas da ressaca Especialistas indicam cuidados simples para recuperação:
Hidratação é prioridade – Beber água ao longo do dia. Água de coco e isotônicos ajudam a repor líquidos e sais minerais. Alimentos leves – Preferir frutas como banana e melancia, vegetais e carboidratos complexos, como aveia. Café com moderação – A cafeína pode aliviar dor de cabeça, mas tem efeito diurético e pode agravar a desidratação. Reposição de eletrólitos – Sopas e caldos leves repõem sódio; banana e abacate ajudam com potássio. Não ingerir mais álcool – Consumir bebida alcoólica novamente apenas adia sintomas e sobrecarrega o fígado. Descanso – Dormir e reduzir atividades ajuda o organismo a metabolizar o álcool. Chás digestivos – Gengibre e hortelã auxiliam no alívio do enjoo. As orientações são indicadas para casos leves. Em situações com vômitos persistentes, confusão mental, desmaios ou dor abdominal intensa, a recomendação é procurar atendimento médico.
Nos bastidores do Carnaval do Rio de Janeiro, o ativista e pré-candidato a deputado estadual Ivan Baron protagonizou um encontro simbólico com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja, logo após participar do desfile na Marquês de Sapucaí que homenageou o chefe do Executivo.
O momento foi registrado e compartilhado por Ivan nas redes sociais. Na legenda da publicação, ele escreveu: “Sempre bom receber o amor de quem a gente admira e acredita. Lula e Janja, estaremos juntos!”
Ampliando o diálogo no campo progressista nacional, Ivan também conversou com o presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, o deputado Edinho Silva. Segundo Ivan, o encontro aconteceu logo após o desfile. “Ele estava muito feliz com a homenagem da escola e brincou comigo dizendo que eu já era o ‘candidato de Janja’, que ela fez de tudo para me ajudar a ir para o PT e que, em breve, iria assinar minha ficha de filiação”, relatou.
Nos bastidores, o gesto foi interpretado como mais um sinal de alinhamento político e simbólico de Ivan Baron com o projeto representado por Lula, dentro e fora da avenida.
O Banco Central (BC) decretou nesta quarta-feira (18) a liquidação extrajudicial do Banco Pleno e da Pleno DTVM, instituições de Augusto Lima, ex-sócio do Master. O empresário baiano chegou a ser preso em novembro de 2025 na operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), que investiga suspeita de fraudes bilionárias.
“Trata-se de conglomerado de porte pequeno e enquadrado no segmento S4 da regulação prudencial, tendo como instituição líder o Banco Pleno”, afirmou a autarquia monetária. Segundo o BC, o conglomerado do Pleno detém 0,04% do ativo total e 0,05% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional (SFN).
“A liquidação extrajudicial foi motivada”, segundo o BC, “pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil”.
Em comunicado, o BC ainda disse que “continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais”.
“O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis. Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos administradores da instituição objeto da liquidação decretada”, acrescentou.
O Banco Master, de Daniel Vorcaro, foi liquidado extrajudicialmente pelo BC em 18 de novembro passado, mesmo data da deflagração da primeira fase da operação Compliance Zero. Lima e Vorcaro foram presos pela força-tarefa, mas liberados dias depois sob uso de tornozeleira eletrônica.
Desde então, o BC decretou liquidação de outras duas instituições financeiras ligadas ao Master: Reag Investimentos e Will Financeira.
O Grupo Fictor, que tentou comprar o Master antes da liquidação do banco de Vorcaro, pediu recuperação judicial no início de fevereiro.
O Carnaval de Currais 2026 se encerrou em clima de muita alegria, organização e tranquilidade. A festa, pensada para toda a população de Currais Novos e também para os visitantes, consolidou-se como um evento familiar e cultural.
Um dos grandes destaques foi o saldo positivo na segurança, resultado do trabalho integrado da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte, da Polícia de Trânsito, da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes de Currais Novos e de todas as equipes de apoio, que atuaram de forma preventiva e organizada durante toda a programação.
O evento foi realizado pela Prefeitura de Currais Novos, com apoio do Governo do Rio Grande do Norte, empresas parceiras e a participação direta de diversas secretarias municipais, que trabalharam de forma integrada para garantir estrutura, limpeza, saúde, mobilidade e logística.
O Carnaval de Currais reafirma sua importância como uma das principais festas do calendário cultural do município, promovendo lazer, movimentando a economia e valorizando a tradição local.
