O ex-prefeito de Currais Novos, Zé Lins, anunciou apoio à pré-candidatura da vereadora Nina Souza à Câmara Federal. A declaração foi feita durante um encontro em que destacou a confiança no trabalho e no compromisso da parlamentar com o desenvolvimento do Rio Grande do Norte.
Ao oficializar o apoio, Zé Lins afirmou acreditar na capacidade de Nina para defender os interesses do Seridó, de Currais Novos e de todo o estado em Brasília.
Nina Souza agradeceu a manifestação de apoio e ressaltou a importância da união de lideranças políticas neste momento de pré-campanha. Segundo ela, o respaldo de Zé Lins fortalece o projeto e amplia o compromisso de trabalhar em favor da população potiguar.
A pré-candidata também reafirmou que está preparada para representar o Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados, destacando o desejo de lutar por investimentos e melhorias para Currais Novos, o Seridó e todo o estado.
O documentário “Titina: Alma Livre” será lançado nesta sexta-feira (7), em Acari, cidade onde a atriz potiguar Titina Medeiros foi criada e construiu parte de suas referências culturais. A exibição ocorre às 21h, após a novena da Festa de Nossa Senhora da Guia, em frente à Casa de Cultura Popular Palácio Titina Medeiros, com acesso gratuito.
Com 25 minutos de duração, o filme produzido pelo Sesc RN reúne entrevistas inéditas do acervo de Carito Cavalcanti, além de depoimentos de familiares, amigos e artistas que conviveram com Titina. A produção também apresenta imagens de arquivo, bastidores e registros de trabalhos da atriz no teatro e no audiovisual.
A obra, dirigida por Carito Cavalcanti e Fernando Suassuna, traça um retrato da trajetória artística e pessoal de Titina Medeiros, destacando sua relação com a cultura potiguar, suas origens e os princípios que marcaram sua atuação nos palcos e nas telas.
O documentário estreou em Natal em março de 2026, durante programação do Sesc RN em homenagem ao Dia Mundial do Teatro. Com trabalhos no teatro, cinema e televisão, Titina Medeiros ajudou a levar a produção cultural do Rio Grande do Norte para outros estados do país.
O Rio Grande do Norte alcançou em 2025 os melhores resultados de sua série histórica no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), com crescimento nos anos iniciais e finais do ensino fundamental e também no ensino médio. Os números confirmam uma evolução da educação potiguar, mas revelam que o Estado ainda permanece abaixo da média brasileira em todas as etapas e que, sobretudo no ensino médio estadual, a aprendizagem avançou em ritmo bem menor que o índice geral.
Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira 5 pelo Ministério da Educação, por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Considerando conjuntamente as redes pública e privada, o Ideb do Rio Grande do Norte passou de 5,3, em 2023, para 5,7, em 2025, nos anos iniciais do ensino fundamental, que abrangem do 1º ao 5º ano. Nos anos finais, do 6º ao 9º ano, o indicador subiu de 4,1 para 4,6. No ensino médio, avançou de 3,7 para 4,2.
São os maiores resultados obtidos pelo Estado desde o início da série histórica. Apesar dos recordes, o RN ainda não conseguiu alcançar as médias nacionais. O Brasil registrou Ideb de 6,3 nos anos iniciais, 5,3 nos anos finais e 4,5 no ensino médio.
A distância em relação ao desempenho brasileiro é, portanto, de 0,6 ponto nos primeiros anos do ensino fundamental, 0,7 ponto nos anos finais e 0,3 ponto no ensino médio. O resultado mostra que houve avanço, mas não o suficiente para retirar o Estado do grupo com os indicadores mais baixos do País, principalmente no ensino fundamental.
Rede estadual deixa a lanterna A principal melhora ocorreu no ensino médio da rede estadual. Considerando o ensino regular e a educação profissional integrada, o Ideb potiguar passou de 3,2, em 2023, para 4,0 em 2025.
O aumento de 0,8 ponto representa uma alta proporcional de 25%, a maior registrada entre os estados brasileiros. Com o novo índice, o Rio Grande do Norte subiu seis posições no ranking nacional e deixou a última colocação que havia ocupado nos dois levantamentos anteriores.
A nota 4,0 colocou a rede estadual potiguar no mesmo patamar de Acre e Rondônia e acima de Bahia, Maranhão, Amapá, Amazonas, Rio de Janeiro, Roraima e Distrito Federal. Apesar da evolução, o resultado ainda ficou abaixo da média das redes estaduais brasileiras, de 4,3.
Há uma diferença entre os recortes do ensino médio. Quando são consideradas todas as modalidades oferecidas pela rede estadual, incluindo a educação profissional integrada, o índice é 4,0. Quando a análise considera apenas o ensino médio regular, a nota potiguar é 3,9.
