CURRAIS NOVOS CELEBRA 136 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA

Postado em 15 de outubro de 2026

Currais Novos celebra nesta quinta-feira, 15 de outubro, seus 136 anos de emancipação política. Para marcar a data, a Prefeitura Municipal promove a segunda edição da Corrida da Prevenção e Emancipação Política, unindo a celebração da história do município ao incentivo à prática esportiva e à qualidade de vida.

A emancipação política de Currais Novos ocorreu em 1890, por meio do Decreto Estadual nº 59, que desmembrou a então vila de Acari e elevou Currais Novos à condição de município autônomo, consolidando um novo capítulo no desenvolvimento da região.

A história do município, no entanto, começou bem antes, em 1755, com a fundação da Fazenda do Coronel Cipriano Lopes Galvão. Foi nesse contexto que surgiram os chamados “Três Currais Novos”, origem do nome que identifica a cidade até os dias atuais.

Ao longo dos anos, o povoado se desenvolveu e se transformou em um importante polo econômico da região, construindo uma identidade marcada pela riqueza mineral, pelas belezas naturais e pelo acolhimento característico do sertão seridoense.

Para o prefeito Lucas Galvão, celebrar o aniversário de Currais Novos é reconhecer a trajetória de quem ajudou a construir a cidade e renovar o compromisso com seu futuro.

“ São 136 anos de emancipação política, uma trajetória construída por homens e mulheres que acreditaram e continuam acreditando nesta terra. Temos orgulho das nossas raízes, das nossas riquezas e, principalmente, do nosso povo. Nosso compromisso é continuar trabalhando para que Currais Novos avance cada vez mais” , destacou o prefeito.

A programação comemorativa ganha um significado especial com a realização da segunda edição da Corrida da Prevenção e Emancipação As inscrições para a corrida serão realizadas a partir das 16h, na Praça Cristo Rei, local onde os participantes poderão se dirigir para garantir sua participação no evento.

Com 105.403 votos, Cel Azevedo, deputado estadual mais votado do RN declara voto em Allyson

Postado em 15 de outubro de 2026

Reeleito com 105.403 votos, Coronel Azevedo (PL), o deputado estadual mais votado do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026, declarou que votará em Allyson Bezerra no segundo turno para governador.

“Quem votou em mim não vota no PT e não votará”, afirmou o parlamentar antes de anunciar sua escolha por Allyson.

A declaração soma à candidatura o apoio de um deputado que recebeu mais de 105 mil votos e liderou a votação para a Assembleia Legislativa, reforçando a articulação política de Allyson nesta etapa da disputa.

Outros parlamentares eleitos e reeleitos também declararam apoio a Allyson Bezerra, somando-se a quase 30 prefeitos que anunciaram adesão neste segundo turno. O movimento amplia a base política da candidatura e reforça a mobilização da Grande Natal ao interior do Rio Grande do Norte.

Paulinho Freire dá largada à mobilização por Allyson em Natal: “Se depender de Natal, você será o governador”

Postado em 15 de outubro de 2026

O prefeito de Natal, Paulinho Freire, abriu nesta quarta-feira (14), na Zona Norte da capital, a mobilização do seu grupo político na reta final do segundo turno em favor de Allyson Bezerra (União Brasil). Diante de apoiadores, vereadores e lideranças que acompanharam a Caravana do Azulão, o prefeito anunciou dez dias de caminhadas de casa em casa pelos bairros da cidade.

“Governador Allyson, nós estamos dando agora o pontapé inicial. São dez dias andando em Natal, de casa em casa. O nosso grupo vem agora dizer a você que, se depender de Natal, você será o governador do Rio Grande do Norte”, afirmou Paulinho.

O prefeito convocou os presentes a manter o ritmo até o dia da votação. “A partir de agora, a gente só para no dia 25, no domingo, quando as urnas se abrirem e a esperança voltar a reinar no Rio Grande do Norte. Tenho certeza que o estado terá um novo governador, e o governador é Allyson Bezerra”, declarou.

Allyson agradeceu o apoio e classificou o ato como o início de uma arrancada na capital. “Eu sei que Natal vai nos dar uma linda e grande vitória, que vai confirmar a mudança no Rio Grande do Norte no dia 25”, disse o candidato. A agenda foi a primeira nas ruas ao lado de Paulinho Freire desde o anúncio do apoio do prefeito e do seu grupo à candidatura.

PF prende Márcio Canella, 2º deputado estadual mais votado do RJ, em caso de lavagem de R$ 7,6 bilhões

Postado em 15 de outubro de 2026

O deputado estadual eleito pelo União Brasil e ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, foi preso nesta quinta-feira (15) durante a Operação Unha e Carne 8, da Polícia Federal (PF). A investigação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 7,6 bilhões em seis anos por meio de uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Canella foi o segundo mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro, com mais de 197 mil votos.

O delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil, também foi preso na operação. Segundo a PF, o grupo investigado é suspeito de utilizar os postos de combustíveis para lavar dinheiro e teria participação de agentes públicos e articulação político-institucional.

As prisões foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e representam um desdobramento da sexta fase da Operação Unha e Carne, realizada em julho. Na ocasião, Canella e Amim foram alvos de mandados de busca e apreensão.