A Igreja Católica no Brasil, por meio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), lança na Quarta-feira de Cinzas a Campanha da Fraternidade 2026, que neste ano traz como tema “Fraternidade e Moradia” e como lema a passagem bíblica: “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14). A iniciativa se estende por todo o período da Quaresma e mobiliza paróquias, comunidades e fiéis em todo o país.
Inspirada no mistério da Encarnação — quando o próprio Cristo escolhe habitar no meio da humanidade — a campanha convida os cristãos a refletirem sobre o direito à moradia digna e sobre os demais direitos essenciais para que cada pessoa possa viver com dignidade. A proposta é olhar para a realidade social à luz dos ensinamentos de Jesus, promovendo uma conversão espiritual e concreta, que se traduza em atitudes de solidariedade e compromisso.
A Campanha da Fraternidade acontece anualmente em todas as paróquias do Brasil desde a década de 1960, sempre durante a Quaresma, tempo litúrgico marcado pela oração, pelo jejum e pela caridade. Em 2026, a reflexão ganha contornos ainda mais urgentes diante dos desafios habitacionais enfrentados por milhares de famílias brasileiras, muitas delas vivendo em condições precárias ou sem acesso a políticas públicas eficazes.
Para o bispo da Diocese de Joaçaba, Dom Mário Marquéz, que também acompanha pastoralmente a região de Concórdia, a Campanha é um chamado à coerência cristã. Além da reflexão nas missas, encontros e grupos pastorais, a Campanha culmina na tradicional Coleta Nacional da Solidariedade, realizada no Domingo de Ramos, quando os fiéis são convidados a contribuir financeiramente com projetos sociais em âmbito diocesano e nacional.
Com a temática “Fraternidade e Moradia”, a Igreja reforça que evangelizar também é promover a dignidade humana. Afinal, se Deus escolheu fazer morada entre nós, cada cristão é chamado a ser instrumento para que ninguém viva sem teto, sem esperança e sem o amparo da fraternidade.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), divulgou nota nesta segunda-feira (16) criticando o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o Carnaval. No texto, o parlamentar afirma que a apresentação teria transformado a festa em “palanque político” e classifica o episódio como uma afronta à ética e ao equilíbrio democrático.
Na nota, Marinho sustenta que a instrumentalização de um desfile — que, segundo ele, deveria ser espaço de manifestação artística — para promover uma autoridade pública com “nítido viés eleitoral” ultrapassa os limites do razoável. O senador argumenta que, ao utilizar um espetáculo de alcance nacional para exaltação política de quem está no exercício do poder, cria-se um desequilíbrio na disputa democrática.
“Se qualquer outro agente político promovesse ato semelhante, a reação institucional seria imediata. A lei não pode ter destinatário escolhido”, diz o texto.
O parlamentar afirma ainda que não aceitará a “normalização do uso indireto de eventos culturais de grande projeção como instrumento de promoção pessoal e eleitoral”. Segundo ele, serão adotadas medidas judiciais cabíveis, com a provocação da Justiça Eleitoral, para apurar eventual abuso de poder político e uso indevido de estruturas públicas.
Marinho defende que, caso sejam constatadas irregularidades, sejam aplicadas as sanções previstas na legislação eleitoral, em respeito ao princípio da igualdade de condições entre candidatos.
O desfile que motivou a manifestação do senador ocorreu na Marquês de Sapucaí e foi apresentado pela Acadêmicos de Niterói, que levou à avenida um enredo em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, destacando sua trajetória pessoal e política. A apresentação gerou repercussão nacional e dividiu opiniões, reacendendo o debate sobre os limites entre manifestação artística e promoção de autoridades públicas em contexto pré-eleitoral.
Confira a nota na íntegra:
“NOTA PÚBLICA
O desfile de escola de samba transformado em palanque político a favor doPresidente Luiz Inácio Lula da Silva ultrapassa todos os limites do razoável.
Instrumentalizar um desfile — que deveria ser espaço de manifestação artística— para promover autoridade pública, com nítido viés eleitoral, afronta a ética, o equilíbrio democrático e o princípio da isonomia.
Quando um espetáculo de alcance nacional é utilizado para exaltação política de quem está no exercício do poder, cria-se evidente desequilíbrio na disputa democrática. Se qualquer outro agente político promovesse ato semelhante, a reação institucional seria imediata. A lei não pode ter destinatário escolhido.
