O Diário Oficial dos Municípios publicou nessa sexta-feira (16), a nomeação de Valdinho Pereira como secretário de Turismo e Cultura de Bodó.
Valdinho que tem um grande legado aos eventos e ações de valorização à cultura de Bodó, onde elevou os eventos e fomentou o turismo do município, ganhando reconhecimento diante da população, que também pediu a volta do mesmo para pasta e o prefeito Horison reconhecendo o convidou para retornar ao cargo.
O mesmo tem uma vasta história de serviço público, pois já ocupou cargos como secretário de turismo por 9 anos, também já comandou a secretaria de transportes, diretoria de chefia de gabinete e sempre se manteve como um dos nomes de confiança do prefeito Horison José.
Desejamos boa sorte ao amigo a Valdinho Pereira e reforçamos que pode contar sempre com este veículo de comunicação para divulgar o município de Bodó.
A Diocese de Caicó anunciou o cancelamento da programação comemorativa pelos 100 anos de vida de Dom Heitor de Araújo Sales, prevista para os dias 16 e 17 de outubro. A decisão foi tomada após uma pequena queda sofrida pelo religioso e seguindo a recomendação médica de repouso.
Em comunicado oficial, a Diocese informou que, neste momento, a prioridade é a recuperação e o bem-estar de Dom Heitor, manifestando estima, carinho e proximidade fraterna ao religioso.
A Diocese também agradeceu a compreensão dos fiéis e convidou toda a comunidade a se unir em oração, pedindo a Deus, pela intercessão de Nossa Senhora do Rosário e de Sant’Ana, uma pronta e tranquila recuperação.
Candidato à reeleição, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de sabatina no Jornal Nacional (TV Globo) nesta quinta-feira (15) e defendeu a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos.
Lula disse ser favorável à discussão sobre o assunto no Congresso Nacional após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.
“Meu pensamento, enquanto cidadão, eu sou a favor de reduzir a maioridade penal para todo e qualquer crime hediondo. Mas a PEC não estava discutindo isso. Eu sou favorável a reduzir para 16 anos, mas não nessa PEC. Aprova a PEC e aí discute isso”, afirmou o candidato, em resposta à jornalista Renata Lo Prete.
O texto da PEC, que passou pela Câmara dos Deputados, ganhou celeridade no Senado após aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sem alterações, e está pronto para ser votado em plenário em dois turnos. Não há, no entanto, previsão para que isso ocorra. A oposição tenta incluir uma emenda reduzindo para 14 anos a maioridade penal para crimes hediondos.
Segurança pública
Lula defendeu a aprovação da PEC para garantir a participação da União na segurança dos estados. Segundo o candidato à reeleição, os estados “não tiveram competência” para entregar segurança ao cidadão.
Ele afirmou que, após a aprovação da PEC, poderá criar o Ministério da Segurança Pública, definir o papel das polícias e evitar a ação dos bandidos de dentro da cadeia.
“Precisamos asfixiar o crime organizado para libertar os territórios dos bandidos em todo o país”.
Economia
Perguntado sobre a dívida pública, dívida contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do Governo Federal, Lula defendeu o crescimento do país através do investimento na renda dos mais pobres.
“Eu tenho uma tese: muito dinheiro na mão de poucos, é pobreza, e pouco na mão de muitos, é riqueza. O que faz a economia do Brasil crescer é a microeconomia, é fazer o dinheiro rodar na mão do povo, disse.
Lula afirmou ainda que neste último governo o Brasil passou de 12ª economia do mundo para a décima, investindo em políticas para população mais humilde.
“Toda vez que alguém quer resolver o problema fiscal, o povo pobre paga. E eu não quero que o povo pobre pague. A forma de fazer crescer a economia não é cortar do pobre”.
Ele ainda defendeu o reajuste em 15% no Bolsa Família. Segundo ele, o reajuste não foi feito antes porque ele não sabia do problema.
“Eu fiquei sabendo que não tinha sido aumentado. E tomei a decisão de aumentar o valor para as pessoas porque tinha espaço fiscal”.
O candidato do PT também lembrou da aprovação do fim da jornada 6×1 de trabalho, ocorrida ontem (14) no Senado, em uma pauta defendida pelo seu governo.
Mencionou a medida do governo anunciada esta semana para perdoar dívidas dos microempreendedores individuais (MEIs), entre outras providências, e prometeu tarifa zero no transporte público nos fins de semana.