O resultado de 2025 é o maior da série histórica do ensino médio estadual no RN. Em 2005, o índice era de 2,6. Depois, passou por pequenas oscilações até chegar a 3,2 em 2019, recuar para 2,8 em 2021, durante os efeitos da pandemia, e retornar a 3,2 em 2023.
Aprovação cresceu mais que aprendizagem O Ideb é calculado a partir de dois componentes. O primeiro é o desempenho dos estudantes nas provas de língua portuguesa e matemática do Sistema de Avaliação da Educação Básica, o Saeb. O segundo é o fluxo escolar, medido principalmente pelas taxas de aprovação.
Assim, o índice pode crescer tanto porque os estudantes obtiveram notas melhores nas avaliações quanto porque uma parcela maior deles foi aprovada e avançou de série.
No ensino médio estadual do Rio Grande do Norte, a taxa de aprovação saltou de aproximadamente 77% para 93%, um dos maiores crescimentos observados no País. No mesmo período, porém, a evolução das notas de aprendizagem foi modesta.
Em matemática, a média da rede estadual passou de 253,69 para 254,60 pontos. Em língua portuguesa, subiu de 257,71 para 260,73. Os dados mostram que parte significativa da elevação do Ideb foi provocada pela melhora do fluxo escolar, e não por um avanço proporcional no domínio dos conteúdos.
O aumento da aprovação não é, por si só, negativo. A repetência excessiva pode ampliar a distorção entre idade e série, desestimular os estudantes e contribuir para o abandono da escola. O desafio é garantir que a redução das reprovações seja acompanhada da recuperação dos conteúdos que não foram assimilados.
Governo nega influência da progressão parcial O crescimento da aprovação colocou em debate a política de progressão parcial adotada na rede estadual. A modalidade permite que estudantes avancem de série mesmo mantendo pendências em até seis componentes curriculares. As disciplinas nas quais houve reprovação devem ser cursadas posteriormente, paralelamente às atividades regulares do ano seguinte.
A Secretaria Estadual da Educação nega que a ampliação da progressão parcial tenha provocado artificialmente a alta do Ideb. Segundo a secretária Socorro Batista, 377 estudantes ficaram com pendência em seis disciplinas durante 2025 e 520 acumularam reprovação em cinco componentes.
De acordo com a pasta, esses estudantes representaram um impacto estimado em apenas 0,35% sobre o universo dos que concluíram o ensino médio. A Secretaria afirma ainda que a progressão parcial existe na rede desde 2016 como instrumento para reduzir a evasão e o abandono escolar.
O Governo do Estado atribui a evolução do Ideb a ações de recomposição da aprendizagem, acompanhamento das escolas, ampliação do ensino em tempo integral e da educação profissional, investimentos em tecnologia e intervenções na infraestrutura das unidades de ensino.
A rede estadual tem aproximadamente 108 mil estudantes matriculados no ensino médio. Segundo o Governo, mais de 34 mil alunos são atendidos atualmente em 248 escolas de tempo integral. A educação profissional alcança cerca de 25 mil matrículas em 144 unidades.
Desafio é transformar aprovação em conhecimento O resultado do Ideb representa uma melhora concreta para o Rio Grande do Norte. O Estado alcançou os maiores índices de sua história nas diferentes etapas da educação básica e, no ensino médio estadual, deixou a última posição nacional.
O recorde, entretanto, não elimina os problemas históricos. O RN continua abaixo das médias brasileiras e ainda apresenta desempenho baixo nos anos finais do ensino fundamental, etapa considerada um dos principais gargalos da educação potiguar.
No ensino médio, a diferença entre o crescimento da aprovação e a evolução mais discreta das notas do Saeb exige atenção. O próximo desafio será transformar a maior permanência dos jovens na escola e a redução das reprovações em aprendizagem efetiva.
Para consolidar o avanço, o Estado precisará acelerar a recuperação das defasagens em leitura, interpretação, escrita e matemática. Sem essa evolução, o Rio Grande do Norte poderá ter uma rede que aprova mais estudantes, mas que ainda não consegue assegurar plenamente o conhecimento esperado ao final de cada etapa.
NOTA DE ATUALIZAÇÃO
Matéria atualizada nesta quinta-feira 6 para incluir os resultados de todas as etapas da educação básica, comparações com as médias nacionais e dados sobre aprendizagem e fluxo escolar.
Ministros do STF avaliam, reservadamente, não haver chances de Alexandre de Moraes reconsiderar as restrições de visitas impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A avaliação ocorre em meio a recurso apresentado pela defesa do ex-presidente. A apuração é de Teo Cury, da CNN Brasil.
A defesa de Bolsonaro recorreu na semana passada contra trechos da decisão do ministro. A decisão proíbe o ex-presidente de receber visitas com finalidade político-eleitoral e de divulgar manifestos políticos até o fim das eleições deste ano.