Não aceitaremos a normalização do uso indireto de eventos culturais de grande projeção como instrumento de promoção pessoal e eleitoral. Adotaremos todas as medidas judiciais cabíveis, com a provocação da Justiça Eleitoral, para que se apure eventual abuso de poder político e uso indevido de estruturas que deveriam servir a todos os brasileiros.
Pelo bem da democracia e em respeito ao princípio da igualdade de condições entre candidatos, esperamos que, constatadas irregularidades, sejam aplicadas as sanções previstas na legislação.
Parlamentares e partidos de oposição anunciam uma ofensiva jurídica com pelo menos 12 ações contra o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, realizado no último domingo (15) na Marquês de Sapucaí. A mobilização ocorre um dia após a Escola homenagear o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Rio de Janeiro.
As medidas judiciais questionam a apresentação sob diversas frentes, incluindo denúncias de propaganda antecipada, abuso de poder político e econômico, além do uso indevido de recursos públicos. Veja abaixo as ações previstas divulgadas pela CNN Brasil:
O partido Novo informou, por meio das redes sociais, que pretende pedir a inelegibilidade de Lula por abuso de poder político e econômico, sob o argumento de que recursos públicos teriam sido utilizados para promover a imagem do presidente. A legenda afirmou que ingressará com a ação assim que houver o registro formal de candidatura, previsto para o segundo semestre de 2026.
O PL (Partido Liberal) também anunciou que adotará “providências cabíveis”. Nas redes sociais, a sigla afirma que deve protocolar uma ação de investigação judicial eleitoral para apurar eventual propaganda antecipada, abuso de meios de comunicação e uso indevido de recursos públicos.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, também fez uma declaração nas redes sociais afirmando que deve protocolar uma ação “contra os crimes do PT na Sapucaí com dinheiro público”.
O deputado Zucco (PL-RS) declarou, também na redes, que o enredo e a presença de Lula criam “indícios que merecem apuração quanto à possível promoção eleitoral antecipada” e que analisará medidas junto à Justiça Eleitoral.
Rogério Marinho (PL), senador do Rio Grande do Norte, também se pronunciou e deve acionar a Justiça Eleitoral para apurar eventual abuso de poder político e uso indevido de estruturas públicas.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou que, caso Lula oficialize candidatura em 2026, ingressará com ação de investigação judicial eleitoral por abuso de poder político e econômico.
Nikolas também disse que denunciará Lula ao Ministério Público por improbidade administrativa.
O senador Magno Malta (PL-ES) disse ter entrado com representação no TSE contra a escola de samba Acadêmicos de Niterói, alegando que o desfile teve caráter político-eleitoral.
O PL informou que pretende pedir ao TSE a abertura das contas da escola de samba para verificar se empresários com contratos com o governo federal teriam financiado a apresentação a pedido do Palácio do Planalto.
O senador Magno Malta acionou a PGR por discriminação religiosa em razão de uma ala da apresentação ter retratado evangélicos com fantasias de “latas de conserva”. Segundo ele, a representação equiparou visualmente fiéis a objetos, expondo-os a escárnio coletivo. O parlamentar pede abertura de investigação criminal e responsabilização dos envolvidos.
O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) também apontou possível violação de artigo do Código Penal que trata do escarnecimento público por motivo de crença religiosa. Ele afirma que um personagem identificado como evangélico aparecia na alegoria portando uma Bíblia, o que, segundo ele, reforça o caráter vexatório.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), declarou que pretende levar à Justiça a representação de evangélicos no desfile.
Contraponto
Em nota oficial, o Partido dos Trabalhadores (PT) defendeu que o desfile da Acadêmicos de Niterói configura uma “manifestação típica da liberdade de expressão artística e cultural”, direito assegurado pela Constituição Federal. A legenda afirmou que a agremiação carnavalesca teve total autonomia na concepção e execução do enredo, negando qualquer participação, financiamento ou ingerência direta do partido ou do presidente Lula no evento.
O PT também rebateu as acusações de crime eleitoral, argumentando que a ausência de pedidos de voto durante a apresentação afasta as teses de propaganda antecipada ou motivos para inelegibilidade. A sigla reforçou que atua em conformidade com a legislação e que orientou seus filiados sobre as regras da pré-campanha antes do período carnavalesco.