EUA e Tarifaço
Questionado sobre as perdas econômicas com o tarifaço aplicado pelo governo dos Estados Unidos, Lula afirmou que o Brasil tem se saído bem na procura por outros mercados para compensar a redução no comércio com o país norte americano.
“O que me deixa tranquilo é que embora tenhamos tido queda de 9% na relação com os Estados Unidos, crescemos 20% com a China, 15% com a indonésia, 16% com a Alemanha. E batemos recordes de superávit comercial”, disse Lula.
Ele afirmou ainda que prefere negociar uma solução com o governo de Donald Trump, mas aplicar o princípio da reciprocidade não está descartado.
“Quem deve estar preocupado conosco são os Estados Unidos. Eu não quero aplicar a Lei da Reciprocidade, mas se tiver que fazer nós vamos. Eles têm mais a perder que a gente”.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), criticou a decisão do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), de retirar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública da pauta do plenário desta quinta-feira (15).
A jornalistas, o parlamentar disse que Alcolumbre atua “a serviço” do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ficou “de costas para a sociedade”. Marinho é apontado como possível candidato a ser presidente do Senado no próximo mandato. Com a retirada de pauta da PEC, a avaliação agora é de que a proposta fique para depois das eleições.
Na visão do senador, o grupo aliado a Lula preferiu não fazer o debate ao ser confrontado com a situação proporcionada pela votação da PEC: “Mostra que o governo não está interessado em resolver a segurança pública, o governo está interessado em ganhar as eleições mesmo que isso custe a segurança das pessoas”.
O coordenador de campanha do presidente Lula, Camilo Santana, apresentou uma emenda para reduzir de 18 para 16 anos a maioridade penal em crimes graves. Enquanto, a oposição, porém, defendia a redução mais agressiva: de 18 para 16 anos como regra geral e para 14 anos em casos de crimes graves.
Para os jornalistas, o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro disse que apoiaria qualquer proposta na direção que já apontaram: “Caso a nossa proposta não fosse aprovada, que é a redução da maioridade penal para 16 anos e 14 anos quando se trata de crimes hediondos, a proposta do Camilo, que seria de 16 anos para crimes hediondo, seria uma alternativa paliativa. Não seria o ideal, mas seria pelo menos um passo na direção correta”.
PEC fora da pauta “Eu vou retirar de pauta a PEC da segurança pública, nós vamos aguardar os entendimentos das senadoras, senadores sobre o texto porque agora estou sendo o culpado de emendas que foram apresentadas, de que vai alterar o texto e vai voltar pra Câmara, e que e não pode ser uma decisão a açodada”, disse Alcolumbre.
A decisão se deu depois de um impasse sobre a redução da maioridade penal. A medida apresentada pela emenda sugerida por Camilo Santana abriu um racha no PT. Parte dos governistas são contrários a medida.
Um dos principais motivos é que qualquer modificação no texto faria com que a proposta retorne para uma nova análise na Câmara dos Deputados. O governo queria priorizar a aprovação do texto da forma como saiu da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e fazer, no máximo, emendas de redação.
A ideia da oposição foi devolver à esquerda a pressão gerada durante a votação da PEC do fim da jornada 6×1. Historicamente contrários, a bancada bolsonarista e o senador Flávio Bolsonaro (PL) viram risco eleitoral e tiveram que se posicionar de forma favorável.
Em simultâneo, a bancada bolsonarista retomou o tema da maioridade penal na PEC da segurança porque o tema é sensível para a esquerda, que tem posição demarcadamente contrária.
Governistas afirmam que o interesse é retardar a votação, já que o tema da PEC da segurança será explorado por Lula com a recriação do Ministério da Segurança Pública assim que a PEC for promulgada.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), retirou da pauta desta quinta-feira (15) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A decisão ocorreu após divergências entre governo e oposição sobre mudanças no texto, especialmente em relação à redução da maioridade penal.
Com o adiamento, a expectativa é que a proposta seja analisada somente após as eleições. Alcolumbre afirmou que pretende aguardar um entendimento entre os senadores antes de retomar a votação.
“Eu vou retirar de pauta a PEC da Segurança Pública. Nós vamos aguardar os entendimentos das senadoras e senadores sobre o texto”, declarou.
Propostas de redução da maioridade penal dividem parlamentares
O impasse aumentou após o ministro da Educação e coordenador da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Camilo Santana, apresentar uma emenda para reduzir de 18 para 16 anos a maioridade penal em casos de crimes graves.
A sugestão provocou divergências dentro do PT e da base governista. O governo defendia a aprovação do texto conforme havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, com a possibilidade de ajustes apenas na redação.