A investigação teve início após o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) encaminhar à PF um relatório de inteligência financeira que apontou a movimentação de R$ 7,6 bilhões pelo grupo ao longo de seis anos.

Os investigados são suspeitos de envolvimento em crimes como lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva e formação de cartel. A Polícia Federal também apura possíveis irregularidades em contratações públicas.

Mandados de prisão

Nesta quinta-feira, agentes federais cumpriram mandados em municípios do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Niterói, São Gonçalo, Petrópolis, Angra dos Reis e Armação dos Búzios. A operação prevê seis mandados de prisão e 16 de busca e apreensão.

Canella foi preso em casa, em um condomínio na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. Além dele e de Marcus Amim, foram presos Christiano Gaspar Fernandes, Giovanni Gaspar Fernandes, José Carlos Alves de Souza Júnior e Pablo Jukia Felix Ferreira, conhecido como Pablo Russo, inspetor da Polícia Civil.

A decisão do STF também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão das atividades econômicas de 112 empresas investigadas, a maioria do setor de combustíveis. A Corregedoria da Polícia Civil acompanhou o cumprimento dos mandados relacionados aos policiais civis investigados.

Outras fases da operação

Em julho, Márcio Canella foi preso após a polícia encontrar um fuzil em seu carro. O episódio levou à sétima fase da operação, realizada em setembro, quando o vereador do Rio de Janeiro Jorge Canella, do União Brasil, foi preso por suspeita de posse irregular de arma de fogo de uso restrito.

A investigação ocorre no contexto de medidas determinadas pelo STF no julgamento da ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, que inclui providências para apurar possíveis relações entre agentes públicos e facções criminosas.

Os fatos seguem sob investigação, e as suspeitas atribuídas aos envolvidos ainda dependem de apuração e do devido processo legal.

tribuna do norte

Quaest: Flávio Bolsonaro tem 46% e Lula, 44% das intenções de voto

Postado em 15 de outubro de 2026

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (14) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto totais no segundo turno da eleição presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 44%.

O levantamento indica ainda que 9% dos entrevistados pretendem votar em branco ou nulo ou afirmam que não vão votar. Outros 1% estão indecisos.

Considerando apenas os votos válidos — cálculo que exclui votos em branco, nulos e eleitores indecisos — Flávio Bolsonaro registra 51%, enquanto Lula aparece com 49%. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os percentuais devem ser interpretados dentro desse intervalo.

Flávio Bolsonaro e Lula disputam o segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Pesquisa anterior mostrava Flávio com 44% e Lula com 42%
Na pesquisa Quaest divulgada em 3 de outubro, véspera do primeiro turno, Flávio Bolsonaro tinha 44% das intenções de voto totais, enquanto Lula registrava 42%. Naquele levantamento, 13% dos entrevistados afirmavam que votariam em branco ou nulo ou que não compareceriam para votar. Os indecisos representavam 1%.

Flávio tem 43% e Lula, 42%, na espontânea
No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio Bolsonaro é citado por 43% dos eleitores, enquanto Lula aparece com 42%. Nesse recorte, 8% dizem que pretendem votar em branco ou nulo ou que não irão votar. Outros 7% não souberam responder ou permanecem indeciso

48% desaprovam o governo Lula, contra 45% que aprovam
Pesquisa Quaest mostra que 48% dos eleitores desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ante 45% que o aprovam. Na comparação com levantamento anterior, de 3 de outubro, véspera do primeiro turno, a desaprovação oscilou 1 ponto porcentual para baixo (era de 49%), enquanto a aprovação fez o caminho inverso e oscilou um ponto para cima (era 44%).

Transferência de votos
A Quaest aponta que 34% dos eleitores de Augusto Cury (Avante) devem votar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, e 30% em Flávio Bolsonaro (PL). O escritor e psiquiatra ficou em terceiro lugar no primeiro turno, com 3.448.569 votos (2,89% dos votos válidos). Ainda entre eleitores de Cury, outros 30% mencionaram voto nulo/em branco ou nem comparecimento às urnas e 6% dizem estar indecisos.

Já entre os eleitores de Renan Santos (Missão), 40% indicam migrar para Flávio no segundo turno, e 14% dizem votar em Lula. Outros 43%, porém, afirmam votar branco ou nulo, e 3% estão indecisos. Santos ficou em quarto lugar no primeiro turno, com 2 24% de votos (2.675.887). A Quaest indica que, dos votos em Ronaldo Caiado (PSD), 42% dizem apoiar Flávio no segundo turno, 23% no Lula, e outros 33% declaram voto nulo/em branco/não vai votar. Já 2% estão indecisos. O ex-governador de Goiás ficou em quinto lugar nas urnas no último dia 4, obtendo 2,18% dos votos (2.605.148).

A Quaest entrevistou 2.154 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08729/2026.

TRIBUNA DO NORTE

Câncer diagnosticado no papa pode atingir não fumantes, diz oncologista

Postado em 15 de outubro de 2026

O câncer de pulmão costuma ser associado ao cigarro, mas também pode surgir em pessoas que nunca fumaram. Muitas vezes, a doença cresce silenciosamente, sem provocar sintomas que chamem a atenção. Foi durante exames de rotina que os médicos identificaram um nódulo no pulmão do papa Leão XIV, de 71 anos. O pontífice passou por uma cirurgia em Roma, e o Vaticano informou, nesta terça-feira (13), que o tumor era um adenocarcinoma pulmonar. Segundo a oncologista Danielli Matias, esse é o tipo mais comum de câncer no pulmão, com cerca de 31 mil novos casos por ano no Brasil.