O recurso pede que Moraes reconsidere a decisão. Caso isso não ocorra, os advogados solicitam que o agravo regimental seja julgado pela Primeira Turma do STF, colegiado do qual o ministro faz parte.
Moraes concedeu prazo de cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre as restrições de visitas ao ex-presidente. O prazo foi estabelecido na mesma decisão questionada pela defesa.
A defesa afirma que Moraes já havia suspendido o direito de Bolsonaro receber visitas por 30 dias. A medida foi aplicada como sanção disciplinar após a divulgação de carta em que o ex-presidente apoiou a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.
Além dessa penalidade, o ministro estabeleceu duas restrições válidas até o fim das eleições de 2026. Ficam proibidas visitas com finalidade político-eleitoral e a divulgação de manifestos políticos por qualquer meio, inclusive por terceiros.
Os advogados sustentam que a decisão amplia indevidamente o alcance do artigo 15 da Constituição, que trata da suspensão de direitos políticos de condenados. Segundo a defesa, o dispositivo se aplica apenas à capacidade eleitoral e não pode fundamentar restrições à liberdade de expressão.
A defesa alega ainda que a proibição de divulgação de manifestos “por qualquer meio” configura censura prévia. Os advogados também argumentam que a expressão “finalidade político-eleitoral” não apresenta critérios objetivos que permitam a Bolsonaro identificar previamente quais visitas seriam consideradas irregulares.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) definiu um novo fluxo para atendimento de pacientes que necessitam de urgência ortopédica na rede estadual de saúde do Rio Grande do Norte. A portaria foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (6).
Pela nova regra, o atendimento entre as unidades hospitalares estaduais de referência em ortopedia será regulado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e pela Central de Acesso às Portas Hospitalares (CAPH). A demanda espontânea de baixa e média complexidade deverá ser acolhida inicialmente no pronto atendimento municipal e regulada para a unidade especializada de referência regional, conforme critérios clínicos.
Na Macrorregião I, que inclui a Região Metropolitana, o Pronto-Socorro Clóvis Sarinho, do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, continuará como referência estadual para pacientes com trauma ortopédico de alta complexidade, incluindo casos de politraumatismo, necessidade de intervenção cirúrgica imediata ou suporte especializado.
Já o pronto-socorro ortopédico do Hospital Municipal de Natal será a porta de entrada para traumato-ortopedia adulta e infantil de pacientes de Natal com casos de baixa e média complexidade, como traumas fechados de extremidades, traumas em clavícula e luxações de baixa energia.
A portaria também define hospitais de referência no interior. O Hospital Regional Alfredo Mesquita, em Macaíba, será referência para pacientes de municípios das 1ª, 3ª, 5ª e 7ª regiões de saúde, com exceções previstas no documento. Em Caicó, o Hospital Estadual Telecila Freitas Fontes será porta regional para casos de traumato-ortopedia adulta e infantil da 4ª Região de Saúde.
Na Macrorregião II, o Hospital Regional Tarcísio de Vasconcelos Maia, em Mossoró, será referência estadual para trauma ortopédico de alta complexidade. O Hospital Regional Cleodon Carlos de Andrade, em Pau dos Ferros, atenderá pacientes da 6ª Região de Saúde, enquanto o Hospital Regional Nelson Inácio dos Santos, em Assú, será referência para a 8ª Região e para municípios específicos de outras regiões.
O documento também estabelece fluxos para casos de trauma de face, procedimentos cirúrgicos em segundo tempo, pacientes com fratura patológica, osteomielite crônica e complicações pós-cirúrgicas. Usuários que precisarem de cirurgia, mas não demandarem permanência hospitalar, deverão ser encaminhados aos sistemas de regulação para o Núcleo Estadual de Ortopedia (NEO), podendo aguardar em domicílio quando estiverem clinicamente estáveis.
A portaria prevê ainda que as unidades de referência não poderão negar atendimento aos casos classificados como “vaga zero”, recurso excepcional usado para garantir acesso imediato a pacientes com risco de morte ou sofrimento intenso. A regulação entre os serviços deverá ser feita pela CAPH, por meio do telefone (84) 3271-8309.
O encaminhamento indevido de pacientes sem prévia regulação, bem como a negativa injustificada de recebimento de paciente que se enquadre no perfil assistencial da unidade, poderá sujeitar os responsáveis a sanções administrativas e encaminhamento aos órgãos de classe.
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira (6) o julgamento que vai definir se a exploração de bingos, jogo do bicho e máquinas caça-níqueis continuará sendo considerada contravenção penal.
A análise foi interrompida após o início do voto do relator, ministro Luiz Fux. Os ministros julgam um recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul contra decisões da Justiça estadual que deixaram de aplicar a Lei de Contravenções Penais em casos envolvendo essas modalidades.