A oposição também apresentou uma emenda, articulada pelo líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN). A proposta prevê reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos como regra geral e para 14 anos em casos de crimes graves.
Mudanças podem levar texto de volta à Câmara
Um dos principais pontos de preocupação do governo é que alterações no conteúdo da PEC obriguem o texto a retornar à Câmara dos Deputados, onde precisaria passar por nova análise. Por esse motivo, governistas defendiam evitar mudanças no mérito da proposta.
A oposição, por sua vez, retomou a discussão sobre a maioridade penal durante a tramitação da PEC da Segurança Pública, tema que provoca divergências entre os partidos.
Segundo a CNN, integrantes do governo avaliam que o adiamento pode postergar a discussão de uma das principais propostas da agenda de segurança pública do presidente Lula.
Pesquisa PoderData/AYA, divulgada nesta terça-feira (13), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatados numéricamente com 50% das intenções de voto cada um na disputa pelo segundo turno à Presidência da República.
O cenário considera somente os votos válidos, descartando brancos e nulos.
Esta é a terceira rodada testada pelo instituto desde a definição do primeiro turno. Na pesquisa divulgada na quinta-feira (8), Flávio recebeu a preferência de 53% dos entrevistados, ante 47% que declararam votar em Lula. Em comparação com àquela publicada na última terça-feira (13), houve novamente uma aproximação entre os candidatos. Na ocasião, Flávio aparecia com 51% enquanto Lula pontuava 49%, variando dentro da margem de erro, de 1,8 ponto percentual, para o resultado atual de empate em 50%.
Metodologia
A pesquisa PoderData/AYA entrevistou 3.000 eleitores, entre os dias 13 e 15 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.O levantamento foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04258/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou nesta quinta-feira (15), durante sabatina da TV Globo, que não sabia que o Bolsa Família ainda não havia sido reajustado em seu terceiro governo.
“Eu não sabia. É impensável. Eu quis saber por que não foi tomada a decisão [do reajuste], se havia espaço fiscal. Então tomei a decisão”, disse Lula.
Anunciado em 17 de setembro, o reajuste elevou o valor mínimo do benefício de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começou a ser pago em outubro. Segundo o governo, a medida terá impacto estimado em R$ 5,8 bilhões neste ano e em cerca de R$ 22 bilhões em 2027.
Lula já havia negado motivação eleitoral
Em entrevista ao Flow Podcast, em 1º de outubro, o presidente negou que a decisão de reajustar o Bolsa Família tivesse motivação eleitoral. O anúncio ocorreu três semanas antes do primeiro turno.
“Por que eu dei aumento do Bolsa Família? Você acha que foi por causa das eleições? Não. É porque sobrou espaço fiscal, é porque o orçamento permitia. A gente estava há quatro anos sem dar reajuste do Bolsa Família, e eu fiquei puto com meus ministros da área econômica. Como é possível a gente não dar reajuste da inflação?”, afirmou.
“Doa a quem doer, o reajuste da inflação a gente tem que dar para todo mundo. Você não está dando aumento, está repondo o que a inflação comeu. E aí nós demos o dinheiro porque sobrou espaço fiscal. Vamos fazer o quê? Eu vou deixar de dar? Eu dei”, acrescentou.
Encontro no bairro Dix-Sept Rosado reuniu apoiadores, bancada de vereadores da capital e lideranças estaduais a 10 dias da votação do segundo turno.
Em um grande encontro de demonstração de força e união política na reta final do segundo turno, o candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra (União Brasil), o candidato a vice-governador Hermano Morais e o prefeito de Natal, Paulinho Freire, reuniram um expressivo público na noite desta quinta-feira (15). O evento, realizado no bairro Dix-Sept Rosado, na Zona Oeste da capital, consolidou a nova e ampla base de apoio à candidatura governamental na cidade.
O ato contou com a presença da bancada formada pelos 23 vereadores de Natal, que aderiu recentemente ao projeto de Allyson juntamente com o prefeito Paulinho Freire, além da deputada federal eleita Nina Souza e de diversas lideranças comunitárias e políticas da Região Metropolitana.