A descoberta do papa chama a atenção para uma característica da doença: a possibilidade de se desenvolver sem sinais evidentes, mesmo em pessoas que não possuem histórico de tabagismo. De acordo com Danielli, o adenocarcinoma pode atingir diferentes perfis de pacientes. “Ele acomete pacientes tabagistas e não tabagistas, e também é o mais comum entre quem nunca fumou”, afirma.

Esse tipo de tumor tem origem nas células glandulares presentes no tecido pulmonar. Em alguns pacientes, o tumor está frequentemente associado a alterações moleculares, danos ao DNA da célula tumoral que desencadeiam o desenvolvimento da doença. Essas mudanças também podem ajudar os médicos a identificar tratamentos mais adequados para cada caso. “Temos muitos casos de pacientes que nunca fumaram. Existe a possibilidade de cerca de 60% de apresentar alguma alteração genômica”, relata Danielli.

Embora o tabagismo continue sendo o principal fator de risco para o câncer pulmonar, outros elementos podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a exposição à poluição do ar, infecções pulmonares de repetição, doença pulmonar obstrutiva crônica, fatores genéticos e história familiar de câncer de pulmão favorecem o desenvolvimento desse tipo de câncer.

Uma das dificuldades é perceber quando algo está errado. Tosse persistente, falta de ar e dor no peito são manifestações que podem ser confundidas com problemas respiratórios mais comuns. Em algumas situações, também pode haver sangue na secreção eliminada pela tosse ou perda de peso sem explicação aparente.

O problema é que esses sinais nem sempre aparecem no início. Segundo a especialista, cerca de 80% dos casos de câncer de pulmão no Brasil são identificados em estágios avançados. “A maioria das pessoas só procura o médico quando já está sentindo alguma coisa, e quando o câncer de pulmão dá sintomas, muitas vezes ele já está em um estágio mais avançado”, explica.

A identificação precoce pode mudar o caminho do tratamento. Quando o tumor ainda está restrito ao pulmão, as possibilidades de retirada completa por cirurgia são maiores. Por isso, o acompanhamento de pessoas com maior risco de desenvolver a doença tem papel importante.

Um dos exames utilizados para esse rastreamento é a tomografia de tórax de baixa dose. Segundo a oncologista Danielli Matias, ele permite visualizar pequenas alterações nos pulmões, inclusive antes que o paciente apresente sintomas. A avaliação é especialmente indicada para determinados grupos de fumantes e ex-fumantes, considerando fatores como idade e intensidade do histórico de tabagismo.

No caso de Leão XIV, a identificação do nódulo durante exames de rotina permitiu que os médicos realizassem uma intervenção cirúrgica. Durante o procedimento, que durou cerca de 90 minutos, os médicos removeram o lobo inferior do pulmão direito para retirar uma massa cancerosa. O papa retornou ao quarto após o procedimento.

A cirurgia é uma das principais alternativas para pacientes com câncer pulmonar em estágio inicial. No entanto, a retirada do tumor nem sempre significa o encerramento do tratamento. As características identificadas na análise do tecido e a eventual presença de células cancerígenas em outras estruturas ajudam a definir os próximos passos.

“Quanto mais precoce, maiores as chances de cura. Pacientes com doença localizada no pulmão e totalmente ressecada com cirurgia têm possibilidade de cura muito maior do que aqueles com acometimento linfonodal, no mediastino, ou doença metastática”, afirma Danielli.

Depois da cirurgia, o acompanhamento médico continua sendo necessário. Exames periódicos permitem observar a recuperação e identificar possíveis sinais de retorno da doença. Dependendo das características do tumor, também pode ser recomendado um tratamento complementar para reduzir o risco de recidiva.

Segundo informações divulgadas pelo Vaticano na manhã desta quarta-feira (14), o papa passou por exames de sangue e pela radiografia do tórax previstos após a cirurgia. Os resultados apresentaram uma evolução pós-operatória regular e foi iniciada uma fisioterapia respiratória. A previsão é que ele permaneça hospitalizado por pelo menos uma semana.

TRIBUNA DO NORTE

Fim da escala 6×1: veja como votaram os senadores do RN

Postado em 15 de outubro de 2026

Os senadores do RN Zenaide Maia (PSD) e Styvenson Valentim (Podemos) votaram a favor da PEC 221/2019, que acaba com a escala 6×1. Rogério Marinho (PL) não compareceu aos dois turnos realizados nesta quarta-feira 14.

Rogério Marinho (PL) não compareceu às duas votações nominais do Plenário. O resultado foi de 75 votos favoráveis e um contrário em cada turno. O único voto contra foi de Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Como votaram os senadores do RN
Zenaide Maia (PSD): sim no primeiro e no segundo turnos;
Styvenson Valentim (Podemos): sim no primeiro e no segundo turnos;
Rogério Marinho (PL): não compareceu às duas votações.