O STF vai decidir se o artigo 50 da Lei de Contravenções Penais, de 1941, permanece compatível com a Constituição. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a manutenção da punição para a exploração dessas atividades e da aplicação de multa aos apostadores.
Com a aproximação do fim do prazo das convenções partidárias, os partidos começaram a definir os nomes que vão disputar a Vice-Presidência da República nas eleições de 2026. Os escolhidos terão papel importante na composição das chapas, que passam agora pela fase de registro de candidaturas e preparação para a campanha.
Mais do que substituir o presidente em casos de viagem, licença, renúncia ou impedimento, o vice-presidente participa de articulações políticas, representa o governo em agendas oficiais e pode assumir a chefia do Executivo de forma temporária ou definitiva, conforme prevê a Constituição.
Confira quem são os vices já anunciados:
Geraldo Alckmin (PSB) — vice de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) O atual vice-presidente da República vai repetir a parceria com Lula na disputa de 2026. A chapa entre PT e PSB mantém a aliança formada na eleição presidencial de 2022.
Alfredo Gaspar (União Brasil) — vice de Flávio Bolsonaro (PL) O promotor de Justiça e deputado federal por Alagoas foi anunciado como candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro. A escolha reforça a aproximação entre o PL e setores ligados à segurança pública e ao campo conservador.
Gilberto Kassab (PSD) — vice de Ronaldo Caiado (PSD) Presidente nacional do PSD, Kassab será o companheiro de chapa do governador de Goiás. A composição mantém uma chapa formada exclusivamente por integrantes da legenda.
Aroldo Medina — vice de Renan Santos (Missão) Militar da reserva, Medina foi escolhido para integrar a chapa do ativista político e líder do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos.
Eduardo Girão (Novo) — vice de Romeu Zema (Novo) O senador pelo Ceará foi indicado para compor a chapa do ex-governador de Minas Gerais. A escolha reforça a presença do partido na disputa nacional.
Tenente Dalma — vice de Leonardo Avalanche (PRTB) Policial militar veterana, Dalma foi escolhida para formar uma chapa própria do PRTB ao Palácio do Planalto.
Cleusa Santos — vice de Edmilson Dias (PCB) A militante integra a chapa do professor e economista Edmilson Dias, candidato pelo Partido Comunista Brasileiro.
Vanessa Portugal — vice de Hertz Dias (PSTU) Professora da rede pública de Belo Horizonte e militante de movimentos sociais, Vanessa compõe a chapa do professor maranhense Hertz Dias.
Raquel Brício — vice de Samara Martins (UP) Guarda-portuária, Raquel foi escolhida para integrar a chapa da dentista Samara Martins, formando uma composição totalmente feminina pela Unidade Popular.
Vices ainda não definidos Algumas candidaturas ainda não anunciaram oficialmente seus companheiros de chapa. Entre elas estão Augusto Cury (Avante) e Wilson Grassi (Democrata).
Prazo para registro continua aberto
Apesar da conclusão das convenções partidárias, a oficialização das candidaturas ainda depende do registro junto à Justiça Eleitoral. Os partidos têm até as 19h do dia 15 de agosto para apresentar a documentação necessária.
O procedimento é realizado de forma eletrônica. As candidaturas à Presidência da República são registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enquanto as candidaturas aos demais cargos são encaminhadas aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).
Após o recebimento dos pedidos, a Justiça Eleitoral verifica se cada candidato atende aos requisitos estabelecidos pela legislação. Entre os critérios analisados estão a idade mínima exigida para o cargo, a nacionalidade, a filiação partidária, os direitos políticos e demais condições de elegibilidade.
Somente após essa análise as candidaturas poderão ser confirmadas definitivamente, permitindo que as chapas participem oficialmente da campanha eleitoral.
O Fundo em Capitalização do Regime Próprio de Previdência dos Servidores (RPPS) do Rio Grande do Norte encerrou o primeiro semestre de 2026 com déficit previdenciário de R$ 1,022 bilhão. Os dados constam no Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) do terceiro bimestre, que também aponta a necessidade de aportes do Tesouro Estadual para garantir o pagamento de aposentadorias e pensões. A previsão é que o rombo chegue a R$ 2,437 bilhões até o fim do ano.
Desde 2019, o Fundo em Capitalização do Regime Próprio de Previdência dos Servidores encerra o primeiro semestre com resultado previdenciário negativo. Nos últimos dez anos, o único resultado positivo da série ocorreu em 2018, quando o fundo registrou superávit de R$ 5,359 bilhões.
O demonstrativo também mostra que o Tesouro Estadual precisou reforçar o caixa da Previdência para garantir o pagamento dos benefícios. Entre janeiro e junho deste ano, foram destinados R$ 969,7 milhões em recursos para cobertura do déficit financeiro.