A exatamente 10 dias da votação para o segundo turno, Allyson comemorou o engajamento popular e ressaltou a grande frente política formada em torno da sua candidatura, que já reúne cerca de 100 prefeitos de diferentes regiões potiguares, além de deputados federais e estaduais mobilizados pelo sentimento de renovação. “O sentimento que vem das ruas de Natal e de cada canto do Rio Grande do Norte é um só: o povo não aguenta mais o abandono e quer uma gestão que funcione de verdade. Ver essa multidão aqui, ao lado do prefeito Paulinho Freire, dos nossos vereadores e de tantas lideranças, nos dá a certeza de que a mudança já começou. Faltam apenas 10 dias para transformarmos a realidade do nosso estado com trabalho, coragem e compromisso com quem mais precisa”, declarou Allyson Bezerra.
O prefeito de Natal, Paulinho Freire, enfatizou a importância da aliança entre a capital e o futuro Governo do Estado, criticando o atual cenário administrativo e convocando os eleitores para a reta final da campanha. “Natal tomou uma decisão clara porque sabe que o Rio Grande do Norte precisa mudar de rumo. Após oito anos de uma gestão ineficaz, que virou as costas para as necessidades da nossa população, nós nos unimos a Allyson porque ele representa a capacidade de trabalho e a juventude com responsabilidade que o RN precisa. Juntos, com a nossa bancada de vereadores e a força do povo, vamos fazer uma votação vitoriosa na capital e no estado”, afirmou Paulinho Freire.
Agenda desta sexta-feira (16)
Nesta sexta-feira (16), Allyson cumpre agenda em Natal pela manhã, em visita à fábrica da Guararapes. Em seguida, participa de sabatina na Inter TV Cabugi. À tarde, o candidato segue para Mossoró, onde comanda a “Carreata do Azulão” no bairro Santo Antônio.
O cancelamento da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Lagoa Nova não alterou o apoio de seis vereadores à candidatura do professor Jeferson Confessor, do MDB, já protocolada anteriormente. A votação estava marcada para as 19h desta quinta-feira, 15 de outubro, e teve a convocação anulada por decisão do presidente da Casa, Jean Carlo.
Um registro fotográfico feito na tarde desta quinta-feira, dia 15, reúne os seis parlamentares ao lado do prefeito Iranildo Aciole e reforça a demonstração de unidade política. Além de Jeferson, o grupo reúne Marinalvo, Faguinho e Maria Machado, do Republicanos, e Antônio Domingos e Elizeu Fernando, do União Brasil.
A mensagem política é de continuidade da articulação: mesmo com a suspensão da votação, os seis parlamentares permanecem alinhados em torno da candidatura de Jeferson ao comando do Legislativo.
Segundo Jean Carlo, o cancelamento foi motivado por possíveis falhas na convocação que poderiam resultar em questionamentos judiciais. O edital agora anulado, contudo, havia sido assinado pelo próprio presidente.
O adiamento, diante dos seis apoios à candidatura de Jeferson, reforça a hipótese de que um cenário desfavorável ao grupo do atual presidente tenha pesado na decisão de cancelar a eleição. A motivação política permanece como hipótese, enquanto a justificativa apresentada pela Presidência é a existência de possíveis falhas na convocação.
Com a eleição suspensa, o grupo ligado ao prefeito reafirma sua posição na disputa e mantém Jeferson Confessor como candidato à Presidência da Câmara.
O deputado estadual Francisco do PT utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, nesta quinta-feira (15), para homenagear os professores potiguares pela passagem do Dia do Professor. Durante o pronunciamento, o parlamentar destacou a importância dos educadores na formação de cidadãos e na transformação da sociedade, além de anunciar a realização de uma sessão solene em reconhecimento aos profissionais que marcaram a história da educação no Estado.
Professor de formação, Francisco ressaltou o orgulho de exercer a profissão e lembrou a importância da educação em sua trajetória pessoal e política. “É um dia de celebrar essa missão daqueles homens e mulheres que ajudam a transformar pessoas, e essas pessoas ajudam a mudar o mundo”, afirmou.
O parlamentar também destacou o significado de representar a população na Assembleia Legislativa sem perder sua identidade como educador. “Estar aqui nesta Casa, na condição de professor que exerce o mandato de deputado estadual, é uma grande honra. Foi a educação que me trouxe e me levou aonde cheguei. Sou professor com muita honra e muito orgulho”, declarou.
Ao defender uma educação pública inclusiva e de qualidade, Francisco do PT reforçou a necessidade de valorizar os profissionais do ensino e anunciou que a Assembleia Legislativa realizará uma sessão solene em homenagem aos professores e professoras que fizeram e continuam fazendo história na educação do Rio Grande do Norte.