Os dados constam nos mapas nominais divulgados pelo Senado Federal. Os senadores do RN participaram de maneiras diferentes da decisão: dois apoiaram a PEC e um não registrou voto.
Posições durante a tramitação
Zenaide defendeu publicamente a aprovação da PEC e discursou sobre o tema durante a análise no Senado. Styvenson também votou pelo texto final, embora tenha assinado uma emenda apresentada no Plenário. O destaque referente à mudança foi retirado antes da votação.

Rogério Marinho havia se posicionado contra o relatório favorável à proposta na Comissão de Constituição e Justiça, em setembro. O senador apresentou emendas para alterar o texto, mas elas foram rejeitadas. Ele também aparece entre os autores da emenda apresentada no Plenário.

O que foi aprovado
A PEC reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, garante dois dias de repouso remunerado e impede redução de salários. A transição será concluída em 14 meses, contados a partir da publicação da emenda constitucional.

Como o Senado não modificou o texto aprovado pela Câmara, a proposta segue para promulgação pelo Congresso Nacional. Não há sanção presidencial.

Resultado nacional e próximos passos
No conjunto do Senado, a proposta recebeu 75 votos favoráveis e apenas um contrário nos dois turnos. O único voto contra foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). Como se trata de uma emenda à Constituição, o texto não depende de sanção presidencial e segue para promulgação pelo Congresso Nacional.

Entre os senadores do RN, Zenaide Maia defendeu a mudança como uma medida de proteção aos trabalhadores e chamou atenção para a dupla jornada enfrentada por muitas mulheres. Styvenson Valentim também apoiou o texto nas duas votações.

Rogério Marinho não registrou voto no plenário. Durante a análise anterior na Comissão de Constituição e Justiça, o parlamentar havia se posicionado contra o relatório aprovado pelo colegiado. A ausência em plenário, porém, significa que ele não participou do placar final de 75 a 1.

A PEC reduz inicialmente a jornada máxima de 44 para 42 horas semanais e, depois de 12 meses, para 40 horas, sem diminuição salarial. A vigência começa dois meses após a promulgação. O resultado completo está disponível no site do Senado.

agora rn

Fim da escala 6×1: entenda quando a folga a mais passa a valer e como serão as mudanças no período de transição

Postado em 15 de outubro de 2026

O fim da escala 6×1 será implementado em duas etapas, com a garantia de duas folgas remuneradas por semana e a redução gradual da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais.

O primeiro conjunto de mudanças está previsto para dois meses após a publicação da emenda constitucional, enquanto o limite de 40 horas será alcançado 14 meses depois da publicação. A promulgação está prevista para terça-feira, (20). Os novos prazos, porém, começam a ser contados a partir da publicação da emenda.

Como será a mudança na escala 6×1

A transição ocorrerá em duas fases. Na primeira, dois meses após a publicação da emenda, a jornada máxima semanal cairá de 44 para 42 horas. Na mesma data, os trabalhadores passarão a ter direito a dois dias de descanso remunerado por semana.

Na segunda etapa, 12 meses após o início da primeira fase, o limite semanal será reduzido de 42 para 40 horas. Com isso, a jornada máxima prevista será alcançada 14 meses após a publicação da emenda.

Veja o cronograma previsto:

  • Dois meses após a publicação: jornada máxima de 42 horas semanais e adoção de dois dias de descanso remunerado por semana.
  • 14 meses após a publicação: jornada máxima de 40 horas semanais, com limite diário de oito horas.

A proposta proíbe a redução salarial em razão da mudança, tanto nominal quanto proporcional, incluindo os pisos salariais das categorias. Quem já trabalha até 40 horas por semana não terá uma redução proporcional da jornada.

Como funcionarão as duas folgas semanais

A garantia de dois dias de descanso remunerado passa a valer na primeira etapa da transição. Um dos dias deverá ser, preferencialmente, o domingo.

A regra encerra, na prática, o modelo de seis dias consecutivos de trabalho para um de descanso como jornada regular. No entanto, a preferência pelo domingo não garante que as duas folgas sejam fixas aos sábados e domingos. A organização dos dias de descanso poderá variar conforme a atividade e as negociações aplicáveis.

Os trabalhadores que já cumprem jornadas de até 40 horas semanais também terão direito aos dois dias de descanso remunerado.

Qual será o papel dos acordos coletivos

Acordos e convenções coletivas terão papel importante na adaptação das empresas às novas regras. Dois meses após a publicação da emenda, perderão a validade as cláusulas sobre jornada e repouso semanal que forem incompatíveis com os novos limites.

Durante o ano de transição entre as jornadas de 42 e 40 horas, negociações coletivas poderão prever jornadas diárias superiores a oito horas, desde que sejam respeitadas as duas folgas semanais e as demais condições previstas na Constituição.

A proposta também permite regras específicas de compensação para atividades que funcionam continuamente, como determinados serviços essenciais. Nesses casos, acordos coletivos poderão estabelecer formas de organização dos descansos, inclusive com folgas acumuladas e concedidas posteriormente, conforme as condições previstas no texto.

A regra estabelece, porém, que o trabalhador não poderá passar mais de uma semana sem pelo menos um dia de descanso.

Quem será alcançado pela mudança

A mudança é direcionada aos trabalhadores com vínculo formal de emprego. Trabalhadores informais, autônomos e pessoas contratadas como pessoa jurídica não serão alcançados diretamente pela nova regra.