As aposentadorias concentram a maior parte dos gastos do Fundo em Capitalização e vêm crescendo ao longo dos anos. No primeiro semestre, as despesas liquidadas com esse tipo de benefício somaram R$ 2,701 bilhões, acima dos R$ 2,478 bilhões registrados no mesmo período de 2025.
Já os pagamentos de pensões por morte totalizaram R$ 270 milhões entre janeiro e junho deste ano, uma redução em relação aos R$ 290,4 milhões desembolsados no primeiro semestre do ano passado. Pelo lado das receitas, o financiamento do regime depende principalmente das contribuições previdenciárias. As contribuições patronais responderam por R$ 1,335 bilhão da arrecadação do Fundo em Capitalização, enquanto as contribuições dos segurados somaram R$ 626,5 milhões.
Para o professor do Departamento de Economia da UFRN, William Pereira, o déficit previdenciário é resultado de um desequilíbrio entre as receitas do regime e o volume de benefícios pagos a aposentados e pensionistas. Segundo ele, a arrecadação das contribuições e os rendimentos das aplicações financeiras não são suficientes para cobrir as despesas do sistema, o que obriga o Tesouro Estadual a realizar aportes para garantir o pagamento dos benefícios.
“Esse cenário de certa forma é esperado dada a ruptura no que se refere ao volume de pessoas que demandam aposentadoria, que demandam pensão, e o número de servidores na ativa, que contribuem para a previdência do Estado”, destaca.
Para ele, reformas nas regras de contribuição e o fortalecimento da economia estadual são medidas que podem reduzir esse déficit ao longo do tempo. Entre janeiro e junho, o fundo arrecadou R$ 1,994 bilhão, mas liquidou R$ 3,016 bilhões em aposentadorias e pensões, diferença parcialmente coberta por aportes de R$ 969,7 milhões do Tesouro Estadual e de recursos provenientes da Desvinculação de Receitas do Estado (DREM).
Segundo William Pereira, cada aporte realizado pelo Tesouro para cobrir a insuficiência financeira da Previdência reduz a capacidade do Estado de investir em áreas essenciais. “Toda vez que o Tesouro precisa fazer aportes para o sistema de Previdência, você diminui a capacidade do Estado de realizar investimentos”, afirma. Na avaliação do professor, isso compromete recursos para saúde, educação, infraestrutura e saneamento.
Em nota, a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) informou que, mantidas as projeções orçamentárias para 2026, o Tesouro Estadual ainda deverá aportar cerca de R$ 1,467 bilhão até o fim do ano para garantir o equilíbrio financeiro do regime.
A estimativa considera a insuficiência previdenciária prevista no orçamento, de R$ 2,437 bilhões, correspondente à diferença entre a receita previdenciária estimada para o exercício (R$ 3,410 bilhões) e a despesa fixada (R$ 5,848 bilhões).
De acordo com a secretaria, a previsão de déficit para o Fundo de Capitalização permanece em R$ 2,437 bilhões até dezembro. No primeiro semestre, o plano registrou R$ 1,994 bilhão em receitas realizadas, R$ 3,016 bilhões em despesas liquidadas e um déficit previdenciário acumulado de R$ 1,022 bilhão, números que, segundo a pasta, estão em linha com a programação orçamentária do exercício.
A Secretaria de Estado do Planejamento, do Orçamento e Gestão (Seplan) informou que os aportes destinados ao Regime Próprio de Previdência dos Servidores já estão previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. Segundo a pasta, o planejamento orçamentário contempla os recursos necessários para a cobertura da insuficiência financeira do regime ao longo do exercício.
A Tribuna do Norte procurou o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado do Rio Grande do Norte (IPERN), mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.
Estado registra superávit no caixa
Apesar de ter encerrado o primeiro semestre de 2026 com superávit orçamentário de R$ 1,344 bilhão, o Rio Grande do Norte ainda enfrenta restrições fiscais. Dados do Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) do terceiro bimestre mostram que o Estado arrecadou R$ 13,46 bilhões entre janeiro e junho e liquidou R$ 12,11 bilhões em despesas.
De acordo com o economista, o crescimento das receitas ainda não acompanha o ritmo das despesas. “As receitas vêm crescendo, mas ainda não alcançaram um nível satisfatório que possa equilibrar a contento o crescimento das despesas”, diz.
Na avaliação de William Pereira, a melhora desse cenário depende de medidas estruturais e de longo prazo, como o crescimento econômico e os efeitos da reforma tributária sobre a arrecadação. Enquanto isso não ocorre, o Estado deverá continuar enfrentando limitações para ampliar investimentos e manter o equilíbrio das contas públicas. “No curto prazo, o Estado vai ter que se reestruturar minimamente para manter os pagamentos em dia”, explica.