A deputada estadual Terezinha Maia (PL) confirmou oficialmente o seu apoio a Allyson Bezerra, do União Brasil, na disputa do segundo turno para o Governo do Rio Grande do Norte. No primeiro turno, a deputada esteve ao lado do candidato do PL. Agora, para esta nova etapa da eleição, ela destaca que o momento é de somar forças, dialogar e unir o estado em busca de soluções para a população potiguar. Ela apoiou o candidato Álvaro Dias no 1º turno.
A chegada de Terezinha Maia fortalece a campanha de Allyson Bezerra no Seridó, sua terra natal da cidade de São Rafael, e na Grande Natal, regiões onde a deputada possui um trabalho reconhecido e forte presença política.
O candidato Allyson Bezerra comemorou a aliança, ressaltando o trabalho marcante da parlamentar na defesa das mulheres, na melhoria da saúde e no apoio aos municípios.
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), firmou um acordo de não persecução penal (ANPP) com parte dos envolvidos na Operação Conto da Sorte e recuperou cerca de R$ 1,4 milhão para os cofres públicos. O procedimento investigatório apura a exploração não autorizada de jogos em sistema municipal de loteria e a ocultação de valores e seguirá para os demais envolvidos no caso. O grupo utilizava como âncora o órgão Lotseridó, criado pela Prefeitura de Bodó.
Dos investigados, três confessaram formalmente as práticas ilícitas apuradas durante o procedimento ministerial e formalizaram o acordo. Os acordantes pagarão R$ 200 mil em parcelas vinculadas ao processo de execução. O montante pecuniário será destinado em partes iguais à Receita Federal e ao Ministério da Fazenda. Da mesma forma, houve o perdimento definitivo de R$ 1,2 milhão aos cofres estaduais referente ao lucro presumido. O acordo prevê ainda que as empresas do grupo econômico devem comprovar a implantação de programa de conformidade em até 180 dias.
Conto da Sorte
A operação Conto da Sorte aconteceu simultaneamente nos Estados de Pernambuco, São Paulo e Ceará. O objetivo era colher provas sobre um esquema de exploração irregular de apostas de quotas fixas e jogos de azar na internet, as chamadas bets. A investigação que resultou na operação teve atuação conjunta da Receita Federal.
A operação apurou crimes de lavagem de dinheiro, induzimento à especulação, exploração de jogo de azar e loteria não autorizada, associação criminosa e crimes contra as relações de consumo.
A operação Conto da Sorte é fruto de uma investigação do MPRN, que foi originada a partir de análise técnica da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, e contou com o apoio da Receita Federal do Brasil, dos MPs de São Paulo, Pernambuco e Ceará, além das polícias desses três Estados.
Golpes
As pessoas entravam nos golpes induzidas a erro por meio de artifícios digitais. O grupo realizava a invasão de sistemas de computadores de órgãos públicos e injetava códigos em páginas de boa reputação, como sites com finais “.gov.br” e “edu.br”. Essa adulteração criava arquivos de indexação forjados que direcionavam o robô de buscas da internet e os usuários para os sites ilegais de apostas, transmitindo uma falsa credibilidade.
Fachada
Para movimentar os valores e ocultar os verdadeiros donos do negócio, os líderes estruturaram uma rede de empresas de fachada chamadas de facilitadoras de pagamento ou de apoio operacional. Essas firmas eram registradas em nome de laranjas, que eram pessoas de baixa renda, beneficiários de programas de assistência social ou parentes dos organizadores. Os chefes do esquema mantinham o controle das contas bancárias por meio de procurações públicas.
A apuração apontou que as empresas funcionavam de forma irregular, utilizando endereços inexistentes, salas comerciais vazias ou escritórios virtuais. O grupo também manteve o fluxo financeiro e continuou operando mesmo depois de os registros de CNPJ terem sido formalmente baixados e extintos na Receita Federal. O MPRN identificou que os líderes criaram 21 empresas registradas em um mesmo endereço fantasma em Bodó.
O comércio varejista do Rio Grande do Norte registrou queda de 1,1% no volume de vendas em agosto, na comparação com julho, completando seis meses consecutivos de resultados negativos. O desempenho foi o terceiro pior entre as unidades da Federação e ficou abaixo da média nacional, que apresentou crescimento de 0,1% no período. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A retração mantém a trajetória de queda observada desde março, quando as vendas recuaram 0,1%. Nos meses seguintes, o comércio potiguar apresentou resultados negativos de 0,2% em abril, 1,4% em maio, 0,4% em junho e 0,9% em julho. Os índices consideram a série com ajuste sazonal, que permite comparar o desempenho entre meses consecutivos.