O texto prevê condições específicas para profissionais de alta renda. As regras de duração e controle da jornada não se aplicam a trabalhadores com diploma de nível superior que recebam mais de 2,5 vezes o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), atualmente informado em R$ 21.188,87. A exceção depende de decisão do empregador ou de previsão em acordo ou convenção coletiva.

Mesmo nesses casos, permanece a obrigação de garantir duas folgas semanais. A exceção também não se aplica a empregados públicos.

Para trabalhadores terceirizados que prestam serviços ao poder público, a adequação deverá ocorrer por meio de aditivo contratual, a ser assinado em até um ano. Caso o documento não seja formalizado dentro desse prazo, a nova jornada será aplicada mesmo assim.

Como ficam as pequenas empresas

A PEC não estabelece regras específicas imediatas para microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte. O texto prevê a possibilidade de uma lei complementar criar medidas de compensação para esses negócios, condicionadas à manutenção do nível de emprego.

Essa regulamentação ainda precisará ser aprovada pelo Congresso Nacional. Representantes do setor empresarial defendem a discussão de medidas para reduzir os custos de adaptação à nova jornada.

Qual será o impacto econômico do fim da escala 6×1

As estimativas sobre os efeitos da mudança variam entre entidades empresariais e instituições de pesquisa.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a redução da jornada poderá elevar os custos anuais com trabalhadores formais entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões, além de provocar uma queda de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB). A variação depende de como as empresas vão compensar as horas reduzidas, seja com novas contratações, seja com o pagamento de horas extras.

A Confederação Nacional do Comércio (CNC) projeta que o impacto poderá provocar repasses de até 13% aos preços.

Já o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) calcula que o aumento dos custos com trabalhadores não ultrapassaria 10% nem nos setores mais afetados. No custo total das empresas, o impacto estimado varia de 1%, no comércio e na indústria, a 6,6%, em vigilância e segurança.

O pesquisador Daniel Duque, do FGV Ibre, projeta a perda de aproximadamente 638 mil empregos formais.

As estimativas são projeções de diferentes instituições e pesquisadores, com metodologias e premissas próprias, e não representam resultados já observados.

Como outros países reduziram a jornada de trabalho

A redução da jornada de trabalho no Brasil segue uma tendência observada em outros países, mas prevê um período de transição mais curto. No Chile, uma lei aprovada em 2023 estabeleceu a redução gradual da carga horária semanal de 45 para 40 horas, ao longo de cinco anos, sem redução salarial. Na Colômbia, a jornada passou de 48 para 42 horas semanais, em um processo iniciado em 2021 e concluído em 2026.

No México, a redução de 48 para 40 horas semanais foi aprovada com implementação gradual entre janeiro de 2027 e 2030. A legislação mexicana, porém, mantém a garantia mínima de apenas um dia de descanso por semana. Na Europa, Portugal reduziu a jornada de 44 para 40 horas semanais em 1996, enquanto a França adota o limite de 35 horas semanais desde o início dos anos 2000.

Com informações do O Globo

Entidades alertam para alta de preços com fim da escala 6×1

Postado em 15 de outubro de 2026

Entidades representativas da indústria, dos bares e restaurantes e da construção civil alertam para possíveis aumentos de custos e preços com o fim da escala de trabalho 6×1. As manifestações ocorrem após a aprovação, pelo Senado, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem corte salarial.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a mudança poderá elevar os custos de produção em R$ 267,2 bilhões e provocar um aumento médio de 6,2% nos preços ao consumidor. A entidade também projeta uma redução de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB), equivalente a R$ 76,9 bilhões.

Segundo o levantamento da CNI, os produtos industrializados poderão ficar, em média, 6% mais caros. Para roupas e calçados, a estimativa de alta chega a 6,6%. Já os preços de produtos de supermercado podem subir 5,7%.

O presidente da confederação, Ricardo Alban, criticou a aprovação da proposta sem uma discussão mais aprofundada sobre os efeitos econômicos e defendeu que o Congresso Nacional avalie os impactos da medida sobre a inflação e a competitividade do país.

Indústria alerta para riscos ao emprego e à competitividade

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) também demonstrou preocupação com os possíveis efeitos da redução da jornada sobre o emprego formal e a competitividade das empresas.

Para a entidade, a diminuição das horas trabalhadas sem um aumento proporcional da produtividade pode elevar os preços de produtos e serviços. A federação defende que as regras considerem as particularidades de cada setor e preservem a negociação coletiva entre empregadores e trabalhadores.

“A aprovação de um modelo rígido de organização da jornada desconsidera as diferenças entre setores, empresas e atividades econômicas. Indústria, comércio, serviços, saúde e outras atividades intensivas em mão de obra possuem necessidades distintas de organização do trabalho, que não podem ser tratadas por uma única solução”, afirmou a entidade em comunicado.

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) também prevê impactos sobre setores essenciais, como saúde, educação, transporte, supermercados e indústria química. A entidade aponta ainda o risco de aumento da informalidade.

Bares e restaurantes podem precisar contratar mais

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) prevê dificuldades para manter a oferta de serviços com a redução da jornada semanal. Segundo a entidade, a mudança poderá exigir a ampliação das equipes para compensar a diminuição das horas trabalhadas.