NÚMEROS
Resultado previdenciário do Fundo em Capitalização no 1º semestre
A Rede Tropical de Comunicação divulgou quarta-feira (5) nesta pesquisa de intenção de voto para as eleições 2026. O levantamento foi realizado pela Data Capital Pesquisa. Na disputa para presidente, Luiz Inácio Lula da Silva aparece em primeiro lugar com 37% das perspectivas no cenário espontâneo, aquele em que os eleitores indicam em quem pretendem voltar sem que apresentem opções de voto.
Ele é seguido por Flávio Bolsonaro com 28%. O senador Rogério Marinho aparece com 12% de interesse de voto, enquanto Michelle Bolsonaro tem 8%. Ronaldo Caiado e Romeu Zema aparecem empatados com 3% das intenções de voto. Além disso, brancos e nulos somam 5%. Não soubemos ou não respondemos somam 4%.
Na pesquisa estimulada, quando são apresentadas as opções de candidatos, o presidente Lula aparece com 40%. O candidato Flávio Bolsonaro está com 33%, seguido por Ronaldo Caiada com 6%. Romeu Zema tem 5%, enquanto Augusto Cury aparece com 3%. Renan Santos e Cabo Daciolo estão empatados com 2%. Os votos brancos e nulos somam 5%, além disso não souberam ou não responderam são 4%.
A pesquisa reuniu 2.050 participantes em 70 municípios do Rio Grande do Norte, entre os dias 25 e 28 de julho. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RN-06579/2026. A margem de erro é de 2,2%, com nível de confiança de 95%.
O candidato do PSD à Presidência, Ronaldo Caiado, intensificou nesta terça-feira 4 os ataques aos principais adversários na disputa pelo Palácio do Planalto. Durante sabatina promovida pela empresa de educação executiva G4 em parceria com o portal O Antagonista, ele afirmou que um quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seria um “Dilma 2 piorado” e acusou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de colocar os interesses da família acima dos problemas nacionais.
Ao buscar se diferenciar dos dois adversários, Caiado mencionou as investigações sobre “rachadinha” envolvendo Flávio e o escândalo do mensalão, ocorrido durante o primeiro governo Lula. “Vocês já me viram em rachadinha? Vocês já me viram em mensalão?”, questionou.
O ex-governador de Goiás afirmou que, se eleito, comandará o País com “autoridade moral” e buscará fortalecer novamente o poder da Presidência da República. “Não se governa pelo discurso. Governa-se pelo exemplo de vida”, declarou. “Eu resgatarei o presidencialismo no Brasil”, acrescentou.
Caiado também acusou Flávio Bolsonaro de estar mais preocupado em “salvar os escândalos da família dele do que em salvar o País”. Nas últimas semanas, o candidato do PSD elevou o tom contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) numa tentativa de ampliar seu espaço na corrida presidencial.
Ao tratar da economia, Caiado defendeu uma gestão pautada pela responsabilidade fiscal e pela previsibilidade. Segundo ele, a recuperação da confiança do mercado dependerá da capacidade do próximo presidente de controlar os gastos e administrar os recursos públicos com rigor. “Colocando o Caiado, vocês vão ter previsibilidade”, afirmou.
O candidato prometeu promover um ajuste fiscal “cortando na carne” e apontou medidas adotadas durante sua gestão em Goiás como exemplo da política que pretende aplicar no governo federal.
Também participaram da sabatina, em entrevistas separadas, os candidatos Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Flávio Bolsonaro. Lula, que aparece entre os nomes mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto, foi convidado, mas não compareceu.
A Rede Tropical de Comunicação divulgou quarta-feira (5) nesta pesquisa de intenção de voto para as eleições 2026. O levantamento foi realizado pela Data Capital Pesquisa. Na disputa para o Governo do Rio Grande do Norte, o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, aparece em primeiro lugar com 34% das preocupações de voto no cenário espontâneo, aquele em que os candidatos indicam em quem pretende voltar sem que sejam propostas de voto.
Ele é seguido pelo ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, que tem 17%. Já Cadu de Lula tem 12% dos interesses. O senador Rogério Marinho aparece com 4%, enquanto a governadora Fátima Bezerra foi citada por 2,5%. Outros candidatos somam 2,5%. Não souberam ou não responderam somam 21%. Os votos brancos e nulos somam 7%.
Na pesquisa estimulada, quando são apresentadas as opções de candidatos, Allyson Bezerra liderou com 40% das intenções de voto. Ele foi seguido por Álvaro Dias, com 26%, e por Cadu de Lula, com 20%. Robério Paulino aparece em seguida com 3% das intenções de voto. Já Rodrigo Bolsonaro tem 1%. Não souberam ou não responderam são 6%. Os votos brancos e nulos somam 4%.
A pesquisa também fez uma projeção para uma disputa de segundo turno. No primeiro cenário foi questionado em quem os eleitores votariam caso a disputa fosse entre Allyson Bezerra e Álvaro Dias. Nesse cenário, Allyson tem 52% dos interesses contra 34% de Álvaro. Brancos e nulos somam 7%. Não souberam ou não responderam são 7%.