Leia nota na íntegra:
“Nota do Jurídico do Partido dos Trabalhadores
O Partido dos Trabalhadores esclarece, diante de questionamentos públicos sobre o desfile carnavalesco que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que:
O enredo apresentado é manifestação típica da liberdade de expressão artística e cultural, plenamente assegurada pela Constituição Federal. A concepção, desenvolvimento e execução do desfile ocorreram de forma autônoma pela agremiação carnavalesca, sem participação, financiamento, coordenação ou qualquer ingerência do Partido dos Trabalhadores ou do presidente Lula;
A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral é firme no sentido de que manifestações políticas e culturais espontâneas de artistas constituem exercício legítimo da liberdade de expressão, inclusive em contextos eleitorais e em eventos públicos;
Nos termos do art. 36-A da Lei das Eleições, não configura propaganda eleitoral antecipada a mera exaltação de qualidades pessoais de agente político, sobretudo quando realizada por terceiros e sem pedido explícito de voto, elemento indispensável para caracterização de irregularidade eleitoral, inexistente no caso;
O Tribunal Superior Eleitoral já analisou as medidas judiciais apresentadas sobre o tema, indeferindo pedidos liminares. As demais iniciativas judiciais foram indeferidas;
À luz desses elementos, não há fundamento jurídico para qualquer discussão sobre inelegibilidade relacionada ao episódio;
O Partido dos Trabalhadores reafirma que atua em estrita observância à legislação eleitoral, tendo orientado previamente seus filiados e apoiadores quanto às regras aplicáveis ao período de pré-campanha.
O Partido reitera seu respeito às instituições e à Justiça Eleitoral, confiante na prevalência da Constituição, da liberdade artística e da segurança jurídica.”
O ator americano Robert Duvall, um dos nomes mais respeitados do cinema mundial, morreu aos 95 anos no domingo (15). A informação foi confirmada nesta segunda-feira (16) por sua esposa, Luciana, em publicação nas redes sociais. A causa da morte não foi divulgada.
No comunicado, ela informou que Duvall faleceu “em casa, cercado de amor e conforto” e destacou a trajetória do marido ao longo de mais de sete décadas dedicadas ao cinema e à televisão. “Ontem nos despedimos do meu amado marido, amigo querido e um dos maiores atores do nosso tempo. Bob partiu em paz, em casa, cercado de amor e conforto. Para o mundo, ele era um ator vencedor do Oscar, diretor e contador de histórias. Para mim, ele era simplesmente tudo”, diz o texto.
A esposa também ressaltou a dedicação do ator à profissão e à construção de seus personagens. “Sua paixão pelo ofício só era superada por seu profundo amor pelos personagens, por uma boa refeição e por reunir as pessoas ao seu redor. Em cada um de seus muitos papéis, Bob entregou tudo de si e à verdade do espírito humano que representavam”, afirmou.
Vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por A Força do Carinho, em 1983, Duvall consolidou uma carreira marcada por atuações em produções de destaque em Hollywood, como Apocalypse Now.
O ator também ganhou reconhecimento internacional por seus papéis nos dois primeiros filmes da franquia O Poderoso Chefão, tornando-se um dos intérpretes mais respeitados do cinema americano.
A Polícia Federal realiza, nesta terça-feira 17, quatro mandados de busca e apreensão em uma investigação que apura possíveis vazamentos de informações da Receita Federal envolvendo dados de autoridades.
As ordens judiciais estão sendo cumpridas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, por determinação do Supremo Tribunal Federal.
Além das buscas, a operação prevê a aplicação de medidas cautelares contra os investigados, como uso de tornozeleira eletrônica, afastamento de cargos públicos, cancelamento de passaportes e proibição de saída do país.
Os pedidos foram apresentados pela Procuradoria-Geral da República e autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do chamado inquérito das fake news.
A investigação foi instaurada em março de 2019, por iniciativa do próprio STF, inicialmente para apurar a disseminação de notícias falsas e ameaças virtuais contra a Corte, seus ministros e familiares.
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) informou nesta segunda-feira (16/2) que o ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a passar mal enquanto cumpre pena na chamada “Papudinha”, no Distrito Federal.
Segundo publicação feita nas redes sociais, Bolsonaro apresentou um novo episódio de mal-estar durante a tarde e segue sob acompanhamento.
Prisão na ala reservada do Complexo da Papuda
O ex-presidente está detido desde 15 de janeiro em uma cela individual de 64,83 m², localizada em ala do Complexo da Papuda destinada a policiais, militares e autoridades condenadas.