A associação estima que cerca de 15 milhões de trabalhadores cumprem atualmente a escala 6×1. Para manter o nível atual de atendimento após a mudança, seriam necessários mais 3 milhões de profissionais, conforme a projeção da entidade.

Construção civil prevê impacto sobre obras e moradia

Na construção civil, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) alerta que a redução da jornada poderá atrasar obras e comprometer investimentos em infraestrutura e habitação.

A Associação Brasileira das Incorporadoras (Abrainc) estima que a redução da jornada para 40 horas semanais poderá elevar em 5,5% os preços dos imóveis.

O percentual é resultado de um estudo realizado pela entidade em parceria com a consultoria econômica Ecconit. A pesquisa também aponta que até 2,5 milhões de famílias poderiam perder acesso ao financiamento habitacional nesse cenário.

As projeções refletem estimativas das entidades sobre os possíveis efeitos da mudança e não representam aumentos já registrados no mercado.

Entenda a proposta de fim da escala 6×1

O Senado aprovou a PEC nesta quarta-feira (14), por 75 votos a 1, em dois turnos. O texto prevê o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso e a redução gradual da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial.

A implementação será dividida em duas etapas. Dois meses após a publicação da emenda, o limite semanal cairá para 42 horas e os trabalhadores passarão a ter direito a dois dias de descanso remunerado por semana. Depois de mais 12 meses, a jornada máxima chegará a 40 horas.

A proposta seguirá para promulgação pelo Congresso Nacional. A mudança também prevê regras específicas para determinadas atividades e permite negociações coletivas dentro dos limites estabelecidos pelo texto.

98 fm

Senado aprova fim da escala 6×1 em dois turnos; jornada será reduzida para 40 horas semanais

Postado em 14 de outubro de 2026

O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece o fim da escala de trabalho 6×1, modelo em que o trabalhador cumpre seis dias de expediente para ter um de descanso. A medida prevê a adoção da jornada de cinco dias de trabalho e dois de folga, sem redução de salários.

No primeiro turno, a proposta recebeu 75 votos favoráveis e apenas um contrário. Como o texto não sofreu alterações em relação à versão aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC segue para promulgação, prevista para a próxima semana.

A mudança será implementada gradualmente. O limite da jornada semanal, atualmente de 44 horas, passará para 42 horas após 60 dias da promulgação. Um ano depois, será reduzido para 40 horas, mantendo o limite de oito horas diárias.

A aprovação ocorre a 11 dias do segundo turno das eleições presidenciais, disputado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL). A redução da jornada de trabalho se tornou uma das principais pautas da campanha de Lula e também recebeu o apoio declarado de Flávio.

Senado acelera votação após articulação do governo

Para permitir a votação dos dois turnos no mesmo dia, o Senado aprovou um requerimento de calendário especial apresentado pela liderança do governo. O documento reuniu assinaturas de líderes partidários que representam 56 senadores, superando o mínimo de 54 necessário para dispensar o intervalo regimental entre as votações.

O procedimento regular prevê cinco dias úteis e três sessões de discussão entre os dois turnos de uma PEC. A aprovação do requerimento permitiu concluir a análise nesta quarta-feira.

Relator da proposta, o senador Omar Aziz (PSD-AM) manteve integralmente o texto aprovado pela Câmara, rejeitando as emendas apresentadas durante a tramitação no Senado.

Na abertura da sessão, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), destacou a necessidade de considerar os impactos da mudança sobre trabalhadores, empregadores e diferentes setores econômicos.

“Estamos falando de uma mudança que alcança milhões de pessoas e diferentes realidades do nosso país. Precisamos ouvir quem trabalha e quem emprega, considerar os pequenos negócios e os diversos setores da economia“, afirmou.

O que muda para os trabalhadores

Com a aprovação da PEC, a Constituição passará a estabelecer novas regras para a duração do trabalho e o descanso semanal.

  • Fim da escala 6×1: o modelo padrão passa a ser de cinco dias de trabalho e dois de descanso.
  • Redução da jornada: o limite semanal cairá inicialmente de 44 para 42 horas e, posteriormente, para 40 horas.
  • Salários preservados: a redução da carga horária não poderá resultar em diminuição da remuneração dos trabalhadores.
  • Duas folgas semanais: o repouso remunerado será de dois dias por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos.
  • Escalas especiais: atividades específicas poderão ter regras diferenciadas, previstas em legislação e acordos coletivos.

A proposta também prevê a possibilidade de compensação de jornadas em determinadas categorias, desde que sejam respeitados os limites constitucionais e garantida a média de dois dias de descanso por semana ao longo do mês.

Entre as atividades que poderão contar com regulamentação específica estão serviços de saúde, segurança, transporte, limpeza urbana e trabalho em plataformas de petróleo.

Governo prepara regulamentação das novas regras

Apesar da aprovação no Congresso, a aplicação de parte das novas regras ainda dependerá de regulamentação.

O governo federal prepara um decreto para esclarecer aspectos da mudança, incluindo o cálculo da remuneração por hora dos trabalhadores intermitentes.

Com o salário mínimo de R$ 1.621, o valor mínimo da hora trabalhada passará de R$ 7,37 para R$ 8,11, considerando a redução do divisor mensal de 220 para 200 horas. O novo cálculo também terá reflexos sobre a remuneração das horas extras.