Em um cenário de confronto entre Allyson Bezerra e Cadu de Lula. O ex-prefeito de Mossoró tem 56% das intenções contra 31% de Cadu. Os brancos e nulos somam 7%, enquanto não souberam ou não responderam são 6%.
No terceiro cenário, com disputa entre Álvaro Dias e Cadu de Lula, o ex-prefeito de Natal soma 47% das intenções enquanto Cadu tem 38%. Os votos brancos e nulos têm 8%, enquanto não apareceram ou não responderam são 7%.
A pesquisa reuniu 2.050 participantes em 70 municípios do Rio Grande do Norte, entre os dias 25 e 28 de julho. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RN-06579/2026. A margem de erro é de 2,2%, com nível de confiança de 95%.
O Republicanos oficializou nesta terça-feira 4 a neutralidade na eleição presidencial. A decisão, tomada durante convenção nacional realizada em Brasília, frustrou a tentativa do candidato do PL, Flávio Bolsonaro, de obter o apoio da legenda, ampliar seu tempo de propaganda na televisão e indicar a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques como candidata a vice.
Segundo o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, a neutralidade recebeu o apoio de 17 diretórios estaduais. Outros nove defenderam uma aliança com Flávio, enquanto apenas um se manifestou favoravelmente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A convenção contou com a presença do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), da deputada Rosangela Gomes (Republicanos-RJ), de integrantes da Executiva Nacional e de outros parlamentares da legenda.
Nos bastidores do partido, dirigentes avaliaram que a candidatura de Flávio ainda não demonstrou viabilidade eleitoral diante das recentes controvérsias, especialmente as relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Também há receio de novas revelações nas próximas semanas e preocupação com a queda do candidato do PL nas pesquisas de intenção de voto.
Apesar da neutralidade partidária, Marcos Pereira afirmou que colaborará pessoalmente com a campanha de Flávio. O dirigente explicou que a posição oficial do Republicanos reflete o resultado da votação realizada entre os diretórios estaduais.
O dirigente partidário disse que até a segunda-feira o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ainda pedia o apoio nacional do partido a Flávio. A decisão permitiria a ampliação do tempo de TV ao pré-candidato do PL.
A cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais impede qualquer alteração nos programas utilizados pelas urnas eletrônicas após sua conclusão, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com o secretário de Tecnologia da Informação da Corte, Júlio Valente, nem mesmo o próprio tribunal pode modificar os sistemas depois dessa etapa.
Qualquer mudança só poderia ocorrer com a realização de uma nova cerimônia pública de assinatura digital e lacração, com a presença das entidades responsáveis pela fiscalização do processo eleitoral.
Realizada entre agosto e setembro, a cerimônia marca o encerramento do desenvolvimento dos sistemas que serão usados nas eleições. Durante o evento, representantes das instituições fiscalizadoras e o presidente do TSE assinam digitalmente os programas, que passam a ser considerados definitivos.
“Depois dessa assinatura, mesmo que a Justiça Eleitoral deseje, mesmo que o TSE queira, não é mais possível mexer nos sistemas”, afirmou Valente.
Segundo o secretário, o procedimento tem como objetivo garantir que os programas instalados nas urnas permaneçam os mesmos até o dia da votação. A segurança do processo também envolve outras etapas de fiscalização, com a participação de partidos políticos e entidades autorizadas.
Na preparação das urnas, por exemplo, os fiscalizadores podem conferir se os programas instalados correspondem aos sistemas previamente lacrados. A verificação também ocorre nas seções eleitorais antes do início da votação, quando a Justiça Eleitoral confirma a autenticidade dos softwares utilizados nos equipamentos.
Além disso, os sistemas responsáveis pela transmissão dos boletins de urna e aqueles instalados no próprio TSE passam por procedimentos de conferência.
Teste de Integridade
Outro mecanismo de auditoria citado pelo secretário é o Teste de Integridade das urnas eletrônicas, realizado desde 2002. O procedimento ocorre na véspera da eleição, quando urnas são sorteadas em evento público e retiradas das seções eleitorais para uma simulação controlada.
No dia da votação, os equipamentos recebem votos previamente definidos, enquanto todo o processo é acompanhado por uma empresa de auditoria. Ao final, os resultados apresentados pelas urnas são comparados com os votos registrados durante o teste.
Segundo Júlio Valente, em mais de 20 anos de realização do procedimento, não houve registro de divergência entre os votos inseridos na simulação e os resultados apresentados pelos equipamentos. Para o secretário, o teste reforça a confiabilidade do sistema eleitoral eletrônico brasileiro.