Em agosto, o Rio Grande do Norte ficou entre os três estados com as maiores retrações do país, atrás apenas do Espírito Santo (-3,8%) e de Alagoas (-1,3%). No cenário nacional, 14 estados apresentaram crescimento nas vendas, com destaque para Rondônia (5,8%), Amapá (5,3%) e Mato Grosso do Sul (2,7%). Roraima permaneceu estável, com variação de 0%.
Na comparação com agosto de 2025, o desempenho do comércio varejista potiguar também foi negativo, com redução de 4,4% no volume de vendas. O resultado considera o comércio de bens não duráveis ou semiduráveis, que abrange atividades como supermercados, hipermercados, estabelecimentos de alimentos, bebidas e fumo, além de outros segmentos comerciais.
Apesar das quedas recentes, o balanço de períodos mais longos permanece positivo. Entre janeiro e agosto deste ano, o volume de vendas do comércio varejista do RN cresceu 3% em relação aos oito primeiros meses de 2025. No acumulado de 12 meses, a expansão foi de 4,7%, o quinto maior resultado do país.
Nesse indicador, o Rio Grande do Norte ficou atrás de Pernambuco (7,4%), Distrito Federal (6,4%), Acre (5,7%) e Amapá (5,1%). O resultado mostra que, embora o setor tenha acumulado perdas mensais desde março, o volume comercializado nos últimos 12 meses ainda supera o registrado no período anterior equivalente.
No comércio varejista ampliado, que inclui também a venda de veículos, motocicletas, peças, materiais de construção e o atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, o cenário foi semelhante. O volume de vendas caiu 0,4% em agosto, na comparação com julho.
Em relação a agosto de 2025, o varejo ampliado apresentou retração de 2,4%. Já no acumulado de janeiro a agosto, houve crescimento de 2%, enquanto a variação dos últimos 12 meses ficou positiva em 2,8%.
A Pesquisa Mensal do Comércio acompanha mensalmente o comportamento das vendas e da receita nominal do setor varejista em todo o país. Os dados permitem avaliar a evolução da atividade comercial em diferentes segmentos e regiões.
O deputado federal General Girão (PL-RN) anunciou apoio a Allyson Bezerra (União Brasil) no segundo turno da eleição para o Governo do Rio Grande do Norte. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que a decisão foi motivada pela oposição ao PT e defendeu a eleição de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.
“É evidente que não vamos ficar do lado do PT jamais. O povo não aguenta mais e o Rio Grande do Norte precisa de mudança”, declarou Girão. Allyson disputa o governo estadual contra Cadu de Lula (PT), enquanto Flávio enfrenta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Reeleito para a Câmara dos Deputados, Girão começou a manifestação agradecendo aos eleitores e afirmou estar alinhado ao PL. Ao justificar o apoio estadual, apresentou a saída do PT do governo como condição para a mudança que defende.
“O ciclo do PT no Rio Grande do Norte precisa ser encerrado para que o Estado volte a crescer”, afirmou.
A declaração ocorre após o PL liberar seus filiados para decidir individualmente como atuar no segundo turno estadual. Conforme noticiado pelo Agora RN, o senador e presidente estadual do partido, Rogério Marinho (PL-RN), anunciou a orientação na sexta-feira 9, em coletiva no Hotel Majestic, em Natal.
Segundo Rogério, a legenda deixou de formalizar apoio a Allyson porque o candidato não quis aderir à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro. A orientação permitiu apoios individuais ao candidato do União Brasil, enquanto o partido manteve a campanha presidencial como prioridade.
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, anunciou, em entrevista à Jovem Pan Natal, que o pagamento do Bolsa Família será realizado com reajuste de 15,04%. Segundo ele, os recursos serão creditados conforme o calendário mensal do programa.
“É uma novidade para você aqui em primeira mão na Jovem Pan: nós estamos creditando amanhã todo o valor para pagamento do Bolsa Família, como fazemos todos os meses”, afirmou o ministro.
Wellington Dias também explicou que os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) final 1 poderão movimentar os valores a partir do sábado e do domingo, sem depender do funcionamento presencial das agências bancárias.
“A Caixa Econômica, já a partir de sábado e domingo, para o chamado NIS 1, o primeiro dia do calendário de pagamento, já estará disponível”, declarou.
O ministro acrescentou que os beneficiários poderão movimentar o dinheiro por meios digitais, como o Pix, ou utilizar o cartão de débito. As agências da Caixa Econômica Federal, segundo ele, estarão abertas a partir de segunda-feira para atendimento presencial.