Além disso, deverão ser discutidas regras de transição para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, com o objetivo de reduzir os impactos da adaptação às novas jornadas.

A PEC também permite que legislação específica estabeleça condições diferenciadas para determinadas atividades profissionais. Servidores públicos das três esferas de governo ficam fora das novas regras de jornada previstas na proposta.

A promulgação da emenda constitucional está prevista para a próxima semana, quando o Congresso deverá formalizar a mudança na legislação trabalhista brasileira.

98FM

Assembleia Legislativa aprova requerimento do deputado Francisco para sessão solene em homenagem aos 100 anos de Parelhas

Postado em 14 de outubro de 2026

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou, nesta quarta-feira (14), um requerimento de autoria do deputado Francisco (PT) solicitando a realização de uma sessão solene em homenagem aos 100 anos de emancipação política do município de Parelhas, na região do Seridó potiguar. A data da solenidade ainda será definida.

A iniciativa tem como objetivo celebrar a história, a cultura e a trajetória de desenvolvimento do município, que completa seu centenário de emancipação política no próximo dia 8 de novembro.

Natural de Parelhas, onde também exerceu dois mandatos como prefeito e dois como vereador, o deputado Francisco destacou a importância de reconhecer a contribuição do município para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte.

“Parelhas faz parte da minha história e da minha vida. É uma terra de gente trabalhadora, que construiu, ao longo desses 100 anos, uma trajetória de muitas conquistas. Essa sessão solene será uma oportunidade de homenagear o nosso povo e todos aqueles que contribuíram para o desenvolvimento da nossa cidade”, destacou o parlamentar.

História centenária

A história de Parelhas remonta ao século XIX, tendo como um de seus principais marcos a construção da Capela de São Sebastião, em 1856. Inicialmente pertencente a Jardim do Seridó, a localidade foi elevada à categoria de vila em 1920.

A emancipação política aconteceu em 8 de novembro de 1926, por meio da Lei Estadual nº 630, e a instalação oficial do município ocorreu em 1º de janeiro de 1927.

Na justificativa do requerimento, o deputado Francisco ressalta que a homenagem representa o reconhecimento à trajetória da população parelhense e à contribuição do município para o desenvolvimento social, econômico e cultural do Rio Grande do Norte.

A sessão solene deverá reunir representantes de instituições, autoridades e cidadãos que fazem parte da história de Parelhas, em uma celebração dedicada ao centenário do município.

Diácono Adaildo Santos realiza show de lançamento do projeto “Entre Fé e Canção” em Currais Novos

Postado em 14 de outubro de 2026

O diácono Adaildo Santos realiza neste sábado, 17 de outubro de 2026, o show de lançamento do projeto “Entre Fé e Canção”, em Currais Novos, no Seridó potiguar. A apresentação está marcada para as 20h, no Largo Mariano Guimarães, ao lado da Prefeitura Municipal.

O projeto traz uma proposta de evangelização por meio da música, reunindo fé, espiritualidade e canções que aproximam o público de Deus. Nesta apresentação especial, o diácono Adaildo Santos canta músicas do padre Zezinho, um dos nomes mais conhecidos da música católica brasileira.

Com o lema “A música também é oração”, o evento promete ser um momento de louvor, reflexão e encontro com a fé, aberto à participação dos fiéis e de toda a comunidade.

A população de Currais Novos e região está convidada a participar desse momento especial de música e evangelização.

G CHARLES E PROFESSOR JAIRE SÃO AUTORES DO PROJETO QUE CRIOU O PRÊMIO EDUCAÇÃO INSPIRADORA EM CURRAIS NOVOS

Postado em 14 de outubro de 2026

A Câmara Municipal de Currais Novos/RN, por meio da Escola do Legislativo José Bezerra Gomes, realiza nesta quarta-feira (14 de outubro) a cerimônia de entrega do Prêmio Educação Inspiradora, uma iniciativa de reconhecimento aos destaques da educação no município.

O projeto de lei que instituiu a premiação é de autoria dos vereadores G Charles e Professor Jaire, que apresentaram a proposta com o objetivo de valorizar os profissionais e demais protagonistas que contribuem para o fortalecimento da educação em Currais Novos.

A cerimônia representa um momento de reconhecimento ao trabalho, à dedicação e às iniciativas que fazem a diferença na comunidade escolar, destacando a importância da educação para o desenvolvimento do município.

Com a iniciativa, a Câmara Municipal reforça o papel da valorização dos profissionais da educação e do reconhecimento de experiências inspiradoras que contribuem para a formação de cidadãos e para a melhoria do ensino.

NOVIDADE EM CURRAIS NOVOS! BELLE GELATO ITALIANO AGORA CONTA COM SELF-SERVICE DE SORVETES E AÇAÍ ARTESANAIS

Postado em 14 de outubro de 2026

A Belle Gelato Italiano, que já conquistou o paladar dos currais-novenses com seus gelatos e cookies artesanais, está com novidades deliciosas!