O deputado estadual e pré-candidato à reeleição Nelter Queiroz (Progressistas) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, nesta quarta-feira (5), para tratar de temas de interesse da população potiguar. Entre os assuntos abordados estiveram o impasse envolvendo o Aeroporto de Caicó, a cobrança da tarifa de água aos moradores da Agrovila Raimundo Nonato, em Jucurutu, e um balanço das atividades realizadas durante o recesso parlamentar.
Ao abordar a situação do Aeroporto de Caicó, Nelter repercutiu a polêmica que tem mobilizado a população do Seridó. O parlamentar lembrou que o equipamento permaneceu fechado desde 2022 e ressaltou o empenho da Associação Comunidade Aeronáutica de Caicó, que trabalhou para viabilizar sua reabertura. Segundo ele, causa estranheza o fato de, logo após o aeroporto voltar a funcionar, o Governo do Estado ter encaminhado um ofício à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), no último dia 31 de julho, solicitando novamente o fechamento da estrutura, atitude que gerou forte repercussão em Caicó e em toda a região.
“É preciso que o Governo do Estado tenha sensibilidade e trabalhe para fortalecer a infraestrutura do Seridó, e não criar obstáculos ao funcionamento de um equipamento tão importante para o desenvolvimento regional”, destacou. Outro tema levado à tribuna foi a situação dos moradores da Agrovila Raimundo Nonato, em Jucurutu, localizada nas proximidades da Barragem de Oiticica. Na ocasião, Nelter cobrou do Governo do Estado a extensão do benefício da isenção da tarifa de água concedido aos moradores da Nova Barra de Santana, comunidade vizinha.
O deputado lembrou que é autor da lei que garantiu aos moradores da Nova Barra de Santana o direito de permanecerem cinco anos sem pagar pela água, em razão do processo de reassentamento provocado pela construção da Barragem de Oiticica. Para Nelter, não há justificativa para que os moradores da Agrovila Raimundo Nonato, que vivem realidade semelhante, continuem pagando uma tarifa considerada elevada enquanto a comunidade vizinha é beneficiada pela isenção.
O parlamentar também registrou que essa reivindicação foi apresentada recentemente pelo vereador Jubira Saldanha durante sessão da Câmara Municipal de Jucurutu, reforçando a necessidade de o Governo do Estado adotar tratamento igualitário às duas comunidades.
Por fim, Nelter Queiroz fez um balanço da intensa agenda cumprida durante o recesso parlamentar, período em que percorreu diversos municípios potiguares mantendo contato direto com lideranças políticas e com a população. O deputado destacou visitas aos municípios de São José do Seridó, Caicó, Jucurutu, Alto do Rodrigues, Santana do Matos e Campo Grande, onde participou de eventos religiosos e culturais, além de reuniões com prefeitos, vereadores e demais lideranças, reafirmando seu compromisso de permanecer presente nos municípios e ouvindo as demandas da população.
“Seguimos trabalhando, dentro e fora da Assembleia Legislativa, sempre ao lado do povo, acompanhando de perto as necessidades de cada região e buscando soluções para melhorar a vida dos potiguares”, concluiu o parlamentar.
Com força, disposição e o pé na estrada, Allyson Bezerra percorreu 15 cidades do Oeste e Alto Oeste em apenas três dias. Entre segunda-feira (3) e esta quarta-feira (5), o candidato ao Governo conversou com moradores e ampliou sua base política com novos apoios de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças da região.
Na segunda-feira (3), Allyson passou por Governador Dix-Sept Rosado, Lucrécia, Riacho da Cruz, Viçosa e Rodolfo Fernandes. Em Governador Dix-Sept Rosado, foi recebido pelo prefeito Dr. Artur Vale, vereadores, ex-prefeitos e lideranças locais. Em Viçosa, a mobilização reuniu o prefeito Ramon Alves, oito vereadores e o empresário e líder político Toinho do Miragem.
Na terça-feira (4), o roteiro passou por Serrinha dos Pintos, João Dias, Alexandria, Paraná e Major Sales. Nesta quarta-feira (5), Allyson visitou José da Penha, Venha-Ver, Coronel João Pessoa, São Miguel e Doutor Severiano.
Em São Miguel, a candidatura ganhou o apoio do prefeito Leandro Rêgo e do vice-prefeito Acácio Filho. A adesão dos dois gestores amplia a força política de Allyson em um dos municípios mais importantes do Alto Oeste e reforça o crescimento do seu grupo no interior.
“Entrego a força, a energia e a disposição da minha juventude para construir um novo Rio Grande do Norte. Sou grato por cada apoio, cada abraço e pela vontade do povo de mudar o nosso estado”, afirmou Allyson.
Ao todo, foram cinco municípios visitados por dia. A sequência de compromissos mostra o vigor de Allyson nas ruas e sua capacidade de reunir apoio popular e político em diferentes cidades do Oeste potiguar.