Bolsonaro tem histórico de problemas de saúde e, conforme as regras do sistema prisional, possui direito a acompanhamento médico, sessões de fisioterapia e eventual encaminhamento a hospital em caso de urgência. Antes da transferência para a unidade atual, ele estava custodiado em espaço menor na Superintendência da Polícia Federal.
Apesar da mudança para uma cela maior, a defesa do ex-presidente mantém pedidos para que ele cumpra pena em prisão domiciliar. Na última semana, Carlos Bolsonaro afirmou que os advogados apresentariam nova solicitação à Justiça, alegando “risco de morte” em razão do estado de saúde do pai.
A Polícia Militar apreendeu R$ 200 em cédulas falsas em Caicó, na noite desse domingo (15). O material foi encontrado durante patrulhamento nos festejos carnavalescos da cidade, um dos principais destinos do RN. Apesar disso, ninguém foi preso.
De acordo com a PM, a suspeita é de que as notas tenham sido descartadas por algum suspeito que tenha percebido a aproximação dos policiais para evitar uma condição de flagrante.
As cédulas falsas foram recolhidas e entregues à Polícia Civil, que deverá investigar a origem do material.
A Polícia Militar orientou que a população, em especial os comerciantes, fique atenta à textura do papel e aos elementos de segurança, como marca d’água e fio de segurança.
“Em caso de suspeita, a recomendação é não aceitar a nota e acionar imediatamente a guarnição mais próxima ou ligar para o 190”, recomendou.
Quando deparados com a frase: “As urnas eletrônicas são confiáveis”, 53% dos brasileiros concordam com a afirmação. Outros 43% discordam dela, enquanto 1% não concorda, nem discorda. Sobram ainda 3% que não sabem ou não respondem à pergunta. Os dados são de uma pesquisa feita pela Quaest, contratada pela Genial Investimentos, que fez 2.004 entrevistas e tem margem de erro de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. O público-alvo foi de brasileiros com 16 anos ou mais.
A região que mais demonstrou confiança nas urnas foi a Nordeste, com 59% das pessoas que concordam com a afirmação apresentada e 37% que discordam. No Sudeste, 54% demonstraram confiança, contra 42% que discordaram. No Sul, houve empate, com 48% para cada lado. Já no Centro-Oeste, 48% acreditam que as urnas são confiáveis, contra 48% que discordam.
Dos que concordam com a confiabilidade do sistema de votação, 75% votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva; 26%, no então candidato Jair Bolsonaro; e 59% votaram branco, nulo ou não foram votar. Dos que discordam da confiabilidade, 22% votaram em Lula; 69% em Bolsonaro; e 38% fizeram votos branco, nulo ou não foram votar.
Quando a amostra é analisada por faixa etária, a que mais concorda com a afirmação de que as urnas são confiáveis é a de 16 a 34 anos, com 57% contra 40%. Na faixa de 35 a 59 anos, a proporção foi de 50%, para os que concordam, e de 47% para os que discordam. Já entre os entrevistados de 60 anos ou mais, a proporção dos que concordam com a confiabilidade das urnas volta a subir, com 53% contra 38%.
Na faixa de renda de até dois salários mínimos, houve 55% de demonstração de confiança, contra 40% que discordam. Entre dois e cinco salários, a proporção muda para 52% a 44%. Acima de cinco salários mínimos, a divisão foi parecida, com 52% contra 45%.
A pesquisa foi feita no formato de coleta domiciliar, realizada por meio de entrevistas face a face por meio de questionários estruturados.
O deputado federal Sargento Gonçalves (PL-RN) está convocando apoiadores para participar do ato “Acorda, Brasil”, marcado para o próximo dia 1º de março, em Natal. A mobilização prevê uma grande motocarreata com concentração na zona Norte e deslocamento em direção a outras áreas da capital.
De acordo com a divulgação feita por aliados do parlamentar, a concentração está marcada para as 13h, com saída da Avenida das Fronteiras, nas proximidades da Maternidade Leide Morais, no sentido do Shopping Midway. A peça de convocação define o evento como “a maior motocarreata do Rio Grande do Norte”.
Ainda segundo a organização, o ato em Natal acompanha manifestações anunciadas para ocorrer simultaneamente em diversas cidades do país. Até o momento, não foram detalhadas publicamente a pauta central do protesto nem a estimativa de público esperada para a mobilização.