Agora, além dos tradicionais gelatos, a Belle também oferece self-service de sorvetes e açaí artesanais, com diversos sabores autorais, mesclados, recheios e coberturas para você montar sua sobremesa do seu jeito! 😍

E o melhor: o self-service custa apenas R$ 5,49 a cada 100g! 🍨

O açaí também é produzido artesanalmente pela Belle, oferecendo cremosidade e um sabor mais intenso da fruta!

Outra novidade é a casquinha artesanal, uma opção deliciosa para aproveitar os sabores da Belle!

💚 E para quem já é apaixonado pelos gelatos da Belle, pode ficar tranquilo! Os gelatos que já são um sucesso continuam sendo produzidos e vendidos da mesma forma, com a qualidade, os ingredientes selecionados e a cremosidade que conquistaram tantos clientes. As novidades chegaram para ampliar o cardápio, sem substituir os produtos que vocês já amam!

E não podemos esquecer dos famosos cookies artesanais, assados na hora, que chegam quentinhos e irresistíveis para os clientes! 🍪

📍 ONDE ENCONTRAR A BELLE?

A Belle Gelato Italiano está localizada na Rua VPA, nº 36, na rua lateral das Lojas Americanas, em Currais Novos/RN.

🕙 FUNCIONAMENTO: TODOS OS DIAS, DAS 10H ÀS 23H!

Isso mesmo! De segunda a segunda, a Belle está de portas abertas para receber você e sua família!

🍦💚 Belle Gelato Italiano — a qualidade que você já conhece, agora com ainda mais opções para adoçar seus dias!

MapBiomas: Amazônia tem menor desmatamento da série histórica em 2025

Postado em 14 de outubro de 2026

A Amazônia registrou 693 mil hectares de desmatamento em 2025, o menor índice da série histórica do MapBiomas. Desse total, 92% da área desmatada correspondem à vegetação primária, ou seja, que se desenvolveu naturalmente ao longo de muitos anos e que ainda mantém suas características originais.

Apesar da redução recente, a expansão da agropecuária e a pressão da malha viária continuam entre os principais alertas apontados pela Coleção 11 do levantamento, que analisa as transformações no uso da terra entre 1985 e 2025.

Os dados mostram que a proximidade de estradas está associada a diferenças na ocupação do território.

Em áreas localizadas a até cinco quilômetros de vias, a agropecuária ocupa 40,2% da área, enquanto a vegetação nativa representa 56,7%. No raio de 20 quilômetros, a vegetação nativa corresponde a 69,3% e a agropecuária, a 26,7%.

Estradas pressionam áreas protegidas

No entorno da BR-364, a agropecuária representa 43,5% do território em um raio de 20 quilômetros. Na BR-163, o índice é de 39%. Já na BR-319, a vegetação nativa ainda cobre 86% da área no mesmo perímetro.

Ao todo, a Amazônia soma 618 mil quilômetros de estradas, dos quais 41,5 mil quilômetros atravessam áreas protegidas.

O avanço da agropecuária também alcança o entorno de Unidades de Conservação, Terras Indígenas e territórios quilombolas. Desde 1985, a atividade cresceu 561% nessas áreas de amortecimento e ocupa atualmente 31% delas.

Dentro dos territórios protegidos, porém, a vegetação nativa representa 98% da cobertura. Nas Terras Indígenas, o índice chega a 98,9%.

Pastagem ocupa 50,8 milhões de hectares

Em 41 anos, a Amazônia perdeu 54,7 milhões de hectares de vegetação nativa, enquanto a área destinada à agropecuária cresceu 440%.

A pastagem foi o principal uso identificado após a conversão inicial da vegetação e esteve presente em 77% dos casos de conversão, com sua área ampliada em 556%. Em 2025, ocupava 50,8 milhões de hectares, o equivalente a 12% de todo o bioma.

Além disso, a área agrícola passou de 161 mil hectares, em 1985, para 8,6 milhões de hectares, em 2025. No mesmo intervalo, o cultivo de soja cresceu de 1,4 mil hectares para 7 milhões de hectares.

A mineração também se expandiu com aumento de quase 14 vezes, de 32 mil hectares para 440 mil hectares. Desse total, 47% foram abertos nos últimos dez anos.

Áreas úmidas perderam 2,7 milhões de hectares

As áreas úmidas da Amazônia, que incluem rios, lagos e florestas alagáveis, encolheram 4,4% entre 1985 e 2025, uma redução de 2,7 milhões de hectares. Segundo o levantamento, 60% das áreas convertidas passaram a ser utilizadas como pastagem.

Os dez anos com as menores extensões de áreas úmidas da série histórica ocorreram na última década.

Amacro concentra 13% da perda de vegetação

A região da Amacro, formada por municípios do Amazonas, Acre e Rondônia, perdeu 7 milhões de hectares de vegetação nativa desde 1985, uma redução de 16%. O território concentrou 13% de toda a perda registrada no bioma no período. Na região, a área de pastagem aumentou 15 vezes.

O levantamento também aponta diferenças na proporção de vegetação nativa remanescente entre os estados que compõem a Amazônia.

Amapá (95,5%), Amazonas (94,6%) e Roraima (92,3%) têm as maiores proporções de vegetação nativa. No outro extremo estão Tocantins (24,6%), Maranhão (49,8%), Rondônia (59,1%) e Mato Grosso (61,7%). O Acre registra 84,2% de vegetação nativa remanescente.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo cnn